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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Nos respondam, por favor!!!

Trava é o ferro transversal que segura o esquadro. Marcada em vermelho, obeserve que num vão de dois metros há duas travas em X, portanto em um vão de seis metros deveriam haver dois ou três conjuntos de travas. Dois ou três X. Nas fotos frontais do palco, percebe-se não há as travas, mostrando a fragilidade da estrutura. ( compare com a foto da materia acima: Palco seguro. Veja o vazio da parte inferior do palco comparado com o palco seguro. Como na hora do discurso todos vêm para a frente, há uma sobrecarga, e o acidente será irreversivel. Qualquer perito em estruturas, poderá observar e confirmar ou não, o que digo aqui. Porém é obvio o que estamos mostrando. Se houve intenção, e se as televisões que nunca acompanham o governador lá estavam, no meu entender, poderão sim serem todas interpeladas criminalmente. Não se pode ter certeza, mas faltam os apoios centrais nas viga do cento do palco. Uma coluna que suporta o centro da estrutura.
Obeservem nessa foto a ausência das travas, desenhadas em amarelo. Na foto de baixo, assinalada em vermelho você verá as travas laterais, formando um X, com mais de dois metros cada em vão bem menor, na visão frontal, dado ao tamanho do vão, não as vemos, deveriam ser em número de quatro; dois X

Veja a trava, assinalada por um fino traço vermelho, assim nessa posição elas deveriam estar no vão maior. Alem, não posso comprovar pelas fotos que tenho, faltam os suportes do meio do palco, ou seja, a estrutura não iria suportar o peso, das pessoas e equipamentos. Falha também da segurança do governador, que deixou passar um estrutura com essa fragilidade.



As perguntas que não podem calar.
Todas as televisões publicaram imagens do acidente ocorrido com o governador.
Então nós do G23 perguntamos: Se as televisões estão presentes, nas inaugurações do governo Requião porque não publicam as noticias boas?
Se não estavam presentes, como é costume, quem da Equipe da Secretaria de Comunicação divulgou as imagens?
Se como é comum, nunca as televisões comerciais acompanham esse tipo de evento, como eu em diversas oportunidades pude testemunhar, e no caso do acidente estavam presentes, contra as regras e o esperável, estiveram presentes no acidente, eu pergunto: o acidente foi provocado? Como aquele ocorrido com o Lula em São Paulo, e com o Lula em Curitiba?
Quem são os proprietarios da empresa que montou o palco? Quem os contratou? Tem vínculo com a empresa que montou o palco do Lula em Curitiba?
Essa empresa vai continuar sendo contratada por orgãos publicos?
Nas fotos não se vê as travas. No caso do Lula, as travas não haviam sido colocadas.
Travas são travessas transversais que reforçam os grandes vãos.

Elas não são vistas nas fotos
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Democratização da Rádio e TV no Brasil.

Simples idéias para os próximos presidentes.
A democratização da Radio Difusão.
Em rápida conversa com o diretor da Radio Paraná Educativa, Paulo Chaves, ele me despertou, para um primeiro passo institucional para a democratização e formação de quadros técnicos para a rádio difusão brasileira.
Uma lei Federal, fundada num antecedente histórico ocorrido no Paraná anos atrás. Todos sabem a importância que tem hoje a Radio e TV Educativa do Paraná. O que poucos sabem é que ela nasceu como Radio Colégio Estadual do Paraná, ainda na década de 50. Depois foi transferida para o Palácio Iguaçu tornado-se radio oficial do Governo do Estado, ate tornar-se a Radio e TV Paraná Educativa.
Então qual a idéia. A idéia é aproveitar esse processo para democratizar os meios de comunicação na modalidade Radio Difusão e TV. Cada colégio estadual teria a licença para fundar a sua radio colegial. Um grupo de alunos faria um curso sob responsabilidade do Ministério das Comunicações, conheceriam os dispositivos legais e as responsabilidades da rádio difusão. Estariam então habilitados para o inicio. Montariam as rádios com duas condições:
1) Que diretores, produtores, locutores e técnicos fossem obrigatoriamente alunos.
2) Que os equipamentos, adquiridos ou construídos, se tornassem patrimônio das escolas.
Com dois anos de operação, ou pouco mais, sem sansões disciplinares, queixas, ou quebra das regras ministeriais, as escolas poderiam se inscrever para liberação de suas TV comunitárias, que obedecerão aos mesmos critérios gerais. Isso incentivaria a criatividade, daria voz e imagem à juventude popular do Brasil, formaria técnicos em manutenção e operadores. Vejam, somente no Paraná, teríamos mais de 2000 Rádios Escolas, Estaduais.
Alguém já objetou que isso geraria uma poluição nas ondas de radio, o que não é verdade.
A idéia é simples, e seria um seminário (canteiro, sementeira) de democratização da Rádio e TV difusão, com algum critério, formação de quadros técnicos, e desenvolvimento responsável do setor.
Dar voz ao povo através da juventude ( nosso filhos e netos) é solução para mudar os ouvido duro dos politicos brasileiros. Os operarios, os agricultores, os favelados falariam por meio dessas Radio Escolas Públicas, pois eles são muito representativas de nosso povo.
wallacereq@gmail.com

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O que que há com a Agência Estadual de Noticias?


Vejam essa frase retirada de noticia da Agência Estadual de Noticias:
Foram entregues dois ônibus de 31 lugares e um de 23 lugares, que vão beneficiar 5,8 mil alunos da rede pública estadual e municipal de ensino.

O que quer dizer isso? Que três onibus que somam 85 lugares vão atender cinco mil e oitocentos alunos? Por dia, em um ano, em dez anos? Que em dez viagens eles poderão carregar ao todo 850 crianças por dia? Que cada viagem leva de uma hora a uma hora e meia, ou seja que três onibus irão trabalhar 10 horas e trinta minutos por dia? A que hora as crianças irão chegar nas escolas? Depois farão dez viagens de volta cada um? Vejam que a noticia nada tem de responsável. De veraz.

Notícias como essa, ao meu ver chegam a ser barbaridades que depõem contra o governo, porque são impossíveis, impensadas, irreais.

Seria tão simples dizer: Entregou três onibus que auxiliarão no transporte escolar das zonas rurais. Porque enfeitar o pavão? Por burrice, ou por maldade?

Nunca houve na história do estado tamanha compra de onibus pelo governo do Paraná, isso é verdadeiro. Já não chega? Tem que fazer parecer que isso é mentira? Que não há planejamento? Que é insuficiente?

Comunicação é coisa séria, alguém precisa avisar o Benedito disso... ou quiçá ao Requião.

Mas uma Secretaria que não tem Secretário... o que se pode esperar?

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

O anti-cristianismo.

A Cultura Anti-Mídia do Cristianismo.

Nestes dias passados andei lendo com atenção trechos do livro de Douglas Kellner emérito professor de Filosofia na Universidade do Texas, autor, ou co-autor, de trabalhos cujos títulos traduzo livremente como: Política e Ideologia dos filmes de Hollywood, ou Golfo uma guerra produzida para TV (ou melhor, ainda: uma guerra para inglês ver). Douglas Kellner escreve principalmente sobre a ciência da Mídia.
Vou transcrever um trechinho de modo que você leitor possa perceber o espirito da coisa. “Hoagland também afirmava que a decisão de Ronald Reagan, de bombardear a Líbia, era o modelo certo que Bush deveria seguir. Esse exemplo era revelador, porque Muammar Kadhafi precedia Sadan Hussein como inimigo simbólico para o qual o ódio nacional (dos Americanos) podia ser projetado, servindo, portanto de lição para os países do Terceiro Mundo que se recusassem a submeterem-se à dominação das super potências neo-imperialistas” Logo abaixo na mesma pagina há uma nota explicativa:” Nesse contexto, a intervenção militar americana e a guerra do golfo constituíram uma lição exemplar para os lideres do Terceiro Mundo que não se submetem as prioridades e à política dos países que representam os interesses do grande capital internacional”. ( no texto original refere-se apenas ao EUA, ao capital norte americano, eu, todavia, diferentemente, abro o leque). O que Douglas Kellner quer dizer, no meu entender, é que a mídia no caso da Guerra serviu com suas mentiras aos interesses norte americano. Eu vou mais longe, digo que ela, a mídia, com suas mentiras, servem aos interesses de Israel. Veja por que.
Reservo-me o direito de discordar. Em primeiro lugar: porque o país, ou o povo, mais fortemente interessado na globalização da economia e na extração e controle das riquezas mundiais não é o EUA. Se Kellner esta certo, quando a grande mídia foca um culpado, por exemplo, o EUA, não é ele o culpado. Ele é o foco, o bode expiatório, o ponto para o qual se quer desviar a atenção. A especialidade da Mídia é a mentira. O desvio da atenção para longe do núcleo da verdade. Portanto esse país, no meu entender, é apenas o braço forte do grande capital hoje universalmente na mão de judeus. Segundo motivo: Douglas Kellner, a meu ver, comete um grave erro de avaliação, ou seja, conclui ao perceber nos trabalhos de Goldmann (também Judeu), a possibilidade de uma ciência da Mídia, hábil para ir esquematizando técnicas de ler criticamente os seus conteúdos (conteúdos da mídia), e por meio dessas técnicas irem distinguindo seus objetivos ocultos, e até mesmo suas diferentes classes de mentiras especializadas. Ora, todavia, nos parece, Ter Douglas Kellner aceitado, como justamente propaga sobre si a grande Mídia, a sua Onipotência, a maior de suas mentiras, com a qual quer impor a sua indispensabilidade no mundo moderno, sobretudo no mundo da macro política. Isso é falso, e é o cerne, o coração da grande mentira da Mídia Universal, (também na mão de judeus) que é em resumo sua super autovalorização, tentando sempre abafar a verdade.
Vou tentar desenvolver o tema para que você me entenda melhor.
Por exemplo, se todos os clarins e trombetas, todos os jornais e revistas, todos os rádios e TVs, e toda a “Rede” de comunicação anunciasse a morte ou inexistência de Deus, ele deixaria de existir? Não.
Do mesmo modo se nós exaltássemos a importância do nosso planetinha, como todos os recursos da mídia ele deixaria de ser uma poeirinha cósmica? Não.
Em ambos os casos a Mídia teria criado uma ilusão, nada mais. É o seu habito o seu “trabalho principal”. Deus continuaria existindo e a pequenez relativa do nosso planeta ao universo é uma evidência, ou seja, a mídia universal tem uma inimiga mortal e eficaz, a verdade dos fatos. A Evidência
Mas o que é a Mídia? No que ela consiste? Ela nada mais é que uma ampliação, direcionamento e veiculação, quase sempre unilateral, de um dom humano, o “Dom da Comunicação”. Na verdade, se ela não se apresenta apenas como comunicação, pois se formos atentos e sinceros, diríamos que a mídia é uma ampliação da comunicação das paixões humanas (como alias professa Goldemann). Essa comunicação ampliada, e dirigida, se tornou um produto comercializável, um produto de alta tecnologia, uma mentira ou ilusão altamente tecnológica, todavia, e de qualquer modo que se olhe nada mais é do que extensão e amplificação da comunicação do orgulho humano.
E o que os homens querem comunicar no seu orgulho? A verdade? Não. A dignidade fundamental dos indivíduos? Não. A Paz? Não. Querem comunicar as suas paixões, perpetuando com elas as injustiças? Sim. Ë isso que querem comunicar os homens.
Vamos encontrar na Biblia um verdadeiro Evangelho da Mídia. “Seja teu sim, sim e teu não, não”... “Tudo o mais é fruto do mal”. Ora, se nisso, num sim sincero, e num não sincero consiste a justiça, e a santidade, dos homens ( ao que a Thorá chama de justos) a Mídia, por sua vez, quando não traduz o Sim e o Não verdadeiros, tem na sua origem, todo e qualquer relativismo, justificativa, desculpa e mentira. A Mídia é, em ultima analise, fumaça. Ilusão.
Vejamos mais: o homem comunica-se entre si, chama-se a isso comunicação horizontal. Mas Deus se comunica com os homens, a isso se chama comunicação vertical, e é essa segunda, a comunicação vertical (aceita por todo indivíduo que tenha fé em Deus) é o que entendemos como revelação. Revelação é a comunicação gratuita de Deus aos homens. (sem ele, por exemplo, Deus não poderia ter feito uma promessa a Abraão, nem dado a tábua dos Mandamentos a Moisés. E Deus, acreditamos, é verdadeiro. Deus é a verdade. Ora se Deus se comunica com Abraão e Moisés no judaísmo pelo espirito, e com André, Pedro e Tiago diretamente, objetivamente como O Verbo feito Carne, em seu filho Único Jesus Cristo. Isso é o Cristianismo. Vemos que Deus se comunica ao mesmo tempo com todos os seus justos independente de Mídia. A Verdade, que é o próprio Deus não precisa de Mídia. Mas quis precisar da Igreja. “Pedro tu és a pedra e sobre ti erguerei a minha igreja... apascenta as minhas ovelhas” Igreja de Pedro, fundada por Cristo; dê o testemunho, esta dita nas entrelinhas.

Embora, no cristianismo, se mande que todos comuniquem a mensagem revelada da Boa Nova, (a salvação livre do sectarismo judaico), não pede Mídia, mas sim, pede que confirmem pelo testemunho de vida a verdade, com um sim que seja sim, e um não que seja não. Isso é o que pede o Evangelho. ( O Evangelho não pode ser relativista) . Esse levar o testemunho é a confirmação dos irmãos e a missão do cristão. Por exemplo: Jesus Cristo é verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem? SIM. Jesus Cristo é o “Messias Prometido” a Israel? SIM. O herdeiro da Casa de Davi? SIM. A Israel Celeste é a Igreja? SIM. O demônio tem poder diante de Deus? NÃO. Portanto, vou concluindo, a comunicação desejável dos homens entre si é a confirmação da verdade, por atos, pensamentos e palavras, comunicadas aos homens em vista da salvação de suas almas num plano universal. Através, é obvio de uma vida moral.
Todo desvio, toda ilusão, toda falsidade ou dubiedade é Mídia. Universalmente, notem vocês, que têm alguma iniciação cristã, que os donos da Mídia, (os que não aceitaram a Verdade e desde que escolheram a Barrabás em praça publica, e não aceitou o óbvio, a verdade de que Jesus Cristo era o Messias esperado, passaram a subverter, pela comunicação desvinculada da verdade, (como nos conta o Evangelho no episódio da compra de testemunhas MT. 28,11-15) o que resultou numa gama enorme de engodos, de todas as espécies e estilos, emprestados maliciosa e metodicamente a todas as correntes filosóficas. Tendo sempre, e desde então, como centro, seja pelas vias da economia, das religiões, da tecnologia ou ciência tão somente e apenas negar o seguinte: Cristo é o Deus Homem, ou seja, a Mídia Universal se empenha em negar a Cristo. A Mídia, nesse sentido, é instrumento do anti-Cristo, do negador da divindade de Cristo... que brada, desde o Sião (SION), muito antes da construção do TEMPLO.
Pôncio Pilatos, o romano, já houvera dito: “Mas o que é a Verdade?”... e Jesus Cristo já houvera respondido : “Eu sou o caminho a verdade e a vida... ninguém irá ao pai se não por mim”. Cristo veja vocês, que têm a estrela de Davi e o Menoráh no sangue, todavia é Cristo e não Bill Gates que também tem a estrela de Davi na genética é o portal da Israel prometida. Cristo é a comunicação verdadeira. Cristo é a Internet espiritual ligando como uma rede tecnológica toda a comunidade Universal ao provedor Pai, o pai Javé (JAWÉ).
Ora, se a comunicação dos homens entre si, para os que defendem o aspecto positivo do muito falar (e muito mostrar, caso dos profissionais de mídia) ao invés de testemunhar (At 10.42) o que seria muito mais simples, e concreto, resultasse então, na busca de um mundo melhor (o que não estamos vendo acontecer), é, por outro lado, na confirmação da verdade, sem pieguice, pela mídia (ampliação da comunicação da Verdade), que encontraremos o instrumento para que haja um despertar para a justiça e paz social, assim, como vê nada melhor que nos comunicarmos com Deus antes de nos comunicarmos com os homens, pois Deus, cujos planos deduzidos também da História, e metas, vão muito além do tempo presente, e cuja ação providencial cuida dessa poeirinha cósmica em que estamos vivendo (em Rede) a nossa pequenez mesquinha, pode, sem duvida, fazer de qualquer um miserável ser humano, seu arauto como nos comprovam as Escrituras e os fatos históricos. Mas o mundo, (entendido como relativismo moral, fato incontestável pelo qual Mel Gibson fez do Diabo, em seu filme “Paixão” um ser amorfo, nem homem nem mulher, nem certo nem errado, nem veraz nem mentiroso) o mundo físico, bem entendido, e todos os seus jogos de poder e consumo passarão como diz São Paulo. Deixarão de existir. Por isso os homens verazes, espirituais, desejam de Deus, a comunicação gratuita, o exemplo, a vivência da Moral Divina, eterna... Pois de graça é a Graça.
Os homens não serão melhores à custa da Mídia. Nem serão piores sem ela como nos querem fazer crer. Os homens serão melhores se conseguirem comunicar entre si, na sua pequena esfera de relações pessoais, com veracidade, sinceridade, coerência, justiça e paz. Isso fará os homens melhores. As ilusões, ainda que produzidas por altíssima tecnologia, (as chamadas verdades virtuais) não farão, com certeza absoluta, os homens melhores. Farão dos homens, pura e simplesmente, um montão de iludidos. Até que chegue a hora da verdade escatológica, o Fim Ultima dos Homens.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Texto & Pesquisa.
Psicólogo.