quinta-feira, 16 de junho de 2011

Que interessante.

Que interessante!


Entre 1964 e 1985 - OS ANOS DE CHUMBO

A época da ditadura podíamos acelerar nossos Mavericks acima dos 120km/h sem a delação dos radares, mas não podíamos falar mal do presidente.


Podíamos cortar a goiabeira do quintal empesteada de muitas taturanas sem que isso constituísse crime ambiental, mas não podíamos falar mal do presidente.


Podíamos tomar nossa redentora cerveja após o expediente sem o risco de sermos jogados à vala da delinqüência, mas não podíamos falar mal do presidente.


Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei negão), credos (esse crente aí) ou preferências sexuais (fala sua bicha) e não éramos processados por isso, mas não podíamos falar mal do presidente.


Íamos a bares e restaurantes cujas mesas mais pareciam Cubatão (na época a cidade mais poluída do País) em razão de tantos fu mantes, os quais não eram alocados entre o banheiro e a coluna que separa a chapa, mas não podíamos falar mal do presidente.


Cantávamos a menina do contas a pagar ou a recepcionista sem medo de sofrer processo judicial por assédio, mas não podíamos falar mal do presidente.


Hoje a única coisa que podemos fazer é falar mal do presidente! Que merda!




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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Proposta de militares para o Brasil

Texto da Internet

O capitão Augusto é o idealizador do Partido Militar Brasileiro, o PMB. No último dia 29 de janeiro foi realizada a convenção nacional do partido, que já tem estatuto aprovado e mais de 5 mil pré-filiados nos 27 Estados do Brasil – a Constituição exige pelo menos 101 membros-fundadores em nove Estados. O próximo passo para oficialização é, segundo o Capitão Augusto, levar a documentação à Brasília, onde ele aterrissa neste domingo, 6 de fevereiro, para publicar no Diário Oficial a demanda. Na segunda-feira ele faz o requerimento ao Tribunal Superior Eleitoral e o registro no cartório de notas.

“Onde existe o caos, é o militar que dá jeito”, afirma o capitão, exortando sua categoria. Ele lembra que a instituição militar – que inclui os policiais, bombeiros, a Aeronáutica, Exército e Marinha – é das mais bem vistas pelo povo, segundo pesquisas. “Num país eminentemente cristão, nós somos considerados mais confiáveis que a Igreja Católica!”, exclama.

A ideia da criação de um partido militar começou a ser acalentada pelo capitão após algumas tentativas de candidatura como suplente de deputado estadual. Em 2003 então juntou simpatizantes e foi estudar como se cria um partido. Oito anos depois, a ideia deu certo.

“Somos mais de 1 milhão no Brasil – e em todos os mais de 5 mil municípios”, conta o capitão Augusto sobre a presença militar no País. O partido já tem diretórios organizados nas 27 unidades da Federação. E, dentro do partido, a tão importante hierarquia militar é deixada um pouco de lado. “Tem soldado que é presidente de diretório e general que é assessor dele”, afirma. E se diz surpreendido ainda pelo fato dos militares proveninentes das Forças Armadas terem aderido à sua ideia. Segundo o capitão 70% dos pré-filiados são dessa carreira.

Ideologia. Questionado sobre a orientação do PMB, capitão Augusto não vacila: centro-direita. E a principal bandeira é, naturalmente, a segurança. A soberania da Amazônia e a garantia do ‘cidadão de bem’ – “aquele que não comete crimes, respeita o outro e o patrimônio alheio”- são os temas em que o PMB pretende concentrar esforços. “Essas progressões de pena, os indultos sem critério nos presídios, isso é um absurdo!”,diz o militar. “Os direitos humanos tem que ser garantidos principalmente pras pessoas de bem”.

Mas o capitão Augusto lembra também que os presos têm seus direitos. “Se cometeuo crime, tem que cumprir a pena, sim. E a pena tem que ser vista não só como ressocialização do preso, mas como castigo. Mas o preso, que perdeu seu maior direito, a liberdade, não pode perder também a dignidade.” A situação dos presídios abarrotados, em que os detentos “são tratados como animais”, é uma das questões a ser atacada pelo PMB.

E o que o PMB pensa sobre o período marcante da ditadura militar? “Somos contra. Abominamos o período. Seria covardia vincular a ditadura conosco.Se você for ver, são 500 anos de serviços prestados ao Brasil. A ditadura foi só 20 anos.”

Capitão Augusto é favorável a uma ampla investigação sobre o período do regime, que esclarecesse o que aconteceu “dos dois lados”. “A gente quer emprestar nosso patriotismo, nossa ordem ao povo. Ele é quem. Por que o preconceito com um partido militar?”.

O PMB pretende lançar candidaturas nas eleições municipais de 2012 e 2014. No estatuto está proibida a coligação com partidos maiores, “porque queremos marcar diferença pela retidão,diferente de partidos pequenos que se vendem”, explica o capitão Augusto.

Mas, quando enfim for homologada a criação do primeiro partido militar brasileiro, o capitão e fundador vai se desfiliar. É que a Constituição impede que militares na ativa sejam filiados e eleitos.”Isso é um absurdo. Qualque cidadão de qualquer categoria pode se filiar e candidatar. Menos o militar”, reclama. A revisão dessa lei é um dos objetivos do PMB – que vai contar entre os filiados registrados no TSE apenas militares da reserva.



Estamos em 1 de Junho: Como andará esse projeto?



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Blog do Mello

O médico Roger Abdelmassih, de 67 anos, já está no Líbano, segundo a Folha. E por lá deve ficar porque tem origem libanesa e o Brasil não tem tratado de extradição com o Líbano. E isso poderia ter sido evitado, caso o ministro Gilmar Mendes não concedesse o habeas corpus que o tirou da cadeia.

O médico estava preso, aguardando recurso de sua defesa diante da sentença que o condenou a 278 anos de cadeia por violentar 37 mulheres (suas pacientes, o que agrava os crimes) entre 1995 e 2008. E aguardava preso porque a Polícia Federal informou que ele tentava renovar seu passaporte. A juíza Kenarik Boujikian Felippe determinou que ele fosse preso para evitar sua fuga do país.

Seu advogado recorreu. Disse que Roger Abdelmassih não pretendia fugir do país, só estaria renovando o passaporte...

Sem ao menos perguntar ao advogado por que um homem de 67 anos condenado a 278 anos de cadeia renovaria o passaporte (seria um novo Matusalém?), Gilmar Mendes mandou soltar o passarinho, que agora vai passear sua impunidade no exterior, até que a morte o separe da boa vida.



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terça-feira, 5 de abril de 2011

Ignoranta e prepotenta ( colaboração)

SUA EXCELÊNCIA, A SENHORA PRESIDENTA DILMA
Agora, o Diário Oficial da União adotou o vocábulo presidenta nos atos e despachos iniciais de Dilma Rousseff.
As feministas do governo gostam de presidenta e as conservadoras (maioria) preferem presidente, já adotado por jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão.
* * *
Na verdade, a ordem partiu diretamente de Dilma: ela quer ser chamada de Presidenta. E ponto final.

Por oportuno, vou dar conhecimento a vocês de um texto sobre este assunto e que foi enviado pelo leitor Hélio Fontes, de Santa Catarina, intitulado Olha a “Vernácula” !
Vejam:
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais.
Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante…
Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não “presidenta”, independentemente do sexo que tenha.
Se diz capela ardente, e não capela “ardenta”; se diz estudante, e não “estudanta”; se diz adolescente, e não “adolescenta”; se diz paciente, e não “pacienta”.

Um bom exemplo seria:

“A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta.”



em outras palavras: uma prepotenta ignoranta...





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sábado, 26 de março de 2011

Nova guerra por petróleo.

A NOVA GUERRA COLONIAL
O imperialismo acaba de lançar uma nova guerra colonial.
Um impressionante conjunto de forças militares iniciou a agressão contra a Líbia.
A aprovação da Resolução 1973 pelo Conselho de Segurança da ONU foi uma ruptura com o direito internacional.
Ela foi possível graças à capitulação da Rússia, da China, do Brasil e dos demais países que ali se abstiveram .
A ONU nunca se preocupou com os palestinos massacrados em Gaza pela entidade nazi-sionista, nunca se incomodou com as ditaturas terroristas que mataram milhares de cidadãos na América Latina, nunca fez o mínimo gesto contra as ditaduras que escravizam emirados árabes, nada fez nem faz pelas mulheres oprimidas da Arábia Saudita, nunca disse uma palavra contra a selvageria da tropa da NATO que massacra indefesos camponeses afegãos, nunca se manifestou contra os drones que assassinam velhos, mulheres e crianças no Paquistão.
Não foi preciso a ONU para que os povos tunisinos e egípcios se desembaraçassem de ditadores que haviam sido financiados e armados pelo ocidente.
Uma vez vencido Moammar Kadafi, tal como Saddam Hussein, a Líbia irá descobrir os encantos da democracia ocidental à moda do Iraque – ao custo de mais de um milhão de mortos e milhões de deslocados.
A Líbia ficará totalmente livre para a pilhagem das suas riquezas naturais.
No mundo pós Pico Petrolífero, o petróleo será libertado para as corporações ocidentais – ao custo de um novo massacre.

Colaboração Zeno Crocetti



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2011/3/24 André Vieira

Leio notícia de que os bombardeios aliados atingem bairros residenciais e também equipes médicas de resgate na Líbia.

Assim, o objetivo é castigar, ferir e matar pessoas. Quando o propósito alegado é proteger civis.

Estão a castigar a Líbia, a destruir o país, a arrancar-lhe a própria pele. É o que se percebe.

Fazem como Israel faz com os palestinos.

Fazem mais do que atingir militarmente o país. Querem castigá-lo, fazê-lo doer na pele.

Só a anestesia social permite isso. A mídia é o anestésico.

O controle quase total sobre os meios, salvas raras e boas exceções, é a grande expressão do imperialismo capitalista. Graças a isso, tudo é possível.

A mídia soa a trombeta da guerra.

O povo segue hipnotizado.

A mídia frauda a realidade.

O carrasco parece mocinho que luta contra o ditador...



Alguém no mundo ainda acredita nisso?

Quantos podem entender?



Devem saber que é tudo mentira.

Que não há um ditador massacrando o povo na Líbia.

Que há uma roda de fortes bem armados a encurralar um sozinho, altivo, que ousava querer ser diferente e contrariar os ditames do grupo. Ainda mais praticando um tipo de justiça social intolerável para os que querem reduzir a vida humana à escravidão...

A Líbia está sofrendo uma espécie de "bullying". Uma sessão de tortura. Um calvário. Enquanto uma certa turba agita: "crucifica-o" "crucifica-o".



Essa turba é a imprensa.



Pois não há uma turba de verdade.


Então a imprensa cumpre a tarefa de protestar contra o 'ditador'.

E faz-se a confusão.

Alguns cabeças do ocidente pensam que estão lutando contra uma ditadura...



Estão trucidando o país para depois tomar posse...

Deixam até escapar risadas pelos cantos da boca...

Já nem fingem direito...

Já gargalham descaradamente.

'Estamos protegendo civis'. E gargalham sem conseguir se conter...



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Podemos nos omitir?

Kadafi convoca população a derrotar agressores da Líbia

Kadafi distribui 1 milhão de fuzis ao povo para que “defenda a honra e o petróleo” do país. Em novo discurso em Trípoli, afirmou: “Estamos prontos para a batalha, seja longa ou curta. Vamos vencer”
Já está em avançado estágio de execução a ordem, dada pelo líder Muamar Kadafi no dia seguinte ao início dos bombardeios contra a Líbia, de abrir os arsenais e distribuir 1 milhão de fuzis Kalachnikovs à população, para que “defenda a honra e o petróleo” do país. Em novo discurso ao povo, desta vez desde sua residência em Bab Al Azizia – que Reagan e Obama já bombardearam -, Kadafi afirmou que os agressores são “um bando de fascistas que acabarão na lata de lixo da história”. “Estamos prontos para a batalha, seja longa ou curta. Vamos vencer”, anunciou o chefe da revolução líbia. “Não vamos nos render”.
Ele fez o discurso – o terceiro em uma semana - da sacada de sua residência, perto das ruínas da casa destruída no ataque aéreo contra Trípoli cometido por Reagan em 1986, mantidas tais como ficaram, e do célebre monumento da mão que esmaga um bombardeiro norte-americano. Obama, o Prêmio Nobel da Paz, já bombardeou duas vezes o local em uma semana, e deve vir mais, mesmo caso o comando da intervenção seja passado adiante. “Aqui estou, na minha modesta tenda”, assinalou Kadafi, ironizando a onda de boatos, desencadeada pelo inimigo, sobre seu paradeiro. “Não vou deixar a Líbia. Vou ficar aqui; é a minha pátria, o meu lar”.
MÍSSEIS GRAD
Dirigindo-se à multidão que o acompanhou à Praça Verde, o líder líbio assinalou: “aqui está o povo. Kadafi está no meio do povo. Eis a mais poderosa defesa antiaérea, o povo”. Nos arsenais líbios, há 2.000 mísseis antiaéreos de ombro de fabricação soviética, os Grad. Ele saudou, ainda, as manifestações em todos os lugares do mundo – que já estão sendo feitas ou sendo marcadas – “contra esse ataque injusto que viola os princípios das Nações Unidas”.
A orientação de Kadafi – armar a população contra o agressor externo -, vem sendo seguida à risca. Já empunhando o trabuco no serviço, o âncora do jornal da televisão líbia disse no ar: “Que outro líder no mundo teria a coragem de armar a população, caso não confiasse no seu próprio povo?” Outra medida anunciada pela Líbia, uma marcha “com ramos de oliveira”, de todas as tribos líbias, até Benghazi, também está em preparação; a tribo Warfalla, com mais de um milhão de membros, a ainda maior Meegarha, a Tarhuna e a Kadadfa já anunciaram participação. Kadafi, que tanto fez para a superação da divisão entre tribos, trata de combater fogo com fogo: contra a manipulação de tribos contra a unidade nacional líbia, o avanço da consciência dessas tribos para defender o país.
Em cinco dias de bombardeio feroz, a coalizão de bucaneiros despejou sobre as principais cidades líbias quase 200 mísseis Tomahawk e centenas de bombas, assassinou mais de uma centena de civis e feriu um número ainda maior, socorreu as gangs, mas não conseguiu deter a resistência da Líbia à pilhagem e à partição do país. O que foi reconhecido pelo comando invasor.
Contra a terceira maior cidade líbia, Misrata, foram 12 horas seguidas de bombardeios com avião e mísseis Tomahawk na quarta-feira dia 23, na tentativa de abrir caminho ao retorno dos mercenários. Bombardeio também de Ajdabia, estratégico entroncamento no rumo de Benghazi, o reduto das gangs patrocinadas pelos países ocidentais. 12 horas de mísseis e bombas norte-americanos, ingleses e franceses, mas, na contrapropaganda da mídia, foram os tiros do pessoal do Kadafi que “mataram civis” ali. Para salvar as cidades líbias de bombardeios aéreos que não existiam - como o Estado Maior russo revelou, e até o “Guardian” inglês admitiu -, a aviação estrangeira está realizando um banho de sangue nessas mesmas cidades. Contra Trípoli, é bombardeio toda a noite, e também de dia. Boa parte dos Tomahawks teve a capital de alvo.
Só nos três primeiros dias de bombardeio, o total de civis mortos ultrapassou a casa dos cem, com um número de civis feridos três vezes maior. Foram atingidos três hospitais, estradas, pontes, casas, ônibus e carros. O quadro se repetiu na quarta-feira 23, como descrito pela agência de notícias líbia “Jana”. “Os bombardeios do agressor colonialista cruzado contra a área de Tajura, em Trípoli, atingiram um bairro residencial deixando um grande número de mortos entre os civis”, revelou a agência. Quando chegaram as equipes de socorro, o terceiro raid, que “atingiu os que retiravam mortos e feridos dos dois primeiros ataques”; as sirenes “não paravam de tocar no centro de Trípoli e no bairro de Tajura”, registrou a AFP.
A ponto de, na terça-feira 22, Rússia, China e Índia, em comunicados separados, advertirem sobre a morte de numerosos civis em consequência dos bombardeios aéreos cometidos sob alegação da “Resolução 1973” e denunciarem o banho de sangue. Também a Alemanha – que havia se abstido da votação da “zona de exclusão aérea” - tirou seus navios e pessoal do Mar Mediterrâneo do controle da Otan, para não se meter na aventura de uma guerra contra a Líbia. Outros países, inclusive o Brasil, fizeram apelos por um cessar-fogo. A União Africana – de que Kadafi foi o principal instigador - manteve sua posição de defesa “da soberania e integridade territorial da Líbia”.
Quanto a quem assassina e quem protege civis, são os próprios autonomeados protetores vindos do norte que revelam, às vezes em atos frustros. O vice-almirante-do-ar que comanda pelo Reino Unido o ataque gabou-se na quarta-feira de que suas forças alcançaram “a quase impunidade” no espaço aéreo líbio. “Quase impunidade” – se isso não é uma confissão de um criminoso de guerra, o que mais seria?
Embora os dois pilotos do F-15 dos EUA que se esborrachou no chão dificilmente compartilhem dessa alegria. Aliás, nem o primeiro-ministro inglês, David Cameron, aquele que não esconde – nem seus dois ministros - sua vontade de matar Kadafi. “Não dá para despejar democracia de 40.000 pés de altura”, disse na semana passada. É. Não dá para extrair petróleo a partir do alto, de B-2, nem de F-18. E com um milhão de armas nas mãos do povo ....

ANTONIO PIMENTA

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sexta-feira, 18 de março de 2011

Presidente da França Defende Herança Católica Europeia.

Prof. Dr. Felipe Aquino

Diante de um triste cenário europeu que apresenta um forte laicismo
anti-católico, com grandes ofensas ao Papa Bento XVI e outras
blasfêmias, destaca-se o pronunciamento do Presidente Francês, Nicolas
Sarkozy, que, com todas as letras, disse que a França tem o dever de
compartilhar com todos, "sem complexos nem falso pudor a magnífica
herança cristã" que se manifesta na civilização, na história e na
cultura do país.

A França sempre foi chamada de a “a filha mais velha da Igreja”,
porque o primeiro rei bárbaro que se converteu à fé católica foi
Clovis, que no ano 496 foi batizado pelo bispo de Reims, São Remígio.
Trezentos anos depois, com o imperador cristianíssimo Carlos Magno, a
Igreja firmou ainda mais a fé católica em seu solo, com o advento do
Sagrado Império Romano da Nação França.

Agora, felizmente, vemos o Presidente Francês desagravar a Igreja
Católica de tantas ofensas que têm recebido na Europa, de uma maneira
estúpida que não quer reconhecer o fato histórico conhecido de todos
os historiadores: a Europa atual é fruto do trabalho de cerca de dez
séculos da Igreja Católica, que salvou a Civilização Ocidental quando
os bárbaros dominaram o Império Romano do Ocidente em 476.



Em discurso na quinta-feira 2/3/2010, em Le-Puy-en Velay, na sua
visita à Catedral de Compostela, o Presidente Sarkozy falou da sua
alegria ante a "majestade sorridente" e a beleza dos lugares marcados
pela herança cristã de séculos de história aonde também se aprecia "um
formidável caminho espiritual para o Céu".

Fala do Catolicismo.

O presidente francês deixou claro que cada uma das cidades da França
"não seria hoje o que são aos olhos dos franceses e aos olhos do resto
do mundo sem suas catedrais ao redor das quais convergem sempre fiéis
e turistas". E disse que "esta herança nos obriga. Esta herança é uma
oportunidade, mas acima de tudo um dever. Estamos obrigados por esta
herança. Obriga-nos porque não somente devemos transmiti-la às
gerações que nos sucederão mas devemos assumir esta herança sem
complexos e sem falso pudor".



E o presidente afirmou que proteger o patrimônio cristão da França,"é
resistir, à ditadura do presente, à ditadura do imediato e, diria, à
ditadura do intercambiável onde tudo vale o mesmo e nada é mais
valioso".



E anunciou que, por isso, "a partir deste ano terão início outros
projetos, como o da abadia de Clairvaux (Claraval), outro lugar
excepcional e testemunho vivo da contribuição da Cristandade à nossa
civilização. Ao dizer isto não faço mais que recordar uma evidência: o
aporte da cristandade à nossa civilização". E deixou claro que
"sempre é perigoso amputar a memória".



"Se renunciarmos a transmitir a herança, se existir a tentação de não
transmitir nada, não nos lamentemos pelos resultados, mas se a ambição
é transmitir muito, o resultado nos surpreenderá".



O presidente da França ressaltou logo que "a Cristandade nos deixou
uma magnífica herança de civilização e de cultura: aos presidentes de
uma república laica. Posso dizer isto, porque é a verdade. Não faço
proselitismo, mas simplesmente observo a história do nosso país".



Assim o Presidente francês resgata a verdadeira honra da França ao
reconhecer que sem a Igreja Católica esta grande nação não seria o que
é hoje.


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terça-feira, 15 de março de 2011

Para aprender a conversar com o Senhor.

PERGUNTE E RESPONDEREMOS 555/Setembro 2008

Santos e Místicos

Gabrielle Bossis, uma grande mística do séc. XX

"ELE E EU - VIVER COM DEUS"

Sem nenhum estardalhaço publicitário como fazem as grandes editoras por ocasião
de seus "bestsellers", tantas vezes medíocres, a Editora Quadrante publicou ano passado um
pequeno livrinho Ele e Eu - Viver com Deus, de autoria de Gabrielle Bossis. Tal lançamento
não pode passar desapercebido do público católico, pois trata-se de uma pequena jóia da
espiritualidade, uma grande obra mística, que pode fazer muito bem às almas sedentas. De
fato, o livrinho lançado no Brasil é uma antologia, tendo sido a seleção dos textos feita por
Paulo Monteiro Ramalho.

O livro de 11 x 16,5 cm tem só 84 páginas. A edição completa em francês (Lui et
moi - entretiens spirituels, Beauchesne, Paris) compreende sete pequenos volumes (10,5 x
18 cm), totalizando 1.228 páginas. O 1º volume (1949) está na 60ª edição (1997).

Gabrielle Bossis (1874-1950) era até agora desconhecida no Brasil. Foi uma católica
francesa, natural de Nantes, onde sempre viveu, mais exatamente em Fresne sur Loire, a
cerca de 60 quilômetros daquela cidade. Leiga, permaneceu solteira, apesar de numerosos
pedidos de casamento. De família abastada, sempre teve um bom padrão de vida, vivendo de
rendimentos deixados pelos pais, o que lhe permitiu também muitas obras de caridade.

Sua família era muito religiosa e ela estudou num colégio de freiras. Era a mais
moça de quatro irmãos. Em 1898 perdeu o pai, passando a morar com a mãe e uma irmã,
igualmente solteira. Muito viva e expansiva, era extraordinariamente dotada para todas as
formas de arte: pintura, música escultura, canto, trabalhos manuais, dança.

Gostava dos esportes da época: bicicleta e equitação. Não era de uma beleza clássica,
mas tinha muito charme, sendo inteligente, dinâmica e alegre. Conciliava seus sentimentos
religiosos com uma vida social um pouco refinada.

Em 1908 morreu sua mãe e em 1912 faleceu a irmã. Passou a morar sozinha.
Trabalhou num atelier de decorações litúrgicas para as Missões, que ela ajuda com
importantes contribuições. Ensinou regularmente catecismo e participou em outras atividades
paroquiais. Obteve o diploma de enfermeira, que exerceu durante a Primeira Guerra Mundial.

Em 1923 Gabrielle está com quase 50 anos. Eis que o pároco de Fresne, que a
conhecia desde a adolescência e tinha seguido seu crescimento espiritual, lhe pede que
escreva uma peça teatral para os jovens. É um tipo de apostolado meio desconhecido no
Brasil, mas muito difundido na época na França: peças teatrais edificantes, em nível paroquial.
Ela escreve uma peça em que ela própria vai atuar, cantando e dançando com vários jovens
paroquianos, atores improvisados. A representação conquista o público e o pároco organiza
diversas outras representações e empresta a "troupe" o outras paróquias, tendo sempre um
grande sucesso. Começa a missão de Gabrielle de escritora e atriz. De 1923 a 1936 vai compor

16 comédias em três atos e 14 "saynètes" ou balets. Todas têm um sentido moral e reflexões
espirituais, sendo apresentadas em teatros paroquiais e de movimentos religiosos.

Ela sempre atua nos espetáculos. Vai ficando famosa e viaja com seu grupo amador
por toda a França, até 1948, quando pela idade e por seu estado de saúde tem que parar. As
peças teatrais são editadas e os livros tornam-se um grande sucesso de venda, recebendo
vários prêmios. Os constantes deslocamentos a obrigavam muitas vezes a dormir nos
trens ou num banco nas estações ferroviárias, tinha que renunciar ao sono e a refeições
regulares, suportar o calor tórrido e o frio glacial. Tudo visava o apostolado. As despesas
eram todas pagas com seu bolso. E sabia conciliar o intenso trabalho com uma vida de
oração constante. Em 1936, após 13 anos de apostolado em cena, com 62 anos de idade,
Gabrielle aceita um convite para apresentações no Canadá. Até então ela não tinha nenhum
diário, era muito impetuosa e dinâmica para se observar e se descrever. Eis que na viagem
de ida num grande transatlântico, começa a escrever um diário da viagem. É aí que irrompe
com muita naturalidade uma Voz sobrenatural em sua vida. Ela se põe à escuta da Voz e
começa o diálogo, que coloca no papel. "Ele e eu". É o diálogo de Jesus com Gabrielle. Certas
descobertas recentes parecem revelar que estes diálogos com a Voz divina são de fato
anteriores a 1936, mas neste ano é que os diálogos se acentuaram e passaram a ser habituais.
Neste momento é que seus escritos se transformam em mensagens, em autêntica missão:

"Eu não te peço se não isso: "escrever". Não é muito difícil?

Eu estou contigo. Seja Minha fiel. Eu sou teu Fiel".

"Quanta doçura nos primeiros diálogos transcritos por Gabrielle", diz Lúcia
Barocchi, biógrafa de Gabrielle Bossis. "É a época em que quase que o Senhor a "corteja", em
que quer conquistar todo lugar no seu coração para ligá-la a Ele. Ternamente responde às suas
perguntas, participa de seus problemas, entra quase que na ponta dos pés nas situações
humanas mais humildes. É comovedor perceber esta divina sensibilidade no timbre cheio de
benevolência e delicado, que Gabrielle registra". Depois a pressão torna-se cada vez maior,
mais exigente, busca conduzi-la para uma vida sempre mais profunda, ávida de união eterna.
De página em página o Interlocutor invisível dispensa uma delicada lição de Amor que orienta
Gabrielle no caminho das virtudes fundamentais e a encoraja a tentar os esforços decisivos
para seu crescimento interior. O Senhor que a deseja longe do mundo e das
distrações "mundanas", a lança contudo no mundo do apostolado teatral, em que sua atenção
era toda para Ele, para que ela lhe traga almas. Ele a exorta sempre à vida de oração - e
mesmo no turbilhão de sua vida com muitas viagens ela será fiel à via-sacra cada manhã, uma
hora de adoração, a Hora santa nas quintas-feiras, visitas repetidas ao Santíssimo
Sacramento, o Angelus e o Rosário, a missa diária, o que a obriga por vezes a grandes
sacrifícios (estando na Córsega, teve um domingo que caminhar sete quilômetros a pé para
poder ir à missa):

"... Eu oferecia os perfumes intensos desta terra Córsega à Santíssima Virgem, e como
não sentisse a fadiga da subida contínua, Ele me disse: Vês que tudo é fácil no Amor. E eu
sentia Sua Presença à minha esquerda."

A Voz divina exorta igualmente Gabrielle à mortificação do espírito e da

carne, "cilícios" em todos os sentidos.

O diário vai sempre prosseguindo. Ela não fala quase dos acontecimentos de sua
vida, ignorando acontecimentos que se passam em volta, como a Segunda Guerra Mundial,
registra quase que apenas diálogos espirituais. Muita coisa escreve de joelhos durante a Hora
Santa semanal na igreja paroquial. A salvação das almas, a paixão pelos pecadores, a vida
sacramental, a caridade, tudo está lá na lição deste Mestre que ensina o amor e pede o amor.
Ele a todo momento manifesta sua ternura. Há páginas de muita profundidade e simplicidade.
Há algo com Santa Teresa do Menino Jesus - nascida um ano antes dela - e seu caminho da
infância espiritual.

Mas será mesmo Cristo que fala a Gabrielle? Ela mesma tem momentos de dúvida,
considerando sua indignidade. Mas a própria Voz vence suas dúvidas:

"O pensamento de tua indignidade te faz duvidar que seja Eu que te fala? Não teme, se
verá bem que não é por causa de teus méritos que Eu te falo, mas pela necessidade de Minha
misericórdia.

Duvidas que seja Eu? Faz como se fosse verdade... Que é que escreverias se eu não te
ditasse?"

Patrick de Laubier, professor da Universidade de Genebra, membro leigo do Pontifício
Conselho Justiça e Paz (nos últimos anos foi ordenado sacerdote), autor de várias obras, entre
as quais "Jesus, mon Frère", ensaio sobre as conversas espirituais de Gabrielle Bossis, observa
que ela, sem formação teológica particular, teria sido incapaz por si mesma de tratar, como
trata, de pontos de ordem espiritual e teológica particularmente importantes, recebendo
uma notável iluminação. "Como escrever mil e cento e quatro páginas de conversações sobre
tantos assuntos sem cometer nenhum erro teológico, com uma felicidade de expressão e uma
profundidade espiritual tão original, sem o atribuir Àquele que lhe fala? Se notará, aliás, a
dificuldade para Gabrielle Bossis de crer em sua missão e de medir a extraordinária vocação à
qual foi chamada". Laubier vê no diário de Gabrielle Bossis como mensagem particularmente
importante o Amor universal de Cristo e diz que a particularidade mais revolucionária de Ele
e Eu reside na constante tensão "missionária" de Cristo, que quer quase "ultrapassar" o limite
para se unir a nós, para nos converter. Gabrielle não é tanto aquela que recebe, mas a que
retransmite as mensagem ardentes que Cristo lança a cada um de nós.

De fato, as mensagens de Cristo não são dirigidas unicamente a Gabrielle e ele a partir
de 24 de outubro de 1944 começa a pedir a publicação delas em livro. Gabrielle concorda,
desde que seu nome não aparecesse. Um papel importante na publicação da obra terá o
Pe. Alphonse de Parvillez, SJ (1881 -1970), autor espiritual conceituado, colaborador da
revista "Études", conhecido por sua ligação com o grande escritor Daniel-Rops (colaborou
para a sua volta à Igreja e o orientou para a História da Igreja). Ele é amigo de Gabrielle desde
1929 e fica encarregado de encontrar um editor. Os tempos difíceis da guerra impedem
isso. Só em 1948 o Pe. de Parvillez vai encontrar a editora, a conhecida Beauchesne. Nesse
ínterim, o próprio bispo de Nantes, Mons. Villepelet, mostra interesse e mesmo impaciência
pela publicação. Quando ela recebe as provas do livro, o Interlocutor divino abre-se numa
comovedora efusão, "uma das mais belas páginas do diário" para Lúcia Barocchi:"Sim, fica

muito alegre e reza para que cada uma destas linhas tenha sua ressonância de passos nas
almas. Oh, Minha Filha, podes saber o caminho que terá este livrinho? Pede-me para ir aos
mais miseráveis, estes paralíticos espirituais, estes desolados sem esperança, estes mudos
diante de Deus, estes possuídos do desejo de dinheiro. Pede que Eu passe por intermédio
deste livrinho como Eu passava outrora, curando, atraindo a Mim.. (...) Ah! Que venham se
alimentar nele e respirar mais forte!".

A obra sai em julho de 1949 com prefácio do bispo Mons. Villepelet, apresentação
do Pe. Jules Lebreton, SJ, antigo decano da Faculdade de Teologia do Instituto Católico de
Paris e introdução do Pe. de Parvillez, SJ. Nenhum dos três se pronuncia sobre a origem divina
das locuções, mas garantem a perfeita ortodoxia e utilidade dos textos. O Pe. Lebreton nota
que Gabrielle, tendo se perguntado se as palavras que anotava vinham do Senhor ou dela
mesma, Cristo lhe responde: "Mas mesmo que estas palavras saíssem de teu natural humano,
não sou eu que criou este natural? Não deves tu tudo tornar a levar a mim? De mim, a raiz
de teu ser. Minha pobre filhinha". E o Pe. Lebreton acrescenta: "A dúvida era legítima; mas a
resposta foi boa. É preciso acrescentar que Deus, que criou a alma, a santifica e a move por
sua graça. Mais a vida espiritual se desenvolve, mais esta ação é poderosa, mais também ela é
manifesta. O termo ao qual aspira o cristão que quer ser inteiramente fiel à graça, é descrito
em toda verdade por São Paulo: "Não sou eu mais que vivo, é Cristo que vive em mim". O Pe.
de Parvillez explica por sua vez a natureza da obra: "São "palavras interiores", percebidas por
uma alma como vindas de Cristo, e notadas por ela logo. Nada de aparições, nem de audição
externa; tudo se passa além do mundo dos sentidos, numa região mais profunda".

Enfim, o livro alcança bastante sucesso e Gabrielle começa - ainda convalescendo
de uma cirurgia para a retirada de um tumor no seio - a preparar logo um volume II com o
material de seus cadernos. Ela está com 76 anos.

Sente-se fatigada. Em março de 1950 os médicos descobrem que o tumor atingiu
os pulmões. Gabrielle Bossis morre, depois de muitos sofrimentos, mas de forma muito
consciente, num dia significativo: na noite da festa de "Corpus Christi, 9 de junho. É sepultada
com o hábito de terciária franciscana, num túmulo por ela escolhido anos antes e no qual
mandara gravar a seguinte inscrição: "Oh, Cristo, meu irmão \ trabalhar junto de Ti \ sofrer
contigo \morrer contigo \ sobreviver em Ti".

O II volume de "Ele e Eu” sairá em dezembro de 1950, com um belo prefácio de Daniel
Rops (que consta da antologia publicada agora em português pela Quadrante). Os volumes III
a VII foram saindo gradualmente, até 1953, organizados pelo Pe. de Parvillez, a partir dos dez
cadernos deixados por Gabrielle. O vol. VI é precedido de uma biografia de Gabrielle por sua
amiga, a sra. Pierre de Bouchaud.

De 1953 para cá a obra de Gabrielle Bossis tem feito seu caminho, embora sem muito
estrondo. A autora vai se tornando conhecida. O conceituado "Dictionnaire de Spiritualité"
a menciona no verbete "Palavras interiores" ("Paroles intérieures"), de André Derville, que
lembra outras místicas do séc. XX e a compara a Santa Brígida da Suécia, Santa Gertrudes
Magna, Santa Catarina de Sena, Santa Margarida Maria Alocoque, Marina de Escobar,

Maria di Agreda. Em 1999 Patrick de Laubier publica seu ensaio teológico, que

acima mencionamos, "Jesus mon frère", e em 2005 sai na Itália uma biografia mais completa
de Gabrielle, "Luit e Gabrielle Bossis", de Lúcia Barocchi, figura conhecida do laicato
italiano (o cardeal Camillo Ruini escreve o prefácio do livro). Está agora surgindo na França
uma "Associação Gabrielle Bossis", montando um site (www.gabriellebossis.fr) em que se pede
orações pela beatificação de Gabrielle. Que a obra da Quadrante tenha o sucesso que merece
e que um dia possa ser publicado na íntegra em português o livro de Gabrielle Bossis.

Para concluir, percorramos alguns dos textos de "Ele e Eu - Viver com Deus"
(Quadrante):

20 de janeiro de 1939. Soissons. "Difunde a alegria por onde quer que passes". Na
minha solidão, pensava comigo mesma: "Ah, se Ele estivesse comigo neste vagão". Ele: "Tu
não me vês, mas estou aqui. Sempre estou contigo" (p. 14).

13 de janeiro de 1939. "Aumenta, aumenta a intensidade dos teus sentimentos de Fé,
de Esperança e de Caridade! Pensas que, se me pedisses com freqüência que te faça santa, Eu
poderia deixar de atender-te? Exercita-te na esperança e na reparação, pois não há arte que se
possa adquirir sem exercício" (p. 16).

19 de dezembro de 1936. "Há momentos em que duvidas de que seja Eu quem te fala,
tão simples e tuas próprias te parecem as minhas palavras. Mas por acaso não somos tu e Eu
uma e a mesma coisa?" (p. 17).

Argel, 23 de abril de 1937. "Não te canses de Mim. Eu não me canso de ti" (p. 20).

1937. Admirava-me de que Ele me tivesse cumulado de tantos bens durante toda a
minha vida, ao passo que a outras... Enfim disse-me com suma delicadeza: "Perdoas-me por
ter-te amado tanto?" (p. 21).

1938. "Diz-me bom-dia a cada amanhecer, logo que acordares. Como se estivesses
entrando no céu" (p. 26).

21 de maio de 1938. Nantes, de volta a casa. "Que se possa julgar a tua alma pela
ordem da tua casa" (p. 36).

1937. "Quando recebes com um sorriso as pequenas contrariedades da vida diária,
curas as minhas chagas" (p. 41).

12 de maio de 1937. "Eu ando à procura de sofrimentos que se queiram unir aos
meus" (p. 42).

1938. Eu pensava na morte e me perguntava: "Que farei [nessa hora]? Serei capaz, ao
menos, de dizer bom dia ao meu Deus? Ele, com vivacidade: "Serei Eu quem te desejará bom-
dia" (p. 45).

1e de abril de 1938. No metrô: "Fala comigo, fala comigo!" (p. 51).

25 de maio de 1937. Renne, no trem: "Por que haverias de viver na solidão, se Eu
quero que vivas em público? E depois, com muito carinho: "Minha filhinha tão amada leva-

me, leva-me aos outros. Sobrenaturaliza" (p. 52).

1938. "Com os outros, podes falar pensando em outra coisa, mas comigo, não!" (p.
55).1940. Na bela igreja do século XIII. "Evita pensar que Eu exijo que as almas sejam perfeitas
para recebê-las no meu Coração. Dai-vos a mim com todas as vossas misérias e negligências e
com as vossas faltas de cada momento. Reconhecei-as aos meus pés e pedi perdão por elas, e
estai seguros de serdes os filhos queridos do meu Amor" (p. 60).

19 de abril de 1940. "A Eucaristia é o presente do céu; nada tem valor neste mundo
fora dela" (p. 65).

D. José Palmeiro Mendes, OS



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terça-feira, 8 de março de 2011

Para pensar

"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.



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Dia internacional das mulheres


Dia internacional da mulher.
A mulher que eu tenho por modelo, não é a mulher libertaria, mas é a mulher da Fé. A mãe de Jesus Cristo, mulher judia e mãe do cristianismo, por isso considerada mãe da Igreja fundada por ELE. A Igreja tem por mãe uma mulher judia. Nunca esqueça. E Essa MULHER DEU A LUZ AO MUNDO.
Mas a cada dia que passo eu me entristeço com as mulheres de minha geração. Elas eram as primeiras em rebeldia. Hoje velhas, sozinhas, sem filhos que lhes respeitem ou netos, pois suas filhas não quiseram gerar filhos, e há mesmo as que, odeiam os homens, a começar por seus pais.
Encontrei um padre que chegava da Polônia e ele me contou os programas de fertilidade daquele país, que já vê um índice alarmante de queda da fertilidade com decréscimo de sua população. Somem a isso os da Itália, França, Canadá e Uruguai, que são os que eu já ouvi falar... E nós no Brasil assassinamos pelo aborto milhares de crianças. É o mundo que estamos vivendo.
Mas eu amo as mulheres, a começar por minha mãe, e quero lhes prestar uma homenagem diferente. Fiz uma conta.
Pensei, meu pai e minha mãe tiveram pais e mães, e eles meus avos tiveram pais e mães, e assim por diante. Então eu peguei o texto bíblico que ao discorrer sobre a ascendência de Cristo, fala em 14 gerações. Então vejam: eu, minha mãe e meu pai, meus avos, bisavós etc. até a décima quarta geração somam trinta e duas mil setecentas e sessenta e seis pessoas. Divididas por dois encontrarei o número de homens e mulheres, que viveram, amaram, lutaram, adoeceram e tiveram pelo menos um filho ou filha para que eu pudesse estar aqui no Planeta. Portanto dezesseis mil trezentas e oitenta e três mulheres deram suas vidas para que esse inútil (wallacereq) estivesse aqui escrevendo esse texto.
Como então não amá-las? Esse número somente em 14 gerações. Portanto a maternidade é a chave da vida, e a maternidade, ainda é dos dons femininos o mais precioso e caro para a manutenção da vida. Somente superada em dignidade por aquelas mulheres que ofertam esse precioso dom, em troca do serviço religioso a Deus. Assim quero crer.
Então o que eu amo na mulher? Eu amo na mulher a MATERNIDADE, sem a qual nós não estaríamos aqui. Exagero? Creio que não.
Mas me dei ao trabalho de calcular, apenas para mostrar que não sabemos nada do passado. Você sabe? Então me diga o nome dos casais da décima geração da sua ascendência, por exemplo. Fale-me algo, sobre a vida deles... viu?
Pois é. Eu amo as mulheres (principalmente as santas) e a sua maternidade, potencial ou real, desde o inicio da criação. Fecundas, amantes de seus filhos, são como estrelas a iluminar a minha sofrida e incompreendida vida.
Uma homenagem especial à mãe de nosso filho...Mulher “judia”,...em todos os sentidos.
wallacereq@gmail.com



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quarta-feira, 2 de março de 2011

Requião no Senado.

Requião leva experiência paranaense para Comissão de Educação

O senador Roberto Requião foi eleito, nesta quarta-feira, 23, presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal. Em sua fala de posse, Requião disse que vai trazer para a CE a experiência vitoriosa do Paraná no setor educacional, que recebeu a avaliação máxima do Ministério da Educação, durante o seu governo.
Como primeira iniciativa, Requião propôs, e a Comissão aprovou, convite ao ministro ao ministro Paulo Haddad, do MEC, para que participe da próxima da CE, dia 15 de março, a fim de debater com os senadores o trabalho do Ministério. Em poucos minutos, Haddad respondeu positivamente ao convite. Requião disse que, como governador do Paraná (2003-2010) manteve um ótimo relacionamento com o MEC e afirmou que a Comissão deverá manter um contato permanente e ativo com o Ministério.



Wallacereq@gmail.com

Requião no Senado.

Requião leva experiência paranaense para Comissão de Educação

O senador Roberto Requião foi eleito, nesta quarta-feira, 23, presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal. Em sua fala de posse, Requião disse que vai trazer para a CE a experiência vitoriosa do Paraná no setor educacional, que recebeu a avaliação máxima do Ministério da Educação, durante o seu governo.
Como primeira iniciativa, Requião propôs, e a Comissão aprovou, convite ao ministro ao ministro Paulo Haddad, do MEC, para que participe da próxima da CE, dia 15 de março, a fim de debater com os senadores o trabalho do Ministério. Em poucos minutos, Haddad respondeu positivamente ao convite. Requião disse que, como governador do Paraná (2003-2010) manteve um ótimo relacionamento com o MEC e afirmou que a Comissão deverá manter um contato permanente e ativo com o Ministério.




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Homme de Terrain

Considérant l'importance de la campagne.
Homme de terrain.

Mon fils ou être un agriculteur. Une volonté rare aujourd'hui.
Il s'avère que mon fils est né dans la ville et a eu une vie sur le terrain que nous avions moi et mes frères. Il n'a tout simplement pas savoir ce qu'est une exploitation agricole, leurs joies et leur sueur, leurs avantages et leurs inconvénients. C'est pourquoi une telle étrange vocation.
Il semble que les gens tous les jours peu de gens veulent vivre la vie à la campagne. Migrent chaque année par milliers dans les villes. Pourquoi?
Sans plus d'étudier la question et un peu mon histoire personnelle, joindre un peu de causes.
La responsabilité première pour le phénomène migratoire des années 50 ici, les militaires. Ces jeunes gens se retiraient de la campagne vers les villes et leur a offert un environnement qui les convainc de ne pas retourner à l'endroit d'origine.
Deuxièmement les enseignants et le système éducatif national qui diffusent une idéologie, un ensemble de valeurs qu'ils voient dans l'homme et du citoyen urbain "université" objectif et un miroir, presque un synonyme de progrès individuel et l'amélioration financière.
Troisièmement phénomène contribue à l'économie ces dernières années et le type d'industrialisation et de services adaptés à la nécessité pour l'exportation ainsi que le domaine de la mécanisation et la monoculture qui expulsent les travailleurs ruraux. Resultado, migração. Résultat, la migration.
Quatrièmement, la cupidité des propriétaires fonciers, les systèmes bancaires et de l'assistance déloyale de la part des gouvernements de rendre la vie très difficile pour les petites propriétés. Enfin, nous avons les moyens de communication, en particulier dans les deux dernières décennies, la vente de la ville, sa «morale», ses fantasmes, son confort, sa multiplicité professionnels montrant une classe sociale idéalisée et irréelle la vie économique.
D'autre part, ces mêmes médias omettent considérant l'importance du champ, ou délibérément se moquer de lui détruire les valeurs paysannes.
Mais rappelez-vous, tout le monde mange. Et personne ne veut planter, entretenir le bétail et l'élevage, le stockage, l'irrigation des terres ... enfin en prenant soin de la terre ... qui est beaucoup plus que de préserver intact .
Tout le monde voit le problème commence à enfler, le gonflement des villes, l'évitement du champ et une diminution de la nourriture dans le phénomène presque universel.
Brasiliens Nous ne peux m'empêcher de voir que nous avons le meilleur espace hydro-agricoles et d'élevage du monde. Ceci est notre vraie richesse. Dans un avenir noir hommes ne boivent pas d'essence, ou de manger de dollars ou de roubles, ou en yens, mais bien la qualité du papier-monnaie. Ne sont pas non digérés dans les ordinateurs, les automobiles, à l'hôpital de sérum ou de vitamines synthétiques et des canons. La poudre a un goût horrible.
Tout indique que nous avons encore besoin de temps et aura besoin d'un bon plat de nourriture. Qui aura le plus besoin de la richesse.

Aménager, réaménager et de Parana au Brésil, les gens aiment la campagne, à la dignité du métier d'agriculteur et le paysan, le créateur de la vie et la santé, est un test d'intelligence et de vision de l'avenir, il est presque une sauvegarde du Brésil et peut-être le monde entier .


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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

70 anos em cinco de Março

O Senador Requião fara setenta anos nesse cinco de Março


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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Saúde





Quem tem uma escada trepa todos os dias.
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Reforma Politica

Reforma política precisa melhorar qualidade do Congresso, diz Requião

Membro da Comissão que vai elaborar o Anteprojeto de Reforma Política, o senador Roberto Requião advertiu, na última sexta-feira, 18, que as mudanças a serem propostas devem favorecer a elevação da qualidade do Parlamento e não contribuir com a sua desideologização, como seria o caso se adotado o voto distrital.
Leia Mais




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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Requião toma posse na Comissão de Reforma Política

O senador Roberto Requião participou, nesta terça-feira, 22, da instalação da Comissão de Reforma Política do Senado Federal. Requião é um dos 15 parlamentares indicados pelo presidente do Senado José Sarney para fazer parte da comissão. A recomendação de Sarney é que o colegiado entregue a primeira proposta de reforma em 45 dias. A comissão vai ser presidida pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ).


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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Só para você não esquecer.








Policia Militar do Paraná, governo Requião.


Foto de baixo tirada do "O Paraná" terça feira 7 de Dezembro de 2004
Só nos dois primeiros anos foram 1200 veículos para a segurança pública. Reparem no fundo o esqueleto abandonado do Forum ( 20 anos abandonado) que hoje é o Pálacio das Araucarias, outra obra do governo Requião.

Durante os quase oito anos de seus dois últimos mandatos, Requião comprou algo em torno de seis mil veiculos. Onibus escolares, rádio patrulhas para policia civil e militar, ambulâncias, onibus para os consórcios de saúde, caminhões de bombeiros, veículos especializados, etc. Tudo isso esta rodando. Em oito anos não houve atraso de salário, nem greves por salário. Isto sem arroxar impostos, ou colocar a fiscalização em cima dos que trabalham. Pelo contrario dando isenções e incentivo, trocando impostos por vagas de trabalho, pois afinal o Estado é regulador e subsidiário ao que é comum do povo. Vejam que não estão contados o financiamento de 4000 ( quatro mil tratores). Nem os barcos, ou aviões.


Hoje abro os jornais e vejo>( estamos em 21 de Fevereiro de 2011) o estado detecta sonegação, não há dinheiro, colocaremos a fiscalização na rua. Governo vai buscar financiamentos internacionais. Sabem brasileiros, estão construindo já o discurso para a privatização de serviços, e transferindo a ganância politica para o povo. O Povo paga. Eles não sabem trabalhar com o que têm em Caixa, nem encontraram dinheiro sobrando para pagar os tais aluguéis de automóveis que existiam antes, deixados por eles mesmos. É foda. Estamos falando do Governo do Paraná.





domingo, 20 de fevereiro de 2011

Para estramgeiro ver

Aqui também faz frio!








Paraná Sul do Brasil. Aqui vivemos, aqui amamos.







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Meu pai dizia...

Meu pai dizia: Toda mulher é um problema, e um problema a gente encara de frente.

É ótimo! Meu pai era mesmo um barato.


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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Privatização da Celepar.

Vocês devem lembrar que uma das lutas do Governo Requião foi acabar com contratos privados milionários na área de iformatica. Uma economia de milhões para os cofres públicos. Depois o uso do softer livre, com mais economia nesse setor estratégico para a economia e transparencia do poder publico. Mas o povo foi iludido e devolveu o poder ao grupo que reassumiu ( pois já esteve no governo) para privatizar o Paraná.

Alguèm me pede para publicar esse abaixo assinado e eu o faço:

A CELEPAR é hoje referência nacional quando se fala em tecnologia da informação, é responsável por cerca de 3,15 milhões de eventos diários e se ela parasse por um dia, o restante do estado também pararia. Podemos constatar isso com o DETRAN-PR, que utiliza sistemas desenvolvidos pela Celepar, e que chamaram a atenção de outros governos, como o do ES, por sua funcionalidade, além da emissão de documentos tanto do DETRAN como também da SESP. Com a troca de governo e da presidência da Entidade, o que se viu foi o interesse claro em terceirizar os serviços prestados pela empresa e, consequentemente, na sua privatização, e que caso venha a ocorrer será um golpe para os bons serviços prestados à população de nosso estado e aos cofres públicos, que serão onerados por serviços que atualmente são executados magistralmente, e de forma barata, pois não visam atender aos interesses de poucos. Se você também não concorda com isso, participe deixando sua assinatura!

abaixoassinado.org.com



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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Combate público.

O mosquitinho e o gigante.
Cidades medievais. Perto da pocilga um mosquito sujava as patinhas sobre um monte de imundícias humanas. Perto dali, na praça central o gigante contava as suas aventura. Com que bravura vencera os dragões. Com que esperteza enganara os druidas. Com que coragem combatera e vencera os mais valentes. Homens mulheres e crianças (também os cachorros) o escutavam com atenção. No entorno, nos demais quadrantes da cidade reinava o silêncio posto que ficasse deserta. Todos foram à praça.
Aproveitando o silencio o mosquitinho movia suas asas com a maior velocidade possível, fazendo o zoom mais alto que já fizera na vida. Ele como todo ser vivo procurava alguma notoriedade. Ninguém o percebia, no entanto, nem os porcos.
Parou e pensou. Que coisa, como aquele gigante, com suas armadoras, suas armas reluzentes pode prender assim e iludir de uma só vez todas as gentes? Vou atacá-lo.
Bzzzzzz, zzuuuuuu por entre o povo sem míngüem a percebê-lo.
Atacou certeiro, atingiu a testa do gigante. O home dos músculos de aço deu uma tapa em sua própria testa interrompendo suas vaidosas narrativas. Outro ataque, desta vez bem dentro da orelha, e o monstro humano jogou o elmo longe, abanando-se todo. Mais um ataque no ombro, por debaixo da chapa metálica do peitoral, e mais um e mais outro. O Guerreiro saiu em corrida em direção ao cocho dos cavalos em busca de água. Foi quando o garotinho gritou: É um mosquito. Um mosquito gritou outro. Mosquito sussurrou um terceiro, Mosquito disse a mulher, murmúrio total. Um pequeno e inofensivo mosquitinho que partira da imundícia humana havia desequilibrado o arrogante guerreiro do seu pedestal.
Não se sabe ao certo se o gigante conseguiu esmagar o mosquito, ou se os fãs do herói o perseguiram. Não se sabe se o gigante teve que despir-se em plena praça publica e mostrar a sua nudez e se isso lhe devolveu a humildade. Não se sabe o verdadeiro fim da história.
Só se sabe que o mosquitinho, saiu da imundice humana, para ser o protagonista da história. Do anonimato para a notoriedade.
Atacar os grandes é a única chance que têm os mosquitos.
Mas com toda essa vitória, o mosquitinho não passou de um inseto, e se sobreviveu, voltou à imundice humana. Por que a natureza de cada um o impele a ser o que a sua natureza determina.
BBBBBZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
Quem tem bom entendimento, entenda.



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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O Exercito na Amazônia.

A FORÇA DOS MILITARES NA AMAZÔNIA
Uma visão isenta da ação dos militares na Amazônia.
DRAUZIO VARELLA

Perfilados, os soldados aguardaram em posição de sentido, sob o sol do meio-dia. Eram homens de estatura mediana, pele bronzeada, olhos amendoados, maçãs do rosto salientes e cabelo espetado.O observador desavisado que lhes analisasse os traços julgaria estar na Ásia.No microfone, a palavra de ordem do capitão: 'Soldado Souza, etnia pardl'.
Um rapaz da primeira fila deu um passo adiante, resoluto, com o fuzil no ombro, e iniciou a oração do guerreiro da selva, no idioma natal. No fim, o grito de guerra dos pelotões da fronteira: "SELVA !!!"

O segundo a repetir o texto foi um soldado da etnia desana, seguido de um baniua, um curipaco, um cubeu, um ianomâmi, um tariano e um hupda.

Todos repetiram o ritual do passo à frente e da oração nas línguas de seus povos; em comum, apenas o grito final: "SELVA !!!"

Depois, o pelotão inteiro cantou o hino nacional em português, a plenos pulmões.

Ouvir aquela diversidade de indígenas, característica das 22 etnias que habitam o extremo noroeste da Amazônia brasileira há 2.000 anos, cantando nosso hino no meio da floresta, trouxe à flor da pele sentimentos de brasilidade que eu julgava esquecidos.

Para chegar à Cabeça do Cachorro é preciso ir a Manaus, viajar 1.146 quilômetros Rio Negro acima, até avistar São Gabriel da Cachoeira, a maior cidade indígena do país.

De lá, até as fronteiras com a Colômbia e a Venezuela, pelos rios Uaupés, Tiquié, Içana, Cauaburi e uma infinidade de rios menores, só Deus sabe.

A duração da viagem depende das chuvas, das corredeiras e da época do ano, porque na bacia do Rio Negro o nível das águas pode subir mais de dez metros entre a vazante e o pico da cheia.

É um Brasil perdido no meio das florestas mais preservadas da Amazônia. Não fosse a presença militar, seria uma região entregue à própria sorte. Ou, pior, à sorte alheia.

O Comando dos Pelotões de Fronteira está sediado em São Gabriel. De lá partem as provisões e o apoio logístico para as unidades construídas à beira dos principais rios fronteiriços: Pari-Cachoeira, Iauaretê, Querari, Tunuí-Cachoeira, São Joaquim, Maturacá e Cucuí.

Anteriormente formado por militares de outros estados, os pelotões hoje recrutam soldados nas comunidades das redondezas. Essa opção foi feita por razões profissionais: 'O soldado do sul pode ser mais preparado intelectualmente, mas na selva ninguém se iguala ao indígena'.

Na entrada dos quartéis, uma placa dá idéia do esforço para construí-los naquele ermo: 'Da primeira tábua ao último prego, todo material empregado nessas instalações foi transportado nas asas da FAB'.

Os pelotões atraíram as populações indígenas de cada rio à beira do qual foram instalados: por causa da escola para as crianças e porque em suas imediações circula o bem mais raro da região: salário.

Para os militares e suas famílias, os indígenas conseguem vender algum artesanato, trocar farinha e frutas por gêneros de primeira necessidade, produtos de higiene e peças de vestuário. No quartel existe possibilidade de acesso à assistência médica, ao dentista, à internet e aos aviões da FAB, em caso de acidente ou doença grave.

Cada pelotão é chefiado por um tenente com menos de 30 anos, obrigado a exercer o papel de comandante militar, prefeito, juiz de paz, delegado, gestor de assistência médico-odontológica,
administrador do programa de inclusão digital e o que mais for necessário assumir nas comunidades das imediações, esquecidas pelas autoridades federais, estaduais e municipais.

Tais serviços, de responsabilidade de ministérios e secretarias locais, são prestados pelas Forças Armadas sem qualquer dotação orçamentária suplementar.

Os quartéis são de um despojamento espartano. As dificuldades de abastecimento, os atrasos dos vôos causados por adversidades climáticas e avarias técnicas e o orçamento minguado das Forças Armadas tornam o dia-a-dia dos que vivem em pleno isolamento um ato de resistência permanente.

Esses militares anônimos, mal pagos, são os únicos responsáveis pela defesa dos limites de uma região conturbada pela proximidade das Farc e pelas rotas do narcotráfico. Não estivessem lá, quem estaria?
"SELVA !!!"Lema do soldado da Amazônia:
"Senhor, tu que ordenastes ao guerreiro de Selva, sobrepujai todos os vossos oponentes, dai-nos hoje da floresta, a sobriedade para resistir, a paciência para emboscar, a perseverança para sobreviver, a astúcia para dissimular, a fé para resistir e vencer, e daí-nos também senhor a esperança e a certeza do retorno, mas , se, defendendo essa brasileira Amazônia, tivermos que perecer, oh Deus, que façamos com dignidade e mereçamos a vitória, Selva!!!"


OS E-MAILS, SOBRE A NOSSA AMAZÔNIA COBIÇADA, DEVERIAM SER REPASSADOS POR TODOS E NÃO APENAS LIDOS E ARQUIVADOS OU DELETADOS.
CADA VEZ SE TORNA MAIS NECESSÁRIA A CONCIENTIZAÇÂO DOS BRASILEIROS PARA A DEFESA DA UNIDADE NACIONAL!

Colaboração de Carlos H. Bortoloto





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Correntes

Correntes são para serem rompidas ou para serem usadas?
Recebi uma corrente com o Pai Nosso, atribuída à Madre Terza de Calcutá. Repassei. Todavia quero alertar, que essas correntes armazenam uma rede de e mail por interesse, religião, preconceitos, etc.

No futuro os autores dessas correntes saberão a tua religião, suas posições políticas, seus níveis sociais, etc e tal. Tomem cuidado, as correntes produzem um fluxograma de suas amizades e contatos. Se o interesse for apenas comercial, mas no futuro próximo serão ideológicos e policialesco.




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Alerta GERAL

ESTE NÚMERO DE CELULAR CLONA O SEU NÚMERO

r e p a s s a n d o

NÃO ATENDA LIGAÇÃO DO CELULAR DE NÚMERO:
*(11)9965.0000*

NÚMERO DE CELULAR QUE CLONA O NÚMERO CHAMADO...

TODOS OS CELULARES QUE ESTÃO ATENDENDO, ESTÃO SENDO CLONADOS
PASSE PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS.

cASO PARA A POLICIA FEDERAL
.
*
*ESPALHEM!!!!!!!!
*
*NÃO CUSTA NADA REPASSAR AOS SEUS AMIGOS.




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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Raridade: Filme de Cristiano Requião de 1968

http://www.youtube.com/watch?v=jWmvKvBihdU&feature=player_embedded



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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Falem bem, falem mal, falem de mim.

Parece que o tema esta na ordem do dia. A leitora Solange Ramos nos enviou esse texto que publicamos abaixo. Leiam com atenção.

A novela Passione, que terminou, cumpriu, e superou em
muito a promessa da Rede Globo de ressaltar temas de importância
social. Em Passione, o autor teve o cuidado de transmitir importantes valores
familiares e sociais, chamando a atenção para problemas atuais do
Brasil. Entre as sutís mensagens transmitidas nessa espetacular obra
literária, temos que:

A familia rica, não importa o quanto seus membros sejam depravados,
vencerá todos os desafios.
Quem se cuida na gravidez morre.
A débil mental rica conquista o galã da novela e amor de sua vida.
A débil mental pobre conquista o pedófilo rico.
A Policia forja até enterro para obter provas.
O viciado em crack pobre, irmão de Caroline Dieckman na novela, sequer aparece.
O viciado em crack rico é reabilitado.
Quando um rico drogado esfaqueia o vigia de prédio não dá em nada.
Quando a pobre esfaqueia o milionário, ela vai presa.
Os ricos tomam café da manhã.
Os pobres tomam.
Italianos são só românticos e não trabalham, vivem de golpes ou lucros
milagrosos, chifram todo mundo e mentem pra conseguir tudo.
A Justiça não funciona, e condena inocentes por homicidio.
Advogados de ricos tiram qualquer um da cadeia. A Beth Gouveia podia
liberar o Gianecchini da cadeia caso ele lhe contasse alguns segredos.
Ninguém precisa trabalhar, todos podem ficar dentro de casa o dia todo
transando ou tramando golpes.
Se possível, namore a mãe e filha, lucre em dobro.
Todos os membros de uma familia devem transar com todos os outros.
Duas mulheres aceitam perfeitamente o casamento com um homem só, basta
que uma o tenha de segunda a quarta, e a outra de quinta a domingo.
Quem mata e rouba termina vivendo em um paraiso no Caribe.Na mesma
linha, já nos primeiros episódios, a Globo infiltrou um transformista
sexual na casa do Big Brother, sem avisar aos outros participantes de
que essa pessoa não é uma mulher, de modo a reforçar a luta contra a
homofobia. Pedro Bial, sempre sorridente, feliz e extremamente
simpático, curtirá bons momentos com a cara dos participantes, que não
sabem a trama que os espera.
No fim, vale a pena pois o prêmio de um milhão e meio de Reais
certamente indenizará a dignidade dos participantes. Não perca mais
esse trabalho social da Rede Globo, já na telinha da TV, todos os dias
após a nova novela das 9 onde a madrinha de casamento já está
cometendo adultério com o noivo da amiga como forma de promover a luta
social contra o adultério pré-nupcial.
Responsabilidade social, a gente vê por aqui!
Alguém espera mudar o que mesmo?


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sábado, 29 de janeiro de 2011

O FIM DO MUNDO em Paquetá.

O Fim do mundo em Paquetá.

Eu era um menininho, mas já sabia ler. Meu pai, médico formado em Belo Horizonte na turma de 34, tinha muitos amigos médicos espalhados pelo Brasil. Em virtude disso, fomos passar o Fim de Ano na ilha de Paquetá, litoral do Rio de Janeiro. As revistas estampavam em manchetes: “Zero Hora, o fim do mundo”. Não se falava em outra coisa. Ninguém dizia : Ano Novo, pois o Mundo iria acabar A revista Manchete e Fatos e Fotos estavam abertas sobre a mesa.
Quando veio a noite, meu pai, minha mãe e o casal de amigos e seus filhos fomos à praia esperar o FIM DO MUNDO. Tive medo e perguntei ao meu pai: Pai o mundo vai acabar? Ele me disse: Sim um dia o mundo acabara. O mundo, continuou, acabará para todos nós, já perdi muitos pacientes, seu avô e suas avós maternos já faleceram, e eu, e também você, vamos deixar esse mundo. Agora, se o mundo vai se acabar hoje à noite vamos esperar para ver, pois se ele vai acabar não há para onde correr, você não pode se esconder em baixo da cama, pois ela também vai acabar. E me colocando no colo continuou: O que importa meu filho é nossa consciência. Tenho visto muitas pessoas morrerem, algumas, na mais profunda paz, outras num desespero comovente e angustiante. Saiba, no entanto, que papai e mamãe te amam muito e é muito bom estar aqui com você, o FIM do Mundo deixemos para Deus, pois há coisas que o homem não pode solucionar, cabe a nós apenas confiar e fazer a vontade de Deus.
Amanhecemos na praia, escutando violão. E o mundo não acabou.
Na adolescência descobri que essas previsões de profetas pagãos, eram todas fundamentadas em São João, no Apocalipse, mesmo aquelas atribuídas às civilizações antigas, não escapavam da tradição de um Dilúvio Universal.
Hoje há quem defenda, por hipótese, que a vida, já se extinguiu umas seis vezes sobre o planeta. Depois eu descobri, que sempre que voltam ao assunto é para atacar a Igreja e obter um novo tipo de domínio.
Então eu me lembro de meu pai: Quando você sentir que foi decretada a tua morte, lembra de todos os que viveram em todos os tempos e já morreram e os que ficarão e também morrerão.
Confia tua alma a Deus, como confiou a tua Vida. Crê na Ressurreição e persevera.
Meu pai era oriundo de família Católica, filho de um sergipano de Laranjeiras, com ascendência, dizem alguns, judeu- portuguesa-ladina, e de uma filha de imigrantes (pai e mãe) austro-italiano (segundo meu falecido tio Péricles, que viveu e estudou na Europa o casal era austríaco -italiano), concebida na Itália e nascida em Porto de Cima, Paraná.
Num outro texto falarei de minha mãe e sua paz militar.
Ela era filha de uma família de imigrantes alemães e de um descendente de um seminarista baiano, de Cachoeirinha, com ascendência portuguesa. Os alemães Católicos tornaram-se Presbiterianos durante a Primeira Guerra Mundial. Minha mãe morreu católica, recebendo a comunhão e a Santa Extremo Unção.
E por que motivo estou contando isso. È que novamente se escandaliza o Mundo com seu Fim previsto para 2012. Terminará tudo em 2012.
Que finalidade tem a sazonalidade desses alardes? Eles servem para fomentar e fixar a revolução dos costumes. Trabalhados anos a fio os ataques contra a moral cristã, cria-se um estado de urgência, de fim iminente, e se força aos homens e mulheres a viverem em extremos a vida, posto que ela acabasse em Breve. Esta é uma face. A outra face, sempre num contesto Figura & Fundo, alerta-se aos, moralmente rijos, a necessidade de exortar aos demais viventes e pressioná-los a viverem os princípios cristãos rigidamente. Ora o efeito é a debandada do cristianismo para uma vida de licença e vicio imperante. Pois o cristianismo não é rijo, e a Moral cristã deve ser aderida por amor, e não por medo do FIM, e do julgamento. Fugindo dos grilhões morais, os homens em perspectiva de um FIM COLETIVO PROXIMO abandonam as leis, e perde o medo do castigo social, como prisões, divórcio honra nome a ser zelada, honestidade, verdade. Resta para esses hedonistas, viver os prazeres da vida sem lhes medir as conseqüências, pois o FIM estará próximo e iminente e será comum para todos.
Tudo falso. O fim, mesmo coletivamente, é individual. O Juízo é individual, e o amor de cada um a DEUS é que fará a diferença. Foi isso que quis contar no inicio desse texto, todos, todos nós experimentaremos o fim, e individualmente o FIM sempre esteve próximo. Mas o FIM é o Começo, nos ensina Jesus Cristo ao vencer a Morte e a morte é o Principio do NOVO MUNDO.
E o NOVO MUNDO começa na ressurreição da CARNE. Na restauração material da Vida

OBS: Segundo a Wikipédia: Michel de Nostredame nasceu no dia 14 de dezembro de 1503 (ou 21 de dezembro de 1503)[2] em Saint-Rémy-de-Provence, no sul da França. Seus pais eram Jaumet (ou Jacques) de Nostredame e Reynière (ou Renée) de Saint-Rémy. Filho mais velho do casal (eram 8 filhos), seu Nostredame vem de seu avô (judeu), que escolheu o nome de Pierre de Nostredame quando da sua conversão ao catolicismo. Reyniére era filha de René de Saint-Rémy (filho de Jean V de Saint-Rémy e Silete) e Béatrix Tourrel (filha de Jacques Tourrel). Já Jaumet era filho de Pierre de Nostredame, nascido Pierre de Vélorgues (filho de Amauton de Vélorgues) e Blanche de Sante-Marie (filha de Pierre de Sante-Marie e da senhora de Labia).
O nome Nostradamus parece ser a forma latina de Notre Dame, Nossa Senhora, e possivelmente a adoção do nome visava conquistar os católicos, foi escolhido artificialmente por seu avô. Muitos de seus livros foram falsificados, alguns duzentos anos após sua trágica morte, incluindo neles, fatos históricos como sendo profecias, que teriam sido feitas duzentos anos antes. O Objetivo dessas edições é mistificar, e dar veracidade ao velho farmacêutico.





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O Deus-diabo & o Diabo-deus.

Santa e pecadora.

Pode alguém ser santo e pecador ao mesmo e um só tempo? Não, não é possível. Pode-se ser pecador ontem, e santo amanhã, ou santo hoje e pecador amanhã, mas não ser a mesma coisa ao mesmo tempo. E a Igreja pode ser santa e pecadora? Não, não pode! Então por que os padres nas suas homilías se referem à Igreja como santa a pecadora? Bem não sou homem de ensinar padre a rezar missa, mas o Professor Plínio Correia de Oliveira, muitos anos atrás já chamava atenção para as conseqüências desse erro teológico introduzidos nela pelos seus inimigos. A igreja não é apenas a Assembléia dos cristãos como se diz hoje, ela é o corpo místico de Cristo, onde cada membro comunga o sangue e o corpo de Cristo, e o faz indignamente comungando a sua própria condenação se o faz em pecado mortal. Mortal, o que é isso. O pecado mortal, mata a graça pessoal, e separa em ato automático da Igreja Corpo Místico. Ora se você me entende, o pecado mortal, e mesmo os veniais, não podem habitar no corpo de Cristo, pois Cristo não é pecador nem o poderia ser. Assim quando pecamos nos separamos com nosso pecado da Igreja em ato continuo e automático. Assim o sacramento da reconciliação ou também chamado confissão nos reconcilia com o corpo místico de Cristo. Então, não é difícil conhecer que O CORPO MISTICO DE CRISTO QUE É A IGREJA é SANTO, e que o pecado de qualquer de seus membros o separa dela.
Donde podemos concluir, a Igreja é santa, os homens pecadores.
Quem tem entendimento para entender entenda, e perceba, desta frase ousada, “Igreja Santa e pecadora” quantos erros provocamos na sociedade. Hoje acreditamos que existem homens-mulheres; homens bom-maus; ou que existe o certo-erado e o errado-certo, etc. etc. etc.
Discutição para os doutos.




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sábado, 22 de janeiro de 2011

Alkoholkonsum in der Luftfahrt.

Alkoholkonsum in der Luftfahrt.
Die alternativen Kraftstoff hat eine Realität und ein Ziel seit Beginn der Luftfahrt verfolgt worden. Bereits im Jahr 1890 die Französisch Wissenschaftlich-technischen Lexikon Alkohol erscheint bereits als Kraftstoff für Verbrennungsmotoren. Während des Zweiten Weltkrieges finden nun reichlich Literatur über die Verwendung von Alkohol Brennstoff in der militärischen Luftfahrt.
Theresa di Marzo und Anesia Pinheiro Machado waren sicherlich die ersten Pilotinnen in Brasilien.
Anesia auf seinem historischen Flug an die Unabhängigkeit von Brasilien, im Jahre 1922 gehalten zu gedenken, zeigt uns, dass tatsächlich der Luftfahrt seit seiner Gründung verwendet wurde und einige alternative Kraftstoffe erforscht. Anesia mit seinem G 3 verwendet Rizinusöl (aus der Rizinusöl) als Brennstoff in seinen Dieselmotor Zweitakt (einige sagen, es war nur von Rizinusöl, eine Lösung mit Benzin geschmiert, ermöglicht jedoch den Zyklus Dieselmotor seine Verwendung als Brennstoff) radialen Dreh Marke von Französisch Gnome-Rhome Rest des Ersten Weltkrieges (1918).
Rizinusöl in einer alkoholischen Lösung ist weit verbreitet in Modellflugzeugen als Brennstoff für verschiedene Motoren.
Die Verwendung von Alkohol-Kraftstoff (Bio-Kraftstoff) und pflanzliche Öle (Castrol) sind nicht von den letzten Einsatz in der Luftfahrt. In der Tat scheint es, dass die in den Reaktoren (reine Jet-Turbinen) als die aus Erdöl und synthetischen Ölen verwendet.
Englisch Arbeit in Verbrennungskraftmaschinen, 1953, sehen wir, dass vieles in seinem Text vor dem Zweiten Weltkrieg Diesel, Erdgas, Benzin, Alkohole, Kerosin, Stickstoff, Wasserstoff und pflanzliche Öle erfahren, wie Kerosin .
Die Verwendung von Alkohol in der Zivilluftfahrt Flüge scheint darauf hinzudeuten, dass Arktis und Sibirien entwickelte Technologie, würde vor Scham die modernen Autos auf Alkohol, auch mit Turbolader erröten.
Deshalb müssen wir daran erinnern, dass in dem Jahr, Professor Max Shauke, Texas, kündigt seinen ersten Flug von Ethanol Alkohol angetrieben (Alkohol hergestellt aus fermentierten Bio), vergessen, uns zu erinnern, dass diese Praxis im Jahr 1938 begann in dem Bemühen, den Einsatz als Kraftstoff Alkohol aus Zuckerrüben (England) und Kartoffeln (Russland).
Allerdings ist der Kern dieses Artikels, dass der Einsatz von Ethanol und Erdgas (Methan) als Kraftstoff in der Luftfahrt als eine mögliche wirtschaftliche Lösung für kleine Luftfahrt im Amazonasgebiet vorgestellt. Die Braunkohle, kann aus dem riesigen Vorkommen des Amazonas die Lösung für große Flugzeuge, wie sie in einer nordamerikanischen Universität sagen.
In diesem Zusammenhang entstehen Fuel Cell (Cell Energy) ist eine Technologie zur Gewinnung von Wasserstoff als Kraftstoff wirtschaftlich. Seit den 50-Raketen und einige experimentelle Reaktoren nutzen dieses Kraftstoffs ist am häufigsten in der Natur. In Brasilien gehen und neue Technologie auf den Punkt zuzulassen Bürger, ihre eigenen Wasserstoff zu produzieren. (Siehe: celulaacombustivel.com).
Isolierte Gruppen im Land sind dabei, diese Möglichkeiten für die Lösung der Energie des Amazonas, wo Ethanol (aus Waldrestholz gewonnen), Methan, Kraftstoff aus Braunkohle gewonnen, die Solarbatterien, Öl Amazon, Wasserkraft, Kraft-Zellen ( Erzeugung von Wasserstoff und Elektrizität portable) und damit tragbare Wasserstoff und Strom (letzteres durch den Einsatz von Batterien), als Energieträger für Flugzeuge, Schiffe, Generatoren, stationäre Motoren und Energiequellen für Kommunikation kann die Lösung sein für die neue Wirtschaft Energy World.

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Talentos

Homenagem que faço às nossas novas seguidora, Ana Paula Voss e Kamila Mangonni. Wallacereq@gmail.com

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Aviso aos navegantes.

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Divirta-se

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O que o Brasile esta perdendo?

A desnacionalização do Território Nacional.
O que o Brasil esta perdendo? Está perdendo a soberania sobre o território nacional.
Prefixo:

Nesse interessante livrinho de 64 paginas lemos coisas curiosas. Por exemplo: “Uma prova disso é o vertiginoso processo de desnacionalização fundiária que esta em curso no Brasil, praticamente sem o controle do Estado Brasileiro. Empresas transnacionais de varias partes do mundo adotaram uma política de comprar enormes extensões de terras em nosso território exclusivamente para a produção de bio-combustíveis. A decisão revela uma estratégia do grande capital internacional face às dificuldades e limitações crescentes na economia petroleira (toda ela nas mãos de quem?), sua instabilidade (geradoras de todas as ultimas guerras no Planeta) sua tendência ao declínio, os conflitos geopolíticos que ela envolve. Mas revela também que estas transnacionais não seguem o seu próprio discurso critico do bio-combustiveis e por meio de ações concretas preparam-se para ter o controle dessa nova matriz energética tal como teve do petróleo por mais de um século” O texto é assinado por Bautista Vidal e compõem o capítulo “Importância estratégica da energia renovável. O papel do Estado e da agricultura familiar na construção de um modelo econômico soberano e libertador”.
Curioso: Quando eu era menino, e muitos curitibanos com mais de sessenta anos haverão de lembrar, de um carroceiro que auto designava-se TURCO, homem fortíssimo, que gostava de exibir sua força e andava em pé sobre uma charrete estalando longo chicote de couro trançado. Transloucado contava história de pouco se acreditar. Dizia ter vendido as terras onde se situa Israel. Era de não se acreditar, embora recebesse de tempos em tempos algum dinheiro, segundo ele, oriundos dessa curiosa venda.
Tempos depois descobri perguntando e lendo, que judeus de todo o mundo mandaram dinheiro para que judeus comprassem dos palestinos suas terras no ainda não existente Estado de Israel. Quando em 1948, da criação do Estado de Israel os palestinos se deram conta que haviam eles mesmos, vendido boa parte do seu território para os israelitas.
Igual estratégia foi usada na Argentina depois de 1890 quando o Barão Mauricio Von Hirsh, comprou em Entre Rios vasta extensão de terras argentinas para a criação de um Estado Independente Israelita na Argentina. Esse movimento ficou conhecido como JIKA ou IKA, e pode ser encontrados em livros sobre a colonização da Argentina por Judeus na sua maioria ucranianos e indianos.
Não estou dizendo que é isso que esta acontecendo no Brasil, mas esses antecedentes históricos permitem compreender no que resulta a indiscriminada venda de terras a grupos estrangeiros, ou ao novo conceito de empresa nacional criado pelo ex. presidente Fernando Henrique Cardoso aquele mesmo que vendeu a Vale do Rio Doce e com ela a imensa maioria de direitos de lavra em território nacional, o que resultou na pratica na venda da soberania do subsolo nacional.
A venda indiscriminada de terras contínuas, ou não, em imensas extensões, coloca em risco e fragiliza diante do arbítrio internacional a soberania nacional sobre o território pátrio. É preciso ler a história da formação de Estados nos cinco continentes após a Segunda Grande Guerra e no período em que se transitou, imaginem vocês, entre as duas Guerras Mundiais.
A lição que tiraremos daí, é que a soberania nacional deve sim ser defendida nos mínimos detalhes e que ela não é resguardada com solidez como imaginam os brasileiros. Leiam, por favor, como a África foi retalhada e dividida, sem ao menos ter participado dos conflitos mundiais. Vejam com que ganância os ditos países desenvolvidos disputaram suas terras, seu espaço vital e seu subsolo.
Dessas lições, que aos meus olhos são claras, o Brasil não poderia estar negligenciando os princípios constitucionais da soberania econômica política e territorial como sistematicamente vem fazendo.
A regulamentação impossibilitando a venda de território pátrio para estrangeiros dissimulados sob quaisquer argumentos haveriam de ser impendidas por um Governo Nacionalista.
Esta é uma das propostas que o Governo PMDB Requião iria defender na sua candidatura. O controle da alimentação e dos bio-combustíveis no mundo não é realizado apenas pelo registro de patentes da vida, da fauna e flora, como vem sendo feito na Amazônia por estrangeiros, ou pela engenharia genética, mas também pela compra de território.
Se você não acredita, meu argumento é vazio. Mas quem avisa amigo é. A liberdade seja ela qual for só se garante pela soberania territorial. Entenda e responda, ate onde tem validade a Constituição Brasileira, nossa lei Magna, reguladora de todas as nossas leis. Ora somente dentro do território nacional. Entendeu, fora de nosso território, ou dentro de um território fragilizado e vendido, tornam-se instáveis os direitos do Brasileiro.
O mesmo se diga sobre os territórios índios. Requião pretendia levar ao congresso uma proposta de declaração da cidadania brasileira aos povos indígenas, dando-lhes os mesmos deveres e direitos de todo cidadão brasileiro, terminando com o fantasma de “nações dentro do território Brasileiro, ainda que respeitadas as suas terras em reservas, e suas tradições originais, e línguas, mas não mais o direito de se ”organizarem motivados por ONGs como nações onde transitam estrangeiros protetores, livremente, e brasileiros, ou o Estado Brasileiro, representado pelo nosso Exercito, se vejam excluído e impedido de transito como já aconteceu em território brasileiro reservados aos indígenas”.
A terceira via, com a candidatura própria do PMDB, propunha então uma solução nacionalista e definitiva para a questão fundiária no Brasil nestes aspectos importantes.
Você não viu nos debates nenhum desses temas importantes serem debatidos, ou viu?
O Brasil deles é uma ilusão publicitária.
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O Brasil

Sempre que se compara a economia brasileira é preciso lembrar que o Brasil não tem colonias onde se explora todo tipo de riquezas e se avilta a liberdade dos colonizados, nem tem frotas mercantes monstruosas a aumentar a renda dessas economias. O Brasil cresce sozinho embora explorado pelo grande Capital. Na verdade sob diversos aspectos o Brasil continua uma colônia do Capitalismo Internacional. Vejam o típico caso do Pré Sal.




O BRASIL SERÁ O 4º PIB MUNDIAL EM 2050

ESTUDO DA “PRICEWATERHOUSECOOPERS” PREVÊ O BRASIL COMO O 4º PIB MUNDIAL EM 2050

“Antes de 2020, os sete grandes emergentes já terão superado os tradicionais países do G-7 em tamanho do PIB

Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo

“GENEBRA - A economia brasileira vai superar pela primeira vez a da França neste ano e já em 2013 vai ultrapassar a do Reino Unido, atingindo a sétima posição no planeta e se preparando para, em 2050, tornar-se a quarta maior economia do mundo. Mas um brasileiro terá de esperar pelo menos mais 40 anos para ter a renda média de hoje de um alemão.

Os dados fazem parte de um estudo da “PricewaterhouseCoopers”. Segundo o estudo, antes de 2020 as sete grandes economias emergentes já terão superado os tradicionais países do G-7 em tamanho do PIB. A constatação do levantamento é que, em meados do século, o cenário econômico mundial será bem diferente do atual, com China e Índia nos dois primeiros lugares e o atual líder – os Estados Unidos – apenas na terceira posição.

No caso do Brasil, o País subirá várias posições no ranking das maiores economias, incentivado por seu mercado doméstico e pela exportação de recursos naturais num primeiro momento. Se a comparação do PIB do Brasil for calculada em paridade de poder de compra (PPP), o País passaria da atual nona posição entre as maiores economias para a quarta, elevando PIB de US$ 2 trilhões em 2009 para US$ 9,7 trilhões em 2050.

A projeção é de que já este ano o Brasil supere a França em PIB. Em 2010, já havia superado a Espanha. Em 2013, superaria o Reino Unido. Finalmente, em 2025, passaria a Alemanha – o motor da economia europeia. Em 2037, seria a vez de superar a Rússia e, em 2039, o Japão.

Em comparação que leve em conta a taxa de câmbio do mercado, conhecido como PIB nominal, o Brasil também chegaria em 2050 na quarta posição entre as maiores economias, com US$ 9,2 trilhões de PIB. Hoje, o País ocupa a 8ª posição. Por esses cálculos, o Brasil superaria a Itália em 2017, passaria o Reino Unido em 2023 e ultrapassaria a França em 2027. Em 2032, seria a vez de superar a Alemanha e, em 2044, passaria o Japão.

RENDA

O avanço do Brasil pode impressionar. Mas, para o autor do levantamento, ser a quarta maior economia do mundo não significa que a pobreza será automaticamente erradicada. "Isso dependerá de política de Estado para garantir a distribuição da riqueza", afirmou ao Estado o economista John Hawksworth, chefe do grupo que realizou a projeção.

Ele lembra que, hoje, um brasileiro tem em média uma renda equivalente a 22% da renda de um americano. Em 40 anos, ganhará ainda menos da metade do que será a renda de um trabalhador nos Estados Unidos.

No Brasil, a renda passaria dos atuais US$ 10 mil por ano para quase US$ 40 mil em 2050. Na prática, a renda média de um brasileiro levará mais 40 anos para alcançar a de um alemão hoje.

Em termos de expansão do PIB, a consultoria destaca que o Brasil não estará entre os líderes e, mesmo na quarta posição mundial, o País terá em 40 anos um PIB que não difere do tamanho atual da economia chinesa.

A projeção é de crescimento de 4,4% ao ano. Mas abaixo do crescimento de México, Argentina, Indonésia, China e Índia. Ainda assim, duas vezes mais rápido que o dos Estados Unidos e quatro vezes superior ao do Japão. Em renda per capita, a expansão será de 3,3%, abaixo de 4,6% da China, 5,3% da Índia e metade da do Vietnã. "O grande desafio do Brasil será o de manter a estabilidade e investir em infraestrutura para permitir que essa expansão possa de fato ocorrer", avalia Hawksworth .

EMERGENTES

Outra constatação do relatório é a nova posição dos emergentes no cenário internacional. Em 2050, os sete maiores emergentes (China, Índia, Brasil, Rússia, México, Indonésia e Turquia) terão um PIB duas vezes superior ao tradicional G-7, formado por países industrializados. Isso, se ocorrer, será uma transformação importante em comparação com 2007, quando os ricos ainda tinham uma economia três vezes maior que a dos emergentes.

Mas as projeções indicam que, antes de 2020, a China já superará os EUA em paridade de poder de compra. A crise atual já havia possibilitado à China superar o Japão e se tornar a segunda maior economia do planeta. Em PIB nominal, porém, terá de esperar até 2032.

A grande novidade dos próximos 40 anos será a Índia, o país que mais crescerá. Em termos nominais, seu PIB será o terceiro maior do mundo, encostado ao dos Estados Unidos. Em paridade de compra, o PIB será 14% superior ao americano. Os indianos deverão superar o Japão em 2011 e o Brasil em 2014. Juntos, americanos, chineses e indianos terão 50% do PIB mundial."

FONTE: reportagem de Jamil Chade, de “O Estado de S. Paulo”



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