sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Ferrovia do Triunfo de Requião.

A Ferrovia do Triunfo.
via grupog23 de Grupo G23 em 03/09/08

A Ferrovia Triunfo do Oeste.
Os tecnocratas, via de regra, acreditam e defendem que questões técnicas devem ser resolvidas discutidas e desenvolvidas pelos iniciados na técnica. Para nós psicólogos, nem sempre a coisa é assim. A pratica da psicologia tem mostrado que muito do desenvolvimento das técnicas foi gerado por indivíduos leigos, que destituídos dos conhecimentos técnicos em vigor, criam, inventam, pensam e resolvem problemas com originalidade. Sendo assim, ouso, como leigo no assunto, descrever o que imagino ser a “Ferrovia do Triunfo” no Paraná.
Todos falam, agora, nesse momento em que o governo recuperou o domínio sobre a Ferropar, que a Ferroeste deva ser ligada a Guaíra. Fiz uma sobreposição de mapas antigos, e percebi que as estradas de ferro, regra geral, carreavam as cargas para São Paulo e ao porto de Santos. Essa tendência histórica deve ser quebrada, ao menos temporariamente, na questão e na intenção desenvolvimentista do Paraná. A própria hidrovia do Paraná, pode servir ao tributário Tietê, novamente desviando cargas do Paraná, Paraguai e Mato grosso, para São Paulo. Proponho, mesmo com esse risco, que a Ferroeste vá direto de Cascavel a Foz do Iguaçu, na esperança que Argentina e Paraguai desenvolvam a sua infra-estrutura tão necessária para os dois países, e para o Porto do Merco Sul em Pontal do Paraná. Proponho também que ela seja desviada de Ponta Grossa, onde, por tradição, as cargas do Oeste são desviadas ou para São Paulo, ou para o Porto de São Francisco SC.. Ora, se assim for feito, considere que em 2003 a Ferroeste já transportava 2,5 milhões de toneladas, oriundas é obvio do Paraná. Vinda de Foz, ela transportaria também a Soja do Paraguai. Os grãos, vindos do Mato Grosso do Sul seriam, desembarcadas dos caminhões em um porto, fluvial multimodal, e desceriam o rio Paraná, ate Foz, sendo embarcadas, nos trens, juntamente com mercadorias argentinas, paraguaias e paranaenses, com destino preferencial, ao Porto de Paranaguá, ou ao porto do MERCOSUL, que estará sendo proposto em 2007 na Conferencia de Córdoba na Argentina. Esse trecho, se construído, como já havia desejado D. Pedro II, com recursos dos três países, quase liberado, e livre do sistema privado ALL, poderia ser totalmente eletrificado pela Copel /Itaipú, como uma estrada moderna, publica, de quase mil quilômetros de extensão. (há quem não concorde, preferindo as locomotivas Diesel-elétricas para a carga) Ao chegar a altura de Balsa Nova, em passagem de nível, a Ferroeste cruzará o ramo ferroviário que por ali passa, vindo de Ponta Grossa e num novo trecho, que seria construído, partindo de Irati passando por São João do Triunfo (de onde tiramos o nome da ferrovia) deixaria de passar, portanto, pela cidade de Ponta Grossa, dirigindo-se diretamente à Paranaguá. Ora, todos falam em duplicação do trecho da Serra do Mar como uma necessidade, pois a Ferrovia do Triunfo faria essa duplicação tendo em vista o projeto MERCOSUL, cujo trecho não seria concedido a ALL, e sim a Ferroeste Triunfo, e, portanto, seria também, preferencialmente eletrificado. Existindo um serie de cortes próximos à Avenida Rui Barbosa em São José, e uma serie de obras em direção a Fabrica da VW, podemos supor a possibilidade da duplicação ser realizada marginal à nova estrada para as praias. Com isso, cargas do Oeste, do Paraguai, do Mato Grosso, e da Argentina, assim como em via inversa, as do Porto (Litoral) com destino ao Oeste; ao Paraguai; a Argentina e ao Mato Grosso seria quase cativa do Porto de Paranaguá ou de Pontal, aumentando e viabilizando o volume das exportações importações, reforçando a Área Alfandegária do Porto, e o setor Industrial de Paranaguá assim como o desenvolvimento de Pontal do Paraná. Não posso deixar de apontar aqui, que a via férrea poderá sair de Paranagua, pelas duas pontes da ilha da Cotinga, ligando Paranaguá ao Pontal do Paraná com apenas oito quilômetros de travessia.
Uma linha ferroviária de escoamento, importação, e turismo assim criada, pela via e territórios paranaenses do Sul, redirecionam para Paranaguá, o carregamento histórico das riquezas que se dirigiam no passado para São Paulo, (tradição da via do Norte) dando ao Paraná, naquela região sul, novas oportunidades e alguma autonomia de planejamento na infra-estrutura de exportação da Tríplice Fronteira como um projeto acessório de integração e industrialização, faltando-lhe ainda, para melhor aproveitamento econômico gerando liquidez e agilidade, diante dos “Trustes Paulistas” exportadores, a urgente criação de uma "Bolsa de Mercadorias e Futuros Paranaense” em Foz do Iguaçu, ou Paranaguá, quiçá Curitiba, para melhor absorver, em comum, a economia do Sul.
A “Hidrovia Guaíra Foz” e a ferrovia “Foz, Cascavel, Guarapuava, Triunfo, Paranaguá”, existente na mente de muitos paranaenses, é registrada em mapas antigos, mas se criada efetivamente e reforçada, pelo sistema hidro-ferroviário da Ferroeste/ Guaíra, estará apta, portanto, para transportar a baixíssimo custo à soja ou outros grãos oriundos do Mato Grosso ate Foz, geraria certamente, emprego, indústria “naval”, turismo, armazéns e silos, e como conseqüência desenvolvimento, em toda a margem paranaense do rio Paraná. Além do que, se essa ferrovia for equipada com alguns “equipamentos para o turismo”, faria um incremento opcional, pois, na justa medida em que Paranaguá passa a receber gigantescos “Navios de Turismo”, surge mais essa possibilidade de turismo casado, Paranaguá / Cataratas em Foz...
E “trem” bom de imaginar.
Wallace Requião de Mello e Silva.



Coisas que você pode fazer a partir daqui:
Inscrever-se no grupog23 usando o Google Reader
Comece a usar o Google Reader para manter-se facilmente atualizado com todos os seus sites favoritos

Para polemizar.

A Ecologia de Lavoisier.
via grupog23 de Grupo G23 em 04/09/08

A Ecologia de Lavoisier.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Antoine Laurant de Lavoisier (1743- 1794), francês, é considerado universalmente o pai da química moderna. Seu grande descobrimento no campo da química diz respeito à conservação da matéria. Ele propõe um paradigma, que é um modelo quase evidente, ao menos para o senso comum, e que carece, em minha opinião, de demonstração mais acurada. Diz ele: “Na natureza nada se perde nada se cria, tudo se transforma”. Pergunto eu: Então para que preservar? Como enxergar alguma justiça na preservação de alguma coisa no meio ambiente, de algum valor, de alguma relação de poder, se tudo inexoravelmente se transforma?
Das duas uma, ou essa afirmação é correta, ou é filosoficamente falsa. Se verdadeira, dela podemos deduzir uma ecologia muito diferente das proposições dos “ambientalistas” modernos. Ou seja: nada se perde na natureza, nada se cria na natureza, mas tudo se transforma de forma inevitável na natureza. Essa transformação é amoral. Ou seja, sua única regra é a transformação pela transformação em si mesma.
O homem, independente de ser agente dessa transformação do meio físico ou natural, não pode ser, nem o criador, nem o destruidor, nem o preservador, mas apenas, um agente semi consciente, entre os muitos agentes naturais de transformação da natureza. Essa concepção, desenvolvida por muitos pensadores do materialismo, defende uma evolução inevitável da natureza, acidental, ocasional e cega. Ou seja, o “evolucionismo” daí deduzido, tem um alto grau de incerteza. E não há sentido em nenhum esforço de conservação.
Não há um objetivo na evolução a não ser a própria evolução. Houve mesmo quem dissesse, num passado recente, que a verdadeira natureza do homem era ser antinatural, um agente transformador da natureza (Kaj Birket Smith em História da Cultura). Ele seria incapaz de qualquer preservação. Nesse sentido podemos perceber que nem mesmo a manutenção da vida, ou a sua preservação no planeta, ou ate mesmo a manutenção da existência do próprio planeta para o futuro, tem lógica ou razão na concepção puramente evolucionista.
Concordam com eles também, os estruturalistas Foucoult e Levi-Straus. Esse segundo, diz: “no inicio do mundo o homem não existia - e não existirá também no fim”. Ou seja, para Levi-Straus a presença física do homem já não será encontrada no fim do mundo.

Muitos e graves erros filosóficos resultam daí. Principalmente encontramos conseqüências diretas deduzidas deste evolucionismo materialista, nas regras de convivência humana, cujo escopo se entende como Ciência do Direito, e que se transforma, e deve se transformar, segundo eles, com o tempo. O que é certo hoje, já não o será amanhã. Segundo a concepção evolucionista materialista, os fatos morais se tornam lei, num Direito dito consuetudinário, transitório e conforme os “costumes temporários” vigentes e em permanente transformação.
Como conseqüência da perda da base natural do direito (a natureza em constante transformação versus as leis estáveis da natureza) e também da sua base deontológica (teoria dos valores principalmente pela ausência da figura moral de Deus), pois, sendo o materialismo evolutivo, uma doutrina essencialmente carente da idéia de Deus, e perdendo, por esse mesmo motivo a sua base teológica e moral dilui-se numa evaporação de todo valor estável. Como já dissemos carente da estabilidade da lei natural, orienta o Direito enquanto ciência, para o qual caberia apenas, como objetivo, transformar a relação social eximindo-se, ao fim, de qualquer regra ou conceito de justiça. A justiça como conceito, exige estabilidade de valores. Em ultima analise, a justiça para quem assim pense, é apenas o esforço de mudança das regras sociais. Praticar a justiça é para eles ação que visa tornar as leis morais em leis mutáveis, alternativas, uma vez que, em termo de valores, nada se perde nada se cria tudo se transforma em novas relações de poder.

De resto, pode-se dizer que a instabilidade dos valores faz das leis letras mortas. A lei de hoje já não vale amanhã bem cedo. E os legisladores, em conseqüência, imersos no relativismo moral já não defendem, impossibilitados pela rápida e proposital mudança dos costumes, nem a Lei Natural, nem a vontade de Deus nas leis humanas (Moral), nem a vontade do povo em ordem de seu bem comum (Ética). Muito menos conseguiremos estabilidade social, independente do discurso em que se possa basear. Uma lei ambiental, qualquer que seja, torna-se um anacronismo.
Quem quiser aprofundar esse tipo pernicioso de pensamento materialista poderá encontrar matéria suficiente para analise, em: “A era da incerteza” de John Kenneth Galbraith (nascido em 1908), editora Pioneira 1984. Ele trata do liberalismo materialista evolutivo.

Todavia a questão ganha uma nova feição no campo filosófico. Parece que a teoria de Lavoisier perde consistência diante da realidade moral. O homem tem intenção moral estável ao transformar o meio ambiente. Nem mesmo o criador do pragmatismo William James (+ 1910) poderia concordar com o evolucionismo cego, pois para James, a verdade deve ser o fato útil, e ser útil é um valor, e como valor é estável, ético ou moral. (a ética é fruto do razão pragmática, a moral é deduzida da teologia).
Sigam o meu raciocínio. O mundo ocidental, e grande parte do mundo oriental sofreram a base deontológica da civilização judaico cristã, ainda que às vezes, mesmo permeada pelo pensamento clássico helênico, ou após a morte de Aristóteles pelo pensamento helenístico – romano, que procurava a felicidade terrestre, como, aliás, se pensa hoje, fugisse um pouco da pureza doutrinária do “judeu-cristianismo”, mesmo assim, nada nesse planeta superou, ou superará essa base de valores moral judaico cristão. Como o outro, é ser, e agente incluso no meio ambiente, pode-se dizer que o meio ambiente humano é sobre modo meio ambiente social. E é em sociedade que o homem “agride” o meio ambiente.

Então se admitimos que o meio relacional humano, é social e moral, será o conjunto de seus valores que determina a sua relação com os outros seres humanos, com os outros seres vivos e com o mundo físico. Estou dizendo, que podemos ter uma Ecologia Cristã, muito diferente na raiz, tanto do ecologismo evolucionista e materialista de Lavoisier, ou desse outro “ecologismo” teológico panteísta professado pela grande maioria dos ecologistas modernos, que faz da ecologia uma religião pragmática (religar raiz etimológica da palavra religião, e, portanto religar e harmonizar o homem ao meio físico e aos outros seres vivos como conseqüência da necessidade de preservação de uma natureza exterior e ao mesmo tempo superior ao homem), segundo a qual, haveria uma união interdependente dos seres vivos, e, portanto de todos os homens, orbitando na necessidade de preservação do meio ambiente que é tido e havido como o próprio deus presente em todas as coisas (panteísmo). A natureza física, como conseqüência, sendo anterior no tempo, e maior do que o homem (no espaço), e berço da vida (como se o homem estivesse fora dela) são superiores ao homem e determinante de seu bem estar.
Nesse sentido, haveria já, quem ache preferível matar o homem, ou lança-lo na cadeia até a morte, por ter matado um animal, ou colocado fogo em uma árvore. Condená-lo por ter cortado um palmito ou sujado a água. Assim sendo, o homem, jamais teria construído uma casa, queimado um tijolo, cozinhado, caçado ou defendido a sua própria vida de outros animais. Há nisso, no meu entender, uma desordem moral das mais graves. Lemos em Gênesis 26: “Que ele (o homem) reine sobre os peixes do mar, sobre os pássaros do céu, sobre os animais domésticos e sobre toda a terra, e sobre todos os repteis que se arrastam sobre a terra”. E se Deus permitiu comê-los, diz São Pio V, também permitiu matá-los. Opinião já anunciada por São Paulo apóstolo 1500 anos antes.

Todavia a tradição, as escrituras, a filosofia e a teologia judaicas cristã propõem ainda outra coisa. Para ela, Deus que não se confunde com as coisas criadas, tirou tudo do nada, (o mundo físico imediato e o cosmo) e do nada pode retirar tudo novamente.
A Natureza, e nela o homem, é obra e criação de Deus, e não parte dele. Portanto na natureza as coisas podem ser criadas sim. Preservadas sim e utilizadas pelo homem sim. Não é necessário ou obrigatório, que uma coisa nova seja conseqüência ou evolução de outra anterior. À vontade e inteligência livre de Deus não depende, não é diminuída, ou deixará de existir se toda a natureza for destruída. Essa antiquíssima concepção filosófica da restauração da natureza, na verdade concepção essencialmente teológica, e moral, porque depende da revelação da vontade de Deus aos homens, é confirmada também, no cristianismo, na ressurreição de Cristo, que destruído pela violência e injustiça humana (o crime ambiental e moral) ressuscita na carne. Assim acreditamos, na doutrina católica, na ressurreição da carne, não só na permanência de uma consciência espiritual individual que sobrevive em espirito no éter após a morte da carne, mas na ressurreição da carne na sua individualidade e materialidade (restauração do meio físico). Portanto a inteligência e vontade livre de Deus, o Espirito de Deus, é anterior e independente do mundo físico. Nesse sentido, Deus encarnou seu filho, para mostrar aos homens essa possibilidade de ressurreição, de restauração e redenção dos homens e do mundo. ( a destruição coube aos homens, a restauração não). Confiar em Deus, e amá-lo nos Mandamentos, (as regras morais da convivência como os homens, os seres vivos e o mundo físico) é à base da ecologia cristã. Diz São Paulo, o amor é o cumprimento perfeito dos Mandamentos.
Somente por eles (os mandamentos) amamos a nós mesmos, ao próximo, ao mundo e a Deus.
Na verdade a concepção judaica cristã diz que o homem foi expulso do Paraíso (meio físico e moral perfeito, perdendo a inocência original) como conseqüência do pecado dito original, do qual origina a desordem moral e física do meio relacional humano. As escrituras judaicas cristãs afirmam essa relação da moralidade com os acontecimentos cósmicos, tanto no episódio da expulsão do Paraíso pela desobediência à lei divina, como no episódio do Diluvio Universal, ou ainda na destruição de Sodoma e Gomorra. O voltar-se a Deus, e seu Mandamento restaura o meio relacional dos homens, seja social, seja ambiental, pois como já dissemos, o outro, nosso semelhante, encontra-se no meio ambiente de nosso entorno imediato.
A conseqüência que se pode deduzir dessa afirmação é muito diferente daquela que propõe a preservação do meio ambiente desprezando a moralidade divina, ou mesmo a consciência da existência de Deus. Ou seja, a preservação do meio, só se consegue pela restauração dos valores morais do homem, ou seja, ainda, o meio ambiente externo ao homem (incluindo os outros homens, animais e seres vivos) só se preserva se nós restaurarmos o meio interno do homem, ou seja, ainda, o seu meio moral, que tem como fundamento o santo temor de Deus (reconhecimento da pequenez cósmica do homem) e o respeito ao Direito Natural. ( princípio e fim, estabilidade e regra, base do relacionamento sócio ambiental do homem).
Pois é o meio moral, no homem, que determina a sua relação com a vida.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Psicólogo.



Coisas que você pode fazer a partir daqui:
Inscrever-se no grupog23 usando o Google Reader
Comece a usar o Google Reader para manter-se facilmente atualizado com todos os seus sites favoritos

O texto mais lido em 2008


Einstein.
via grupog23 de Grupo G23 em 04/09/08

Albert Einstein não era burro.

Recebi um panfleto, na rua (em anexo), em defesa do homossexualismo com a gravura de Albert Einstein. Coitado, ele não era burro, todos sabem, e não era homossexual, todos sabem também. Ele sabia diferenciar a diversidade humana, costumes, crenças e raças, da perversão humana. Mais ainda da perversão sexual. Fico pensando com que autoridade os GLS se utilizam da figura de um homem como Einstein para a defesa de sua perversão. O povo judeu, ao menos aqueles genuinamente israelitas, se considera, e às vezes com razão, modelos de honradez, de religiosidade, e de eleição divina.
Todavia, é a Thorá, o primeiro e mais importante documento judeu a discriminar e denunciar o crime da perversão homossexual e da irresponsabilidade do uso sexual. Einstein, que era judeu, não seria louco de professar publicamente sua “simpatia” pelos “fanáticos da sensualidade entre pessoas do mesmo sexo”, ou dos fanáticos da sensualidade estéril e, obviamente contrários aos princípios israelitas. A esterilidade sempre foi maldita para os israelitas, pois impedia o nascimento do Messias. Principalmente, e agora em extremo, quando praticadas entre seres do mesmo sexo. Quem leu, por exemplo, a “Fonte de Israel” de James Michiner, sabe muito bem qual era a opinião que os israelitas tinham sobre os gregos e romanos que praticavam essa perversão vergonhosa.
Einstein, tão judeu como Jesus Cristo, não aceitou, como podemos perceber o homossexualismo. Nem faria dele defesa.
Cristo era o Messias esperado e prometido a Israel. O filho de Deus. Muitos judeus prontamente aceitaram essa verdade, e assim começou no seio dos judeus, da Palestina, de Alexandria e de Roma, o cristianismo.
Não aceitando essa Verdade fundamental da “Grandeza de Israel recebendo Cristo o Messias”, Einstein acabou desenvolvendo, como muitas pessoas não judias, um processo de “mentiras contra si mesmo” e contra sua consciência racional. Passou a “relativisar” a Verdade. Procurava uma saída. Ora, uma coisa leva a outra no processo mental, e Einstein acabou por justificar a sua tese no campo da Física, ou seja, desenvolvendo na “Teoria da Relatividade”, uma válvula de escape para a sua consciência, que diminuía, em conseqüência, o seu drama existencial. Aceitar ou não o Messias. Havia enfim uma possibilidade ontológica de escapar à Verdade evidente. Negou o Messias.
Esperou como tantos outros o Messias Israelita, o Anti-Messias, ou seja, o tão falado “Anticristo”. Aquele novo membro do povo eleito, que virá desmentir ao Cristo Jesus e a sua eleição e única filiação divina.
Outros judeus étnicos, percebendo essa loucura, passaram a professar que o Messias não é uma pessoa, é uma idéia, e Mendellson, entre outros judeus modernos, passaram a arquitetar o neo-judaismo. O progressismo judeu. O Messias, para eles, já não é uma pessoa, mas uma idéia Já não há um Messias a esperar, mas apenas o Poder do (SION); o querer de um povo.

Se esses senhores circuncisados, tivessem se dado ao trabalho de ler São Jerônimo, o tradutor da Thorá, já não seriam israelitas, mas cristãos étnicos, católicos na verdade. Mas esse é um tema que foge do assunto. Todavia posso dizer que aí sim, fariam o mundo todo crescer na fé, e os homossexuais corarem de vergonha.
Agora, mesmo eu, que não sou judeu, não posso me calar e me omitir ao ver alguém usar, do povo judeu, e da personalidade de um dos seus maiores ícones, o mundialmente famoso cientista Albert Einstein, para induzir as pessoas a aceitar o homossexualismo. Eu não aceito.
Quem autorizou? Albert Einstein era matemático e físico, portanto lógico em seu raciocínio, assim, imediatamente perceberia que essa aceitação imoral, e causa do fim de Sodoma, levaria à aceitação de outras perversões como a pedofilia que é o erotismo homossexual dirigido, não mais as pessoas adultas, mas contra as crianças do mesmo sexo ou de sexo diferente. Levaria à bestialidade, a gerontofilia, ou ao fetiche, pois são conseqüências lógicas do afastamento da função do sexo de sua objetividade física, moral e teológica. O elogio ao homossexualismo trata-se de um elogio ao “Erotismo Perverso” e assumido esse, haveremos de aceitar as outras perversões, como o sexo com crianças, com animais, como velhos, como mortos, com maquinas, tudo em nome da opção. O amigo Albert Einstein jamais faria isso. Ele não era burro.

Wallace Requião de Mello e Silva.



Coisas que você pode fazer a partir daqui:
Inscrever-se no grupog23 usando o Google Reader
Comece a usar o Google Reader para manter-se facilmente atualizado com todos os seus sites favoritos

A Conversão dos Judeus...Pedido de Bento XVI

A Conversão dos Judeus.
via grupog23 de Grupo G23 em 28/08/08

A conversão dos judeus é obrigação dos cristãos.

Mas ide antes as ovelhas perdidas de Israel (Mateus 10, 6)

A conversão dos judeus sempre foi missão dos cristãos, missão nunca superada. Mais do que missão, é obrigação.
A principal dificuldade é identificar o judeu, ele via de regra se esconde, se une em guetos, em escaramuças, não porque são perseguidos, mas porque seus mestres temem o diálogo e o serviço, e sob o discurso de sofrerem aberta perseguição, mantém o sinistro habito do sectarismo racial e religioso, pois sabem que o mandato de Cristo de convertê-los tem, é obvio a proteção de Deus e a assistência do Espirito Santo.
O Cristão não tem o que temer nessa missão, ele será plenamente assistido pela Providência Divina. Enganam-se aqueles que pensam que precisam ser expertos em doutrina bíblica, ou doutos na Lei, ou versados nas escrituras de resistência dos judeus. Nem mesmo ler o hebraico que esteve extinto na massa dos judeus desde o terceiro século antes de Cristo ate 1948. Nada disso é preciso, fosse preciso Jesus, não teria escolhido o pescador judeu, homem rude, o judeu Pedro (Céfhas) como o Apóstolo dos Judeus. O Cristianismo tem uma força intrínseca, uma força amparada na verdade que mina a teimosia, a dureza, o esforço hercúleo de domínio dos meios de comunicação que fazem as elites dos judeus para nos derrubar, desmerecer-nos, ou anular-nos, pois sabem que tal proximidade e abertura da “temática” libertam os hebreus de seu discurso perverso, os introduz, com a comparação dos fatos, e revela, a superioridade bíblica de Cristo, o Messias Prometido à Casa de David, detonando o escopo, o conjunto de preconceitos “religioso racial” do judaísmo. O Catolicismo, por exemplo, na sua mensagem universalista, rompe com o fundamentalismo hebraico pelas raízes. Ele restaura a promessa, devolvendo aos judeus o estatus perdido de videira verdadeira, mãe de tantas outras, recolocando no tempo, na Nova e Definitiva Aliança, introduzindo-os na Igreja de Pedro, 1o Papa e pescador Judeu, resgatando o sentido total e aperfeiçoado do monoteísmo hebraico e do código mosaico no seu contexto histórico vocacionado para a eternidade. A verdade é uma só, devemos procurá-los, identificá-los e pressioná-los com a caridade cristã, embora sejam eles partidários do Anticristo, focando nossas luzes sobre o seu espirito falsamente hermético, cabalístico, esotérico, demovendo-os do fanatismo territorial, da presunção racial da eleição, e introduzindo-os na harmonia universal do Cristianismo. Todo o movimento de perseguição aos judeus na história foi pensado, insuflado, e muitas vezes executado pelos judeus, de modo a mantê-los “purificados e unidos na ilusão messiânica do Anti Cristo” o messias judeu que virá desmentir a Cristo. Escrevam Cristãos, iluminem as trevas desse povo simples, sensível e inteligente, movido por homens orgulhosos e de dura cerviz. E escrevam, e verão quem persegue quem. Escrevam com retidão e entusiasmo, visando sempre à conversão dos judeus, e verão que a imprensa inteira entrará em convulsão.
Todos podem atacar o cristianismo, e ate mesmo defendê-lo, mas pelo contrário, ousar converter os judeus, como fez Cristo, (e morreu por isso) sendo ele mesmo judeu, filho de judia, circuncisado, leitor nas sinagogas e no Templo gerará um ataque epiléptico universal. Mas não se acovardem, é a missão, como diz Mateus 10,6... E é uma obrigação pastoral das mais elevadas. Retome a ação cristã, sem medo, o sucesso é garantido pelo próprio Cristo que tanto amamos. E a dialética daí advinda haverá de ser mais do que proselitismo, será verdadeira apologética, será verdadeira catequese. Pois basta, no meu entender, dizer aos judeus as palavras bíblicas de Cristo: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11, 28). É obvio que a “Terra Prometida”, do leite e do mel, tem sido como nos diz Osias Wurman presidente da CONIB, a terra do suor, do sangue e das lagrimas, e judeu algum, de qualquer origem há de querer isso, por isso creio que certamente “estais todos bem cansados e oprimidos”.

Wallace Requião de Mello e Silva.



Coisas que você pode fazer a partir daqui:
Inscrever-se no grupog23 usando o Google Reader
Comece a usar o Google Reader para manter-se facilmente atualizado com todos os seus sites favoritos

Eu não sou Jornalista

Jornalista?
via grupog23 de Grupo G23 em 28/08/08

Jornalista? Eu?

Wallace Requião de Mello e Silva

Não sou jornalista. Nem sei como alguém chegou a essa conclusão. Embora tenha muitos artigos publicados, em jornais, como Folha de Londrina, O Estado do Paraná, o extinto Correio de Noticias, Jornal do Estado, Gazeta do Povo, Correio Braziliense (com Z); Revista Magnum, ou tablóides como Vicentão, Cult, Folha do Boqueirão, Folha do Rebouças e alguns outros jornais não menos importantes, e em circulação no interior do estado, como em Guaíra, Toledo e Cascavel, todavia, repito, não sou jornalista. Meu primeiro trabalho como colaborador jornalístico, foi em 1982, no “Relatório Urgente”, jornal rodado pelo então deputado estadual Roberto Requião, e meu primeiro artigo assinado, que paguei para ser publicado, foi mercenariamente publicado em 1984, na Gazeta do Povo.
Meu pai, médico, foi jornalista, fundou a Tribuna de Vitória, no ES, e foi seu primeiro diretor. Era portador da matricula 100, carteira 91, (ou vice versa) da Associação Espirito Santense (capixaba) de Imprensa, afiliada à Associação Brasileira de Imprensa; datada de 22 março de 1938. Meu trisavô pela linha materna foi o fundador do primeiro jornal do Paraná, o “Dezenove de Dezembro”, ele era jornalista. Meu bisavô, pela linha paterna, foi fundador do jornal “A Crença” com Silvio Romero, em Pernambuco. Escreveu na célebre Revista Azul, militou na imprensa em Porto Alegre, e no Paraná fundou diversos jornais, tais como: Jornal do Comercio; o sete de Março; o 25 de Março; O Paranaense; e para defender Saldanha Marinho, nas pugnas nacionalistas redigia a coluna “O Artista”, todos eles têm exemplares em micro filmagem. Meu irmão mais velho é jornalista, formado pela Universidade Federal do Paraná, mas preferiu exercer a advocacia. Minha irmã é jornalista e estudou Direito, é formada pela PUC. Ela viúva, do também jornalista e advogado, João José de Arruda Neto. Também não sou escritor, digo, no sentido profissional do termo, embora participe de livro publicado pela Editora Beija Flor, e tenha um primeiro lugar e uma menção honrosa em concurso de contos. Escrevo porque gosto. Recentemente recebi uma citação num livro da CNBB, isso me envaidece, mas não estou com essa bola toda. Um dos meus textos sobre o aborto recebeu, de próprio punho, elogios do mundialmente famoso geneticista paranaense Newton Freire-Maia, documento datado de 18/5/87. Sou Psicólogo.
Na minha geração só fazia jornalismo o estudante que não queria estudar para o vestibular. Era mais fácil, tinha menos concorrente por vaga. Eu preferi a Psicologia e a Filosofia. Também fugi da profissão médica, exercida pelo meu pai com maestria.
Todavia o jornalismo, mais antigo, anterior à minha geração, era muito diferente, da “fofocagem e superficialidade” dos jornalistas de hoje. Quem consulta velhos jornais, verifica que o jornalismo do passado, baseava-se sobre tudo em textos, e formava opinião com artigos consistentes, com poesia e crônicas saborosas, com informações úteis. Com alegria até. Hoje, o jornalismo, especializou-se em corromper a confiança do cidadão na sociedade e nas instituições, e prostituiu-se, num jogo, que não quer mais a venda dos jornais, mas especializou-se no “financiamento” político e veiculação da opinião de quem paga, num espirito, diríamos, mercenário, ou mercantilista. Essa atitude não é regra geral, e há, ainda, no Paraná, grupos editoriais que se esforçam para manter alguma qualidade e independência. Embora, é verdade, percam espaço para a informação multimídia. Todavia os jornais são documentos, e incomparáveis no registro histórico. Hoje, todavia, pelo que disse acima, a história que registram, já não tem compromisso com a verdade ou com retratar a qualidade cultural de uma dada época. Infelizmente, embora, isso reflita uma verdade histórica, a sociedade e o jornalismo que estamos vivendo é assim mesmo, ou seja, essa é a realidade que estamos vivenciando e registrando para as gerações futuras.
Hoje impera a inconsistência e irresponsabilidade dos fatos escritos, e se alguém, quiser se dar ao trabalho, de compulsar folhas de diversas fases dos jornais, flagrará a súbita mudança de opinião, ou a flagrante contradição das opiniões, ou ainda, a total falsidade das matérias.
Não pretendo mudar essa situação, nem apresentar receita para corrigi-la, pois o escrever reflete a condição moral de quem escreve, a solidez de seu julgamento, a qualidade de sua sensibilidade, e por ultimo, só por ultimo, a correção do texto. Um texto correto, muitas vezes não diz nada, e há ótimos redatores que militam um jornalismo de péssima qualidade moral.
Termino esse texto aqui, pois minha intenção primeira, era afirmar, não sou jornalista, não sou escritor profissional, e nunca vendi um texto. Embora já tenha recebido para escrever como dever de oficio, como quando fui Assessor na Assembléia Legislativa do Paraná, Secretario Parlamentar na Câmara Federal em Brasília, ou Assistente Parlamentar, na Câmara Municipal em Curitiba (ou vice versa). Portanto escrevo o que penso o que pesquiso o que sinto, e sobre o que acredito. Não quer dizer, meu amigo, que meu texto seja bom.



Coisas que você pode fazer a partir daqui:
Inscrever-se no grupog23 usando o Google Reader
Comece a usar o Google Reader para manter-se facilmente atualizado com todos os seus sites favoritos

Pedofilia: Ataques à pureza e a inocência.

Ataques à pureza e a inocência;
via grupog23 de Grupo G23 em 28/08/08

Ataques à pureza e a inocência.
Wallace Requião de Mello e Silva.

Não me parece difícil entender que tudo que se movimenta tem um objetivo, ou seja, traça um caminho e acaba definindo ou traçando uma rota e orientação. É a física. Assim, mesmo uma bala perdida tem o seu objetivo, tenha tido ou não intenção de atingi-lo quem a disparou.

O que me assusta, desde que me formei vinte e tantos anos atrás ( hoje 30), é que as pessoas não queiram entender, ver, enxergar, analisar qual é o objetivo, o fim ultimo, o destino das balas perdidas, dos ataques feitos à pureza e a inocência.

Nelson Rodrigues, que em minha opinião era um moralista, um autor que denunciava como caricatura a miséria das paixões humanas, tecendo um quadro que facilitava o entender como é sério e conseqüente o mundo emocional dos seres humanos. Seus trabalhos servem como um espelho, onde uma pessoa atenta pode vislumbrar, sem sofrer a paixão a raiz da sexualidade humana.

Todavia poucos tiram daqueles quadros a sua conseqüência trágica. E a obra de Rodrigues cai como mais um ataque a inocência e a pureza. Preferem os mortais, dali retirar o cinismo diante dos comportamentos humanos.

O liberalismo no comportamento resulta em licença e a licença em licenciosidade. A demolição dos valores morais que refreiam as paixões humanas, e regulam a vida em sociedade, tornando-nos de tal modo cínicos, como se as paixões humanas fossem balas disparadas em uma única direção perdida sem intencionalidade. Todos dizem, não tivemos a intenção. No fim da trajetória de todo ataque à pureza e a inocência esta um criança de carne e osso.
Sim porque a licenciosidade no sexo é a mãe do aborto. E nós não queremos ver.

A criança é ser humano que na infância vive e incorpora a inocência e a pureza. Incorpora a esperança. O pansexualismo freudiano levantou dúvida quanto à pureza da criança atribuindo-lhe desejos, necessidades e valores em níveis pré-conscientes que não lhe eram inerentes, e o fez, com tal determinação como que se fora um maremoto destruindo as defesas morais que resguardam a infância.

E a luxuria se espalha cobrindo tudo em direção ao puro, elevado, humano, para rebaixá-lo ao essencialmente animal. Ora, era consequência previsível que dessa luxúria nasceria o desprezo à vida dos rebentos humanos.

A licenciosidade e promiscuidade miravam e apontavam para o alvo, querendo acertar o indesejado fruto do amor livre, a prole, e tem hoje no aborto, na conseqüência fatal da bala perdida, a falsa solução, ou seja, atingiam a infância com a morte em nome da vida, da liberdade, do prazer e da felicidade. Matam o direito dos inocentes, em nome da própria vida. O desvio fatal, estéril do impulso sexual provoca as perversões do objeto como a bestialidade (sexo com animais), a homossexualidade (erotismo entre pessoas do mesmo sexo) ou os desvios de tempo, como a gerontofilia (o erotismo e sexo com idosos), ou pedofilia (o erotismo e sexo praticado com infantes). O ápice de toda ofensa a pureza e a inocência do adulto haveria de resultar nisso, na ofensa flagrante à criança que é em síntese o fruto máximo do amor e da intimidade entre seres adultos normais, heterossexuais, férteis, que partilham na prudência o amor e a intimidade da vida sexual. O desvio de objetivo gerado na impureza, na luxuria, no hedonismo, na irresponsabilidade, e no medo fóbico à fertilidade, sublimado agora pelo discurso da “paternidade responsável”, resultou na perversão clara, indesejável, covarde, do ataque físico e sexual ou erótico aos puros e inocentes, aos indefesos.
Resultou no ataque e no abuso sexual ou erótico às crianças. Não se podia esperar outra coisa.
Na mensagem silenciosa dos símbolos, pode-se dizer que, no profundo dos oceanos onde mora a inconsciência ruíram as estruturas, e com a queda, pelo desejo da morte eterna, elevou-se a muralha de água como se fora uma onda imensa, um maremoto vindo dos mais profundos sentimentos de ódio contra a vida, manifesto pelo desejo cobiçoso e violador sobre as crianças, e com ela veio à morte do futuro.


Com semelhanças ou não, a convulsão anti vida dos recônditos da mente, vemos uma das regiões do planeta onde mais cinicamente se praticava a pedofilia, sucumbiu sob as pesadas águas da morte ( tissuname) num desejo sensual que corrompia os “brotos” da vida humana. Nesse território, você pode pesquisar, já se via fetos abandonados na rua, e mesmo, escandalizante, a culinária com fetos humanos.
Já não e o símbolo que denuncia, é a dureza dos fatos, a realidade do "Comer Crianças", a antropofagia sádica e homossensual.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Psicólogo.



Coisas que você pode fazer a partir daqui:
Inscrever-se no grupog23 usando o Google Reader
Comece a usar o Google Reader para manter-se facilmente atualizado com todos os seus sites favoritos

Gente ponham um pouco de atenção nisso.

Opção Sexual, o que é isso?
via grupog23 de Grupo G23 em 01/09/08

Opção Sexual?
Abomino e desprezo a mentira, porém amo a tua lei. Salmo 119:

Vamos por partes.
Onde querem que eu vá, encontro alguém, jovem ou velho, homem ou mulher, todos inchados de soberba, defendendo a livre opção sexual. O fazem automaticamente sem nunca, em momento algum, terem meditado sobre o assunto.
Em princípio falta reflexão.
A Infortunistica é uma ciência. Ela estuda o infortúnio, o acidente. Quem esta acompanhando o desenrolar das investigações do acidente aéreo em Congonhas, São Paulo, deverá ter notado que os técnicos falam em uma seqüência de fatos, os “desorganizadores’ que acabam, quando somados, resultando em uma catástrofe. Assim como há os desorganizadores, também há os “organizadores”, que são medidas que ordenadas, evitam as catástrofes.
Posto assim, você já entendeu que há organizadores da Sociedade, como desorganizadores da Sociedade. Em Psicologia, conhecemos os ordenadores instintivos e os desordenadores instintivos.
Ficamos por aqui.
Guarde essa idéia, para entender ao fim, a desordem sexual e sua conseqüência na Sociedade.
A Ordenação do instinto e do apetite sexual foi um dos capítulos mais estudados da ciência psicológica. Hoje os profissionais abandonaram esse sólido cabedal cientifico acumulado em mais de trinta anos de pesquisa, para ousar teorias em campos, que refletem em primeiro lugar, a própria desordem da ciência psicológica.
Bem, o hedonismo, é uma ideologia, que nos apregoa que se algo nos dá prazer, é bom. Como o sexo nos dá prazer, ele é bom, independente de sua expressão, isso segundo os hedonistas. Assim, se o indivíduo é sádico e tem prazer em machucar os outros, isso é bom. Se o masoquista sente prazer em sofrer, é bom. O ideal, para o hedonista, seria encontrar o sádico com o mesoquista, para que não houvesse na relação um queixoso. Assim, vejam vocês, o Necrofilo, sentindo prazer no ato sexual, com cadáveres, em liberdade de opção sexual (posto que o companheiro esteja bem morto), isso seria bom. Acontece que o sádico, pode matar, para depois manter relações com o cadáver quentinho, porém isso, também, para os hedonistas seria bom, principalmente se o coadjuvante for masoquista e houver desejado a própria morte. Mas já não o seria para o Direito. Todavia como o Direito também perdeu sua base natural, sendo consuetudinário, logo, logo, se curvará, e aceitará algum tipo de violência ao próximo, em nome da “Opção sexual” É o caso do Aborto. Violento o novo ser, mas não abro mão de minha irresponsabilidade prazerosa. Optei pela licenciosidade, vamos supor, e mato em nome dela, o fruto de minha licença. Fácil... Não é? Você esta percebendo onde quero chegar? O prazer como meta sexual, justifica os meios de obtê-lo, e pode assim, desorientar o apetite sexual para as crianças, e temos assim o pedófilo. Ou, desorientar para animais, e temos os “bestiais”, ou para os velhos, e temos os gerontófilos. Desorientar para pessoas do mesmo sexo, e temos os homossensuais. O sado-masoquismo é um componente flagrante de toda a relação homossexual. Não vou discutir, pois é evidente. O sexo se desvincula do objeto (gênero e espécie) e do tempo (idade do objeto). Então, você, sem reflexão começa a defender a “beleza” de uma relação homossexual, mas não testemunha o drama dessa desordem. Não pensa que há bissexuais, e você já haverá de ter que defender uniões estáveis de três indivíduos, dois homens e uma mulher por exemplo. Ou poli-sexuais, quatro, cinco, seis. Ou uma mulher e uma criança, ou duas mulheres e um cachorro, etc., etc., etc.
Não é ainda suficiente. Você não concorda? Você quer se convencer que a aceitação social de dois homens e duas mulheres em erotismo, em nome do prazer, tem o direito, e justifica o exercer sua opção. Por outro lado você quer proibir, as uniões múltiplas (bigamia), promíscuas, necrófilas, pedófilas, (um cadáver guardado em casa por meses a fio por puro amor, em?... que tal?) e os bestiais.
Então o que você quer?
Você dirá, desde que haja mutuo consentimento e idade suficiente para responder civilmente, tudo bem? Que mal há? Engraçado quando você defende o aborto, que é uma violência a vida de um inocente, você despreza a liberdade e o direito à vida daquele ser, e sua imaturidade de responder responsavelmente e civilmente (ele não veio à Luz) e sem perceber, você autoriza, a morte de um próximo, por conveniência, por egoísmo, por irresponsabilidade, por liberdade, e esquece que esse crime de homicídio, tem por base justamente a “Livre Opção do Uso do Sexo”, um sexo assassino, em nome do direito de ser feliz. Esse é só o primeiro passo.
Os animais também têm instintos. E a genética, possui um organizador, que orienta a vida. Quebramos recentemente esse organizado, (transgenia) e quebraremos o organizador instintivo das espécies. Ora, quando ocorrer à desordem instintiva das espécies, os porcos no cio, correrão atras de nossas crianças para copular. Os cavalos deixarão o campo, e virão atras de nossas mulheres. Os elefantes se “apaixonarão” pelos passarinhos. Os peixes sairão das águas, para copular com os homens. Isso, muito remotamente, já era preocupação dos filósofos, que alertavam com “Parábolas” ou “Mitos”, com as imagens intuitivas de Sereias, de Centauros, de Minotauros, de Esfinges, de Pans (homens com bodes), etc. A transgenia (a mistura entre espécies), quebrando o organizador natural da genética, tem cruzado seres de espécies diferente, realizando em outros seres vivos, o ideal do homossexualismo, o pansexualismo, (quebra da orientação sexual em detrimento da defesa natural da Vida) ou como também é chamado, a sodomia, o vicio da Sodoma Bíblica que foi destruída, pela desordem de sua natureza sexual, refletida é claro na desordem da natureza. O ideal “desordenador” que estamos vivendo é flagrante, e a soma de suas seqüências estará levando a humanidade para uma catástrofe.
O norte de toda a sensualidade é a fertilidade, responsabilidade cooperada da vida com a liberdade humana do querer bem, que de tão custosa, tem como veiculo, e pagamento, algum prazer. Não houvesse esse veículo de aproximação, os homens egoístas como são, não teriam filhos. Como se, igualmente, se não houvesse a dor, os homens mutilariam os seus membros. Então o prazer orientado instintivamente esta a serviço da perpetuação da vida. E se organiza, na nossa espécie, em sexo, ou seja, no apetite sexual do homem pela mulher. E da mulher pelo homem. Quando dois homens e ou duas mulheres, se encontram em erotismo, não há sexo. Há erotismo, há hedonismo. Só há sexo quando o sexo masculino, e o feminino se encontram. Assim, anatomicamente, os homens diferem das mulheres, externa e internamente. Genitais diferenciados, útero, ovário, mamas, na mulher. Testículos, pênis, no homem. Os Gametas masculinos e femininos se diferem radicalmente. O espermatozoide, no homem, parece um girino, por isso Espermato (semente) zoide (animal), ele se movimenta por conta própria, e são produzidos, todos os dias aos milhares. Os óvulos, na mulher (óvulo, ovo) são produzidos mensalmente, em numero reduzido, é esférico, não tem movimento próprio, e se movimenta conduzido e impulsionado pelos movimentos dos órgãos internos da mulher. Não para aí, na cinta cromossoma (soma = corpo) (cromo = cor), ou seja, os corpúsculos genéticos que puderam ser coloridos, nos primórdios da ciência genética, são profunda e flagrantemente diferentes, no homem e na mulher. Assim, em qualquer célula humana, há uma diferença tão gritante, ou mais gritante, entre o homem e a mulher, do que na diferença anatômica dos sexos.
Mas se o prazer sexual é a meta da felicidade humana, como querem inclusive psicólogos de hoje, a mentira assim posta, e repetida ate a náusea, nega essas diferenças, e nega sua função intrínseca e fértil, e a substitui pelo prazer estéril, e assim, se o indivíduo se apaixona no âmago de sua patologia, por uma mulher de borracha, um vibrador, um robô, outro indivíduo do mesmo sexo, ele estará apto a defender a sua livre opção sexual, tanto como aquele, que, como Calígula o perverso, têm ou tinha relações com animais, ou crianças, ou grupos, ou pessoas do mesmo sexo, etc. Esconde-se, todavia, da mídia, as deformidades, as desorientações da malha social que tal atitude, vai criando, ou melhor, afrouxando, tornando-se, não mais um campo da psicologia social, nem tampouco clinica, mas um campo da Infortunistica, pois a sociedade caminha para uma catástrofe, que quer queiramos, quer não. Como?
Um exemplo. Nossos antigos, ao nos legar a Historia e o relato de Sodoma e Gomorra nos ensinavam a prever. A Liberdade de opção que temos única possível é a liberdade de escolher entre os ordenadores, e os desordenadores de Deus. As desordens de uma Família, sociedade vital anterior as Sociedades Ordenadas, se, agora, fundada no hedonismo, é tamanha, que a Sociedade como um todo, como conseqüência, ruirá. Assim, inimigos ou amigos da Família (Homem, mulher e seus filhos), ao desconsiderarem a Sociedade Doméstica, porém nunca, em tempo algum conseguiu negar o seu papel fundamental como célula social. Também, em tempo algum, pararam de desordená-la ou ordená-la. Essa a nossa opção. O que queremos? Tijolos, que são, na construção da Vida Humana, ou os queremos fortes, ou os queremos esfarinhando-se. Ora se esses tijolos esfarelam, toda a construção começa a ruir. A vida, no que é humana, e no que é animal, começa a ruir.
No caso do acidente de Guarulhos, os peritos, procuram desesperadamente a seqüência de desordenadores, para tecer um procedimento ordenador, mais eficiente, para, se possível for, evitar outras catástrofes semelhantes. Urge que os profissionais de saúde retomem a peritagem dos desordenadores dos instintos, (medo neurótico à fertilidade, por exemplo) para recuperar a ordem natural, o sexo, o bom e fértil sexo entre homem e mulher.
Sem ser piegas, é preciso lembrar: Não pecarás contra a Castidade. Esse é um ordenador, imperativo, nada sutil da Vida Sexual. Seu oposto denuncia, grita, alerta. Diz ele: pecarás contra a castidade, em todos os seus vícios, em busca de uma satisfação insaciável, sem respeito às relações afetivas, familiares, jurídicas e sociais, por “Livre Opção” de uma satisfação doentia, narcísica (espelho), nunca atingida. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Quem não tem, aguarde que um animal comece a te perseguir na rua, que seja tomado de paixão sexual repentina por uma criança, que seu vizinho se esconda nos cemitérios esperando um novo cadáver, que seu primo bata à sua porta para fazer “amor”, ou que sua mulher companheira e amiga, mãe, te abandone para ir viver com outra, ou outras, ou que tua filha traga o “casal” de amigos, que há fará feliz, para dentro de sua casa e de sua vida. Se a AIDS é uma desordem das defesas físicas (imunidade orgânica) dos indivíduos, ela teve origem na desordem das “Defesas Morais” (imunidade social) e do conseqüente e arbitrário uso irrestrito do sexo, das experiências genéticas e imunológicas em busca da quebra dos padrões tradicionais (quebra dos códigos de defesa) e dizem, sim dizem, que em principio, com animais, tais como a gonorréia, obtida em cachorros, e a AIDS, obtida de macacos. É mole ou quer mais?
Ou você me dirá... Mas essas coisas sempre existiram. Elas existiam e nós a combatíamos. Agora nos acovardamos. Então nunca mais me fale em violência, pois elas também sempre existiram, e como seu numero aumenta, devemos aceita-la covardemente, como “natural”, pois o primeiro violentado é o próprio Deus. Escarramos em sua cara e esperamos carinhos. Somos umas gracinhas. E se podemos violentar crianças inocentes pelo aborto em nome da “liberdade sexual”, porque haveríamos de esperar que, nós, que não somos tão inocentes, haveríamos de escapar da violência futura, conseqüência de nossas próprias violências à Vida e a Sociedade?
Misericórdia.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Psicólogo.

Todos estes textos podem ser encontados no Google Reader

Relatório dos títulos publicados em 2007.
via grupog23 de Grupo G23 em 28/08/08

Relatório de títulos dos textos de 2007.
Com esse relatório o interessado pode avaliar que e qual texto recebeu.
Quando nós estivermos disponibilizando um serviço de respostas ágil, poderemos enviar textos atrasados, ou completar informações, assim como disponibilizar privadamente documentos de denuncia, que não devem ser massificados, ou, fonte de dados, datas e sites públicos de pesquisa. Alguns textos foram disponibilizados, infelizmente, sem revisão, desculpem.
Foram esse os textos publicados em 2007:
1) Ecologia de Lavoisier em 20/7/2007.
2) A vovó Pirata.
3) Aquecimento global.
4) Mandamentos.
5) Corpo de Bombeiros.
6) Educação, Arte e Psicologia.
7) O patriarca Requião. (sobre o baiano Luis Antonio Requião)
8) Uma arvore passou por aqui.
9) A família e o casamento.
10) A rádio PRB2. (primeira Radio do Paraná)
11) A Companhia Vale do Rio Doce fora de foco.
12) Albert Einstein não era burro.
13) Interessante pagina Bíblica sobre o amor.
14) O Ringue.
15) Orquestra Sinfônica do Paraná.
16) Torneiros que construíram Impérios. (sobre o Presidente Lula).
17) Tribo Negra pré-colombiana.
18) A Igreja a Educação e o Governo (texto citado em publicação da CNBB).
19) As quatro pontes.
20) Atenção 181 disque denuncia
21) Homossexualismo e violência.
22) Nepotismo esclarecido de Requião.
23) Silos.
24) Turismo no Paraná.
25) A Igreja na Amazônia.
26) Loucura e Lixo.
27) Nepotismo sem paixão.
28) Petróleo Brasileiro.
29) O Petróleo no Paraná. (documento sobre o registro de descobertas de Petróleo).
30) O resgate de Carbono.
31) Os segredos da Amazônia.
32) Transgênicos e energia.
33) A Copel e a Eletrificação.
34) A Invenção da Imprensa no Paraná.
35) Né Poterie.
36) Altamirando Requião (deputado baiano).
37) Ataque à pureza e inocência.
38) Candido Lopes & Requião.
39) Dr. Justiniano de Mello e Silva.
40) Eletrificação.
41) O lápis de Deus.
42) Tempo fauna e flora.
43) A memória virtual.
44) Biodiesel na aviação de pequeno porte.
45) Emprego.
46) Energia Rural.
47) Hipocrisia homicida.
48) O noivo.
49) A fé do Governador. (dissipando dúvidas)
50) Aborto.
51) Prezada.
52) Álcool na aviação.
53) Cidades imaginárias do Brasil.
54) O Sábado.
55) Obras invisíveis de alcance social.
56) Opção sexual?
57) Ramo alemão da Família Requião.
58) Segurança alimentar.
59) Acreditem nos jovens.
60) Código Genético.
61) Extinções dois pesos e duas medidas.
62) Linha d água.
63) A soja paraguaia.
64) O timoneiro.
65) Os venenos em nossos pratos.
66) De medico e de louco II.
67) Ecologia cristã. (o mais interessante de todos os textos)
68) Egoísmo chave do Mistério Narcísico.
69) O planejamento é inconsciente.
70) Puebla a opção preferencial por Jesus Cristo.
71) O ovo intergaláctico e a ressurreição.
72) A hidrovia como reforço do porto de Paranaguá.
73) Astrônomos pré-colombianos.
74) Noticias da presença de ouro no litoral paranaense.
75) O Brasil do Futuro II
76) Os portos da França.
77) Segurança publica.
78) Paixão por cavalos.
79) O que é isso governador?
80) O governador do Paraná tem profundas raízes no estado do Espírito Santo.
81) Do hospital de reabilitação.
82) O museu Oscar Niemeyer.
83) O que é isso governador II.
84) O grupo 23 de Outubro recebeu um filme.
85) Esse é o palácio das Araucárias.
86) Os mistérios da vida.
87) Nós somos amigos do rei.
88) O que nós queremos?
89) Quem é aquele?
90) Quem somos nós?
91) Relembrar também é viver.
92) Unidos para perder.
93) Governador tem profundas raízes no Paraná.
94) O enigma.
95) Bombeiros comunitários.
96) Os aviões do Governo.
97) O que é isso presidente?
98) Pequena História de Requião em fotos e fatos.
99) Pequena História de Requião em fotos e fatos II.
100) Pedágio.
101) Para quem ainda não acreditou.
102) Para quem precisa ver para crer.
103) Ivo Requião um herói nascido em Prudentópolis.
104) Cine Smart, de Aníbal Requião, o primeiro cinema do Paraná.
105) Major Edmundo Requião, testemunha da fundação de Guarapuava.
106) Governador do Paraná tem profundas raízes na Bahia.
107) Os irmãos “Mello & Silva”.

OBS, com as festas de fim de ano, os textos, a partir do texto de numero 100, ficaram prejudicados na sua disponibilização.
Wallace Requião de Mello e Silva
Grupo 23 de Outubro.
Optei pela Vida.
via grupog23 de Grupo G23 em 28/08/08

Optei pela vida.
Nesse dia internacional da mulher em 2008, o G 23 quer deixar um registro. Nós não buscamos culpados, nem queremos agravar as consciências, todavia nesse dia, queremos homenagear essas mulheres mártires, sim pequenas mulheres, que seriam meninas, mães, avós, profissionais liberais, professoras ou donas de casa, mas que foram abortadas. Elas sofreram por assim dizer, de seus pais, vizinhos, “amigos e amigas” de seus progenitores, e “médicos”, e como vemos, e seus corpos numa lata de lixo comprovam eloqüentemente, uma cesura previa, e foram julgadas embora inocentes, sem crime algum, e condenadas à morte. Suas vidas foram censuradas. Elas foram rejeitadas.
Quando plantamos um grão de feijão não esperamos outra coisa senão um pé de feijão, quando plantamos milho, não esperamos outra coisa senão milho. Quando vemos uma coelha engravidar, não esperamos outra coisa que um coelhinho, assim, igualmente, de uma rata ou uma elefanta nada se espera senão um filhote de rata ou de elefante. Dessa maneira, é estéril e falso, discutir se o óvulo humano fecundado é ou não um ser humano. É óbvio que é um ser humano em desenvolvimento desde a sua fecundação e suas primeiras divisões celulares. A cada segundo ou minuto que passa desenvolve-se ali um ser humano. Dessa fecundação não nascerá outra coisa que não seja um ser humano. Interromper essa vida é interromper a vida humana, na verdade interromper a vida humana tem um nome, chama-se homicídio. O aborto é homicídio. Então, nesse dia internacional das mulheres, queremos homenagear essas mulheres mártires vítimas de homicídio e que foram assassinadas, fria e calculadamente, pelos seus parentes, pais, mães, avós, avôs, e muitos, jamais choraram por elas.
Não nos cabe julgar os motivos. Mas temos que fazer algo para parar esse genocídio.
O Secretário de Estado, Gilberto Martins, durante a festa de aniversário do governador, me disse, que o governador já o havia autorizado a anunciar em discurso, que o Novo Hospital Geral da Criança em Campo Largo, e os Centros de Atendimento a Mulher e a Criança se tornarão Hospital e Centros Pró Vida. O movimento Pró Vida é internacional. Se esse projeto se realizar, esse hospital será o Primeiro Hospital Publico Pró Vida do Brasil, ou seja, um hospital essencialmente contra o aborto, e o Estado, estará assim, ofertando recursos de diversos tipos às mulheres ou famílias que estejam pretendendo o aborto para que possam evitá-lo. Incluindo, se for o caso, programas de adoção.
Wallace Requião de Mello e Silva
Grupo 23 de Outubro.



Coisas que você pode fazer a partir daqui:
Inscrever-se no grupog23 usando o Google Reader
Comece a usar o Google Reader para manter-se facilmente atualizado com todos os seus sites favoritos

Interessante texto para os que gostam de História.

Os Primeiros Brasileiros na Europa.
via grupog23 de Grupo G23 em 28/08/08

Os primeiros brasileiros na Europa.
Na sua aula inaugural, a Dra. Antropóloga Claudia Inêz Parellada, do Museu Paranaense, que, ao discorrer sobre a arte indígena, inspirou-me uma nova e interessante pesquisa, cujas pistas iniciais, eu quero delinear aqui.
Quero que você preste muita atenção ao que escrevo neste texto, pois não estamos acostumados a ver e analisar essa possibilidade antropológica, na ótica que vou propor agora.
Quem já imaginou índios e índias norte americanos e sul americanos, incas maias e astecas, passeando pelas ruas de Lisboa, Madrid, Londres ou Paris, lá pelos idos anos de 1500? Mas isso aconteceu, mais de uma vez, e isso é muito importante para os estudiosos. E curioso para os escritores e tema para romancistas. Que impressão eles causaram? Misturaram-se? Quantos formaram famílias na Europa? Que nomes tiveram essas famílias? Quanto tempo eles viveram? Em fim, no que deram, e que destinos tiveram esses troncos humanos ameríndios na Europa quinhentista? Americanos e brasileiros de origem ameríndia estiveram, também, na Índia dos hindus e na China dos Portugueses.
Adriana Lopez é escritora e historiadora pós-graduada pela Universidade de São Paulo. Em seu imperdível livro: “Franceses e Tupinambás na Terra do Brasil” (editora SENAC) ela nos conta as aventuras do navio francês “L´Espoir” que esteve em 1504 em Santa Catarina, e levou para a França o filho muito jovem do cacique Guarani, chamado Esomeriq e um seu pajem chamado Namôa, homem de 35 ou 40 anos ( pagina 21) sendo esses os primeiros catarinenses que se tem noticia foram levados para a Europa. É muito interessante. O que teria acontecido com eles? Será que um descendente desse jovem, voltou como legitimo alemão, francês ou açoriano?
Noutra passagem ela nos conta e descreve uma “Fête Brasiliénne” em Rouen, ocorrida em 1550, onde 50 índios Tamoios levados à França por comerciantes normandos faziam uma representação (teatral) da vida cotidiana dos índios do Brasil (pagina 93) para convencer aos franceses sobre as vantagens de investirem nas viagens marítimas para o Brasil.
O missionário Jean de Léry nos conta que as primeiras mulheres francesas só chegaram ao Brasil em 1556 em companhia de Bois de Comte, e eram apenas cinco, e ate essa data, os corsários, os exploradores e o “sindicato” faziam o comercio carnal com as índias, assim como também os portugueses. O Barão de itararé, ao contrario do que eu pensava, chega a afirmar que na America os franceses se contaminaram do “Mal Frances” a sífilis, o que é novidade, e essa doença desconhecida da Europa ate então, seria uma doença originalmente americana. Podemos supor e concluir que os chamados “lançados” (degredados) homens que eram abandonados nas costas marinhas do Brasil, produziram mestiços, que provavelmente, enquanto filhos de europeus tiveram, também, a oportunidade de embarque para a Europa.
O Doutor em História Francisco Drombroski em sua História das Américas nos conta que Gaspar de Corte Real, português, levou, em 1500, um grupo de 57 índios oriundos do Canadá (Terra Nova) para Portugal (pag. 248 volume IV) sendo esses mais um grupo de americanos na Europa.
Apenas esses dois autores aqui citados falam já em 109 ameríndios levados para a Europa nos primeiros anos. Quando eu estiver mais aprofundado na pesquisa, voltarei descrevendo outros relatos de viagem e cronistas da America que também falam de numerosos índios embarcados para a Europa e Oriente, abrindo assim uma hipótese genealógica e cultural, bem pouco considerada ou conhecida. Sabe-se, por exemplo, que foram os índios que introduziram o uso de redes de dormir na marinha portuguesa e francesa.

Wallace Requião de Mello e Silva
Para o G 23 de Outubro.
Assista a TV Educativa e consulte a página do Governo do Paraná na Internet.



Coisas que você pode fazer a partir daqui:
Inscrever-se no grupog23 usando o Google Reader
Comece a usar o Google Reader para manter-se facilmente atualizado com todos os seus sites favoritos

Requião escreveu.

Textos Publicados do Governador Requião.
via grupog23 de Grupo G23 em 28/08/08

Textos de Requião.
Uma avaliação do pensamento escrito, manifesto e publico, é uma boa base para avaliar a coerência e o potencial de um candidato à Presidência da Republica. Podemos também avaliar a evolução desse pensamento. Esse foi um dos quesitos considerados pelo Grupo 23 de Outubro na escolha de um nome paranaense para apoiar.
Quando o Governador Requião, em medida exemplar, mandou abrir os arquivos do Dops (Delegacia de Ordem Política e Social) no Paraná, encontrou em seu nome uma ficha de vinte paginas com anotações sobre sua vida ideológica e estudantil, e registros de sua resistência contra a violência, o estado de exceção, e a ditadura militar. Uma das ultimas anotações (1982) dizia respeito a sua “comprometedora” atitude de ter proposto, enquanto Deputado Estadual, o Direito ao Habeas Data, um projeto de lei inédito no Brasil, isso é o direito garantido por lei (proposto por Requião) de assegurar a todo o cidadão o acesso a qualquer informação que quaisquer órgãos públicos tenham sobre sua pessoa física. Garantia de liberdade e oportunidade de direito à plena e irrestrita defesa, coisa que naqueles anos era inimaginável. Requião tem orgulho de sua ficha no Dops, que para ele é um testemunho inequívoco de seu posicionamento pela liberdade individual, agora, plenamente garantida pela Constituição Cidadã de 1988. (matéria publicada na Gazeta do Povo em Agosto de 1991)
Listamos abaixo alguns textos assinados por Requião e lugar (fonte) onde foram publicados.
Na medida do possível estaremos divulgando via Internet os principais.
Uma Grande Alegria, sobre Israel e Palestinos. Publicado na Folha de São Paulo em 16 de Setembro de 1993.
Poder Judiciário ou Governo Paralelo? Publicado na Folha de São Paulo em quatro de Novembro de 1993.
A Batalha de Agincourt. Publicado na Folha de São Paulo em 13 de Maio de 1994.
O PMDB Morreu. Viva o PMDB. Publicado na Folha de São Paulo em nove de Outubro de 1996.
Uma Falcatrua de U$ 6 Bilhões. Sobre os Precatórios. Publicado no Jornal O Globo em 18 de Janeiro de 1997.
Ministério Público e os direitos do Povo. Publicado no Correio de Noticias em 19 de junho de 1992.
Apesar de Tudo é preciso esperança. Publicado na Gazeta do Povo em quatro de Novembro de 1993.
A favor do povo, Publicado na Gazeta do Povo em 30 de Setembro de 1993.
A violência dos Juízes. Publicado no Correio de Noticias em 11 de Agosto de 1993.
Educação – um passo à frente. Publicado no O Estado do Paraná em 27 de Maio de 1993.
Herodes ou Banqueiro? Publicado no Diário Popular em 19 de Agosto de 1993.
(Para a permanente memória de tudo) Publicado no O Estado do Paraná em 1 de Julho de 1993.
Alimento e Emprego. Publicado no Correio de Noticias em 1 de Abril de 1993.
Prisões e cidadania. Publicado em 14 de Outubro de 1993 no Diário Popular.
Plebiscito - o que o povo pensa. Publicado no Correio de Noticias em 18 de Fevereiro de 1993 e Folha de Londrina na mesma data..
Areópagos e Equívocos. Publicado na Folha de Londrina em quatro de Fevereiro de 1993.
Parlamentarismo- a velha dama indigna. Publicado em 11 de Fevereiro de 1993 no Correio de Noticias.
Prevaricando na Democracia. Publicado na Folha de Londrina em 20 de maio de 1993.
O Paraná e a modernidade. Publicado no Diário Popular em 20 de Janeiro de 1994.
Força Paraná. Publicado no O Estado do Paraná em 24 de Junho de 1993.
O Winchester de FHC apagou. Publicado no Diário Popular em 30 de Maio de 1993.
Paraná um bom negócio. Publicado no O Estado do Paraná em 14 de agosto de 1993.
Vamos fazer o nosso próprio milagre. Publicado na Gazeta do Povo em sete de Abril de 1994.
Obrigado Paraná publicado na Gazeta do Povo sem data.
Segurança a partir do desenvolvimento. Publicado no Correio de Noticias outubro de 1991.
Receita contra a crise. Publicado no Correio de Notícias em 16 de Outubro de 1991
Há outro caminho. Publicado no Correio de Noticias em 16 de Outubro de 1991.
Construir a democracia na escola. Publicado em 1 de Dezembro de 1991.
O futuro é possível. Publicado no Correio de Noticias em dezembro de 1991.
O Paraná existe no Japão e na China. Publicado no Correio de Noticias em 24 de Março de 1992.
Há uma saída para o Brasil. Publicado no Correio de Noticias em 26 de Março de 1992.
Só não quero ladrão no governo. Publicado em 1 de Abril de 1992.
Um balaço de viagem. Publicado no Correio de Noticias em dois de Abril de 1992.
Escola Oficina, opção pelo futuro. Correio de Noticias em 16 de Abril de 1992.
O Bom emprego caminha para crescer. Correio de Noticias em 23 de Abril de 1992.
Exportação de milho. Correio de Noticias em 29 de Abril de 1992.
A ouvidoria e o desafio da Cidade. Correio de Noticias em sete de Maio de 1992.
Bom emprego industrial. Correio de Noticias em 14 de Maio de 1992.
Judiciário e seus salários. Correio de Noticias em 14 de Maio de 1992.
Conversa Franca faz bons amigos. Correio de Noticias em 21 de Maio de 1992.
Estratégias para o desenvolvimento do Paraná Correio de Noticias em 25 de Maio de 1992.
Metástase. Correio de Noticias em nove de junho de 1992.
Racismo separatista. Correio de Noticias em 16 de Junho de 1992.
Quem tem medo do MERCOSUL. Correio de Noticias em 23 de Junho de 1992.
Ferroeste, patriotismo e economia de mercado. Correio de Noticias em 30 de Junho de 1992.
Reforma tributária. Correio de Noticias em 13 de Agosto de 1992.
Nem inveja nem invasões. Correio de noticias em 21 de Agosto de 1992.
O segredo da língua. Correio de Noticias em seis de Janeiro de 1994.
Com a palavra o judiciário. Correio de Noticias em 19 de Janeiro de 1994.
Não existe político meio serio. Correio de Noticias em 27 de Janeiro de 1994.
Obrigado professores. Correio de Noticias em 10 de Fevereiro de 1994.
Moralidade e licitação. Correio de Noticias em 17 de Fevereiro de 1994.
Olhando a Cultura. Correio de Noticias em 17 de Março de 1994.
Passando a Copel a limpo. Correio de Noticias em 17 de Março de 1994.
Do período existem também algumas publicações mais longas tais como: Políticas Urbanas proposta para Curitiba Editora Pedroso Horta 1982.
O real e o não governo. Publicação do Senado Federal 1995.
Exterminadores do Futuro, Senado Federal 1997.
Em breve lista de textos mais recentes e discursos na Assembléia e Senado.
Liana Cristina Cunha,
Secretária Coordenadora e Arquivista
Grupo 23 de Outubro.



Coisas que você pode fazer a partir daqui:
Inscrever-se no grupog23 usando o Google Reader
Comece a usar o Google Reader para manter-se facilmente atualizado com todos os seus sites favoritos

Companhia Vale do Rio Doce.

Vale do Rio Doce, outro pulo do gato?
via grupog23 de Grupo G23 em 29/08/08

Vale do Rio Doce: O pulo do Gato.

Estou um tanto desatualizado quanto ao andamento da temática Companhia Vale do Rio Doce. Quero deixar claro que quando estiver definida a data do plebiscito, vou votar pela reestatização da companhia. Todavia, por ter feito, a pedido do Deputado Federal Maurício Requião, em 1996, rigoroso texto baseado em densa pesquisa sobre a companhia, quero alertar a possibilidade de haver, embutido, também, nesse momento, outro “pulo do gato” na reestatização da companhia.
Salvo melhor informação, quero aqui externar minha preocupação. Como a Vale foi uma estatal, digamos positivamente monopolista do setor, pois segundo a Constituição Brasileira, nosso subsolo e suas riquezas pertencem à União, nada mais justo que o Estado, provido de recursos próprios, ou seja, recurso do povo explore maximamente as riquezas, distribuindo os lucros, que, por definição, pertencem ao conjunto da população brasileira, a União Brasileira.
Sendo assim, a Companhia Vale, acumulou, em 30 anos como estatal, sob sua responsabilidade a grande maioria de direitos sobre as jazidas brasileiras, direitos de pesquisa e direito de lavra. Ou seja, sem exagero, a Companhia, salvo pequenas exceções, detinha o direito de exploração de, digamos; 80% de todas as riquezas brasileiras. Privatizada a Companhia Vale esse direito, mesmo pertencendo à União, passou aos privados, “compradores da companhia”. Ou seja, 80%, mais os 20% que já era explorada por privados, significou a privatização de todas as riquezas do subsolo nacional, exceptuando-se, apenas, aquilo que era reservado à Petrobrás. Mais fácil e mais seguro, seria assegurar os direitos sobre as jazidas. Elas é que é a VERDADEIRA RIQUEZA.
Uma matéria datada de 12 de junho de 2007, assinada por Ricardo Balthazar, no jornal Valor Internacional, titulada “Para poder competir, America Latina deve melhorar infra-estrutura” me chama a atenção. Se lermos o livro de Eduardo Galeano, “Veias Abertas da America Latina”, notamos que as riquezas do subsolo de toda a America do Sul, quiçá, também da Central, foram sempre exploradas pelo capital privado a serviço do interesse de nações estrangeiras, há exemplo, como o que foi feito também com a África, restando para aqueles povos e para os nossos apenas a pobreza. Então, Ricardo Balthazar nos alerta, que agora, quando há uma crise de matéria prima, incluindo os energéticos foceis, no “Primeiro Mundo”, ou mundo desenvolvido, eles nos vendem o discurso que devemos investir recursos públicos, contratados pelo nosso governo junto aos diversos “serviços” de credito internacional, para criar infra-estrutura de exportação, para melhorar e facilitar o saque. Ora, isso pode estar acontecendo também com a Companhia Vale. Pois no momento em que os privados precisam investir em infra-estrutura, eles “permitem” a reestatização, pois as jazidas, que é o que interessa, já estariam deslocadas para o domínio privado. Assim, nós os brasileiros retomaríamos as estruturas da companhia, portos, navios, ferrovias, já mais ou menos sucatados, onde sem duvida alguma, é preciso investimentos monstruosos. Ora, nós, novamente nos endividaríamos, a todos, para, em seguida. Premidos pela dívida, entregarmos ou continuaríamos entregando, a preço vil, as nossas riquezas ainda restantes, e transportando para eles, à custa da fome do povo, constituindo nisso, e somente nisso, a tão falada “competitividade” propagada, e alertada nas entrelinhas por Ricardo Balthazar. A responsabilidade de construir a infra-estrutura de exportação ficaria conosco, a infra-estrutura de circulação interna, a distribuição das riquezas, e desenvolvimento tecnológico, o aumento do poder aquisitivo do povo, a educação, ficaria, como sempre, para o futuro.
Alerto para a necessidade de uma analise mais apurada do domínio das jazidas. O simples domínio e controle das jazidas pelo Governo Federal recuperam, ou facilita a recuperação, para nós, povo brasileiro, com o definitivo resgate pela “anulação”, ou seja, pela declaração de nulidade da “privatização” da Companhia Vale do Rio Doce.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Para o G 23 .



Coisas que você pode fazer a partir daqui:
Inscrever-se no grupog23 usando o Google Reader
Comece a usar o Google Reader para manter-se facilmente atualizado com todos os seus sites favoritos


Responder Encaminhargrupog23 não está disponível para bate-papo

Quem é o Homem?

Quem é o Governador?
via grupog23 de Grupo G23 em 28/08/08

Quem é Roberto Requião, MD. Governador do Paraná?
Dr. Roberto Requião de Mello e Silva. (Comendador)
Profissão: advogado, jornalista e ex. empresário (hoje podemos dizer: Um Homem Público)
Nascimento: 05 de Março de 1941 em Curitiba Paraná. (foi Presidente de Diretório Estudantil da Faculdade de Direito em Curitiba)
Filiação: Wallace T. de Mello e Silva (ex. prefeito de Curitiba) e Lucy Requião de Mello e Silva.
Nome do cônjuge: Maristela Quarengui de Mello e Silva, (socialmente conhecida como Maristela Requião)
Data de Aniversario: 21-5
Nome dos filhos: Mauricio (advogado) e Roberta (advogada).
Estudos e Graus Universitários mais significativos para a profissão que exerce: Jornalismo e Direito, pós-graduado em Planejamento Urbano (nos seus aspectos jurídicos).
Oficial Militar de Cavalaria (reserva)
Principais fatos da vida administrativa, parlamentar e outras atividades:
Deputado Estadual (PMDB); Prefeito de Curitiba (PMDB); Secretario de Estado do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Governo do Paraná; PMDB); Eleito Governador do Estado do Paraná (1990-1994 pelo PMDB); Senador da Republica (1995-2003 pelo PMDB); Eleito em segundo mandato Governador do Paraná (2003-2006 pelo PMDB); Eleito pela terceira vez Governador do Paraná (2006-2010 pelo PMDB mandato em andamento).
No Senado foi: Presidente da Comissão de Educação; Membro Titular da Comissão de Constituição Justiça e Cidadania; Membro Suplente da Comissão de Serviços de Infra-Estrutura. Relator da CPI dos Títulos Podres (CPI dos Precatórios). Foi presidente da Comissão do Senado Federal para o MERCOSUL.
Foi duas vezes Presidente do CODESUL.
Vida empresarial: De 1970 a 1986 (portanto por 16 anos) foi sócio gerente e procurador da firma Euclides Requião, com lojas em Curitiba, Foz do Iguaçu e São Paulo.
Condecorações: Grande Oficial da Ordem do Mérito Militar. (1993)
Recebeu, em 23 de Outubro de 2003, das mãos do Presidente Luis Ignácio da Silva a Comenda do Mérito Aeronáutico.
É “Cidadão Honorário” de grande numero dos municípios do Paraná.

Um recado importante, para os que gostam de ler.

Amigo leitor desse Blog. Temos 175 títulos disponiveis, para você ler. Use o Google Reader, a melhor maneira de acessar rapidamente, todos os textos em sequência de leitura.O Google Reader é uma ferramenta exepcional. Através dele, nós ja disponibilizamos mais de 340 títulos para você ler.Somados todos os Blogs, mais de 550 títulos.
wallacereq

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Gesto de Amor

Gestos de amor.
Encontrei meu dentista em seu gabinete com os olhos marejados e um bordado na mão.
Meu dentista é um homem comum-incomum. Como assim? Você dirá!
Trabalha oito a dez horas por dia, num trabalho que exige muita atenção, riscos, e por vezes, odores bem desagradáveis... Isso faz dele um homem comum. Foi campeão paranaense de provas de regularidade na terra, é mergulhador, casou-se tardiamente, como uma linda mulher, hoje cirurgiã dentista que tomou gosto pela profissão quando era ainda sua secretaria e auxiliar. Esculpe dentes, é um artista cirurgião. Mirnei Franzolozzo foi veterinário antes de ser dentista, de onde lhe veio o gosto pelas estradas vicinais, a velocidade e a regularidade. Isso faz dele um homem incomum.
Sentei-me sem perguntar... E ele não resistindo me contou detalhes deste gesto de amor. Que eu transcrevo como interpretei.

Trouxeram-lhe uma mulher de 46 anos, gravemente comprometida, que hoverá vivido toda uma vida em uma cadeira de rodas em um quarto escuro. Décima primeira filha de um casal de italianos foi temporã, diante de seus dez irmãos sadios, ela foi à chave final de uma vida conjugal fértil e laboriosa.
Ele a atendeu... Um atendimento difícil... Entrecortado por mordidas, e movimentos espasmódicos, de uma mulher rígida, sem controle nenhum dos movimentos, e sem fala. Tomada , possivelmente, como um ser “quase” vegetativo e sem reações que lembrasse algo de comunicativo, ela tinha o que o ritmo da vida lhe pudera dar.
O estado dentário era precário, e não haveria de ser resolvido em uma única seção.
O quadro tocou o dentista, que se emocionou, com o drama vivido pela mulher, incapaz de reclamar de dor, ou pedir claramente ajuda e fazer a higiene de seus dentes, prisioneira de si mesmo, por 46 longos anos de penumbra.
Disse o Mirnei à acompanhante: Não irei cobrar... Bem, doutor obrigado. Nós vamos voltar? Sim respondeu o dentista.
Em casa, longe da vista do dentista, a mulher cadeirista, agarrou-se como pode a uma caixa de chocolates, comum em sua casa, pois seus familiares são representantes atacadistas de chocolate. Agarrou-se e não os comeu. Passou o primeiro dia, o segundo, o terceiro e a cadeirista dormia e acordava com o chocolate, numa caixinha já bem amarrotada, que ela não largava por nada desse mundo, presa nos antebraços, ou como podia.
Chegou o dia da nova consulta.
Deu uma arrumada na moça, um capricho, mas a caixa de chocolates ninguém tirou dela. O que fazer? ... vai a cadeirista com chocolates amassados e semi derretidos para o dentista.
Lá chegando, com uma atitude inesperada, entre gritos e sorrisos, saltos e balanços a cadeirista num esforço desajeitado, entrega a caixinha de chocolates para o dentista, caixinha que ela protegera como se fosse sua vida durante a semana inteira, destinada ao dentista. A moça, mulher, tinha sentimentos, e o que é mais espantoso, sentimentos de gratidão.
Com esse gesto de amor, a família, percebeu que haviam outras possibilidades a explorar, e com o dentista, conversando, decidiram por colocá-la em uma escola especial... Onde esta desabrochando, dentro de estreitos limites... 46 anos...
O longo tratamento esta no fim...
Então, quando eu cheguei, meu dentista tinha os olhos marejados de lagrimas, e segurava um bonito bordado na mão. Um bordado de amor.
E, eu?... Eu então me lembrei que havia cruzado com uma “cadeirista”, e outra moça, ao portão.
Wallace Req
Testemunhos de gestos de amor.

Gesto de amor

Gestos de amor.
Encontrei meu dentista em seu gabinete com os olhos marejados e um bordado na mão.
Meu dentista é um homem comum-incomum. Como assim? Você dirá!
Trabalha oito a dez horas por dia, num trabalho que exige muita atenção, riscos, e por vezes, odores bem desagradáveis... Isso faz dele um homem comum. Foi campeão paranaense de provas de regularidade na terra, é mergulhador, casou-se tardiamente, como uma linda mulher, hoje cirurgiã dentista que tomou gosto pela profissão quando era ainda sua secretaria e auxiliar. Esculpe dentes, é um artista cirurgião. Mirnei Franzolozzo foi veterinário antes de ser dentista, de onde lhe veio o gosto pelas estradas vicinais, a velocidade e a regularidade. Isso faz dele um homem incomum.
Sentei-me sem perguntar... E ele não resistindo me contou detalhes deste gesto de amor. Que eu transcrevo como interpretei.

Trouxeram-lhe uma mulher de 46 anos, gravemente comprometida, que hoverá vivido toda uma vida em uma cadeira de rodas em um quarto escuro. Décima primeira filha de um casal de italianos foi temporã, diante de seus dez irmãos sadios, ela foi à chave final de uma vida conjugal fértil e laboriosa.
Ele a atendeu... Um atendimento difícil... Entrecortado por mordidas, e movimentos espasmódicos, de uma mulher rígida, sem controle nenhum dos movimentos, e sem fala. Tomada , possivelmente, como um ser “quase” vegetativo e sem reações que lembrasse algo de comunicativo, ela tinha o que o ritmo da vida lhe pudera dar.
O estado dentário era precário, e não haveria de ser resolvido em uma única seção.
O quadro tocou o dentista, que se emocionou, com o drama vivido pela mulher, incapaz de reclamar de dor, ou pedir claramente ajuda e fazer a higiene de seus dentes, prisioneira de si mesmo, por 46 longos anos de penumbra.
Disse o Mirnei à acompanhante: Não irei cobrar... Bem, doutor obrigado. Nós vamos voltar? Sim respondeu o dentista.
Em casa, longe da vista do dentista, a mulher cadeirista, agarrou-se como pode a uma caixa de chocolates, comum em sua casa, pois seus familiares são representantes atacadistas de chocolate. Agarrou-se e não os comeu. Passou o primeiro dia, o segundo, o terceiro e a cadeirista dormia e acordava com o chocolate, numa caixinha já bem amarrotada, que ela não largava por nada desse mundo, presa nos antebraços, ou como podia.
Chegou o dia da nova consulta.
Deu uma arrumada na moça, um capricho, mas a caixa de chocolates ninguém tirou dela. O que fazer? ... vai a cadeirista com chocolates amassados e semi derretidos para o dentista.
Lá chegando, com uma atitude inesperada, entre gritos e sorrisos, saltos e balanços a cadeirista num esforço desajeitado, entrega a caixinha de chocolates para o dentista, caixinha que ela protegera como se fosse sua vida durante a semana inteira, destinada ao dentista. A moça, mulher, tinha sentimentos, e o que é mais espantoso, sentimentos de gratidão.
Com esse gesto de amor, a família, percebeu que haviam outras possibilidades a explorar, e com o dentista, conversando, decidiram por colocá-la em uma escola especial... Onde esta desabrochando, dentro de estreitos limites... 46 anos...
O longo tratamento esta no fim...
Então, quando eu cheguei, meu dentista tinha os olhos marejados de lagrimas, e segurava um bonito bordado na mão. Um bordado de amor.
E, eu?... Eu então me lembrei que havia cruzado com uma “cadeirista”, e outra moça, ao portão.
Wallace Req
Testemunhos de gestos de amor.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Um tema para não ser esquecido.

Transferência da Capital Federal.
Muita gente ironizou a proposta do G 23 de transferência da Capital Federal do Brasil, para o Coração da Amazônia.
A Constituição Federal no seu artigo 48, parágrafo 7º reza, atribuindo ao Congresso Nacional;
“Transferência temporária da Sede do Governo Federal”. Portanto é uma atribuição do Congresso. Legitima atribuição.
O que nós queremos é tirar essa imensa área cheia de petróleo, linhito e urânio, e outros minerais da periferia da vida nacional. Não bastasse isso, ela é estratégica para a integração da América do Sul, além de ser a maior reserva de biodiversidade e água doce do planeta.
Tivéssemos um mínimo de bom senso e patriotismo, e já estaríamos gestionando a imediata transferência, agora no Governo Lula, sem esperar 2010, e as eleições. Só um tolo deixa seu tesouro ao alcance dos ladrões.
Veja a digitalização da Constituição Federal, e pense um pouco, você votou nos deputados e senadores que lá estão construindo castelos, eles te representam (ou deveriam), e devem fazer o que você, enquanto brasileiro (a), a maioria dos brasileiros (as) conscientes quer. Pressione, escreva, coloque na pauta do dia essa questão primordial.
Atenção clique sobre a imagem, ela crsce para você ler. Nós não estamos brincando.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Noticias de Brasília.

Reforma tributária vai amenizar crise, assegura Rocha Loures

* Novo substitutivo deverá ir a votação em duas semanas
* Rocha Loures diz que a economia nacional é suprapartidária

O deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) disse nesta quinta-feira, 5, que a Câmara e o Senado serão pautados em 2009 pela discussão de propostas que amenizem os efeitos da crise econômica no Brasil. Para o parlamentar, é urgente a revisão da estrutura tributária do país visando a garantia da continuidade do crescimento econômico e a geração de novos empregos.

O peemedebista afirmou ainda que a votação da reforma vai assegurar o espaço para a remodelação da política tributária. Ele adiantou que um novo substitutivo está sendo elaborado pelo relator, deputado Sandro Mabel (PR-GO), o qual incorporará as demandas dos governadores e da oposição. A expectativa é que daqui a duas semanas um novo texto “consensual” esteja pronto para ir a plenário.

“Podemos, sim, garantir a continuidade do processo de crescimento da economia brasileira porque quem paga impostos direta ou indiretamente, como os trabalhadores assalariados e os pequenos empresários, sabe que os impostos são muito elevados”, asseverou.

Rocha Loures também analisou a primeira iniciativa do presidente da Câmara, Michel Temer, que criou nesta semana uma comissão especial para examinar os efeitos da crise e proteger a economia nacional. Segundo o parlamentar paranaense, o grupo lutará ao lado dos trabalhadores com o intuito de proteger os empregos no atual cenário econômico adverso.

A comissão especial formada para tratar da crise contará com 17 parlamentares. Ela terá o papel de formular em pouco tempo soluções para combater os reflexos da crise econômica no Brasil. Rocha Loures salientou que a economia nacional é suprapartidária e que senadores e deputados devem trabalhar unidos para defendê-la.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

A Hipocrisia nossa de todos os dias.

A hipocrisia nossa de cada dia.
Somente um amigo, teve a coragem e dignidade de comentar o texto “A Pornografia na Internet”. Todavia ele me disse, porque você fez isso com você, você se desmoraliza. Eu entendo todo o alcance da preocupação do amigo, mas eu não me desmoralizo, eu, pelo contrario me moralizo a cada dia. A raiz do homem moral é a veracidade, é a coragem de olhar para si em seus defeitos, misérias e vícios, e saber ser igual ou inferior aos demais, embora sendo capaz de amar a Deus. Eu não sou um santo, sou um lutador no mundo hipócrita, e um lutador contra os meus mais profundos defeitos.
De tudo que vivo, vivo com intensidade, o que não significa viver com perfeição, mas com densidade. De tudo procuro tirar algum proveito moral, sejam dos atos moralmente lícitos, sejam dos ilícitos. Isso é real.
Agora à tarde, na igreja que freqüento cheia de viados, de divorciados, de perversos que comungam sem condição, de falsos católicos... Etc., e tal, entra um casal com seus dois filhos loiros, lindos. Todavia um deles vítima de uma lesão cerebral, gritava e agitava-se sem parar. O casal ficou no fundo da Igreja. Todavia, o egoísmo, a hipocrisia daqueles que se acham os tais, começaram a se irritar com os gritos do menino, até que uma freira levantou e pediu para o casal se retirar. Via as lagrimas nos olhos da mãe, ou vi sua fala, ele precisa da bênção, ele é doente, e a freira insistiu... O casal, casal de gente educada e rica, saiu. Nós saímos com eles. La fora ela me disse, somos do Rio, meu tio é padre e celebrou nessa igreja dias atrás, viemos aqui, gostei, voltamos hoje domingo, meu filho precisa de ajuda... E eles me mandam sair?
Desculpem, mas que bosta. Não estou bravo com o padre, nem com a freira, estou bravo comigo, com a comunidade de hipócritas que freqüentam aquela igreja. Onde ficam as palavras de Cristo, não são os sãos que precisam de medico, mas os doentes? Venham a mim as criancinhas. Socorrei os que mais precisarem. Porra que merda de comunidade, que expulsa os mendigos, não quer o ruído inconveniente de uma criança doente e uma mãe desesperada, mas suportam as prostitutas da alta Sociedade, os homossexuais de ambos os sexos, os ladrões e exploradores de gente humilde, os pecadores que profanam todos os dias o sacrifício incruento da missa com suas comunhões sacrílegas.
Não senhores, não é para esse tipo de Igreja que eu dirijo os meus esforços, eu dirijo os meus esforços para a Igreja de Pedro, a Igreja de Cristo. Não sou apostolo, imponho as mãos e não faço curas, ponho minhas mãos diante de insetos e serpentes e sou mordido, não tenho o dom das línguas, portanto segundo a Bíblia minha fé é fraca, quiçá nem fé eu tenha, mas peço a fé, quero a fé, quero ser uma pessoa melhor do que sou. Quero enfrentar a morte com a esperança sincera na misericórdia.
Sou também hipócrita, sou também covarde... Mas não quero continuar nessa hipocrisia que me sufoca, nessa covardia e omissão que sufoca as boas pessoas, e exaltam os falsos, os enrustidos, os que aparentam ser, para julgar, pisar e explorar os outros.
Quero, em ínfima medida, algo de semelhante aos que o Senhor Jesus Cristo queria. Quero Amar, não botar no rabo dos outros.
Wallace Requião de Mello e Silva.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Pornografia na Internet.

A pornografia na Internet.
Parece-me que as autoridades e pais de família não estão dando a devida importância a esse vicio moral com conseqüências demolidoras para a sociedade brasileira e mundial.
Sou um homem vivido, já na terceira idade, cabelos barba e púbis brancos. Sou Psicólogo e licenciado em Filosofia, católico praticante com comunhão freqüente, e confissão semanal.
Então você dirá, o que um homem velho foi fazer nos sites de pornografia da Internet, e eu diria, o mesmo que você. Levado pelas circunstancias de minha vida pessoal, num arroubo de rebeldia, naveguei na internet, diversos dias da semana que passou, horas a fio, de 12 às 5 da manhã. O que vi, passada a rebeldia, foi algo escandalizante. A construção social da pedofilia, a construção social das perversões tendentes ao sadismo e masoquismo. A ridicularização do relacionamento homem mulher (como nojento e violento) e a exaltação do homossexualismo como (delicado, sensível, poético) solução para a anticoncepção.
Somente isso já seria suficiente para que o governo estivesse empenhado em localizar e acabar com os hospedeiros desses “sites”.
Vou dizer como funciona. Na maioria eles se baseiam na Psicologia de Skinner. Apresentação gradativa de estímulos e reforço, e apresentação simultânea de uma estimulação negativa com uma estimulação positiva fazendo às vezes de reforço. Depois uma elaborada seqüência de reforços intermitentes, para estabelecer o “vicio!” o comportamento em forma de habito.
Quem sabe do que eu estou falando, sabe que ninguém que tenha passado por um processo de sensibilização e dessensibilização (da técnica comportamentalista) sairá sem conseqüências no comportamento geral.
Por exemplo, (afora os sites que já abrem como níveis escrachados de pornografia) outros, apresentam mapas. Pagina inicial, roteiros, e fotos sugestivas que vão de encontro às tendências do individuo. Todos sabem que as virtudes quando exercidas tendem a se desenvolver, enraizar-se e se fortalecerem, todavia o mesmo acontece com os vícios, e basta uma pontinha de fio, para puxarmos o individuo, para aquele comportamento vicioso.
Então vejamos: numa dada pagina, você verá varias fotos, lado a lado. Sutis diferenças entre elas. Uma mulher com o seio nu, como um cachorrinho no colo. Uma moça deitada como nariz sangrando, duas mulheres na beira de uma piscina, dois pares de casais assistindo TV. Se você clica sobre a foto primeira, você entrará, gradativamente, no mundo da bestialidade (sexo com animais). Na segunda, também gradativamente você entrará no mundo sado masoquista; na terceira no homossexualismo feminino, na quarta, no mundo da promiscuidade e na iniciação do homossexualismo masculino. Esse cardápio, esta a disposição de crianças, adolescentes, adultos e velhos como eu. Mais que isso, existe, em espanhol, frances e inglês sites de velhos, senhoras de cabeça branca e homens, como seus corpos já desfigurados, realizando perversão de tal baixeza que qualquer criança deixará de ouvir os conselhos de seus avós e pais.
Alem disso, estes sites estão o tempo todo propondo a venda de certo produtos, de consolos e vibradores, à drogas estimulantes e para a ereção, assim como aparelhos.
Se você permanecer muito tempo neles, começam a aparecer, caixas de diálogos, via Web Cam, para você, a preços módicos, centavos por minuto, para conversar como mocinhas, que são apresentadas a todos cada vêz mais jovens, até crianças. “Dependendo de como foi a sua navegação", e a perversão de sua tendência, demonstrada pela seqüência de aberturas de paginas que você abriu, sua tendência de interesses esta manifesta, e as caixas de diálogo aparecem conforme suas “taras”, fazendo” ofertas” ao gosto do consumidor.
Daí à hipocrisia, das paginas com defesa morais, é um pulo: Saiba que para abrir essa pagina você deverá ter no mínimo dezoito anos... Escreva seu nome e endereço... Dados que aos poucos vão sendo cruzados. Ora senhores, eu tenho um registro no Analytcs do Google, e sei, se abriram meu site ou blog em determinada cidade ou país, em níveis patrocinados, posso saber a rua, ou bairro... Portanto, se alguém quiser saber se meu IP de maquina, já navegou pelos sites de pornografia, qual o meu interesse em relação ao sexo, ou que tipo de produto foi comprado: vídeos, aparelhos, medicamentos, etc. é mais que possível, é absolutamente certo que é possível.
O silêncio conivente das autoridades me escandaliza. Os bares cada vez mais cheios de jovens menores de idade praticando o homossexualismo feminino e masculino, as drogas desabilitando os indivíduos do convívio social responsável. A promiscuidade demolindo o convívio familiar, o vicio escravizando horas úteis de um dia produtivo e solidário socialmente, em horas de introspecção doentia, solipcista, virtual, ou promiscua, orientadoras para grupos de convivência aberrante e imoral.
Como as crianças apreendem mais rápido que os adultos o domínio da navegação digital, elas saberão, na sua curiosidade infantil e nos desejos da adolescência burlar qualquer conselho paterno, materno, ou seja, de que autoridade for. Se você tivesse uma biblioteca de pornografia em casa, e um armário cheio de drogas em casa, ainda que fechado a sete chaves, seus filhos estavam autorizados, pela sua atitude a desejá-los e acessá-los. Ora, na Internet colocamos ao alcance de nossos filhos uma enorme biblioteca multimídia com acesso a perversão nunca imaginada, como o canibalismo, a pedofilia, a gerontofilia, a bestialidade, a homossexualidade e a violência. Nada, absolutamente nada de respeito, amor, compromisso, vida, filhos, e responsabilidade de educá-los.
Essa omissão das autoridades custará caro à nação em todos os sentidos, seja no ramo de suas responsabilidades com a saúde pública, como no que diga respeito aos costumes públicos, como no que diga respeito ao respeito às leis vigentes, seja no que diga ao convívio das famílias nos lares. Teremos cada vez mais uma sociedade corrompida, viciada, apegada ao promiscuo, à perversão, a magia, a ilusão.
Eu tenho todas as condições de executar um trabalho cientifico das conseqüências no comportamento de jovens e crianças expostas a esse tipo de estimulação, em contraposição às crianças que não sofram esse tipo de exposição. Todavia não o farei, pois seria o mesmo que dar cocaína às crianças em nome da ciência. Viciá-las para depois controlar as possíveis conseqüências.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

O que faz um senador? (I)

O que faz um senador?
Na verdade eu nestes últimos tempos tenho alimentado um sonho de sair candidato ao Senado, ou me apresentar como uma das duas vagas de suplente. Todavia, existe um fato, pouco objetivo, mas no meu caso dada a natureza dos meus raciocínios, da forma em que eu elaboro os meus raciocínios, que muito me preocupa. O PMDB tem por tradição apresentar seus candidatos ao Senado sob o numero 151. Ora, a serie dos crimes tipificados como serie 150, são os crimes contra a Honra. Embora na prática os fatos nada tenham a ver soam com um alerta.
Exercer o Senado, sob a imunidade parlamentar, para depois, quando essa cessar, responder, por parte de verdadeiros bandidos, ações de crimes contra a honrar me perturba a alma.
Embora isso seja importante para mim, vou, teimosa e perseverantemente, construindo uma base de opinião sobre o Senado Federal.
O Senado, como todos sabem, é uma das duas câmaras que formam o Congresso Nacional. Teoricamente, a Câmara dos deputados, defende os interesses populares, e o Senado, defende os interesses do Estado (Estado Nacional). Nesse quesito, nos já vemos uma grande injustiça. Segundo a nossa constituição todo o poder emana do povo e em seu nome é exercido, isso significa que vivemos uma democracia representativa. As duas Câmaras do Congresso, em ordem de bem representar, deveriam ter o mesmo peso, e a mesma representatividade, todavia a pratica denuncia uma anomalia antidemocrática herdada dos tempos imperiais. São 81 Senadores, contra pouco mais de 500 deputados Federais. Há uma supremacia do Senado sobre o povo, representado pela Câmara dos Deputados, uma hierarquia injusta, que nos mostrar que o Estado Nacional, pesa na balança do Congresso, mais do que o Povo. Esse ponto é muito importante e denuncia uma tendência antidemocrática. A diferença de anos de mandato, também é uma deformação injustificada.
O segundo ponto surpreendente, é que a constituição do Estado do Paraná se omite quanto a qualquer definição ou expectativa quanto ao desempenho legislativo dos Senadores, o que mostra a desigualdade no trato, posto que o legislativo estadual, executivo estadual, e Judiciário, estão em nossa Constituição muito bem definidos e limitados, o que não acontece com o senado. Milhões de pessoas votam nesses indivíduos, que estão, para a Constituição estadual (libertos ou liberados) de qualquer resposta ao eleitorado, satisfação, ou responsabilização de seus atos.
Um senador tem múltiplas funções, algumas comuns as duas câmaras (Câmara dos Deputados, e Senado) e outras privativas do Senado. Há ainda um conjunto de atividades inconfessas (atitudes ações, votações, por motivos inconfessos, que embora existindo, não são nem denunciadas, nem reguladas em lei, nem sequer comentadas pelos comentadores da política. Farei aqui o mesmo que todos me omitirei, até que possa respaldado pela lei, expressar minha indignação, antes disso, é burrice, e responderia em desigualdade, pois sendo cidadão comum, responderia por crime contra a honra, enquanto que os meus “representantes” teriam imunidade para bem me caluniar, difamar, infamar.
Bem, a Constituição Federal não é Omissa em algumas atribuições do senado e dos Senadores, todavia, como vocês verão numa serie de artigos que farei a constituição da um “tratamento” diferenciado e quase liberal aos Senadores, sem nenhuma base doutrinária para tanto, fato que comentaremos oportunamente.
Dessas poucas linhas, já temos alguns assuntos para serem tratados pelo Senado:
1) (O porquê de um mandato de oito anos?)
2) (O porquê desse desequilíbrio de estatus e representatividade popular, artificial (posto que o eleitor tendo apenas alguns nomes para escolher, elege um Senador, muitas vezes sem conhecê-lo) em relação aos representantes do Povo? Deputados Federais)
3) (é grave no nosso entender, a omissão de qualquer definição de expectativa da nossa Constituição em relação ao trabalho dos Senadores, seja na defesa dos interesses do povo de seu estado, seja em relação aos interesses do Judiciário, seja quanto à defesa dos interesses do Executivo, e o que é pior, sem nenhuma obrigação a dar ao povo que o elegeu garantida na Lei Constitucional do Estado do Paraná).
Sendo assim, e em continuidade, um candidato ao Senado esta sujeita àquelas condições da cidadania, ou seja, elegibilidade (idade mínima, condição de exercício civil, cidadania plena, etc.)
Em seguida estará sujeito (fato sempre esquecido) às normas partidárias, ou seja, traí-las, ou abandonar o Partido pelo qual foi eleito, deveria ser suficiente para a perda de mandato.
Eleito e fidelisado aos ideais do Partido que o Elegeu (uma vez que a CF, obriga que o candidato esteja filiado a partido, e opor um mínimo de tempo previamente estabelecido, ou seja, ele não é candidato de si mesmo, e abandonar o partido, obrigaria a perda de mandato e a substituição pela suplência. Assim eleito por um partido, o Senador está sujeito aos artigos 44 ate o 51 da Constituição Federal que rezam sobre as necessárias definições legislativas do Congresso Federal. Sujeito a isso, estarão eles então vinculados as responsabilidade privativas do Senado Federal que estão estabelecidas na CF dos artigos 52 ate 58, e por fim estarão eles sujeitos, as normas do processo legislativo e fiscalização, que vai do artigo 53 ao 75.
Se você vai escolher um senador nas próximas eleições, e lê o meu blog, imprima essa seqüência de artigos que estarei apresentando, pois eles te ajudaram a ter um critério de escolha quando chegar à hora de votar.
Do ponto de vista do eleitor, o critério é um pouco mais complexo, pois o eleitor em tese deveria estar escolhendo um representante (ou seja, alguém que o represente) no Senado Federal.
Isso diz respeito a vários itens:
1) Vida pregressa do candidato;
(2)Religião do Candidato;
3) Relações profissionais e relações de trabalho (como empregado ou patrão).
4) Tendência a obediência ou desobediência das leis civis;
5) Situação tributária e fiscal ( pessoa Física e Jurídica)
6) Julgamentos morais publicados sobre fatos que digam respeito á sociedade, a vida, à família, à Nação, ao bem público e ao bem comum (ordenação social da comunidade brasileira).
7) Atitudes públicas diante de interesses estrangeiros, ou leis que prejudiquem o Brasil.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

O potencial energético da América do Sul.

O potencial energético da America do Sul e Central.
Enquanto a “intelectualidade” brasileira duvida do nosso potencial energético, sobremodo o da Amazônia Legal, empresas de petróleo fazem pesquisa do quadro mundial de hidrocarbonetos e chegam a uma conclusão estarrecedora.
Não cito a fonte apenas para aumentar a curiosidade:
Veja o gráfico e interprete só a América do Sul e Caribe tem perspectivas de futuro dos métodos não convencionais.


Wallace Req