segunda-feira, 24 de agosto de 2009
The Zeppelin
O Filme de 1932 mostra o Graff Zeppelin. Embora transcorridos tantos anos, a ideia de usar Zeppelins para pesuisar e cuidar da Amazonia, não é inviável.
Neste Zeppelin viajou o maestro Heitor Villa Lobos em 1930
Logo que acharmos novas tecnologias disponibilizaremos.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Fotos antigas de Zeppelins no Brasil
sábado, 22 de agosto de 2009
O abandono histórico dos falashas começa a ser reeescrito.
Texto tirado do site do Exercito Nacional.
Dobradinha com Israel na África
“Nós não saímos da África para ser escravos, mas para ser livres”, orgulha-se o deputado etíope-israelense Shlomo Molla, que veio ao Brasil conhecer as políticas de integração racial
Correndo por fora das diferenças políticas entre seus governos, que ficaram mais uma vez em evidência durante a visita a Brasília do chanceler Avigdor Lieberman, Brasil e Israel começam a explorar a possibilidade de atuarem juntos na África. Ambos os países têm experiências numerosas e variadas de cooperação com países africanos, seja em iniciativas de assistência e ajuda humanitária ou de apoio ao desenvolvimento.
O modelo em consideração é o dos acordos triangulares que a diplomacia brasileira vem exercitando nos últimos anos com parceiros europeus e os Estados Unidos. Os mais comentados são na área de biocombustíveis, como o bem-sucedido programa de produção de biocombustíveis em Gana: o Brasil entra com tecnologia (para isso instalou em Acra uma filial da Embrapa); a Suécia faz aporte financeiro e compra a produção, com a qual movimenta parte de sua frota de ônibus e carros e supera as metas europeias de redução das emissões de gas carbônico.
Lieberman, que acaba de fazer uma turnê pela América do Sul, planeja visitar cinco países africanos e reaquecer uma relação que teve seu primeiro grande empurrão já nos anos 1960, quando Israel era um Estado em plena adolescência e a então primeira-ministra, Golda Meir, fez a primeira viagem oficial de alto nível ao continente. De lá para cá, houve altos e baixos condicionados pela superposição entre o conflito árabe-israelense e a Guerra Fria. A guerra de 1973, que levou a Opep a cortar o fornecimento de petróleo aos aliados do Estado judaico, teve eco na Organização da Unidade Africana, então sob forte influência de ex-colônias europeias governadas por regimes afinados com o bloco socialista — que àquela altura se alinhara decididamente aos árabes contra Israel, aliado dos EUA (como, na época, o Irã do xá Reza Pahlevi).
Somar e dividir
Intensificar uma política africana mais ousada por parte da chancelaria israelense é um dos temas que motivam o deputado Shlomo Molla, um judeu etíope que migrou adolescente para Israel, em 1984. Em visita a Brasília para encontros no Congresso e com o ministro da Igualdade Racial, Edson Santos, Molla falou à coluna sobre as convergências e complementaridades entre Brasil e Israel, nesse e em outros terrenos. “Para nós, é muito importante a aproximação com a África. Queremos ver como podemos ajudar em áreas como agricultura, construção e infraestrutura, nas quais as empresas israelenses têm know-how”, disse o deputado. Os governos brasileiro e israelense têm programas de combate à Aids em países africanos, além de oferecerem intercâmbio e bolsas para estudantes.
A complementaridade se apresenta, de cara, nos países contemplados. Enquanto o Brasil atua com maior desenvoltura nos de língua portuguesa, e mais recente na costa ocidental, Israel tem maior presença no leste: Tanzânia, Quênia, Uganda e, sobretudo, a Etiópia, beneficiada com ajuda à agricultura e pecuária, entre outros campos. Os laços vêm justamente do tempo em que o hoje deputado emigrou, em meio a uma seca que levou centenas de milhares de etíopes a buscar refúgio em países vizinhos. Israel organizou na ocasião uma ponte-aérea para resgatar milhares de falashas, como são conhecidos os judeus etíopes. Nessas duas décadas e meia, eles viveram seu processo de integração e reidentificação em uma sociedade que, a exemplo da brasileira, nasceu multicultural.
Terra Prometida
É nesse ponto que Shlomo Molla aponta uma diferença marcante entre o seu caminho e o dos africanos absorvidos pelas Américas no período colonial. “Nós não saímos para ser escravos, mas para ser livres”, resume. Esse intercâmbio de percepções distintas da história africana foi um dos tópicos da conversa entre o deputado israelense e o ministro brasileiro. E também um dos elementos do convite feito a Edson Santos para que visite Israel e conheça de perto o processo de integração dos afrodescendentes. Molla conta, com uma ponta de orgulho, que ele e os amigos que deixaram a Etiópia em 1984, em boa parte por causa da perseguição ao líder de sua comunidade, saíram “pelos próprios pés”. Caminharam (literalmente) até a fronteira do Sudão, onde foram presos e encaminhados a campos de refugiados onde fizeram contato com a inteligência de Israel, que percorria as tendas com o pessoal de assistência humanitária, identificando os falashas.
Um dia, ele conta, foram embarcados em caminhões e viajaram recolhendo outros refugiados até que, à noite, um comando das forças especiais chegou em helicópteros para levá-los “à nossa Terra Prometida”. Hoje, Molla arrisca, em tom de brincadeira: “Em 10 anos, vamos fazer um primeiro-ministro em Israel".... por enquanto vivemos nas periferias de Jerusalém.
Sim os zeppelins estiveram na Amazônia Brasileira.

Herança de guerra
Amapá guarda ruínas da base militar americana que defendeu o Atlântico e protegeu a entrada da Amazônia na 2a Guerra Mundial .
Tiago, como as outras crianças da vila, brinca no tanque-pipa deixado no Amapá pelos americanosO prédio onde se localizava o antigo posto médico dos americanos, reformado para guardar peças e documentos da época, está vazio e tomado pela poeira. As placas de sinalização das ruínas estão cobertas pela ferrugem. E muitas instalações, como os depósitos de alimentos, foram ocupadas por pessoas que não tinham onde morar, além dos parentes dos antigos funcionários da base. No total, 70 famílias vivem hoje nos antigos prédios erguidos pelos americanos.Até quando esse patrimônio histórico resistirá ao tempo? Em maio de 2005, a Aeronáutica desativou o aeroporto local, que recebia vôos particulares e tinha um terminal de passageiros. Motivo: falta de manutenção na pista – problema que se arrasta há dois anos, contribuindo para isolar o município e atrapalhar o seu crescimento. O abandono atinge também a torre de atracação dos famosos zeppelins, tomada por colméias e casas de marimbondos, e a pista onde esses balões pousavam, quase soterrada pela vegetação.Se os monumentos em ruínas da cidade correm risco de desaparecer com a memória dos moradores, novos vestígios daqueles tempos afloram nas matas dos arredores. Na medida em que mais trilhas são abertas na densa floresta amazônica, sinais dos antigos tempos de guerra espantam os caboclos. Foi o que aconteceu com o garimpeiro, conhecido como “Comprido Velho”, que há 10 anos encontrou no meio da mata um avião B-24 americano, quando caçava nos arredores do Rio Cassiporé. Após a divulgação da notícia, uma equipe de 22 soldados do Batalhão de Infantaria de Selva resgatou a aeronave, que estava coberta pelo limo e ainda preservava as metralhadoras anticaça. Foram também encontrados os restos mortais dos militares acidentados.Novos achados podem vir à tona. As atenções agora se voltam para o mar, embora a tarefa seja muito difícil: encontrar dois submarinos alemães, o U-7662 e o U-590, que naufragaram nas águas turvas do litoral amapaense, perto da foz do Rio Amazonas, alvejados pelo bombardeio aéreo das aeronaves que decolavam da velha base americana da cidade do Amapá. Descobrir as embarcações significa montar mais um pedaço desse quebra-cabeça para resgatar os fatos desse importante período da história mundial.
Aço e metais nobres que no passado iam para o fundo dos mares.
Todos sabem que o Brasil é grande produtor de cimento e ferro. Sua siderurgia é capaz de produção de bom aço. Isto confirma de que se houvesse vontade política e empresarial o Brasil tem tudo para fabricar e possuir uma imensa frota mercante e militar. Um país com mais de oito mil quilômetros de costas marinhas haveria no meu entender de haver se preocupado com a pesca e o transporte marinho em proporções muito acima do que o fez.
Agora fico sabendo de mais essa estratégia usada pela Índia, para suprir sua indústria de metais, e fazer reposição em sua já velha frota naval, a criação de desmanches de Navios, incluindo porta aviões e navios de guerra.
Veja as fotos que trago e pense em soluções brasileiras.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Dilma num instante ultrapassa Requião.

Voando , defendendo e estudando.
Uso científico,social e militar dos zepelins na Amazônia Brasileira. Esse aparelhos retiram os homens das areas ribeirinhas aprofundando o conhecimento das florestas e das RIQUEZAS NINERAIS.Puxa eu gosto desse Blog.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Uma curiosidade mal contada.

Com esse texto quero comprovar que a Amazônia ( provavelmente) já conheceu no passado os Zeppelins; Essa solução ( hoje usando o Helio)ainda é viável para a segurança e pesquisa do território Amazônico.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009
O Governo do Paraná fecha o cerco contra o fumo.
Governo preserva o direito de não fumar por tabela.
Preserva o direito à saúde.
Colaboração Celso Corazza e Altino Netto.
Cantando ao redor do mundo.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Para além do cidadão Kane
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Atenção Navegadores.
As pessoas que amam os bichos , votam.
Se os bichos votassem.
Uma nova calunia corre o trecho, denegrindo ao provável candidato ao governo do estado pelo PMDB, o vice–governador Orlando Pessuti.
Chegam e perguntam: Você não acha que o Pessuti vai nos trair logo que se eleja? Então devemos nos perguntar a quem interessa essa “Duvida”. Uma pessoa para nos trair, tem, em primeiro lugar, que ter estado ao nosso lado. Lado de quem? Lado de quem o elegeu, o PMDB. Então a pergunta já indica que Pessuti um dia esteve do lado do partido, e esta no partido, o que não acontece coma as pessoas que fazem a indagação. Quem pergunta nunca esteve do lado do PMDB e pensa, com a pergunta, estar afirmando o seu lado... Será que ele nos irá trair?
O Governo de Requião esta cheio de pessoas que nunca estiveram com o PMDB. Ora, então, sem rodeios eu concluo melhor ser traído, se fosse esse o caso, do que entregar o governo aos grupos que nunca se importaram com o PMDB ou aos outros partidos nossos inimigos. Mesmo "aqueles" que um dia estiveram no partido, mas o abandonaram, como é o caso dos irmãos Dias.
O Partido deve se posicionar claramente, se tem outro nome além do vice-governador para concorrer ao pleito de 2010, deve manifestar-se, ao invés de se curvar covarde para opiniões de inimigos que povoam às centenas o governo do estado.
Orlando Pessuti se não estou enganado foi quatro vezes Deputado pelo PMDB. ( não basta?) Algumas vezes exerceu o governo do estado, e duas vezes exerceu a vice-governadoria. Foi Secretário de Agricultura, é medico veterinário.
Hoje descobri que é o autor de uma lei de proteção à Fauna Ameaçada de Extinção no Paraná. Trata-se da lei 11.067 de 17 de fevereiro de 1995, aprovada e sancionada. A lei proíbe a caça e o cativeiro de um numero enorme de espécimes ainda em existência no nosso estado, mas que correm risco de extinção. A lei contou com a colaboração da jornalista Joana Simoni e do biólogo Jorge Augusto Callado Afonso.
Como os bichos não votam, eu chamo atenção para o fato, pois os ambientalistas e amantes dos animais, desconhecem esse fato de importância política, legislativa e ambiental.
Wallacereq@gmail.comNova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Uma definição visual da personalidade dos irmãos Requião de Mello e Silva.
Eles são como faróis em tempos difíceis.
domingo, 16 de agosto de 2009
G 23 navegando na Internet.

sábado, 15 de agosto de 2009
Porto de Paranaguá.
Quem é Wallace Req Req?
Quem é Wallace Req Req?
Personalidade complexa, relutante e refratário ao sistema econômico, avesso a ter escravos, Wallace Req é o Porta voz do Grupo de Estudos 23 de Outubro. Atualmente responde por uma das diretorias da Fundação Pedroso Horta.
Psicólogo Clínico, formado tardiamente em 1981, é Licenciado em Filosofia pela UFPR; estudou Teologia em curso Superior com os padres Claretianos em Curitiba. Em Cursos a distancia cursou, na área religiosa, Teologia Moral, Teologia Fundamental, História da Igreja, História Bíblica, Liturgia e Filosofia Escolástica.
No campo político, foi pesquisador político do PMDB, Assessor Parlamentar na Assembléia Legislativa do Paraná; Secretário Parlamentar na Câmara Municipal de Curitiba e Assistente Legislativo na Câmara Federal em Brasília.
É Católico Praticante.
Escreve de forma amadora. Já publicou dois livros (um eletrônico e outro em papel), e possui artigos publicados em diversos jornais paranaenses e nacionais. Em seus Blogs já disponibilizou textos que são lidos em 68 países e 500 cidades conforme nos informa o Google Analytics. Seu arquivo possui mais de seis mil textos. Atualmente mantêm nove Blogs.
Req & Req é o ruído produzido pelo serrote do carpinteiro armando estruturas de proteção.
Foi professor de crianças surdas e excepcionais e funcionário do extinto Instituto de Assistência ao Menor.
Muito jovem foi aluno de mecânica na Escola Técnica Federal, mecânico de automóveis na oficina do inesquecível Basílio Okopnick; foi motorista de caminhão, projetista e fabricante de skates, foi motorista de entregas; almoxarife de farmácia, gerente comercial, desenhista arquitetônico e artístico, e vendedor de livros. Foi sócio do Aeroclube de Joinville.
Morou nos EUA.
Conhece 13 países e quase todo o território brasileiro.
Porta - se com simplicidade tanto hospedado em hotéis internacionais ao lado do presidente da Republica, ministros ou governadores, como dormindo na favela da vila Pinto (hoje Torres) entre amigos.
Afetividade complexa , curiosa e aventureira, o levou, por opção e paz interior, ao isolamento e a abstinência.
Criou o Grupo de Estudos G 23, onde hoje nele exercita suas ideias, numa síntese útil e solidária a todos aqueles que sentem dentro de si grandes contradições e se esforçam para não se fragmentar diante de uma sociedade e um sistema econômico perverso e cruel.
Filho de uma complexa mistura de etnias é avesso ao racismo, sobre tudo o racismo religioso judeu, modelo do racismo e matriz religiosa de todo o preconceito de base religiosa. Encontrou no Universalismo católico, todo o bom senso, e toda a prudência ideológica de uma irmandade humana, orientada para salvar-se no meio das contradições da vida, pelo exemplo e modelo da redenção humana pelo Sacrifício Amoroso, Humano e Divino, de Jesus Cristo.
Em síntese esse é um perfil resumido e sofrível do passado de Wallace Req , um mistério para si próprio.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Livros na mesinha de cabeceira.
Trovas dispersas de Argentina de Mello e Silva.
Der Vierte Platz de Horst Monnich.
Palácio Iguaçu de José Helias dos Santos Junior.
Silabo do Papa Pio IX.
Doing Business in Vietnam do Ministério do Comércio e Indústria do Vietnam.
E o nunca abandonado Catecismo de São Pio V.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
O dia do pais.
Nesse dia fui ao cemitério. Sentei-me nas proximidades do túmulo de meu pai e deixei meu coração naufragar na saudade e a alma aprofundar-se nos mistérios da paternidade. Vi e senti coisas num arroubo de visões repentinas, visões da mente, não dos olhos. Raciocínios sobre a paternidade.
Diz o Genesis que o Verbo criou o homem do barro. Ora a palavra gênesis quer nos falar de inicio, origem, geração. O verbo, nos ensina a gramática portuguesa, é palavra que expressa ação. Então o Verbo invisível, ou seja, a ação invisível de Deus Pai, masculino, ativo, cheio de ímpeto, vontade e inteligência, intencionalidade invisível, molda o barro, a matéria, que complacente se deixa servir da vontade invisível para tomar a forma humana. A natureza material, criada pelo Deus invisível, cede femininamente, ao desejo do Pai. Nasce o homem. Mas do homem, da carne do homem, a vontade invisível faz a carne da mulher, num símbolo que repete a origem primeira da vontade sobre a matéria, e a mulher é carne, a mesma carne do homem, o mesmo ser humano. Símbolo profundo, pois se o homem tem por necessidade da vida que alimentar-se, ao alimentar sua carne, alimenta a carne de sua mulher que lhe é da mesma natureza. A Bíblia nos diz que o homem sadio, não aborrece a própria carne, e, portanto a carne do homem e da mulher, feitos por extensão do mesmo barro, servem um ao outro segundo a vontade do Verbo invisível.
Homem e mulher os criou. E os criou solidários nos desejos e necessidades. Mas o Verbo invisível os manda procriar, e a carne, nascida da carne, nascidos da terra, natureza material, gerarão a carne de sua semelhança, segundo a vontade invisível do Verbo. Estava definida a origem comum do homem, e da mulher, origem natural, material, ao qual o Verbo invisível soprou um espírito de luz semelhante e imagem de si próprio enquanto criador intencional de todas as coisas. Donde vemos que o invisível molda o visível, o imaterial gera o material, e o alimenta numa constante e clara manifestação de sua vontade.
Estava explicada a origem imaterial e material dos seres humanos, origem essa que se repetirá no advento do Cristianismo, não só aprofundando o mistério da paternidade, mas reconhecendo, que uma vez criados os homens e mulheres como humanos, imagem e semelhança de Deus, em algum grau eles, como imagem de Deus teriam liberdade e vontade. Assim Deus agora, para gerar seu Filho pede o consentimento da Virgem, e esse SIM da mulher, diante do Deus onipotente, é a porta e o mistério da paternidade divina, em Cristo e na alma de todos os homens. O Sim da mulher gera o pai, não somente o filho. Então homem e mulher realizam o mistério. Sendo uma e só mesma carne, geram a carne de sua semelhança. No caso de Deus, o SIM da Virgem gera a paternidade visivel de Deus, e o Filho de Deus. Mas há uma breve alusão a sensualidade imaterial, que determina a concepção da vida divina. Gabriel, o arcanjo mensageiro da vontade divina, cujo nome quer dizer: Vontade de Deus, cobre, disse cobre, com sua sombra a virgem e ela concebe do Espírito. Esta cobertura do lado escuro da luz torna visível o invisível, e torna compreensível o incompreensível, torna material o imaterial, e indica o caminho, o rastro sensual, ou seja, submetido aos sentidos a concepção divina e humana. Ora a concepção da carne se faz por meio da carne, como já nos mostrava o Genesis. Entra no quadro o sexo, sempre sob o consentimento da mulher, sem violência, pois o homem não deve aborrecer a sua própria carne, e a mulher é carne do homem, como o homem é carne da Natureza (barro moldado pelo Verbo) e o filho do homem e da mulher é carne, no exato sentido de "sereis uma só carne", ainda que em diversos filhos, todos são uma e só mesma carne. Este Sim, se o olharmos pelo advento do sexo, é o aceitar a masculinidade e espiritualidade do homem. Ora não será difícil concluir disso, que pai é o macho da mãe, ou seja, pai é em primeiro lugar o macho material e espiritual que a mãe aceita sobre si, para que ele com sua sombra (o mistério oculto da vida) a cubra, e ela gere. Donde vemos que o pai é o masculino aceito pelas fêmeas, o Pai é a carne masculina da mulher. Qualquer violência nesse sim separa as carnes, e nela o reflexo necessário, natural e espiritual, do pai sobre a carne dos filhos. A Autoridade (vontade geradora do verbo imagem) só se realiza no pai, enquanto ele é aceito pelo SIM materno. Ora, então o exercício da paternidade depende da complacência da mulher na aceitação de seu macho, que se estende de maneira natural á prole. O rompimento, a negação do querer o macho, o afasta da intencionalidade da paternidade, que é bem mais que gerar, mas conceber, gerar, manter e educar a própria carne nos filhos. A falha nessa complacência da matéria para com o espírito faz com que a matéria se ache capaz de gerar o espírito, que a mulher seja o verbo ativo, e o homem o passivo. Isso tem sido a conseqüência da revolução nos diz o Silabo (documento católico de Pio IX). A Matéria se sobrepõe com violência sobre o querer da ordem natural da criação, demolindo a paternidade, e também a maternidade. Pois o SIM da mulher gera o pai, gera o filho e gera a mãe, não por si mesma, mas segundo um querer invisível daquele que não teve começo e não terá fim. A humildade do Filho é a redenção dos pais, pois a obediência aos que lhe deram a vida, ensina, reflete a obediência que os nossos primeiro pais e toda a ascendência humana devem ao Criador de Tudo.
Obedecer a Deus, mesmo com imperfeição que nos é tão peculiar, restaura a paternidade.
Governadores se alinham.

Governadores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul se alinham em um projeto nacional.
Sem comentários.
Einstein e a teoria da Relatividade.
" Se tudo é relativo no universo, Einstein garante, por que não, Requião Presidente?".Palavras de Albert Einstein
Einstein: Teoria da Relatividade.
Depois de muitos cálculos Einstain conclui: Requião é solução. E conclui: " Se tudo é relativo, porque não: Requião pode ser solução!"Albert Einstein.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Pontal do Paraná, outra opção de turismo.
domingo, 9 de agosto de 2009
Paranaguá, importante município para a economia do Paraná.
















































