PERGUNTE E RESPONDEREMOS 555/Setembro 2008
Santos e Místicos
Gabrielle Bossis, uma grande mística do séc. XX
"ELE E EU - VIVER COM DEUS"
Sem nenhum estardalhaço publicitário como fazem as grandes editoras por ocasião
de seus "bestsellers", tantas vezes medíocres, a Editora Quadrante publicou ano passado um
pequeno livrinho Ele e Eu - Viver com Deus, de autoria de Gabrielle Bossis. Tal lançamento
não pode passar desapercebido do público católico, pois trata-se de uma pequena jóia da
espiritualidade, uma grande obra mística, que pode fazer muito bem às almas sedentas. De
fato, o livrinho lançado no Brasil é uma antologia, tendo sido a seleção dos textos feita por
Paulo Monteiro Ramalho.
O livro de 11 x 16,5 cm tem só 84 páginas. A edição completa em francês (Lui et
moi - entretiens spirituels, Beauchesne, Paris) compreende sete pequenos volumes (10,5 x
18 cm), totalizando 1.228 páginas. O 1º volume (1949) está na 60ª edição (1997).
Gabrielle Bossis (1874-1950) era até agora desconhecida no Brasil. Foi uma católica
francesa, natural de Nantes, onde sempre viveu, mais exatamente em Fresne sur Loire, a
cerca de 60 quilômetros daquela cidade. Leiga, permaneceu solteira, apesar de numerosos
pedidos de casamento. De família abastada, sempre teve um bom padrão de vida, vivendo de
rendimentos deixados pelos pais, o que lhe permitiu também muitas obras de caridade.
Sua família era muito religiosa e ela estudou num colégio de freiras. Era a mais
moça de quatro irmãos. Em 1898 perdeu o pai, passando a morar com a mãe e uma irmã,
igualmente solteira. Muito viva e expansiva, era extraordinariamente dotada para todas as
formas de arte: pintura, música escultura, canto, trabalhos manuais, dança.
Gostava dos esportes da época: bicicleta e equitação. Não era de uma beleza clássica,
mas tinha muito charme, sendo inteligente, dinâmica e alegre. Conciliava seus sentimentos
religiosos com uma vida social um pouco refinada.
Em 1908 morreu sua mãe e em 1912 faleceu a irmã. Passou a morar sozinha.
Trabalhou num atelier de decorações litúrgicas para as Missões, que ela ajuda com
importantes contribuições. Ensinou regularmente catecismo e participou em outras atividades
paroquiais. Obteve o diploma de enfermeira, que exerceu durante a Primeira Guerra Mundial.
Em 1923 Gabrielle está com quase 50 anos. Eis que o pároco de Fresne, que a
conhecia desde a adolescência e tinha seguido seu crescimento espiritual, lhe pede que
escreva uma peça teatral para os jovens. É um tipo de apostolado meio desconhecido no
Brasil, mas muito difundido na época na França: peças teatrais edificantes, em nível paroquial.
Ela escreve uma peça em que ela própria vai atuar, cantando e dançando com vários jovens
paroquianos, atores improvisados. A representação conquista o público e o pároco organiza
diversas outras representações e empresta a "troupe" o outras paróquias, tendo sempre um
grande sucesso. Começa a missão de Gabrielle de escritora e atriz. De 1923 a 1936 vai compor
16 comédias em três atos e 14 "saynètes" ou balets. Todas têm um sentido moral e reflexões
espirituais, sendo apresentadas em teatros paroquiais e de movimentos religiosos.
Ela sempre atua nos espetáculos. Vai ficando famosa e viaja com seu grupo amador
por toda a França, até 1948, quando pela idade e por seu estado de saúde tem que parar. As
peças teatrais são editadas e os livros tornam-se um grande sucesso de venda, recebendo
vários prêmios. Os constantes deslocamentos a obrigavam muitas vezes a dormir nos
trens ou num banco nas estações ferroviárias, tinha que renunciar ao sono e a refeições
regulares, suportar o calor tórrido e o frio glacial. Tudo visava o apostolado. As despesas
eram todas pagas com seu bolso. E sabia conciliar o intenso trabalho com uma vida de
oração constante. Em 1936, após 13 anos de apostolado em cena, com 62 anos de idade,
Gabrielle aceita um convite para apresentações no Canadá. Até então ela não tinha nenhum
diário, era muito impetuosa e dinâmica para se observar e se descrever. Eis que na viagem
de ida num grande transatlântico, começa a escrever um diário da viagem. É aí que irrompe
com muita naturalidade uma Voz sobrenatural em sua vida. Ela se põe à escuta da Voz e
começa o diálogo, que coloca no papel. "Ele e eu". É o diálogo de Jesus com Gabrielle. Certas
descobertas recentes parecem revelar que estes diálogos com a Voz divina são de fato
anteriores a 1936, mas neste ano é que os diálogos se acentuaram e passaram a ser habituais.
Neste momento é que seus escritos se transformam em mensagens, em autêntica missão:
"Eu não te peço se não isso: "escrever". Não é muito difícil?
Eu estou contigo. Seja Minha fiel. Eu sou teu Fiel".
"Quanta doçura nos primeiros diálogos transcritos por Gabrielle", diz Lúcia
Barocchi, biógrafa de Gabrielle Bossis. "É a época em que quase que o Senhor a "corteja", em
que quer conquistar todo lugar no seu coração para ligá-la a Ele. Ternamente responde às suas
perguntas, participa de seus problemas, entra quase que na ponta dos pés nas situações
humanas mais humildes. É comovedor perceber esta divina sensibilidade no timbre cheio de
benevolência e delicado, que Gabrielle registra". Depois a pressão torna-se cada vez maior,
mais exigente, busca conduzi-la para uma vida sempre mais profunda, ávida de união eterna.
De página em página o Interlocutor invisível dispensa uma delicada lição de Amor que orienta
Gabrielle no caminho das virtudes fundamentais e a encoraja a tentar os esforços decisivos
para seu crescimento interior. O Senhor que a deseja longe do mundo e das
distrações "mundanas", a lança contudo no mundo do apostolado teatral, em que sua atenção
era toda para Ele, para que ela lhe traga almas. Ele a exorta sempre à vida de oração - e
mesmo no turbilhão de sua vida com muitas viagens ela será fiel à via-sacra cada manhã, uma
hora de adoração, a Hora santa nas quintas-feiras, visitas repetidas ao Santíssimo
Sacramento, o Angelus e o Rosário, a missa diária, o que a obriga por vezes a grandes
sacrifícios (estando na Córsega, teve um domingo que caminhar sete quilômetros a pé para
poder ir à missa):
"... Eu oferecia os perfumes intensos desta terra Córsega à Santíssima Virgem, e como
não sentisse a fadiga da subida contínua, Ele me disse: Vês que tudo é fácil no Amor. E eu
sentia Sua Presença à minha esquerda."
A Voz divina exorta igualmente Gabrielle à mortificação do espírito e da
carne, "cilícios" em todos os sentidos.
O diário vai sempre prosseguindo. Ela não fala quase dos acontecimentos de sua
vida, ignorando acontecimentos que se passam em volta, como a Segunda Guerra Mundial,
registra quase que apenas diálogos espirituais. Muita coisa escreve de joelhos durante a Hora
Santa semanal na igreja paroquial. A salvação das almas, a paixão pelos pecadores, a vida
sacramental, a caridade, tudo está lá na lição deste Mestre que ensina o amor e pede o amor.
Ele a todo momento manifesta sua ternura. Há páginas de muita profundidade e simplicidade.
Há algo com Santa Teresa do Menino Jesus - nascida um ano antes dela - e seu caminho da
infância espiritual.
Mas será mesmo Cristo que fala a Gabrielle? Ela mesma tem momentos de dúvida,
considerando sua indignidade. Mas a própria Voz vence suas dúvidas:
"O pensamento de tua indignidade te faz duvidar que seja Eu que te fala? Não teme, se
verá bem que não é por causa de teus méritos que Eu te falo, mas pela necessidade de Minha
misericórdia.
Duvidas que seja Eu? Faz como se fosse verdade... Que é que escreverias se eu não te
ditasse?"
Patrick de Laubier, professor da Universidade de Genebra, membro leigo do Pontifício
Conselho Justiça e Paz (nos últimos anos foi ordenado sacerdote), autor de várias obras, entre
as quais "Jesus, mon Frère", ensaio sobre as conversas espirituais de Gabrielle Bossis, observa
que ela, sem formação teológica particular, teria sido incapaz por si mesma de tratar, como
trata, de pontos de ordem espiritual e teológica particularmente importantes, recebendo
uma notável iluminação. "Como escrever mil e cento e quatro páginas de conversações sobre
tantos assuntos sem cometer nenhum erro teológico, com uma felicidade de expressão e uma
profundidade espiritual tão original, sem o atribuir Àquele que lhe fala? Se notará, aliás, a
dificuldade para Gabrielle Bossis de crer em sua missão e de medir a extraordinária vocação à
qual foi chamada". Laubier vê no diário de Gabrielle Bossis como mensagem particularmente
importante o Amor universal de Cristo e diz que a particularidade mais revolucionária de Ele
e Eu reside na constante tensão "missionária" de Cristo, que quer quase "ultrapassar" o limite
para se unir a nós, para nos converter. Gabrielle não é tanto aquela que recebe, mas a que
retransmite as mensagem ardentes que Cristo lança a cada um de nós.
De fato, as mensagens de Cristo não são dirigidas unicamente a Gabrielle e ele a partir
de 24 de outubro de 1944 começa a pedir a publicação delas em livro. Gabrielle concorda,
desde que seu nome não aparecesse. Um papel importante na publicação da obra terá o
Pe. Alphonse de Parvillez, SJ (1881 -1970), autor espiritual conceituado, colaborador da
revista "Études", conhecido por sua ligação com o grande escritor Daniel-Rops (colaborou
para a sua volta à Igreja e o orientou para a História da Igreja). Ele é amigo de Gabrielle desde
1929 e fica encarregado de encontrar um editor. Os tempos difíceis da guerra impedem
isso. Só em 1948 o Pe. de Parvillez vai encontrar a editora, a conhecida Beauchesne. Nesse
ínterim, o próprio bispo de Nantes, Mons. Villepelet, mostra interesse e mesmo impaciência
pela publicação. Quando ela recebe as provas do livro, o Interlocutor divino abre-se numa
comovedora efusão, "uma das mais belas páginas do diário" para Lúcia Barocchi:"Sim, fica
muito alegre e reza para que cada uma destas linhas tenha sua ressonância de passos nas
almas. Oh, Minha Filha, podes saber o caminho que terá este livrinho? Pede-me para ir aos
mais miseráveis, estes paralíticos espirituais, estes desolados sem esperança, estes mudos
diante de Deus, estes possuídos do desejo de dinheiro. Pede que Eu passe por intermédio
deste livrinho como Eu passava outrora, curando, atraindo a Mim.. (...) Ah! Que venham se
alimentar nele e respirar mais forte!".
A obra sai em julho de 1949 com prefácio do bispo Mons. Villepelet, apresentação
do Pe. Jules Lebreton, SJ, antigo decano da Faculdade de Teologia do Instituto Católico de
Paris e introdução do Pe. de Parvillez, SJ. Nenhum dos três se pronuncia sobre a origem divina
das locuções, mas garantem a perfeita ortodoxia e utilidade dos textos. O Pe. Lebreton nota
que Gabrielle, tendo se perguntado se as palavras que anotava vinham do Senhor ou dela
mesma, Cristo lhe responde: "Mas mesmo que estas palavras saíssem de teu natural humano,
não sou eu que criou este natural? Não deves tu tudo tornar a levar a mim? De mim, a raiz
de teu ser. Minha pobre filhinha". E o Pe. Lebreton acrescenta: "A dúvida era legítima; mas a
resposta foi boa. É preciso acrescentar que Deus, que criou a alma, a santifica e a move por
sua graça. Mais a vida espiritual se desenvolve, mais esta ação é poderosa, mais também ela é
manifesta. O termo ao qual aspira o cristão que quer ser inteiramente fiel à graça, é descrito
em toda verdade por São Paulo: "Não sou eu mais que vivo, é Cristo que vive em mim". O Pe.
de Parvillez explica por sua vez a natureza da obra: "São "palavras interiores", percebidas por
uma alma como vindas de Cristo, e notadas por ela logo. Nada de aparições, nem de audição
externa; tudo se passa além do mundo dos sentidos, numa região mais profunda".
Enfim, o livro alcança bastante sucesso e Gabrielle começa - ainda convalescendo
de uma cirurgia para a retirada de um tumor no seio - a preparar logo um volume II com o
material de seus cadernos. Ela está com 76 anos.
Sente-se fatigada. Em março de 1950 os médicos descobrem que o tumor atingiu
os pulmões. Gabrielle Bossis morre, depois de muitos sofrimentos, mas de forma muito
consciente, num dia significativo: na noite da festa de "Corpus Christi, 9 de junho. É sepultada
com o hábito de terciária franciscana, num túmulo por ela escolhido anos antes e no qual
mandara gravar a seguinte inscrição: "Oh, Cristo, meu irmão \ trabalhar junto de Ti \ sofrer
contigo \morrer contigo \ sobreviver em Ti".
O II volume de "Ele e Eu” sairá em dezembro de 1950, com um belo prefácio de Daniel
Rops (que consta da antologia publicada agora em português pela Quadrante). Os volumes III
a VII foram saindo gradualmente, até 1953, organizados pelo Pe. de Parvillez, a partir dos dez
cadernos deixados por Gabrielle. O vol. VI é precedido de uma biografia de Gabrielle por sua
amiga, a sra. Pierre de Bouchaud.
De 1953 para cá a obra de Gabrielle Bossis tem feito seu caminho, embora sem muito
estrondo. A autora vai se tornando conhecida. O conceituado "Dictionnaire de Spiritualité"
a menciona no verbete "Palavras interiores" ("Paroles intérieures"), de André Derville, que
lembra outras místicas do séc. XX e a compara a Santa Brígida da Suécia, Santa Gertrudes
Magna, Santa Catarina de Sena, Santa Margarida Maria Alocoque, Marina de Escobar,
Maria di Agreda. Em 1999 Patrick de Laubier publica seu ensaio teológico, que
acima mencionamos, "Jesus mon frère", e em 2005 sai na Itália uma biografia mais completa
de Gabrielle, "Luit e Gabrielle Bossis", de Lúcia Barocchi, figura conhecida do laicato
italiano (o cardeal Camillo Ruini escreve o prefácio do livro). Está agora surgindo na França
uma "Associação Gabrielle Bossis", montando um site (www.gabriellebossis.fr) em que se pede
orações pela beatificação de Gabrielle. Que a obra da Quadrante tenha o sucesso que merece
e que um dia possa ser publicado na íntegra em português o livro de Gabrielle Bossis.
Para concluir, percorramos alguns dos textos de "Ele e Eu - Viver com Deus"
(Quadrante):
20 de janeiro de 1939. Soissons. "Difunde a alegria por onde quer que passes". Na
minha solidão, pensava comigo mesma: "Ah, se Ele estivesse comigo neste vagão". Ele: "Tu
não me vês, mas estou aqui. Sempre estou contigo" (p. 14).
13 de janeiro de 1939. "Aumenta, aumenta a intensidade dos teus sentimentos de Fé,
de Esperança e de Caridade! Pensas que, se me pedisses com freqüência que te faça santa, Eu
poderia deixar de atender-te? Exercita-te na esperança e na reparação, pois não há arte que se
possa adquirir sem exercício" (p. 16).
19 de dezembro de 1936. "Há momentos em que duvidas de que seja Eu quem te fala,
tão simples e tuas próprias te parecem as minhas palavras. Mas por acaso não somos tu e Eu
uma e a mesma coisa?" (p. 17).
Argel, 23 de abril de 1937. "Não te canses de Mim. Eu não me canso de ti" (p. 20).
1937. Admirava-me de que Ele me tivesse cumulado de tantos bens durante toda a
minha vida, ao passo que a outras... Enfim disse-me com suma delicadeza: "Perdoas-me por
ter-te amado tanto?" (p. 21).
1938. "Diz-me bom-dia a cada amanhecer, logo que acordares. Como se estivesses
entrando no céu" (p. 26).
21 de maio de 1938. Nantes, de volta a casa. "Que se possa julgar a tua alma pela
ordem da tua casa" (p. 36).
1937. "Quando recebes com um sorriso as pequenas contrariedades da vida diária,
curas as minhas chagas" (p. 41).
12 de maio de 1937. "Eu ando à procura de sofrimentos que se queiram unir aos
meus" (p. 42).
1938. Eu pensava na morte e me perguntava: "Que farei [nessa hora]? Serei capaz, ao
menos, de dizer bom dia ao meu Deus? Ele, com vivacidade: "Serei Eu quem te desejará bom-
dia" (p. 45).
1e de abril de 1938. No metrô: "Fala comigo, fala comigo!" (p. 51).
25 de maio de 1937. Renne, no trem: "Por que haverias de viver na solidão, se Eu
quero que vivas em público? E depois, com muito carinho: "Minha filhinha tão amada leva-
me, leva-me aos outros. Sobrenaturaliza" (p. 52).
1938. "Com os outros, podes falar pensando em outra coisa, mas comigo, não!" (p.
55).1940. Na bela igreja do século XIII. "Evita pensar que Eu exijo que as almas sejam perfeitas
para recebê-las no meu Coração. Dai-vos a mim com todas as vossas misérias e negligências e
com as vossas faltas de cada momento. Reconhecei-as aos meus pés e pedi perdão por elas, e
estai seguros de serdes os filhos queridos do meu Amor" (p. 60).
19 de abril de 1940. "A Eucaristia é o presente do céu; nada tem valor neste mundo
fora dela" (p. 65).
D. José Palmeiro Mendes, OS
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terça-feira, 15 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
Para pensar
"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.
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Viu
Dia internacional das mulheres

Dia internacional da mulher.
A mulher que eu tenho por modelo, não é a mulher libertaria, mas é a mulher da Fé. A mãe de Jesus Cristo, mulher judia e mãe do cristianismo, por isso considerada mãe da Igreja fundada por ELE. A Igreja tem por mãe uma mulher judia. Nunca esqueça. E Essa MULHER DEU A LUZ AO MUNDO.
Mas a cada dia que passo eu me entristeço com as mulheres de minha geração. Elas eram as primeiras em rebeldia. Hoje velhas, sozinhas, sem filhos que lhes respeitem ou netos, pois suas filhas não quiseram gerar filhos, e há mesmo as que, odeiam os homens, a começar por seus pais.
Encontrei um padre que chegava da Polônia e ele me contou os programas de fertilidade daquele país, que já vê um índice alarmante de queda da fertilidade com decréscimo de sua população. Somem a isso os da Itália, França, Canadá e Uruguai, que são os que eu já ouvi falar... E nós no Brasil assassinamos pelo aborto milhares de crianças. É o mundo que estamos vivendo.
Mas eu amo as mulheres, a começar por minha mãe, e quero lhes prestar uma homenagem diferente. Fiz uma conta.
Pensei, meu pai e minha mãe tiveram pais e mães, e eles meus avos tiveram pais e mães, e assim por diante. Então eu peguei o texto bíblico que ao discorrer sobre a ascendência de Cristo, fala em 14 gerações. Então vejam: eu, minha mãe e meu pai, meus avos, bisavós etc. até a décima quarta geração somam trinta e duas mil setecentas e sessenta e seis pessoas. Divididas por dois encontrarei o número de homens e mulheres, que viveram, amaram, lutaram, adoeceram e tiveram pelo menos um filho ou filha para que eu pudesse estar aqui no Planeta. Portanto dezesseis mil trezentas e oitenta e três mulheres deram suas vidas para que esse inútil (wallacereq) estivesse aqui escrevendo esse texto.
Como então não amá-las? Esse número somente em 14 gerações. Portanto a maternidade é a chave da vida, e a maternidade, ainda é dos dons femininos o mais precioso e caro para a manutenção da vida. Somente superada em dignidade por aquelas mulheres que ofertam esse precioso dom, em troca do serviço religioso a Deus. Assim quero crer.
Então o que eu amo na mulher? Eu amo na mulher a MATERNIDADE, sem a qual nós não estaríamos aqui. Exagero? Creio que não.
Mas me dei ao trabalho de calcular, apenas para mostrar que não sabemos nada do passado. Você sabe? Então me diga o nome dos casais da décima geração da sua ascendência, por exemplo. Fale-me algo, sobre a vida deles... viu?
Pois é. Eu amo as mulheres (principalmente as santas) e a sua maternidade, potencial ou real, desde o inicio da criação. Fecundas, amantes de seus filhos, são como estrelas a iluminar a minha sofrida e incompreendida vida.
Uma homenagem especial à mãe de nosso filho...Mulher “judia”,...em todos os sentidos.
wallacereq@gmail.com
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quarta-feira, 2 de março de 2011
Requião no Senado.
Requião leva experiência paranaense para Comissão de Educação
O senador Roberto Requião foi eleito, nesta quarta-feira, 23, presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal. Em sua fala de posse, Requião disse que vai trazer para a CE a experiência vitoriosa do Paraná no setor educacional, que recebeu a avaliação máxima do Ministério da Educação, durante o seu governo.
Como primeira iniciativa, Requião propôs, e a Comissão aprovou, convite ao ministro ao ministro Paulo Haddad, do MEC, para que participe da próxima da CE, dia 15 de março, a fim de debater com os senadores o trabalho do Ministério. Em poucos minutos, Haddad respondeu positivamente ao convite. Requião disse que, como governador do Paraná (2003-2010) manteve um ótimo relacionamento com o MEC e afirmou que a Comissão deverá manter um contato permanente e ativo com o Ministério.
Wallacereq@gmail.com
O senador Roberto Requião foi eleito, nesta quarta-feira, 23, presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal. Em sua fala de posse, Requião disse que vai trazer para a CE a experiência vitoriosa do Paraná no setor educacional, que recebeu a avaliação máxima do Ministério da Educação, durante o seu governo.
Como primeira iniciativa, Requião propôs, e a Comissão aprovou, convite ao ministro ao ministro Paulo Haddad, do MEC, para que participe da próxima da CE, dia 15 de março, a fim de debater com os senadores o trabalho do Ministério. Em poucos minutos, Haddad respondeu positivamente ao convite. Requião disse que, como governador do Paraná (2003-2010) manteve um ótimo relacionamento com o MEC e afirmou que a Comissão deverá manter um contato permanente e ativo com o Ministério.
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Requião no Senado.
Requião leva experiência paranaense para Comissão de Educação
O senador Roberto Requião foi eleito, nesta quarta-feira, 23, presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal. Em sua fala de posse, Requião disse que vai trazer para a CE a experiência vitoriosa do Paraná no setor educacional, que recebeu a avaliação máxima do Ministério da Educação, durante o seu governo.
Como primeira iniciativa, Requião propôs, e a Comissão aprovou, convite ao ministro ao ministro Paulo Haddad, do MEC, para que participe da próxima da CE, dia 15 de março, a fim de debater com os senadores o trabalho do Ministério. Em poucos minutos, Haddad respondeu positivamente ao convite. Requião disse que, como governador do Paraná (2003-2010) manteve um ótimo relacionamento com o MEC e afirmou que a Comissão deverá manter um contato permanente e ativo com o Ministério.
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O senador Roberto Requião foi eleito, nesta quarta-feira, 23, presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal. Em sua fala de posse, Requião disse que vai trazer para a CE a experiência vitoriosa do Paraná no setor educacional, que recebeu a avaliação máxima do Ministério da Educação, durante o seu governo.
Como primeira iniciativa, Requião propôs, e a Comissão aprovou, convite ao ministro ao ministro Paulo Haddad, do MEC, para que participe da próxima da CE, dia 15 de março, a fim de debater com os senadores o trabalho do Ministério. Em poucos minutos, Haddad respondeu positivamente ao convite. Requião disse que, como governador do Paraná (2003-2010) manteve um ótimo relacionamento com o MEC e afirmou que a Comissão deverá manter um contato permanente e ativo com o Ministério.
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Homme de Terrain
Considérant l'importance de la campagne.
Homme de terrain.
Mon fils ou être un agriculteur. Une volonté rare aujourd'hui.
Il s'avère que mon fils est né dans la ville et a eu une vie sur le terrain que nous avions moi et mes frères. Il n'a tout simplement pas savoir ce qu'est une exploitation agricole, leurs joies et leur sueur, leurs avantages et leurs inconvénients. C'est pourquoi une telle étrange vocation.
Il semble que les gens tous les jours peu de gens veulent vivre la vie à la campagne. Migrent chaque année par milliers dans les villes. Pourquoi?
Sans plus d'étudier la question et un peu mon histoire personnelle, joindre un peu de causes.
La responsabilité première pour le phénomène migratoire des années 50 ici, les militaires. Ces jeunes gens se retiraient de la campagne vers les villes et leur a offert un environnement qui les convainc de ne pas retourner à l'endroit d'origine.
Deuxièmement les enseignants et le système éducatif national qui diffusent une idéologie, un ensemble de valeurs qu'ils voient dans l'homme et du citoyen urbain "université" objectif et un miroir, presque un synonyme de progrès individuel et l'amélioration financière.
Troisièmement phénomène contribue à l'économie ces dernières années et le type d'industrialisation et de services adaptés à la nécessité pour l'exportation ainsi que le domaine de la mécanisation et la monoculture qui expulsent les travailleurs ruraux. Resultado, migração. Résultat, la migration.
Quatrièmement, la cupidité des propriétaires fonciers, les systèmes bancaires et de l'assistance déloyale de la part des gouvernements de rendre la vie très difficile pour les petites propriétés. Enfin, nous avons les moyens de communication, en particulier dans les deux dernières décennies, la vente de la ville, sa «morale», ses fantasmes, son confort, sa multiplicité professionnels montrant une classe sociale idéalisée et irréelle la vie économique.
D'autre part, ces mêmes médias omettent considérant l'importance du champ, ou délibérément se moquer de lui détruire les valeurs paysannes.
Mais rappelez-vous, tout le monde mange. Et personne ne veut planter, entretenir le bétail et l'élevage, le stockage, l'irrigation des terres ... enfin en prenant soin de la terre ... qui est beaucoup plus que de préserver intact .
Tout le monde voit le problème commence à enfler, le gonflement des villes, l'évitement du champ et une diminution de la nourriture dans le phénomène presque universel.
Brasiliens Nous ne peux m'empêcher de voir que nous avons le meilleur espace hydro-agricoles et d'élevage du monde. Ceci est notre vraie richesse. Dans un avenir noir hommes ne boivent pas d'essence, ou de manger de dollars ou de roubles, ou en yens, mais bien la qualité du papier-monnaie. Ne sont pas non digérés dans les ordinateurs, les automobiles, à l'hôpital de sérum ou de vitamines synthétiques et des canons. La poudre a un goût horrible.
Tout indique que nous avons encore besoin de temps et aura besoin d'un bon plat de nourriture. Qui aura le plus besoin de la richesse.
Aménager, réaménager et de Parana au Brésil, les gens aiment la campagne, à la dignité du métier d'agriculteur et le paysan, le créateur de la vie et la santé, est un test d'intelligence et de vision de l'avenir, il est presque une sauvegarde du Brésil et peut-être le monde entier .
Wallacereq@gmail.com
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
Homme de terrain.
Mon fils ou être un agriculteur. Une volonté rare aujourd'hui.
Il s'avère que mon fils est né dans la ville et a eu une vie sur le terrain que nous avions moi et mes frères. Il n'a tout simplement pas savoir ce qu'est une exploitation agricole, leurs joies et leur sueur, leurs avantages et leurs inconvénients. C'est pourquoi une telle étrange vocation.
Il semble que les gens tous les jours peu de gens veulent vivre la vie à la campagne. Migrent chaque année par milliers dans les villes. Pourquoi?
Sans plus d'étudier la question et un peu mon histoire personnelle, joindre un peu de causes.
La responsabilité première pour le phénomène migratoire des années 50 ici, les militaires. Ces jeunes gens se retiraient de la campagne vers les villes et leur a offert un environnement qui les convainc de ne pas retourner à l'endroit d'origine.
Deuxièmement les enseignants et le système éducatif national qui diffusent une idéologie, un ensemble de valeurs qu'ils voient dans l'homme et du citoyen urbain "université" objectif et un miroir, presque un synonyme de progrès individuel et l'amélioration financière.
Troisièmement phénomène contribue à l'économie ces dernières années et le type d'industrialisation et de services adaptés à la nécessité pour l'exportation ainsi que le domaine de la mécanisation et la monoculture qui expulsent les travailleurs ruraux. Resultado, migração. Résultat, la migration.
Quatrièmement, la cupidité des propriétaires fonciers, les systèmes bancaires et de l'assistance déloyale de la part des gouvernements de rendre la vie très difficile pour les petites propriétés. Enfin, nous avons les moyens de communication, en particulier dans les deux dernières décennies, la vente de la ville, sa «morale», ses fantasmes, son confort, sa multiplicité professionnels montrant une classe sociale idéalisée et irréelle la vie économique.
D'autre part, ces mêmes médias omettent considérant l'importance du champ, ou délibérément se moquer de lui détruire les valeurs paysannes.
Mais rappelez-vous, tout le monde mange. Et personne ne veut planter, entretenir le bétail et l'élevage, le stockage, l'irrigation des terres ... enfin en prenant soin de la terre ... qui est beaucoup plus que de préserver intact .
Tout le monde voit le problème commence à enfler, le gonflement des villes, l'évitement du champ et une diminution de la nourriture dans le phénomène presque universel.
Brasiliens Nous ne peux m'empêcher de voir que nous avons le meilleur espace hydro-agricoles et d'élevage du monde. Ceci est notre vraie richesse. Dans un avenir noir hommes ne boivent pas d'essence, ou de manger de dollars ou de roubles, ou en yens, mais bien la qualité du papier-monnaie. Ne sont pas non digérés dans les ordinateurs, les automobiles, à l'hôpital de sérum ou de vitamines synthétiques et des canons. La poudre a un goût horrible.
Tout indique que nous avons encore besoin de temps et aura besoin d'un bon plat de nourriture. Qui aura le plus besoin de la richesse.
Aménager, réaménager et de Parana au Brésil, les gens aiment la campagne, à la dignité du métier d'agriculteur et le paysan, le créateur de la vie et la santé, est un test d'intelligence et de vision de l'avenir, il est presque une sauvegarde du Brésil et peut-être le monde entier .
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
70 anos em cinco de Março
O Senador Requião fara setenta anos nesse cinco de Março
Wallacereq@gmail.com
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Reforma Politica
Reforma política precisa melhorar qualidade do Congresso, diz Requião
Membro da Comissão que vai elaborar o Anteprojeto de Reforma Política, o senador Roberto Requião advertiu, na última sexta-feira, 18, que as mudanças a serem propostas devem favorecer a elevação da qualidade do Parlamento e não contribuir com a sua desideologização, como seria o caso se adotado o voto distrital.
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Wallacereq@gmail.com
Membro da Comissão que vai elaborar o Anteprojeto de Reforma Política, o senador Roberto Requião advertiu, na última sexta-feira, 18, que as mudanças a serem propostas devem favorecer a elevação da qualidade do Parlamento e não contribuir com a sua desideologização, como seria o caso se adotado o voto distrital.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Requião toma posse na Comissão de Reforma Política
O senador Roberto Requião participou, nesta terça-feira, 22, da instalação da Comissão de Reforma Política do Senado Federal. Requião é um dos 15 parlamentares indicados pelo presidente do Senado José Sarney para fazer parte da comissão. A recomendação de Sarney é que o colegiado entregue a primeira proposta de reforma em 45 dias. A comissão vai ser presidida pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ).
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Só para você não esquecer.




Policia Militar do Paraná, governo Requião.
Foto de baixo tirada do "O Paraná" terça feira 7 de Dezembro de 2004
Durante os quase oito anos de seus dois últimos mandatos, Requião comprou algo em torno de seis mil veiculos. Onibus escolares, rádio patrulhas para policia civil e militar, ambulâncias, onibus para os consórcios de saúde, caminhões de bombeiros, veículos especializados, etc. Tudo isso esta rodando. Em oito anos não houve atraso de salário, nem greves por salário. Isto sem arroxar impostos, ou colocar a fiscalização em cima dos que trabalham. Pelo contrario dando isenções e incentivo, trocando impostos por vagas de trabalho, pois afinal o Estado é regulador e subsidiário ao que é comum do povo. Vejam que não estão contados o financiamento de 4000 ( quatro mil tratores). Nem os barcos, ou aviões.
Hoje abro os jornais e vejo>( estamos em 21 de Fevereiro de 2011) o estado detecta sonegação, não há dinheiro, colocaremos a fiscalização na rua. Governo vai buscar financiamentos internacionais. Sabem brasileiros, estão construindo já o discurso para a privatização de serviços, e transferindo a ganância politica para o povo. O Povo paga. Eles não sabem trabalhar com o que têm em Caixa, nem encontraram dinheiro sobrando para pagar os tais aluguéis de automóveis que existiam antes, deixados por eles mesmos. É foda. Estamos falando do Governo do Paraná.
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Memória curta se cura com fosfato.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Meu pai dizia...
Meu pai dizia: Toda mulher é um problema, e um problema a gente encara de frente.
É ótimo! Meu pai era mesmo um barato.
Wallacereq@gmail.com
É ótimo! Meu pai era mesmo um barato.
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Privatização da Celepar.
Vocês devem lembrar que uma das lutas do Governo Requião foi acabar com contratos privados milionários na área de iformatica. Uma economia de milhões para os cofres públicos. Depois o uso do softer livre, com mais economia nesse setor estratégico para a economia e transparencia do poder publico. Mas o povo foi iludido e devolveu o poder ao grupo que reassumiu ( pois já esteve no governo) para privatizar o Paraná.
Alguèm me pede para publicar esse abaixo assinado e eu o faço:
A CELEPAR é hoje referência nacional quando se fala em tecnologia da informação, é responsável por cerca de 3,15 milhões de eventos diários e se ela parasse por um dia, o restante do estado também pararia. Podemos constatar isso com o DETRAN-PR, que utiliza sistemas desenvolvidos pela Celepar, e que chamaram a atenção de outros governos, como o do ES, por sua funcionalidade, além da emissão de documentos tanto do DETRAN como também da SESP. Com a troca de governo e da presidência da Entidade, o que se viu foi o interesse claro em terceirizar os serviços prestados pela empresa e, consequentemente, na sua privatização, e que caso venha a ocorrer será um golpe para os bons serviços prestados à população de nosso estado e aos cofres públicos, que serão onerados por serviços que atualmente são executados magistralmente, e de forma barata, pois não visam atender aos interesses de poucos. Se você também não concorda com isso, participe deixando sua assinatura!
abaixoassinado.org.com
Wallacereq@gmail.com
Alguèm me pede para publicar esse abaixo assinado e eu o faço:
A CELEPAR é hoje referência nacional quando se fala em tecnologia da informação, é responsável por cerca de 3,15 milhões de eventos diários e se ela parasse por um dia, o restante do estado também pararia. Podemos constatar isso com o DETRAN-PR, que utiliza sistemas desenvolvidos pela Celepar, e que chamaram a atenção de outros governos, como o do ES, por sua funcionalidade, além da emissão de documentos tanto do DETRAN como também da SESP. Com a troca de governo e da presidência da Entidade, o que se viu foi o interesse claro em terceirizar os serviços prestados pela empresa e, consequentemente, na sua privatização, e que caso venha a ocorrer será um golpe para os bons serviços prestados à população de nosso estado e aos cofres públicos, que serão onerados por serviços que atualmente são executados magistralmente, e de forma barata, pois não visam atender aos interesses de poucos. Se você também não concorda com isso, participe deixando sua assinatura!
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Combate público.
O mosquitinho e o gigante.
Cidades medievais. Perto da pocilga um mosquito sujava as patinhas sobre um monte de imundícias humanas. Perto dali, na praça central o gigante contava as suas aventura. Com que bravura vencera os dragões. Com que esperteza enganara os druidas. Com que coragem combatera e vencera os mais valentes. Homens mulheres e crianças (também os cachorros) o escutavam com atenção. No entorno, nos demais quadrantes da cidade reinava o silêncio posto que ficasse deserta. Todos foram à praça.
Aproveitando o silencio o mosquitinho movia suas asas com a maior velocidade possível, fazendo o zoom mais alto que já fizera na vida. Ele como todo ser vivo procurava alguma notoriedade. Ninguém o percebia, no entanto, nem os porcos.
Parou e pensou. Que coisa, como aquele gigante, com suas armadoras, suas armas reluzentes pode prender assim e iludir de uma só vez todas as gentes? Vou atacá-lo.
Bzzzzzz, zzuuuuuu por entre o povo sem míngüem a percebê-lo.
Atacou certeiro, atingiu a testa do gigante. O home dos músculos de aço deu uma tapa em sua própria testa interrompendo suas vaidosas narrativas. Outro ataque, desta vez bem dentro da orelha, e o monstro humano jogou o elmo longe, abanando-se todo. Mais um ataque no ombro, por debaixo da chapa metálica do peitoral, e mais um e mais outro. O Guerreiro saiu em corrida em direção ao cocho dos cavalos em busca de água. Foi quando o garotinho gritou: É um mosquito. Um mosquito gritou outro. Mosquito sussurrou um terceiro, Mosquito disse a mulher, murmúrio total. Um pequeno e inofensivo mosquitinho que partira da imundícia humana havia desequilibrado o arrogante guerreiro do seu pedestal.
Não se sabe ao certo se o gigante conseguiu esmagar o mosquito, ou se os fãs do herói o perseguiram. Não se sabe se o gigante teve que despir-se em plena praça publica e mostrar a sua nudez e se isso lhe devolveu a humildade. Não se sabe o verdadeiro fim da história.
Só se sabe que o mosquitinho, saiu da imundice humana, para ser o protagonista da história. Do anonimato para a notoriedade.
Atacar os grandes é a única chance que têm os mosquitos.
Mas com toda essa vitória, o mosquitinho não passou de um inseto, e se sobreviveu, voltou à imundice humana. Por que a natureza de cada um o impele a ser o que a sua natureza determina.
BBBBBZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
Quem tem bom entendimento, entenda.
Wallacereq@gmail.com
Cidades medievais. Perto da pocilga um mosquito sujava as patinhas sobre um monte de imundícias humanas. Perto dali, na praça central o gigante contava as suas aventura. Com que bravura vencera os dragões. Com que esperteza enganara os druidas. Com que coragem combatera e vencera os mais valentes. Homens mulheres e crianças (também os cachorros) o escutavam com atenção. No entorno, nos demais quadrantes da cidade reinava o silêncio posto que ficasse deserta. Todos foram à praça.
Aproveitando o silencio o mosquitinho movia suas asas com a maior velocidade possível, fazendo o zoom mais alto que já fizera na vida. Ele como todo ser vivo procurava alguma notoriedade. Ninguém o percebia, no entanto, nem os porcos.
Parou e pensou. Que coisa, como aquele gigante, com suas armadoras, suas armas reluzentes pode prender assim e iludir de uma só vez todas as gentes? Vou atacá-lo.
Bzzzzzz, zzuuuuuu por entre o povo sem míngüem a percebê-lo.
Atacou certeiro, atingiu a testa do gigante. O home dos músculos de aço deu uma tapa em sua própria testa interrompendo suas vaidosas narrativas. Outro ataque, desta vez bem dentro da orelha, e o monstro humano jogou o elmo longe, abanando-se todo. Mais um ataque no ombro, por debaixo da chapa metálica do peitoral, e mais um e mais outro. O Guerreiro saiu em corrida em direção ao cocho dos cavalos em busca de água. Foi quando o garotinho gritou: É um mosquito. Um mosquito gritou outro. Mosquito sussurrou um terceiro, Mosquito disse a mulher, murmúrio total. Um pequeno e inofensivo mosquitinho que partira da imundícia humana havia desequilibrado o arrogante guerreiro do seu pedestal.
Não se sabe ao certo se o gigante conseguiu esmagar o mosquito, ou se os fãs do herói o perseguiram. Não se sabe se o gigante teve que despir-se em plena praça publica e mostrar a sua nudez e se isso lhe devolveu a humildade. Não se sabe o verdadeiro fim da história.
Só se sabe que o mosquitinho, saiu da imundice humana, para ser o protagonista da história. Do anonimato para a notoriedade.
Atacar os grandes é a única chance que têm os mosquitos.
Mas com toda essa vitória, o mosquitinho não passou de um inseto, e se sobreviveu, voltou à imundice humana. Por que a natureza de cada um o impele a ser o que a sua natureza determina.
BBBBBZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
Quem tem bom entendimento, entenda.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
O Exercito na Amazônia.
A FORÇA DOS MILITARES NA AMAZÔNIA
Uma visão isenta da ação dos militares na Amazônia.
DRAUZIO VARELLA
Perfilados, os soldados aguardaram em posição de sentido, sob o sol do meio-dia. Eram homens de estatura mediana, pele bronzeada, olhos amendoados, maçãs do rosto salientes e cabelo espetado.O observador desavisado que lhes analisasse os traços julgaria estar na Ásia.No microfone, a palavra de ordem do capitão: 'Soldado Souza, etnia pardl'.
Um rapaz da primeira fila deu um passo adiante, resoluto, com o fuzil no ombro, e iniciou a oração do guerreiro da selva, no idioma natal. No fim, o grito de guerra dos pelotões da fronteira: "SELVA !!!"
O segundo a repetir o texto foi um soldado da etnia desana, seguido de um baniua, um curipaco, um cubeu, um ianomâmi, um tariano e um hupda.
Todos repetiram o ritual do passo à frente e da oração nas línguas de seus povos; em comum, apenas o grito final: "SELVA !!!"
Depois, o pelotão inteiro cantou o hino nacional em português, a plenos pulmões.
Ouvir aquela diversidade de indígenas, característica das 22 etnias que habitam o extremo noroeste da Amazônia brasileira há 2.000 anos, cantando nosso hino no meio da floresta, trouxe à flor da pele sentimentos de brasilidade que eu julgava esquecidos.
Para chegar à Cabeça do Cachorro é preciso ir a Manaus, viajar 1.146 quilômetros Rio Negro acima, até avistar São Gabriel da Cachoeira, a maior cidade indígena do país.
De lá, até as fronteiras com a Colômbia e a Venezuela, pelos rios Uaupés, Tiquié, Içana, Cauaburi e uma infinidade de rios menores, só Deus sabe.
A duração da viagem depende das chuvas, das corredeiras e da época do ano, porque na bacia do Rio Negro o nível das águas pode subir mais de dez metros entre a vazante e o pico da cheia.
É um Brasil perdido no meio das florestas mais preservadas da Amazônia. Não fosse a presença militar, seria uma região entregue à própria sorte. Ou, pior, à sorte alheia.
O Comando dos Pelotões de Fronteira está sediado em São Gabriel. De lá partem as provisões e o apoio logístico para as unidades construídas à beira dos principais rios fronteiriços: Pari-Cachoeira, Iauaretê, Querari, Tunuí-Cachoeira, São Joaquim, Maturacá e Cucuí.
Anteriormente formado por militares de outros estados, os pelotões hoje recrutam soldados nas comunidades das redondezas. Essa opção foi feita por razões profissionais: 'O soldado do sul pode ser mais preparado intelectualmente, mas na selva ninguém se iguala ao indígena'.
Na entrada dos quartéis, uma placa dá idéia do esforço para construí-los naquele ermo: 'Da primeira tábua ao último prego, todo material empregado nessas instalações foi transportado nas asas da FAB'.
Os pelotões atraíram as populações indígenas de cada rio à beira do qual foram instalados: por causa da escola para as crianças e porque em suas imediações circula o bem mais raro da região: salário.
Para os militares e suas famílias, os indígenas conseguem vender algum artesanato, trocar farinha e frutas por gêneros de primeira necessidade, produtos de higiene e peças de vestuário. No quartel existe possibilidade de acesso à assistência médica, ao dentista, à internet e aos aviões da FAB, em caso de acidente ou doença grave.
Cada pelotão é chefiado por um tenente com menos de 30 anos, obrigado a exercer o papel de comandante militar, prefeito, juiz de paz, delegado, gestor de assistência médico-odontológica,
administrador do programa de inclusão digital e o que mais for necessário assumir nas comunidades das imediações, esquecidas pelas autoridades federais, estaduais e municipais.
Tais serviços, de responsabilidade de ministérios e secretarias locais, são prestados pelas Forças Armadas sem qualquer dotação orçamentária suplementar.
Os quartéis são de um despojamento espartano. As dificuldades de abastecimento, os atrasos dos vôos causados por adversidades climáticas e avarias técnicas e o orçamento minguado das Forças Armadas tornam o dia-a-dia dos que vivem em pleno isolamento um ato de resistência permanente.
Esses militares anônimos, mal pagos, são os únicos responsáveis pela defesa dos limites de uma região conturbada pela proximidade das Farc e pelas rotas do narcotráfico. Não estivessem lá, quem estaria?
"SELVA !!!"Lema do soldado da Amazônia:
"Senhor, tu que ordenastes ao guerreiro de Selva, sobrepujai todos os vossos oponentes, dai-nos hoje da floresta, a sobriedade para resistir, a paciência para emboscar, a perseverança para sobreviver, a astúcia para dissimular, a fé para resistir e vencer, e daí-nos também senhor a esperança e a certeza do retorno, mas , se, defendendo essa brasileira Amazônia, tivermos que perecer, oh Deus, que façamos com dignidade e mereçamos a vitória, Selva!!!"
OS E-MAILS, SOBRE A NOSSA AMAZÔNIA COBIÇADA, DEVERIAM SER REPASSADOS POR TODOS E NÃO APENAS LIDOS E ARQUIVADOS OU DELETADOS.
CADA VEZ SE TORNA MAIS NECESSÁRIA A CONCIENTIZAÇÂO DOS BRASILEIROS PARA A DEFESA DA UNIDADE NACIONAL!
Colaboração de Carlos H. Bortoloto
Wallacereq@gmail.com
Uma visão isenta da ação dos militares na Amazônia.
DRAUZIO VARELLA
Perfilados, os soldados aguardaram em posição de sentido, sob o sol do meio-dia. Eram homens de estatura mediana, pele bronzeada, olhos amendoados, maçãs do rosto salientes e cabelo espetado.O observador desavisado que lhes analisasse os traços julgaria estar na Ásia.No microfone, a palavra de ordem do capitão: 'Soldado Souza, etnia pardl'.
Um rapaz da primeira fila deu um passo adiante, resoluto, com o fuzil no ombro, e iniciou a oração do guerreiro da selva, no idioma natal. No fim, o grito de guerra dos pelotões da fronteira: "SELVA !!!"
O segundo a repetir o texto foi um soldado da etnia desana, seguido de um baniua, um curipaco, um cubeu, um ianomâmi, um tariano e um hupda.
Todos repetiram o ritual do passo à frente e da oração nas línguas de seus povos; em comum, apenas o grito final: "SELVA !!!"
Depois, o pelotão inteiro cantou o hino nacional em português, a plenos pulmões.
Ouvir aquela diversidade de indígenas, característica das 22 etnias que habitam o extremo noroeste da Amazônia brasileira há 2.000 anos, cantando nosso hino no meio da floresta, trouxe à flor da pele sentimentos de brasilidade que eu julgava esquecidos.
Para chegar à Cabeça do Cachorro é preciso ir a Manaus, viajar 1.146 quilômetros Rio Negro acima, até avistar São Gabriel da Cachoeira, a maior cidade indígena do país.
De lá, até as fronteiras com a Colômbia e a Venezuela, pelos rios Uaupés, Tiquié, Içana, Cauaburi e uma infinidade de rios menores, só Deus sabe.
A duração da viagem depende das chuvas, das corredeiras e da época do ano, porque na bacia do Rio Negro o nível das águas pode subir mais de dez metros entre a vazante e o pico da cheia.
É um Brasil perdido no meio das florestas mais preservadas da Amazônia. Não fosse a presença militar, seria uma região entregue à própria sorte. Ou, pior, à sorte alheia.
O Comando dos Pelotões de Fronteira está sediado em São Gabriel. De lá partem as provisões e o apoio logístico para as unidades construídas à beira dos principais rios fronteiriços: Pari-Cachoeira, Iauaretê, Querari, Tunuí-Cachoeira, São Joaquim, Maturacá e Cucuí.
Anteriormente formado por militares de outros estados, os pelotões hoje recrutam soldados nas comunidades das redondezas. Essa opção foi feita por razões profissionais: 'O soldado do sul pode ser mais preparado intelectualmente, mas na selva ninguém se iguala ao indígena'.
Na entrada dos quartéis, uma placa dá idéia do esforço para construí-los naquele ermo: 'Da primeira tábua ao último prego, todo material empregado nessas instalações foi transportado nas asas da FAB'.
Os pelotões atraíram as populações indígenas de cada rio à beira do qual foram instalados: por causa da escola para as crianças e porque em suas imediações circula o bem mais raro da região: salário.
Para os militares e suas famílias, os indígenas conseguem vender algum artesanato, trocar farinha e frutas por gêneros de primeira necessidade, produtos de higiene e peças de vestuário. No quartel existe possibilidade de acesso à assistência médica, ao dentista, à internet e aos aviões da FAB, em caso de acidente ou doença grave.
Cada pelotão é chefiado por um tenente com menos de 30 anos, obrigado a exercer o papel de comandante militar, prefeito, juiz de paz, delegado, gestor de assistência médico-odontológica,
administrador do programa de inclusão digital e o que mais for necessário assumir nas comunidades das imediações, esquecidas pelas autoridades federais, estaduais e municipais.
Tais serviços, de responsabilidade de ministérios e secretarias locais, são prestados pelas Forças Armadas sem qualquer dotação orçamentária suplementar.
Os quartéis são de um despojamento espartano. As dificuldades de abastecimento, os atrasos dos vôos causados por adversidades climáticas e avarias técnicas e o orçamento minguado das Forças Armadas tornam o dia-a-dia dos que vivem em pleno isolamento um ato de resistência permanente.
Esses militares anônimos, mal pagos, são os únicos responsáveis pela defesa dos limites de uma região conturbada pela proximidade das Farc e pelas rotas do narcotráfico. Não estivessem lá, quem estaria?
"SELVA !!!"Lema do soldado da Amazônia:
"Senhor, tu que ordenastes ao guerreiro de Selva, sobrepujai todos os vossos oponentes, dai-nos hoje da floresta, a sobriedade para resistir, a paciência para emboscar, a perseverança para sobreviver, a astúcia para dissimular, a fé para resistir e vencer, e daí-nos também senhor a esperança e a certeza do retorno, mas , se, defendendo essa brasileira Amazônia, tivermos que perecer, oh Deus, que façamos com dignidade e mereçamos a vitória, Selva!!!"
OS E-MAILS, SOBRE A NOSSA AMAZÔNIA COBIÇADA, DEVERIAM SER REPASSADOS POR TODOS E NÃO APENAS LIDOS E ARQUIVADOS OU DELETADOS.
CADA VEZ SE TORNA MAIS NECESSÁRIA A CONCIENTIZAÇÂO DOS BRASILEIROS PARA A DEFESA DA UNIDADE NACIONAL!
Colaboração de Carlos H. Bortoloto
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Navegação fluvial.
Correntes
Correntes são para serem rompidas ou para serem usadas?
Recebi uma corrente com o Pai Nosso, atribuída à Madre Terza de Calcutá. Repassei. Todavia quero alertar, que essas correntes armazenam uma rede de e mail por interesse, religião, preconceitos, etc.
No futuro os autores dessas correntes saberão a tua religião, suas posições políticas, seus níveis sociais, etc e tal. Tomem cuidado, as correntes produzem um fluxograma de suas amizades e contatos. Se o interesse for apenas comercial, mas no futuro próximo serão ideológicos e policialesco.
Wallacereq@gmail.com
Recebi uma corrente com o Pai Nosso, atribuída à Madre Terza de Calcutá. Repassei. Todavia quero alertar, que essas correntes armazenam uma rede de e mail por interesse, religião, preconceitos, etc.
No futuro os autores dessas correntes saberão a tua religião, suas posições políticas, seus níveis sociais, etc e tal. Tomem cuidado, as correntes produzem um fluxograma de suas amizades e contatos. Se o interesse for apenas comercial, mas no futuro próximo serão ideológicos e policialesco.
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Aviso aos navegantes.
Alerta GERAL
ESTE NÚMERO DE CELULAR CLONA O SEU NÚMERO
r e p a s s a n d o
NÃO ATENDA LIGAÇÃO DO CELULAR DE NÚMERO:
*(11)9965.0000*
NÚMERO DE CELULAR QUE CLONA O NÚMERO CHAMADO...
TODOS OS CELULARES QUE ESTÃO ATENDENDO, ESTÃO SENDO CLONADOS
PASSE PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS.
cASO PARA A POLICIA FEDERAL
.
*
*ESPALHEM!!!!!!!!
*
*NÃO CUSTA NADA REPASSAR AOS SEUS AMIGOS.
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sábado, 5 de fevereiro de 2011
Raridade: Filme de Cristiano Requião de 1968
http://www.youtube.com/watch?v=jWmvKvBihdU&feature=player_embedded
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Falem bem, falem mal, falem de mim.
Parece que o tema esta na ordem do dia. A leitora Solange Ramos nos enviou esse texto que publicamos abaixo. Leiam com atenção.
A novela Passione, que terminou, cumpriu, e superou em
muito a promessa da Rede Globo de ressaltar temas de importância
social. Em Passione, o autor teve o cuidado de transmitir importantes valores
familiares e sociais, chamando a atenção para problemas atuais do
Brasil. Entre as sutís mensagens transmitidas nessa espetacular obra
literária, temos que:
A familia rica, não importa o quanto seus membros sejam depravados,
vencerá todos os desafios.
Quem se cuida na gravidez morre.
A débil mental rica conquista o galã da novela e amor de sua vida.
A débil mental pobre conquista o pedófilo rico.
A Policia forja até enterro para obter provas.
O viciado em crack pobre, irmão de Caroline Dieckman na novela, sequer aparece.
O viciado em crack rico é reabilitado.
Quando um rico drogado esfaqueia o vigia de prédio não dá em nada.
Quando a pobre esfaqueia o milionário, ela vai presa.
Os ricos tomam café da manhã.
Os pobres tomam.
Italianos são só românticos e não trabalham, vivem de golpes ou lucros
milagrosos, chifram todo mundo e mentem pra conseguir tudo.
A Justiça não funciona, e condena inocentes por homicidio.
Advogados de ricos tiram qualquer um da cadeia. A Beth Gouveia podia
liberar o Gianecchini da cadeia caso ele lhe contasse alguns segredos.
Ninguém precisa trabalhar, todos podem ficar dentro de casa o dia todo
transando ou tramando golpes.
Se possível, namore a mãe e filha, lucre em dobro.
Todos os membros de uma familia devem transar com todos os outros.
Duas mulheres aceitam perfeitamente o casamento com um homem só, basta
que uma o tenha de segunda a quarta, e a outra de quinta a domingo.
Quem mata e rouba termina vivendo em um paraiso no Caribe.Na mesma
linha, já nos primeiros episódios, a Globo infiltrou um transformista
sexual na casa do Big Brother, sem avisar aos outros participantes de
que essa pessoa não é uma mulher, de modo a reforçar a luta contra a
homofobia. Pedro Bial, sempre sorridente, feliz e extremamente
simpático, curtirá bons momentos com a cara dos participantes, que não
sabem a trama que os espera.
No fim, vale a pena pois o prêmio de um milhão e meio de Reais
certamente indenizará a dignidade dos participantes. Não perca mais
esse trabalho social da Rede Globo, já na telinha da TV, todos os dias
após a nova novela das 9 onde a madrinha de casamento já está
cometendo adultério com o noivo da amiga como forma de promover a luta
social contra o adultério pré-nupcial.
Responsabilidade social, a gente vê por aqui!
Alguém espera mudar o que mesmo?
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
A novela Passione, que terminou, cumpriu, e superou em
muito a promessa da Rede Globo de ressaltar temas de importância
social. Em Passione, o autor teve o cuidado de transmitir importantes valores
familiares e sociais, chamando a atenção para problemas atuais do
Brasil. Entre as sutís mensagens transmitidas nessa espetacular obra
literária, temos que:
A familia rica, não importa o quanto seus membros sejam depravados,
vencerá todos os desafios.
Quem se cuida na gravidez morre.
A débil mental rica conquista o galã da novela e amor de sua vida.
A débil mental pobre conquista o pedófilo rico.
A Policia forja até enterro para obter provas.
O viciado em crack pobre, irmão de Caroline Dieckman na novela, sequer aparece.
O viciado em crack rico é reabilitado.
Quando um rico drogado esfaqueia o vigia de prédio não dá em nada.
Quando a pobre esfaqueia o milionário, ela vai presa.
Os ricos tomam café da manhã.
Os pobres tomam.
Italianos são só românticos e não trabalham, vivem de golpes ou lucros
milagrosos, chifram todo mundo e mentem pra conseguir tudo.
A Justiça não funciona, e condena inocentes por homicidio.
Advogados de ricos tiram qualquer um da cadeia. A Beth Gouveia podia
liberar o Gianecchini da cadeia caso ele lhe contasse alguns segredos.
Ninguém precisa trabalhar, todos podem ficar dentro de casa o dia todo
transando ou tramando golpes.
Se possível, namore a mãe e filha, lucre em dobro.
Todos os membros de uma familia devem transar com todos os outros.
Duas mulheres aceitam perfeitamente o casamento com um homem só, basta
que uma o tenha de segunda a quarta, e a outra de quinta a domingo.
Quem mata e rouba termina vivendo em um paraiso no Caribe.Na mesma
linha, já nos primeiros episódios, a Globo infiltrou um transformista
sexual na casa do Big Brother, sem avisar aos outros participantes de
que essa pessoa não é uma mulher, de modo a reforçar a luta contra a
homofobia. Pedro Bial, sempre sorridente, feliz e extremamente
simpático, curtirá bons momentos com a cara dos participantes, que não
sabem a trama que os espera.
No fim, vale a pena pois o prêmio de um milhão e meio de Reais
certamente indenizará a dignidade dos participantes. Não perca mais
esse trabalho social da Rede Globo, já na telinha da TV, todos os dias
após a nova novela das 9 onde a madrinha de casamento já está
cometendo adultério com o noivo da amiga como forma de promover a luta
social contra o adultério pré-nupcial.
Responsabilidade social, a gente vê por aqui!
Alguém espera mudar o que mesmo?
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Chamam de responsabilidade social.
sábado, 29 de janeiro de 2011
O FIM DO MUNDO em Paquetá.
O Fim do mundo em Paquetá.
Eu era um menininho, mas já sabia ler. Meu pai, médico formado em Belo Horizonte na turma de 34, tinha muitos amigos médicos espalhados pelo Brasil. Em virtude disso, fomos passar o Fim de Ano na ilha de Paquetá, litoral do Rio de Janeiro. As revistas estampavam em manchetes: “Zero Hora, o fim do mundo”. Não se falava em outra coisa. Ninguém dizia : Ano Novo, pois o Mundo iria acabar A revista Manchete e Fatos e Fotos estavam abertas sobre a mesa.
Quando veio a noite, meu pai, minha mãe e o casal de amigos e seus filhos fomos à praia esperar o FIM DO MUNDO. Tive medo e perguntei ao meu pai: Pai o mundo vai acabar? Ele me disse: Sim um dia o mundo acabara. O mundo, continuou, acabará para todos nós, já perdi muitos pacientes, seu avô e suas avós maternos já faleceram, e eu, e também você, vamos deixar esse mundo. Agora, se o mundo vai se acabar hoje à noite vamos esperar para ver, pois se ele vai acabar não há para onde correr, você não pode se esconder em baixo da cama, pois ela também vai acabar. E me colocando no colo continuou: O que importa meu filho é nossa consciência. Tenho visto muitas pessoas morrerem, algumas, na mais profunda paz, outras num desespero comovente e angustiante. Saiba, no entanto, que papai e mamãe te amam muito e é muito bom estar aqui com você, o FIM do Mundo deixemos para Deus, pois há coisas que o homem não pode solucionar, cabe a nós apenas confiar e fazer a vontade de Deus.
Amanhecemos na praia, escutando violão. E o mundo não acabou.
Na adolescência descobri que essas previsões de profetas pagãos, eram todas fundamentadas em São João, no Apocalipse, mesmo aquelas atribuídas às civilizações antigas, não escapavam da tradição de um Dilúvio Universal.
Hoje há quem defenda, por hipótese, que a vida, já se extinguiu umas seis vezes sobre o planeta. Depois eu descobri, que sempre que voltam ao assunto é para atacar a Igreja e obter um novo tipo de domínio.
Então eu me lembro de meu pai: Quando você sentir que foi decretada a tua morte, lembra de todos os que viveram em todos os tempos e já morreram e os que ficarão e também morrerão.
Confia tua alma a Deus, como confiou a tua Vida. Crê na Ressurreição e persevera.
Meu pai era oriundo de família Católica, filho de um sergipano de Laranjeiras, com ascendência, dizem alguns, judeu- portuguesa-ladina, e de uma filha de imigrantes (pai e mãe) austro-italiano (segundo meu falecido tio Péricles, que viveu e estudou na Europa o casal era austríaco -italiano), concebida na Itália e nascida em Porto de Cima, Paraná.
Num outro texto falarei de minha mãe e sua paz militar.
Ela era filha de uma família de imigrantes alemães e de um descendente de um seminarista baiano, de Cachoeirinha, com ascendência portuguesa. Os alemães Católicos tornaram-se Presbiterianos durante a Primeira Guerra Mundial. Minha mãe morreu católica, recebendo a comunhão e a Santa Extremo Unção.
E por que motivo estou contando isso. È que novamente se escandaliza o Mundo com seu Fim previsto para 2012. Terminará tudo em 2012.
Que finalidade tem a sazonalidade desses alardes? Eles servem para fomentar e fixar a revolução dos costumes. Trabalhados anos a fio os ataques contra a moral cristã, cria-se um estado de urgência, de fim iminente, e se força aos homens e mulheres a viverem em extremos a vida, posto que ela acabasse em Breve. Esta é uma face. A outra face, sempre num contesto Figura & Fundo, alerta-se aos, moralmente rijos, a necessidade de exortar aos demais viventes e pressioná-los a viverem os princípios cristãos rigidamente. Ora o efeito é a debandada do cristianismo para uma vida de licença e vicio imperante. Pois o cristianismo não é rijo, e a Moral cristã deve ser aderida por amor, e não por medo do FIM, e do julgamento. Fugindo dos grilhões morais, os homens em perspectiva de um FIM COLETIVO PROXIMO abandonam as leis, e perde o medo do castigo social, como prisões, divórcio honra nome a ser zelada, honestidade, verdade. Resta para esses hedonistas, viver os prazeres da vida sem lhes medir as conseqüências, pois o FIM estará próximo e iminente e será comum para todos.
Tudo falso. O fim, mesmo coletivamente, é individual. O Juízo é individual, e o amor de cada um a DEUS é que fará a diferença. Foi isso que quis contar no inicio desse texto, todos, todos nós experimentaremos o fim, e individualmente o FIM sempre esteve próximo. Mas o FIM é o Começo, nos ensina Jesus Cristo ao vencer a Morte e a morte é o Principio do NOVO MUNDO.
E o NOVO MUNDO começa na ressurreição da CARNE. Na restauração material da Vida
OBS: Segundo a Wikipédia: Michel de Nostredame nasceu no dia 14 de dezembro de 1503 (ou 21 de dezembro de 1503)[2] em Saint-Rémy-de-Provence, no sul da França. Seus pais eram Jaumet (ou Jacques) de Nostredame e Reynière (ou Renée) de Saint-Rémy. Filho mais velho do casal (eram 8 filhos), seu Nostredame vem de seu avô (judeu), que escolheu o nome de Pierre de Nostredame quando da sua conversão ao catolicismo. Reyniére era filha de René de Saint-Rémy (filho de Jean V de Saint-Rémy e Silete) e Béatrix Tourrel (filha de Jacques Tourrel). Já Jaumet era filho de Pierre de Nostredame, nascido Pierre de Vélorgues (filho de Amauton de Vélorgues) e Blanche de Sante-Marie (filha de Pierre de Sante-Marie e da senhora de Labia).
O nome Nostradamus parece ser a forma latina de Notre Dame, Nossa Senhora, e possivelmente a adoção do nome visava conquistar os católicos, foi escolhido artificialmente por seu avô. Muitos de seus livros foram falsificados, alguns duzentos anos após sua trágica morte, incluindo neles, fatos históricos como sendo profecias, que teriam sido feitas duzentos anos antes. O Objetivo dessas edições é mistificar, e dar veracidade ao velho farmacêutico.
Wallacereq@gmail.com
Eu era um menininho, mas já sabia ler. Meu pai, médico formado em Belo Horizonte na turma de 34, tinha muitos amigos médicos espalhados pelo Brasil. Em virtude disso, fomos passar o Fim de Ano na ilha de Paquetá, litoral do Rio de Janeiro. As revistas estampavam em manchetes: “Zero Hora, o fim do mundo”. Não se falava em outra coisa. Ninguém dizia : Ano Novo, pois o Mundo iria acabar A revista Manchete e Fatos e Fotos estavam abertas sobre a mesa.
Quando veio a noite, meu pai, minha mãe e o casal de amigos e seus filhos fomos à praia esperar o FIM DO MUNDO. Tive medo e perguntei ao meu pai: Pai o mundo vai acabar? Ele me disse: Sim um dia o mundo acabara. O mundo, continuou, acabará para todos nós, já perdi muitos pacientes, seu avô e suas avós maternos já faleceram, e eu, e também você, vamos deixar esse mundo. Agora, se o mundo vai se acabar hoje à noite vamos esperar para ver, pois se ele vai acabar não há para onde correr, você não pode se esconder em baixo da cama, pois ela também vai acabar. E me colocando no colo continuou: O que importa meu filho é nossa consciência. Tenho visto muitas pessoas morrerem, algumas, na mais profunda paz, outras num desespero comovente e angustiante. Saiba, no entanto, que papai e mamãe te amam muito e é muito bom estar aqui com você, o FIM do Mundo deixemos para Deus, pois há coisas que o homem não pode solucionar, cabe a nós apenas confiar e fazer a vontade de Deus.
Amanhecemos na praia, escutando violão. E o mundo não acabou.
Na adolescência descobri que essas previsões de profetas pagãos, eram todas fundamentadas em São João, no Apocalipse, mesmo aquelas atribuídas às civilizações antigas, não escapavam da tradição de um Dilúvio Universal.
Hoje há quem defenda, por hipótese, que a vida, já se extinguiu umas seis vezes sobre o planeta. Depois eu descobri, que sempre que voltam ao assunto é para atacar a Igreja e obter um novo tipo de domínio.
Então eu me lembro de meu pai: Quando você sentir que foi decretada a tua morte, lembra de todos os que viveram em todos os tempos e já morreram e os que ficarão e também morrerão.
Confia tua alma a Deus, como confiou a tua Vida. Crê na Ressurreição e persevera.
Meu pai era oriundo de família Católica, filho de um sergipano de Laranjeiras, com ascendência, dizem alguns, judeu- portuguesa-ladina, e de uma filha de imigrantes (pai e mãe) austro-italiano (segundo meu falecido tio Péricles, que viveu e estudou na Europa o casal era austríaco -italiano), concebida na Itália e nascida em Porto de Cima, Paraná.
Num outro texto falarei de minha mãe e sua paz militar.
Ela era filha de uma família de imigrantes alemães e de um descendente de um seminarista baiano, de Cachoeirinha, com ascendência portuguesa. Os alemães Católicos tornaram-se Presbiterianos durante a Primeira Guerra Mundial. Minha mãe morreu católica, recebendo a comunhão e a Santa Extremo Unção.
E por que motivo estou contando isso. È que novamente se escandaliza o Mundo com seu Fim previsto para 2012. Terminará tudo em 2012.
Que finalidade tem a sazonalidade desses alardes? Eles servem para fomentar e fixar a revolução dos costumes. Trabalhados anos a fio os ataques contra a moral cristã, cria-se um estado de urgência, de fim iminente, e se força aos homens e mulheres a viverem em extremos a vida, posto que ela acabasse em Breve. Esta é uma face. A outra face, sempre num contesto Figura & Fundo, alerta-se aos, moralmente rijos, a necessidade de exortar aos demais viventes e pressioná-los a viverem os princípios cristãos rigidamente. Ora o efeito é a debandada do cristianismo para uma vida de licença e vicio imperante. Pois o cristianismo não é rijo, e a Moral cristã deve ser aderida por amor, e não por medo do FIM, e do julgamento. Fugindo dos grilhões morais, os homens em perspectiva de um FIM COLETIVO PROXIMO abandonam as leis, e perde o medo do castigo social, como prisões, divórcio honra nome a ser zelada, honestidade, verdade. Resta para esses hedonistas, viver os prazeres da vida sem lhes medir as conseqüências, pois o FIM estará próximo e iminente e será comum para todos.
Tudo falso. O fim, mesmo coletivamente, é individual. O Juízo é individual, e o amor de cada um a DEUS é que fará a diferença. Foi isso que quis contar no inicio desse texto, todos, todos nós experimentaremos o fim, e individualmente o FIM sempre esteve próximo. Mas o FIM é o Começo, nos ensina Jesus Cristo ao vencer a Morte e a morte é o Principio do NOVO MUNDO.
E o NOVO MUNDO começa na ressurreição da CARNE. Na restauração material da Vida
OBS: Segundo a Wikipédia: Michel de Nostredame nasceu no dia 14 de dezembro de 1503 (ou 21 de dezembro de 1503)[2] em Saint-Rémy-de-Provence, no sul da França. Seus pais eram Jaumet (ou Jacques) de Nostredame e Reynière (ou Renée) de Saint-Rémy. Filho mais velho do casal (eram 8 filhos), seu Nostredame vem de seu avô (judeu), que escolheu o nome de Pierre de Nostredame quando da sua conversão ao catolicismo. Reyniére era filha de René de Saint-Rémy (filho de Jean V de Saint-Rémy e Silete) e Béatrix Tourrel (filha de Jacques Tourrel). Já Jaumet era filho de Pierre de Nostredame, nascido Pierre de Vélorgues (filho de Amauton de Vélorgues) e Blanche de Sante-Marie (filha de Pierre de Sante-Marie e da senhora de Labia).
O nome Nostradamus parece ser a forma latina de Notre Dame, Nossa Senhora, e possivelmente a adoção do nome visava conquistar os católicos, foi escolhido artificialmente por seu avô. Muitos de seus livros foram falsificados, alguns duzentos anos após sua trágica morte, incluindo neles, fatos históricos como sendo profecias, que teriam sido feitas duzentos anos antes. O Objetivo dessas edições é mistificar, e dar veracidade ao velho farmacêutico.
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Para você curtir.
O Deus-diabo & o Diabo-deus.
Santa e pecadora.
Pode alguém ser santo e pecador ao mesmo e um só tempo? Não, não é possível. Pode-se ser pecador ontem, e santo amanhã, ou santo hoje e pecador amanhã, mas não ser a mesma coisa ao mesmo tempo. E a Igreja pode ser santa e pecadora? Não, não pode! Então por que os padres nas suas homilías se referem à Igreja como santa a pecadora? Bem não sou homem de ensinar padre a rezar missa, mas o Professor Plínio Correia de Oliveira, muitos anos atrás já chamava atenção para as conseqüências desse erro teológico introduzidos nela pelos seus inimigos. A igreja não é apenas a Assembléia dos cristãos como se diz hoje, ela é o corpo místico de Cristo, onde cada membro comunga o sangue e o corpo de Cristo, e o faz indignamente comungando a sua própria condenação se o faz em pecado mortal. Mortal, o que é isso. O pecado mortal, mata a graça pessoal, e separa em ato automático da Igreja Corpo Místico. Ora se você me entende, o pecado mortal, e mesmo os veniais, não podem habitar no corpo de Cristo, pois Cristo não é pecador nem o poderia ser. Assim quando pecamos nos separamos com nosso pecado da Igreja em ato continuo e automático. Assim o sacramento da reconciliação ou também chamado confissão nos reconcilia com o corpo místico de Cristo. Então, não é difícil conhecer que O CORPO MISTICO DE CRISTO QUE É A IGREJA é SANTO, e que o pecado de qualquer de seus membros o separa dela.
Donde podemos concluir, a Igreja é santa, os homens pecadores.
Quem tem entendimento para entender entenda, e perceba, desta frase ousada, “Igreja Santa e pecadora” quantos erros provocamos na sociedade. Hoje acreditamos que existem homens-mulheres; homens bom-maus; ou que existe o certo-erado e o errado-certo, etc. etc. etc.
Discutição para os doutos.
Wallacereq@gmail.com
Pode alguém ser santo e pecador ao mesmo e um só tempo? Não, não é possível. Pode-se ser pecador ontem, e santo amanhã, ou santo hoje e pecador amanhã, mas não ser a mesma coisa ao mesmo tempo. E a Igreja pode ser santa e pecadora? Não, não pode! Então por que os padres nas suas homilías se referem à Igreja como santa a pecadora? Bem não sou homem de ensinar padre a rezar missa, mas o Professor Plínio Correia de Oliveira, muitos anos atrás já chamava atenção para as conseqüências desse erro teológico introduzidos nela pelos seus inimigos. A igreja não é apenas a Assembléia dos cristãos como se diz hoje, ela é o corpo místico de Cristo, onde cada membro comunga o sangue e o corpo de Cristo, e o faz indignamente comungando a sua própria condenação se o faz em pecado mortal. Mortal, o que é isso. O pecado mortal, mata a graça pessoal, e separa em ato automático da Igreja Corpo Místico. Ora se você me entende, o pecado mortal, e mesmo os veniais, não podem habitar no corpo de Cristo, pois Cristo não é pecador nem o poderia ser. Assim quando pecamos nos separamos com nosso pecado da Igreja em ato continuo e automático. Assim o sacramento da reconciliação ou também chamado confissão nos reconcilia com o corpo místico de Cristo. Então, não é difícil conhecer que O CORPO MISTICO DE CRISTO QUE É A IGREJA é SANTO, e que o pecado de qualquer de seus membros o separa dela.
Donde podemos concluir, a Igreja é santa, os homens pecadores.
Quem tem entendimento para entender entenda, e perceba, desta frase ousada, “Igreja Santa e pecadora” quantos erros provocamos na sociedade. Hoje acreditamos que existem homens-mulheres; homens bom-maus; ou que existe o certo-erado e o errado-certo, etc. etc. etc.
Discutição para os doutos.
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Contra ponto
sábado, 22 de janeiro de 2011
Alkoholkonsum in der Luftfahrt.
Alkoholkonsum in der Luftfahrt.
Die alternativen Kraftstoff hat eine Realität und ein Ziel seit Beginn der Luftfahrt verfolgt worden. Bereits im Jahr 1890 die Französisch Wissenschaftlich-technischen Lexikon Alkohol erscheint bereits als Kraftstoff für Verbrennungsmotoren. Während des Zweiten Weltkrieges finden nun reichlich Literatur über die Verwendung von Alkohol Brennstoff in der militärischen Luftfahrt.
Theresa di Marzo und Anesia Pinheiro Machado waren sicherlich die ersten Pilotinnen in Brasilien.
Anesia auf seinem historischen Flug an die Unabhängigkeit von Brasilien, im Jahre 1922 gehalten zu gedenken, zeigt uns, dass tatsächlich der Luftfahrt seit seiner Gründung verwendet wurde und einige alternative Kraftstoffe erforscht. Anesia mit seinem G 3 verwendet Rizinusöl (aus der Rizinusöl) als Brennstoff in seinen Dieselmotor Zweitakt (einige sagen, es war nur von Rizinusöl, eine Lösung mit Benzin geschmiert, ermöglicht jedoch den Zyklus Dieselmotor seine Verwendung als Brennstoff) radialen Dreh Marke von Französisch Gnome-Rhome Rest des Ersten Weltkrieges (1918).
Rizinusöl in einer alkoholischen Lösung ist weit verbreitet in Modellflugzeugen als Brennstoff für verschiedene Motoren.
Die Verwendung von Alkohol-Kraftstoff (Bio-Kraftstoff) und pflanzliche Öle (Castrol) sind nicht von den letzten Einsatz in der Luftfahrt. In der Tat scheint es, dass die in den Reaktoren (reine Jet-Turbinen) als die aus Erdöl und synthetischen Ölen verwendet.
Englisch Arbeit in Verbrennungskraftmaschinen, 1953, sehen wir, dass vieles in seinem Text vor dem Zweiten Weltkrieg Diesel, Erdgas, Benzin, Alkohole, Kerosin, Stickstoff, Wasserstoff und pflanzliche Öle erfahren, wie Kerosin .
Die Verwendung von Alkohol in der Zivilluftfahrt Flüge scheint darauf hinzudeuten, dass Arktis und Sibirien entwickelte Technologie, würde vor Scham die modernen Autos auf Alkohol, auch mit Turbolader erröten.
Deshalb müssen wir daran erinnern, dass in dem Jahr, Professor Max Shauke, Texas, kündigt seinen ersten Flug von Ethanol Alkohol angetrieben (Alkohol hergestellt aus fermentierten Bio), vergessen, uns zu erinnern, dass diese Praxis im Jahr 1938 begann in dem Bemühen, den Einsatz als Kraftstoff Alkohol aus Zuckerrüben (England) und Kartoffeln (Russland).
Allerdings ist der Kern dieses Artikels, dass der Einsatz von Ethanol und Erdgas (Methan) als Kraftstoff in der Luftfahrt als eine mögliche wirtschaftliche Lösung für kleine Luftfahrt im Amazonasgebiet vorgestellt. Die Braunkohle, kann aus dem riesigen Vorkommen des Amazonas die Lösung für große Flugzeuge, wie sie in einer nordamerikanischen Universität sagen.
In diesem Zusammenhang entstehen Fuel Cell (Cell Energy) ist eine Technologie zur Gewinnung von Wasserstoff als Kraftstoff wirtschaftlich. Seit den 50-Raketen und einige experimentelle Reaktoren nutzen dieses Kraftstoffs ist am häufigsten in der Natur. In Brasilien gehen und neue Technologie auf den Punkt zuzulassen Bürger, ihre eigenen Wasserstoff zu produzieren. (Siehe: celulaacombustivel.com).
Isolierte Gruppen im Land sind dabei, diese Möglichkeiten für die Lösung der Energie des Amazonas, wo Ethanol (aus Waldrestholz gewonnen), Methan, Kraftstoff aus Braunkohle gewonnen, die Solarbatterien, Öl Amazon, Wasserkraft, Kraft-Zellen ( Erzeugung von Wasserstoff und Elektrizität portable) und damit tragbare Wasserstoff und Strom (letzteres durch den Einsatz von Batterien), als Energieträger für Flugzeuge, Schiffe, Generatoren, stationäre Motoren und Energiequellen für Kommunikation kann die Lösung sein für die neue Wirtschaft Energy World.
wallacereq@gmail.com
Die alternativen Kraftstoff hat eine Realität und ein Ziel seit Beginn der Luftfahrt verfolgt worden. Bereits im Jahr 1890 die Französisch Wissenschaftlich-technischen Lexikon Alkohol erscheint bereits als Kraftstoff für Verbrennungsmotoren. Während des Zweiten Weltkrieges finden nun reichlich Literatur über die Verwendung von Alkohol Brennstoff in der militärischen Luftfahrt.
Theresa di Marzo und Anesia Pinheiro Machado waren sicherlich die ersten Pilotinnen in Brasilien.
Anesia auf seinem historischen Flug an die Unabhängigkeit von Brasilien, im Jahre 1922 gehalten zu gedenken, zeigt uns, dass tatsächlich der Luftfahrt seit seiner Gründung verwendet wurde und einige alternative Kraftstoffe erforscht. Anesia mit seinem G 3 verwendet Rizinusöl (aus der Rizinusöl) als Brennstoff in seinen Dieselmotor Zweitakt (einige sagen, es war nur von Rizinusöl, eine Lösung mit Benzin geschmiert, ermöglicht jedoch den Zyklus Dieselmotor seine Verwendung als Brennstoff) radialen Dreh Marke von Französisch Gnome-Rhome Rest des Ersten Weltkrieges (1918).
Rizinusöl in einer alkoholischen Lösung ist weit verbreitet in Modellflugzeugen als Brennstoff für verschiedene Motoren.
Die Verwendung von Alkohol-Kraftstoff (Bio-Kraftstoff) und pflanzliche Öle (Castrol) sind nicht von den letzten Einsatz in der Luftfahrt. In der Tat scheint es, dass die in den Reaktoren (reine Jet-Turbinen) als die aus Erdöl und synthetischen Ölen verwendet.
Englisch Arbeit in Verbrennungskraftmaschinen, 1953, sehen wir, dass vieles in seinem Text vor dem Zweiten Weltkrieg Diesel, Erdgas, Benzin, Alkohole, Kerosin, Stickstoff, Wasserstoff und pflanzliche Öle erfahren, wie Kerosin .
Die Verwendung von Alkohol in der Zivilluftfahrt Flüge scheint darauf hinzudeuten, dass Arktis und Sibirien entwickelte Technologie, würde vor Scham die modernen Autos auf Alkohol, auch mit Turbolader erröten.
Deshalb müssen wir daran erinnern, dass in dem Jahr, Professor Max Shauke, Texas, kündigt seinen ersten Flug von Ethanol Alkohol angetrieben (Alkohol hergestellt aus fermentierten Bio), vergessen, uns zu erinnern, dass diese Praxis im Jahr 1938 begann in dem Bemühen, den Einsatz als Kraftstoff Alkohol aus Zuckerrüben (England) und Kartoffeln (Russland).
Allerdings ist der Kern dieses Artikels, dass der Einsatz von Ethanol und Erdgas (Methan) als Kraftstoff in der Luftfahrt als eine mögliche wirtschaftliche Lösung für kleine Luftfahrt im Amazonasgebiet vorgestellt. Die Braunkohle, kann aus dem riesigen Vorkommen des Amazonas die Lösung für große Flugzeuge, wie sie in einer nordamerikanischen Universität sagen.
In diesem Zusammenhang entstehen Fuel Cell (Cell Energy) ist eine Technologie zur Gewinnung von Wasserstoff als Kraftstoff wirtschaftlich. Seit den 50-Raketen und einige experimentelle Reaktoren nutzen dieses Kraftstoffs ist am häufigsten in der Natur. In Brasilien gehen und neue Technologie auf den Punkt zuzulassen Bürger, ihre eigenen Wasserstoff zu produzieren. (Siehe: celulaacombustivel.com).
Isolierte Gruppen im Land sind dabei, diese Möglichkeiten für die Lösung der Energie des Amazonas, wo Ethanol (aus Waldrestholz gewonnen), Methan, Kraftstoff aus Braunkohle gewonnen, die Solarbatterien, Öl Amazon, Wasserkraft, Kraft-Zellen ( Erzeugung von Wasserstoff und Elektrizität portable) und damit tragbare Wasserstoff und Strom (letzteres durch den Einsatz von Batterien), als Energieträger für Flugzeuge, Schiffe, Generatoren, stationäre Motoren und Energiequellen für Kommunikation kann die Lösung sein für die neue Wirtschaft Energy World.
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Versão alemã.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Talentos
Homenagem que faço às nossas novas seguidora, Ana Paula Voss e Kamila Mangonni. Wallacereq@gmail.com
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Talento não tem limite.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Aviso aos navegantes.
O Blog que você visita tem 511 textos.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
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Avisos
Divirta-se
O Blog que você esta visitando tem 541 postagens.
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Aviso aos navegantes.
O que o Brasile esta perdendo?
A desnacionalização do Território Nacional.
O que o Brasil esta perdendo? Está perdendo a soberania sobre o território nacional.
Prefixo:
Nesse interessante livrinho de 64 paginas lemos coisas curiosas. Por exemplo: “Uma prova disso é o vertiginoso processo de desnacionalização fundiária que esta em curso no Brasil, praticamente sem o controle do Estado Brasileiro. Empresas transnacionais de varias partes do mundo adotaram uma política de comprar enormes extensões de terras em nosso território exclusivamente para a produção de bio-combustíveis. A decisão revela uma estratégia do grande capital internacional face às dificuldades e limitações crescentes na economia petroleira (toda ela nas mãos de quem?), sua instabilidade (geradoras de todas as ultimas guerras no Planeta) sua tendência ao declínio, os conflitos geopolíticos que ela envolve. Mas revela também que estas transnacionais não seguem o seu próprio discurso critico do bio-combustiveis e por meio de ações concretas preparam-se para ter o controle dessa nova matriz energética tal como teve do petróleo por mais de um século” O texto é assinado por Bautista Vidal e compõem o capítulo “Importância estratégica da energia renovável. O papel do Estado e da agricultura familiar na construção de um modelo econômico soberano e libertador”.
Curioso: Quando eu era menino, e muitos curitibanos com mais de sessenta anos haverão de lembrar, de um carroceiro que auto designava-se TURCO, homem fortíssimo, que gostava de exibir sua força e andava em pé sobre uma charrete estalando longo chicote de couro trançado. Transloucado contava história de pouco se acreditar. Dizia ter vendido as terras onde se situa Israel. Era de não se acreditar, embora recebesse de tempos em tempos algum dinheiro, segundo ele, oriundos dessa curiosa venda.
Tempos depois descobri perguntando e lendo, que judeus de todo o mundo mandaram dinheiro para que judeus comprassem dos palestinos suas terras no ainda não existente Estado de Israel. Quando em 1948, da criação do Estado de Israel os palestinos se deram conta que haviam eles mesmos, vendido boa parte do seu território para os israelitas.
Igual estratégia foi usada na Argentina depois de 1890 quando o Barão Mauricio Von Hirsh, comprou em Entre Rios vasta extensão de terras argentinas para a criação de um Estado Independente Israelita na Argentina. Esse movimento ficou conhecido como JIKA ou IKA, e pode ser encontrados em livros sobre a colonização da Argentina por Judeus na sua maioria ucranianos e indianos.
Não estou dizendo que é isso que esta acontecendo no Brasil, mas esses antecedentes históricos permitem compreender no que resulta a indiscriminada venda de terras a grupos estrangeiros, ou ao novo conceito de empresa nacional criado pelo ex. presidente Fernando Henrique Cardoso aquele mesmo que vendeu a Vale do Rio Doce e com ela a imensa maioria de direitos de lavra em território nacional, o que resultou na pratica na venda da soberania do subsolo nacional.
A venda indiscriminada de terras contínuas, ou não, em imensas extensões, coloca em risco e fragiliza diante do arbítrio internacional a soberania nacional sobre o território pátrio. É preciso ler a história da formação de Estados nos cinco continentes após a Segunda Grande Guerra e no período em que se transitou, imaginem vocês, entre as duas Guerras Mundiais.
A lição que tiraremos daí, é que a soberania nacional deve sim ser defendida nos mínimos detalhes e que ela não é resguardada com solidez como imaginam os brasileiros. Leiam, por favor, como a África foi retalhada e dividida, sem ao menos ter participado dos conflitos mundiais. Vejam com que ganância os ditos países desenvolvidos disputaram suas terras, seu espaço vital e seu subsolo.
Dessas lições, que aos meus olhos são claras, o Brasil não poderia estar negligenciando os princípios constitucionais da soberania econômica política e territorial como sistematicamente vem fazendo.
A regulamentação impossibilitando a venda de território pátrio para estrangeiros dissimulados sob quaisquer argumentos haveriam de ser impendidas por um Governo Nacionalista.
Esta é uma das propostas que o Governo PMDB Requião iria defender na sua candidatura. O controle da alimentação e dos bio-combustíveis no mundo não é realizado apenas pelo registro de patentes da vida, da fauna e flora, como vem sendo feito na Amazônia por estrangeiros, ou pela engenharia genética, mas também pela compra de território.
Se você não acredita, meu argumento é vazio. Mas quem avisa amigo é. A liberdade seja ela qual for só se garante pela soberania territorial. Entenda e responda, ate onde tem validade a Constituição Brasileira, nossa lei Magna, reguladora de todas as nossas leis. Ora somente dentro do território nacional. Entendeu, fora de nosso território, ou dentro de um território fragilizado e vendido, tornam-se instáveis os direitos do Brasileiro.
O mesmo se diga sobre os territórios índios. Requião pretendia levar ao congresso uma proposta de declaração da cidadania brasileira aos povos indígenas, dando-lhes os mesmos deveres e direitos de todo cidadão brasileiro, terminando com o fantasma de “nações dentro do território Brasileiro, ainda que respeitadas as suas terras em reservas, e suas tradições originais, e línguas, mas não mais o direito de se ”organizarem motivados por ONGs como nações onde transitam estrangeiros protetores, livremente, e brasileiros, ou o Estado Brasileiro, representado pelo nosso Exercito, se vejam excluído e impedido de transito como já aconteceu em território brasileiro reservados aos indígenas”.
A terceira via, com a candidatura própria do PMDB, propunha então uma solução nacionalista e definitiva para a questão fundiária no Brasil nestes aspectos importantes.
Você não viu nos debates nenhum desses temas importantes serem debatidos, ou viu?
O Brasil deles é uma ilusão publicitária.
wallacereq@gmail.com
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O que o Brasil esta perdendo? Está perdendo a soberania sobre o território nacional.
Prefixo:
Nesse interessante livrinho de 64 paginas lemos coisas curiosas. Por exemplo: “Uma prova disso é o vertiginoso processo de desnacionalização fundiária que esta em curso no Brasil, praticamente sem o controle do Estado Brasileiro. Empresas transnacionais de varias partes do mundo adotaram uma política de comprar enormes extensões de terras em nosso território exclusivamente para a produção de bio-combustíveis. A decisão revela uma estratégia do grande capital internacional face às dificuldades e limitações crescentes na economia petroleira (toda ela nas mãos de quem?), sua instabilidade (geradoras de todas as ultimas guerras no Planeta) sua tendência ao declínio, os conflitos geopolíticos que ela envolve. Mas revela também que estas transnacionais não seguem o seu próprio discurso critico do bio-combustiveis e por meio de ações concretas preparam-se para ter o controle dessa nova matriz energética tal como teve do petróleo por mais de um século” O texto é assinado por Bautista Vidal e compõem o capítulo “Importância estratégica da energia renovável. O papel do Estado e da agricultura familiar na construção de um modelo econômico soberano e libertador”.
Curioso: Quando eu era menino, e muitos curitibanos com mais de sessenta anos haverão de lembrar, de um carroceiro que auto designava-se TURCO, homem fortíssimo, que gostava de exibir sua força e andava em pé sobre uma charrete estalando longo chicote de couro trançado. Transloucado contava história de pouco se acreditar. Dizia ter vendido as terras onde se situa Israel. Era de não se acreditar, embora recebesse de tempos em tempos algum dinheiro, segundo ele, oriundos dessa curiosa venda.
Tempos depois descobri perguntando e lendo, que judeus de todo o mundo mandaram dinheiro para que judeus comprassem dos palestinos suas terras no ainda não existente Estado de Israel. Quando em 1948, da criação do Estado de Israel os palestinos se deram conta que haviam eles mesmos, vendido boa parte do seu território para os israelitas.
Igual estratégia foi usada na Argentina depois de 1890 quando o Barão Mauricio Von Hirsh, comprou em Entre Rios vasta extensão de terras argentinas para a criação de um Estado Independente Israelita na Argentina. Esse movimento ficou conhecido como JIKA ou IKA, e pode ser encontrados em livros sobre a colonização da Argentina por Judeus na sua maioria ucranianos e indianos.
Não estou dizendo que é isso que esta acontecendo no Brasil, mas esses antecedentes históricos permitem compreender no que resulta a indiscriminada venda de terras a grupos estrangeiros, ou ao novo conceito de empresa nacional criado pelo ex. presidente Fernando Henrique Cardoso aquele mesmo que vendeu a Vale do Rio Doce e com ela a imensa maioria de direitos de lavra em território nacional, o que resultou na pratica na venda da soberania do subsolo nacional.
A venda indiscriminada de terras contínuas, ou não, em imensas extensões, coloca em risco e fragiliza diante do arbítrio internacional a soberania nacional sobre o território pátrio. É preciso ler a história da formação de Estados nos cinco continentes após a Segunda Grande Guerra e no período em que se transitou, imaginem vocês, entre as duas Guerras Mundiais.
A lição que tiraremos daí, é que a soberania nacional deve sim ser defendida nos mínimos detalhes e que ela não é resguardada com solidez como imaginam os brasileiros. Leiam, por favor, como a África foi retalhada e dividida, sem ao menos ter participado dos conflitos mundiais. Vejam com que ganância os ditos países desenvolvidos disputaram suas terras, seu espaço vital e seu subsolo.
Dessas lições, que aos meus olhos são claras, o Brasil não poderia estar negligenciando os princípios constitucionais da soberania econômica política e territorial como sistematicamente vem fazendo.
A regulamentação impossibilitando a venda de território pátrio para estrangeiros dissimulados sob quaisquer argumentos haveriam de ser impendidas por um Governo Nacionalista.
Esta é uma das propostas que o Governo PMDB Requião iria defender na sua candidatura. O controle da alimentação e dos bio-combustíveis no mundo não é realizado apenas pelo registro de patentes da vida, da fauna e flora, como vem sendo feito na Amazônia por estrangeiros, ou pela engenharia genética, mas também pela compra de território.
Se você não acredita, meu argumento é vazio. Mas quem avisa amigo é. A liberdade seja ela qual for só se garante pela soberania territorial. Entenda e responda, ate onde tem validade a Constituição Brasileira, nossa lei Magna, reguladora de todas as nossas leis. Ora somente dentro do território nacional. Entendeu, fora de nosso território, ou dentro de um território fragilizado e vendido, tornam-se instáveis os direitos do Brasileiro.
O mesmo se diga sobre os territórios índios. Requião pretendia levar ao congresso uma proposta de declaração da cidadania brasileira aos povos indígenas, dando-lhes os mesmos deveres e direitos de todo cidadão brasileiro, terminando com o fantasma de “nações dentro do território Brasileiro, ainda que respeitadas as suas terras em reservas, e suas tradições originais, e línguas, mas não mais o direito de se ”organizarem motivados por ONGs como nações onde transitam estrangeiros protetores, livremente, e brasileiros, ou o Estado Brasileiro, representado pelo nosso Exercito, se vejam excluído e impedido de transito como já aconteceu em território brasileiro reservados aos indígenas”.
A terceira via, com a candidatura própria do PMDB, propunha então uma solução nacionalista e definitiva para a questão fundiária no Brasil nestes aspectos importantes.
Você não viu nos debates nenhum desses temas importantes serem debatidos, ou viu?
O Brasil deles é uma ilusão publicitária.
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
O Brasil
Sempre que se compara a economia brasileira é preciso lembrar que o Brasil não tem colonias onde se explora todo tipo de riquezas e se avilta a liberdade dos colonizados, nem tem frotas mercantes monstruosas a aumentar a renda dessas economias. O Brasil cresce sozinho embora explorado pelo grande Capital. Na verdade sob diversos aspectos o Brasil continua uma colônia do Capitalismo Internacional. Vejam o típico caso do Pré Sal.
O BRASIL SERÁ O 4º PIB MUNDIAL EM 2050
ESTUDO DA “PRICEWATERHOUSECOOPERS” PREVÊ O BRASIL COMO O 4º PIB MUNDIAL EM 2050
“Antes de 2020, os sete grandes emergentes já terão superado os tradicionais países do G-7 em tamanho do PIB
Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo
“GENEBRA - A economia brasileira vai superar pela primeira vez a da França neste ano e já em 2013 vai ultrapassar a do Reino Unido, atingindo a sétima posição no planeta e se preparando para, em 2050, tornar-se a quarta maior economia do mundo. Mas um brasileiro terá de esperar pelo menos mais 40 anos para ter a renda média de hoje de um alemão.
Os dados fazem parte de um estudo da “PricewaterhouseCoopers”. Segundo o estudo, antes de 2020 as sete grandes economias emergentes já terão superado os tradicionais países do G-7 em tamanho do PIB. A constatação do levantamento é que, em meados do século, o cenário econômico mundial será bem diferente do atual, com China e Índia nos dois primeiros lugares e o atual líder – os Estados Unidos – apenas na terceira posição.
No caso do Brasil, o País subirá várias posições no ranking das maiores economias, incentivado por seu mercado doméstico e pela exportação de recursos naturais num primeiro momento. Se a comparação do PIB do Brasil for calculada em paridade de poder de compra (PPP), o País passaria da atual nona posição entre as maiores economias para a quarta, elevando PIB de US$ 2 trilhões em 2009 para US$ 9,7 trilhões em 2050.
A projeção é de que já este ano o Brasil supere a França em PIB. Em 2010, já havia superado a Espanha. Em 2013, superaria o Reino Unido. Finalmente, em 2025, passaria a Alemanha – o motor da economia europeia. Em 2037, seria a vez de superar a Rússia e, em 2039, o Japão.
Em comparação que leve em conta a taxa de câmbio do mercado, conhecido como PIB nominal, o Brasil também chegaria em 2050 na quarta posição entre as maiores economias, com US$ 9,2 trilhões de PIB. Hoje, o País ocupa a 8ª posição. Por esses cálculos, o Brasil superaria a Itália em 2017, passaria o Reino Unido em 2023 e ultrapassaria a França em 2027. Em 2032, seria a vez de superar a Alemanha e, em 2044, passaria o Japão.
RENDA
O avanço do Brasil pode impressionar. Mas, para o autor do levantamento, ser a quarta maior economia do mundo não significa que a pobreza será automaticamente erradicada. "Isso dependerá de política de Estado para garantir a distribuição da riqueza", afirmou ao Estado o economista John Hawksworth, chefe do grupo que realizou a projeção.
Ele lembra que, hoje, um brasileiro tem em média uma renda equivalente a 22% da renda de um americano. Em 40 anos, ganhará ainda menos da metade do que será a renda de um trabalhador nos Estados Unidos.
No Brasil, a renda passaria dos atuais US$ 10 mil por ano para quase US$ 40 mil em 2050. Na prática, a renda média de um brasileiro levará mais 40 anos para alcançar a de um alemão hoje.
Em termos de expansão do PIB, a consultoria destaca que o Brasil não estará entre os líderes e, mesmo na quarta posição mundial, o País terá em 40 anos um PIB que não difere do tamanho atual da economia chinesa.
A projeção é de crescimento de 4,4% ao ano. Mas abaixo do crescimento de México, Argentina, Indonésia, China e Índia. Ainda assim, duas vezes mais rápido que o dos Estados Unidos e quatro vezes superior ao do Japão. Em renda per capita, a expansão será de 3,3%, abaixo de 4,6% da China, 5,3% da Índia e metade da do Vietnã. "O grande desafio do Brasil será o de manter a estabilidade e investir em infraestrutura para permitir que essa expansão possa de fato ocorrer", avalia Hawksworth .
EMERGENTES
Outra constatação do relatório é a nova posição dos emergentes no cenário internacional. Em 2050, os sete maiores emergentes (China, Índia, Brasil, Rússia, México, Indonésia e Turquia) terão um PIB duas vezes superior ao tradicional G-7, formado por países industrializados. Isso, se ocorrer, será uma transformação importante em comparação com 2007, quando os ricos ainda tinham uma economia três vezes maior que a dos emergentes.
Mas as projeções indicam que, antes de 2020, a China já superará os EUA em paridade de poder de compra. A crise atual já havia possibilitado à China superar o Japão e se tornar a segunda maior economia do planeta. Em PIB nominal, porém, terá de esperar até 2032.
A grande novidade dos próximos 40 anos será a Índia, o país que mais crescerá. Em termos nominais, seu PIB será o terceiro maior do mundo, encostado ao dos Estados Unidos. Em paridade de compra, o PIB será 14% superior ao americano. Os indianos deverão superar o Japão em 2011 e o Brasil em 2014. Juntos, americanos, chineses e indianos terão 50% do PIB mundial."
FONTE: reportagem de Jamil Chade, de “O Estado de S. Paulo”
Wallacereq@gmail.com
O BRASIL SERÁ O 4º PIB MUNDIAL EM 2050
ESTUDO DA “PRICEWATERHOUSECOOPERS” PREVÊ O BRASIL COMO O 4º PIB MUNDIAL EM 2050
“Antes de 2020, os sete grandes emergentes já terão superado os tradicionais países do G-7 em tamanho do PIB
Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo
“GENEBRA - A economia brasileira vai superar pela primeira vez a da França neste ano e já em 2013 vai ultrapassar a do Reino Unido, atingindo a sétima posição no planeta e se preparando para, em 2050, tornar-se a quarta maior economia do mundo. Mas um brasileiro terá de esperar pelo menos mais 40 anos para ter a renda média de hoje de um alemão.
Os dados fazem parte de um estudo da “PricewaterhouseCoopers”. Segundo o estudo, antes de 2020 as sete grandes economias emergentes já terão superado os tradicionais países do G-7 em tamanho do PIB. A constatação do levantamento é que, em meados do século, o cenário econômico mundial será bem diferente do atual, com China e Índia nos dois primeiros lugares e o atual líder – os Estados Unidos – apenas na terceira posição.
No caso do Brasil, o País subirá várias posições no ranking das maiores economias, incentivado por seu mercado doméstico e pela exportação de recursos naturais num primeiro momento. Se a comparação do PIB do Brasil for calculada em paridade de poder de compra (PPP), o País passaria da atual nona posição entre as maiores economias para a quarta, elevando PIB de US$ 2 trilhões em 2009 para US$ 9,7 trilhões em 2050.
A projeção é de que já este ano o Brasil supere a França em PIB. Em 2010, já havia superado a Espanha. Em 2013, superaria o Reino Unido. Finalmente, em 2025, passaria a Alemanha – o motor da economia europeia. Em 2037, seria a vez de superar a Rússia e, em 2039, o Japão.
Em comparação que leve em conta a taxa de câmbio do mercado, conhecido como PIB nominal, o Brasil também chegaria em 2050 na quarta posição entre as maiores economias, com US$ 9,2 trilhões de PIB. Hoje, o País ocupa a 8ª posição. Por esses cálculos, o Brasil superaria a Itália em 2017, passaria o Reino Unido em 2023 e ultrapassaria a França em 2027. Em 2032, seria a vez de superar a Alemanha e, em 2044, passaria o Japão.
RENDA
O avanço do Brasil pode impressionar. Mas, para o autor do levantamento, ser a quarta maior economia do mundo não significa que a pobreza será automaticamente erradicada. "Isso dependerá de política de Estado para garantir a distribuição da riqueza", afirmou ao Estado o economista John Hawksworth, chefe do grupo que realizou a projeção.
Ele lembra que, hoje, um brasileiro tem em média uma renda equivalente a 22% da renda de um americano. Em 40 anos, ganhará ainda menos da metade do que será a renda de um trabalhador nos Estados Unidos.
No Brasil, a renda passaria dos atuais US$ 10 mil por ano para quase US$ 40 mil em 2050. Na prática, a renda média de um brasileiro levará mais 40 anos para alcançar a de um alemão hoje.
Em termos de expansão do PIB, a consultoria destaca que o Brasil não estará entre os líderes e, mesmo na quarta posição mundial, o País terá em 40 anos um PIB que não difere do tamanho atual da economia chinesa.
A projeção é de crescimento de 4,4% ao ano. Mas abaixo do crescimento de México, Argentina, Indonésia, China e Índia. Ainda assim, duas vezes mais rápido que o dos Estados Unidos e quatro vezes superior ao do Japão. Em renda per capita, a expansão será de 3,3%, abaixo de 4,6% da China, 5,3% da Índia e metade da do Vietnã. "O grande desafio do Brasil será o de manter a estabilidade e investir em infraestrutura para permitir que essa expansão possa de fato ocorrer", avalia Hawksworth .
EMERGENTES
Outra constatação do relatório é a nova posição dos emergentes no cenário internacional. Em 2050, os sete maiores emergentes (China, Índia, Brasil, Rússia, México, Indonésia e Turquia) terão um PIB duas vezes superior ao tradicional G-7, formado por países industrializados. Isso, se ocorrer, será uma transformação importante em comparação com 2007, quando os ricos ainda tinham uma economia três vezes maior que a dos emergentes.
Mas as projeções indicam que, antes de 2020, a China já superará os EUA em paridade de poder de compra. A crise atual já havia possibilitado à China superar o Japão e se tornar a segunda maior economia do planeta. Em PIB nominal, porém, terá de esperar até 2032.
A grande novidade dos próximos 40 anos será a Índia, o país que mais crescerá. Em termos nominais, seu PIB será o terceiro maior do mundo, encostado ao dos Estados Unidos. Em paridade de compra, o PIB será 14% superior ao americano. Os indianos deverão superar o Japão em 2011 e o Brasil em 2014. Juntos, americanos, chineses e indianos terão 50% do PIB mundial."
FONTE: reportagem de Jamil Chade, de “O Estado de S. Paulo”
Wallacereq@gmail.com
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Estórias para boi dormir.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Dando voz a Dona Marisa Letícia
Foram oito anos de bombardeio intenso, tiroteio de deboches, ofensas de todo jeito, ridicularia, referências mordazes, críticas cruéis, calúnias até. E sem o conforto das contrapartidas. Jamais foi chamada de "a Cara" por ninguém, nem teve a imprensa internacional a lhe tecer elogios, muito menos admiradores políticos e partidários fizeram sua defesa. À "companheira" número 1 da República, muito osso, afagos poucos. Ah, dirão os de sempre, e as mordomias? As facilidades? O vidão? E eu rebaterei: E o fim da privacidade? A imprensa sempre de olho, botando lente de aumento pra encontrar defeito? E as hostilidades públicas? E as desfeitas? E a maneira desrespeitosa com que foi constantemente tratada, sem a menor cerimônia, por grande parte da mídia? Arremedando-a, desfeiteando-a, diminuindo-a? E as frequentes provas de desconfiança, daqui e dali? E - pior de tudo - os boatos infundados e maldosos, com o fim exclusivo e único de desagregar o casal, a família? Ah, meus queridos, Marisa Letícia Lula da Silva precisou ter coragem e estômago para suportar esses oito anos de maledicências e ataques. E ela teve.
Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a "mudez", a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que "eles" queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados. Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom?
Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar "emergentes" metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo "arrodeado" de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio. Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil.
Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante. Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor!
Cobraram de Marisa Letícia um "trabalho social nacional", um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo. Foi amável e cordial com todos que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam.
Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece.
Wallacereq@gmail.com
Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a "mudez", a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que "eles" queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados. Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom?
Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar "emergentes" metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo "arrodeado" de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio. Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil.
Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante. Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor!
Cobraram de Marisa Letícia um "trabalho social nacional", um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo. Foi amável e cordial com todos que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam.
Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece.
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Para pensar.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Estic visitant al meu fill. "Tornaré al gener
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
sábado, 23 de outubro de 2010
Estamos fazendo aniversário.
Parabéns para você.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
अ वोज दो पावो नो दिया दो प्रोफेस्सर.
No dia do Professor, a voz do Povo.
Voz do Povo.
“O verdadeiro professor defende os alunos de sua própria influência”
Amos Alcott.
Quando eu trabalhei na Câmara Federal em Brasília, 15 anos atrás, já se discutia e se votava a questão do Aborto e do Homossensualismo ( homossexualismo não existe)
O que me perturba a alma é a instrumentalização política desse tema em vésperas de eleição. Fazem de conta que um partido apóia um lado e outro não apóia e essa não é a verdade. A verdade é que nem um nem o outro está verdadeiramente preocupado com a saúde moral do povo brasileiro. Se não se preocupam com a saúde física das pessoas, muito menos se preocuparão com a saúde mental e moral do povo. A única preocupação ao se discutir esses temas importantes e decisivos é a descoberta de que eles podem determinar o voto do eleitorado. Porém nestes últimos 15 anos nenhum deputado federal do PSDB, ou senador, ou do PT ou de outro partido dedicou seu mandato para a defesa ou ataque desse tema, verdadeiramente se posicionou moralmente diante desses fatos morais com conseqüências marcantes na história do país e consequencias espirituais irremediáveis. Por trás dessa discutição habita o apego ao poder, ao dinheiro e aos grandes negócios públicos. Nada mais. Não pensem que todo petista é simpatizante do homossensualismo, ou favorável ao aborto, nem que todos os membros do PSDB são conservadores ( Serra ainda ontem se declarou favorável ao hossensualismo na esperança de ganhar os votos dos simpatizantes), muito pelo contrário, como as bases socialistas são as mesmas, os erros morais são os mesmos, todos são via de regra favoráveis ao aborto, ao “casamento” de juntas humanas do mesmo sexo, e ao estado laico e pagão. Não se deixem enganar.
Meus amigos eu já fiz uma escolha e já votei. O candidato escolhido por mim não se elegeu. Assim sendo eu não me sinto obrigado a fazer uma nova escolha, e pior, votar em candidatos que não me representam. Não; moralmente eu já votei, cumpri meu dever de cidadão, não me sinto à vontade diante da obrigação de negar minhas convicções e a minha escolha inicial.
Ou seja, considero que meu voto já foi dado, e como o candidato escolhido por mim já não concorre, não darei outro voto. Sinto-me uma marionete. Não me sinto capaz de liderar opiniões. Portanto deixo ao povo a sua voz. Se o aborto vier, se o homossexualismo dominar, se os pedágios proliferarem pelo Brasil inteiro, se vier o pedágio Urbano (ora o estacionamento pago edm via publica já é uma realidade, nada custa impor a rodagem paga em via pública), se as tarifas públicas explodirem, se os ricos se tornarem ainda mais ricos, se cada dia os homens trabalhadores, simples e humildes forem vilipendiados e os encarcerados a cada dia “ganharem mais e mais direitos” (dizem que receberão dos que trabalham honestamente mais de um salário mínimo por filho menor de idade que tenham) a culpa é única e exclusivamente daqueles que se omitiram diante de tais fatos, fossem de que partido fossem, cegos que estiveram todos pelas obras ($$$$$$) públicas e pela propaganda manipuladora.
Onde estavam os nossos representantes quando esses assuntos vieram a plenário? Pensando em suas reeleições? Obedientes às suas maçonarias? Apegados as cartilhas dos partidos. E o Povo? Dirigido como gado pelas televisões sem reflexão ou critica? Hipnotizados pelo “Grande Irmão”?
Anularei o segundo turno porque já votei no primeiro. Sou homem de uma única escolha. Que cada um, descida segundo as suas convicções. Não acho que Dilma ou Serra mereçam o voto do povo brasileiro. Mas se o povo julga que são merecedores, jamais reclamem diante de Deus. Como dizia meu velho e sábio pai: NA DÚVIDA NÂO ULTRAPASSE! Estamos caminhando na neblina da história brasileira. O Lula fez um acordo com Temer e impediu de termos uma terceira via que era defendida pelo Grupo 23 de Outubro. Despoticamente impôs a sua candidata aos militantes do PT. Todos esqueceram, todavia, que oito anos atrás o Brasil se encaminhava para uma revolta civil sem precedentes causada pela ganância incontida, do PL, PSDB, PFL e hoje, em nome de que, queremos a volta desses tiranos serviçais do capitalismo internacional? Será diferente com a Dilma? Os dois candidatos não têm palavra. Os dois se contradizem em diversos filmes disponíveis na Internet. Nenhum está verdadeiramente preocupado com a saúde mental e moral do povo brasileiro, ou quanto ao seu destino espiritual. Dois dias depois de definidas as eleições já ninguem mais tocará nestes assuntos. Todos se calarão. Para murmurarem baixinho.
Que tal, se pela maioria absoluta de votos nulos nós anulássemos essa eleição? Seria interessante não é mesmo, afinal quem manda o povo, ou...? Eu creio firmemente que é DEUS. Mas não se deixem influenciar cegamente.
Eu não lavo as mãos, apenas já fiz a minha escolha no primeiro voto. Quando o meu partido não me consulta me desobriga de segui-lo cegamente.
wallacereq@gmail.com
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Voz do Povo.
“O verdadeiro professor defende os alunos de sua própria influência”
Amos Alcott.
Quando eu trabalhei na Câmara Federal em Brasília, 15 anos atrás, já se discutia e se votava a questão do Aborto e do Homossensualismo ( homossexualismo não existe)
O que me perturba a alma é a instrumentalização política desse tema em vésperas de eleição. Fazem de conta que um partido apóia um lado e outro não apóia e essa não é a verdade. A verdade é que nem um nem o outro está verdadeiramente preocupado com a saúde moral do povo brasileiro. Se não se preocupam com a saúde física das pessoas, muito menos se preocuparão com a saúde mental e moral do povo. A única preocupação ao se discutir esses temas importantes e decisivos é a descoberta de que eles podem determinar o voto do eleitorado. Porém nestes últimos 15 anos nenhum deputado federal do PSDB, ou senador, ou do PT ou de outro partido dedicou seu mandato para a defesa ou ataque desse tema, verdadeiramente se posicionou moralmente diante desses fatos morais com conseqüências marcantes na história do país e consequencias espirituais irremediáveis. Por trás dessa discutição habita o apego ao poder, ao dinheiro e aos grandes negócios públicos. Nada mais. Não pensem que todo petista é simpatizante do homossensualismo, ou favorável ao aborto, nem que todos os membros do PSDB são conservadores ( Serra ainda ontem se declarou favorável ao hossensualismo na esperança de ganhar os votos dos simpatizantes), muito pelo contrário, como as bases socialistas são as mesmas, os erros morais são os mesmos, todos são via de regra favoráveis ao aborto, ao “casamento” de juntas humanas do mesmo sexo, e ao estado laico e pagão. Não se deixem enganar.
Meus amigos eu já fiz uma escolha e já votei. O candidato escolhido por mim não se elegeu. Assim sendo eu não me sinto obrigado a fazer uma nova escolha, e pior, votar em candidatos que não me representam. Não; moralmente eu já votei, cumpri meu dever de cidadão, não me sinto à vontade diante da obrigação de negar minhas convicções e a minha escolha inicial.
Ou seja, considero que meu voto já foi dado, e como o candidato escolhido por mim já não concorre, não darei outro voto. Sinto-me uma marionete. Não me sinto capaz de liderar opiniões. Portanto deixo ao povo a sua voz. Se o aborto vier, se o homossexualismo dominar, se os pedágios proliferarem pelo Brasil inteiro, se vier o pedágio Urbano (ora o estacionamento pago edm via publica já é uma realidade, nada custa impor a rodagem paga em via pública), se as tarifas públicas explodirem, se os ricos se tornarem ainda mais ricos, se cada dia os homens trabalhadores, simples e humildes forem vilipendiados e os encarcerados a cada dia “ganharem mais e mais direitos” (dizem que receberão dos que trabalham honestamente mais de um salário mínimo por filho menor de idade que tenham) a culpa é única e exclusivamente daqueles que se omitiram diante de tais fatos, fossem de que partido fossem, cegos que estiveram todos pelas obras ($$$$$$) públicas e pela propaganda manipuladora.
Onde estavam os nossos representantes quando esses assuntos vieram a plenário? Pensando em suas reeleições? Obedientes às suas maçonarias? Apegados as cartilhas dos partidos. E o Povo? Dirigido como gado pelas televisões sem reflexão ou critica? Hipnotizados pelo “Grande Irmão”?
Anularei o segundo turno porque já votei no primeiro. Sou homem de uma única escolha. Que cada um, descida segundo as suas convicções. Não acho que Dilma ou Serra mereçam o voto do povo brasileiro. Mas se o povo julga que são merecedores, jamais reclamem diante de Deus. Como dizia meu velho e sábio pai: NA DÚVIDA NÂO ULTRAPASSE! Estamos caminhando na neblina da história brasileira. O Lula fez um acordo com Temer e impediu de termos uma terceira via que era defendida pelo Grupo 23 de Outubro. Despoticamente impôs a sua candidata aos militantes do PT. Todos esqueceram, todavia, que oito anos atrás o Brasil se encaminhava para uma revolta civil sem precedentes causada pela ganância incontida, do PL, PSDB, PFL e hoje, em nome de que, queremos a volta desses tiranos serviçais do capitalismo internacional? Será diferente com a Dilma? Os dois candidatos não têm palavra. Os dois se contradizem em diversos filmes disponíveis na Internet. Nenhum está verdadeiramente preocupado com a saúde mental e moral do povo brasileiro, ou quanto ao seu destino espiritual. Dois dias depois de definidas as eleições já ninguem mais tocará nestes assuntos. Todos se calarão. Para murmurarem baixinho.
Que tal, se pela maioria absoluta de votos nulos nós anulássemos essa eleição? Seria interessante não é mesmo, afinal quem manda o povo, ou...? Eu creio firmemente que é DEUS. Mas não se deixem influenciar cegamente.
Eu não lavo as mãos, apenas já fiz a minha escolha no primeiro voto. Quando o meu partido não me consulta me desobriga de segui-lo cegamente.
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Testemunho pessoal.
Testemunho pessoal.
A vida me separou de meus irmãos.Todavia eu trabalhei com meu irmão Maurício então Deputado Federal enquanto Requião exercia um mandato no Senado Federal (1996).Desse período posso dizer com absoluta segurança que meus irmãos se posicionaram contra a lei do aborto. E que eu fiz um livro em 517 cópias ( 218 páginas) posicionando-me, como Secretário Parlamentar, contra a lei de Marta Suplicy ( PT) que pretendia legalizar o casamento (união civil) entre parelhas de pessoas do mesmo sexo. O projeto de lei acabou não sendo votado. Este livro pode ser consultado na Biblioteca Pública do Paraná, numa edição xerox, capa dura. TÍtulo Homossexualismo. Os demais foram entregues aos deputados federais de então.Conheça o meu Blog: http://g23heterofobicos.blogspot.com.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
A vida me separou de meus irmãos.Todavia eu trabalhei com meu irmão Maurício então Deputado Federal enquanto Requião exercia um mandato no Senado Federal (1996).Desse período posso dizer com absoluta segurança que meus irmãos se posicionaram contra a lei do aborto. E que eu fiz um livro em 517 cópias ( 218 páginas) posicionando-me, como Secretário Parlamentar, contra a lei de Marta Suplicy ( PT) que pretendia legalizar o casamento (união civil) entre parelhas de pessoas do mesmo sexo. O projeto de lei acabou não sendo votado. Este livro pode ser consultado na Biblioteca Pública do Paraná, numa edição xerox, capa dura. TÍtulo Homossexualismo. Os demais foram entregues aos deputados federais de então.Conheça o meu Blog: http://g23heterofobicos.blogspot.com.
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A vida me separou de meus irmãos.Todavia eu trabalhei com meu irmão Maurício então Deputado Federal enquanto Requião exercia um mandato no Senado Federal (1996).Desse período posso dizer com absoluta segurança que meus irmãos se posicionaram contra a lei do aborto. E que eu fiz um livro em 517 cópias ( 218 páginas) posicionando-me, como Secretário Parlamentar, contra a lei de Marta Suplicy ( PT) que pretendia legalizar o casamento (união civil) entre parelhas de pessoas do mesmo sexo. O projeto de lei acabou não sendo votado. Este livro pode ser consultado na Biblioteca Pública do Paraná, numa edição xerox, capa dura. TÍtulo Homossexualismo. Os demais foram entregues aos deputados federais de então.Conheça o meu Blog: http://g23heterofobicos.blogspot.com .
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A vida me separou de meus irmãos.Todavia eu trabalhei com meu irmão Maurício então Deputado Federal enquanto Requião exercia um mandato no Senado Federal (1996).Desse período posso dizer com absoluta segurança que meus irmãos se posicionaram contra a lei do aborto. E que eu fiz um livro em 517 cópias ( 218 páginas) posicionando-me, como Secretário Parlamentar, contra a lei de Marta Suplicy ( PT) que pretendia legalizar o casamento (união civil) entre parelhas de pessoas do mesmo sexo. O projeto de lei acabou não sendo votado. Este livro pode ser consultado na Biblioteca Pública do Paraná, numa edição xerox, capa dura. TÍtulo Homossexualismo. Os demais foram entregues aos deputados federais de então.Conheça o meu Blog: http://g23heterofobicos.blogspot.com .
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Para você pensar.
Quando abrimos os jornais e vemos que Portugal, Uruguai, Canadá, Itália têm programas de incentivo à fertilidade, chegando a pagar um adicional por criança nascida, somos obrigados a reflectir se lá na antiguidade os Espartanos não tinham alguma razão. Os filhos não são apenas filhos das famílias, mas são também filhos do Estado.
Ora, uma mentalidade anti vida enfraquece o país. As pessoas envelhecem, adquirem e cobram direitos de aposentadoria, e os jovens, braços úteis e força de trabalho diminuem vertiginosamente. Querem os "construtores da nova moral" contraditóriamente que os homem soquem nos homens, que as mulheres se acabem na felação, e que os heterosexuais ( nós os normais) abortemos os nosso filhos ou os evitemos de qualquer maneira numa expressão de egoísmo ímpar na história da humanidade. Viver sem deixar viver.
Há um pensador hindu, cujo nome me escapa agora, que diz que nossos filhos são filhos da vida. Ora; bem entendido ele quer dizer que nós somos todos filhos da vida. A fertilidade dos animais, da flora e dos homens é que nos tem mantido vivos no Planeta. A vida tem suas regras e não podemos negá-las.
Sem sermos piegas devemos admitir que o Criador da vida tem suas regras e não podemos negá-las. Foi o desrespeito rancoroso e revolucionário à essas regras que colocou o homem diante de sua soberba e cegueira, matando hoje, nos filhos, o futuro.
Nossos filhos são o futuro. Muito de nós fomos concebidos em tempos de miséria, em tempos de baixa saúde, em tempos difíceis, em tempos de guerra, em tempos de fome. Muitos de nós não fomos desejados, mas aqui estamos. Mas foi a garantia de estarmos vivos que nos fêz superar as agruras superáveis e estarmos todos aqui, vivos e lutando. Não fosse isso o planeta reinaria no silêncio absoluto de uma Lua, de um Vênus, um Marte ou Mercúrio.
Só exerceremos o direito e o dever de votar, porque não fomos abortados.
Pense nisso.
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Ora, uma mentalidade anti vida enfraquece o país. As pessoas envelhecem, adquirem e cobram direitos de aposentadoria, e os jovens, braços úteis e força de trabalho diminuem vertiginosamente. Querem os "construtores da nova moral" contraditóriamente que os homem soquem nos homens, que as mulheres se acabem na felação, e que os heterosexuais ( nós os normais) abortemos os nosso filhos ou os evitemos de qualquer maneira numa expressão de egoísmo ímpar na história da humanidade. Viver sem deixar viver.
Há um pensador hindu, cujo nome me escapa agora, que diz que nossos filhos são filhos da vida. Ora; bem entendido ele quer dizer que nós somos todos filhos da vida. A fertilidade dos animais, da flora e dos homens é que nos tem mantido vivos no Planeta. A vida tem suas regras e não podemos negá-las.
Sem sermos piegas devemos admitir que o Criador da vida tem suas regras e não podemos negá-las. Foi o desrespeito rancoroso e revolucionário à essas regras que colocou o homem diante de sua soberba e cegueira, matando hoje, nos filhos, o futuro.
Nossos filhos são o futuro. Muito de nós fomos concebidos em tempos de miséria, em tempos de baixa saúde, em tempos difíceis, em tempos de guerra, em tempos de fome. Muitos de nós não fomos desejados, mas aqui estamos. Mas foi a garantia de estarmos vivos que nos fêz superar as agruras superáveis e estarmos todos aqui, vivos e lutando. Não fosse isso o planeta reinaria no silêncio absoluto de uma Lua, de um Vênus, um Marte ou Mercúrio.
Só exerceremos o direito e o dever de votar, porque não fomos abortados.
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Quando abrimos os jornais e vemos que Portugal, Uruguai, Canadá, Itália têm programas de incentivo à fertilidade, chegando a pagar um adicional por criança nascida, somos obrigados a reflectir se là na antiguidade os Espartanos não tinham alguma razão. Os filhos não são apenas filhos das famílias, mas são também filhos do Estado.Ora, uma mentalidade anti vida enfraquece o país. As pessoas envelhecem, adquirem e cobram direitos de aposentadoria, e os jovens, braços úteis e força de trabalho diminuem vertiginosamente. Querem os " construtores da nova moral" contraditóriamente que os homem soquem nos homens, que as mulheres se acabem na felação, e que os heterosexuais ( nós os normais) abortemos os nosso filhos ou os evitemos de qualquer maneira numa expressão de egoísmo ímpar na história da humanidade. Viver sem deixar viver.
Há um pensador hindu, cujo nome me escapa agora, que diz que nossos filhos são filhos da vida. Ora; bem entendido ele quer dizer que nós somos todos filhos da vida. A fertilidade dos animais, da flora e dos homens é que nos tem mantido vivos no Planeta. A vida tem suas regras e não podemos negá-las.
Sem sermos piegas devemos admitir que o Criador da vida tem suas regras e não podemos negá-las. Foi o desrespeito rancoroso e revolucionário à essas regras que colocou o homem diante de sua soberba e cegueira, matando hoje, nos filhos, o futuro.
Nosso filhos são o futuro. Muito de nós fomos concebidos em tempos de miséria, em tempos de baixa saúde, em tempos difíceis, em tempos de guerra, em tempos de fome. Muitos de nós não fomos desejados, mas aqui estamos. Mas foi a garantia de estarmos vivos que nos fêz superar as agruras superáveis e estarmos todos aqui, vivos e lutando. Não fosse isso o planeta reinaria no silêncio absoluto de uma Lua, de um Vênus, um Marte ou Mercúrio.Só exerceremos o direito e o dever de votar, porque não fomos abortados.
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Há um pensador hindu, cujo nome me escapa agora, que diz que nossos filhos são filhos da vida. Ora; bem entendido ele quer dizer que nós somos todos filhos da vida. A fertilidade dos animais, da flora e dos homens é que nos tem mantido vivos no Planeta. A vida tem suas regras e não podemos negá-las.
Sem sermos piegas devemos admitir que o Criador da vida tem suas regras e não podemos negá-las. Foi o desrespeito rancoroso e revolucionário à essas regras que colocou o homem diante de sua soberba e cegueira, matando hoje, nos filhos, o futuro.
Nosso filhos são o futuro. Muito de nós fomos concebidos em tempos de miséria, em tempos de baixa saúde, em tempos difíceis, em tempos de guerra, em tempos de fome. Muitos de nós não fomos desejados, mas aqui estamos. Mas foi a garantia de estarmos vivos que nos fêz superar as agruras superáveis e estarmos todos aqui, vivos e lutando. Não fosse isso o planeta reinaria no silêncio absoluto de uma Lua, de um Vênus, um Marte ou Mercúrio.Só exerceremos o direito e o dever de votar, porque não fomos abortados.
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Você vai votar? Que bom.
Você vai votar? Que bom.
O Voto é um direito e um dever. Só pode votar que está vivo. Lembre-se disso, o direito à VIDA é o mais fundamental dos direitos, quem viola esse direito violará todos os outros direitos.
Nos só vamos exercer o direito e o dever do voto porque não fomos abortados, Alguém nos assumiu, alguém assumiu o grave dever de nos trazer à vida, e é porque estamos vivos que vamos votar. Lembrem-se disso, nós só vamos votar porque não fomos abortados.
Aqueles irmãos que serão abortados não terão mais quem os defenda, quando a lei ímpia aprovar o aborto. Eles não poderão exercer o direito e o dever de votar contra os criminosos que os mataram.
Se você se omitir diante disso, esteja certo que outros direitos te serão violados.
Nós não podemos odiar e condenar inocentes frutos da vida. Todos nós estivemos nessa situação de inocentes frutos da vida, todavia não fomos abortados. Se nos calarmos, amanhã bem cedo nos mesmos seremos violados na nossa vida. Que tipo de valores queremos criar quando dizemos aos nossos filhos nascidos: “esse seu irmãozinho não merece nascer”. Dizemos a eles: suas vidas não valem nada meus filhos, se eu quisesse; eu também poderia ter tirado as vossas.
Depois esperamos deles respeito.
Depois esperamos deles que não se tornem violentos.
Que valorizem a vida humana.
Matamos os seus irmãos e esperamos deles compreensão.
Negamos a vida de inocentes irmãos e esperamos deles, dos nascidos, à garantia da nossa.
Não votem em quem aprova o aborto.
Não votem em quem viola o mais fundamental dos direitos. A Vida.
Pois esse os violará sem dúvida, como conseqüência da primeira e mais fundamental violação, os outros direitos fundamentais da pessoa humana.
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Nos só vamos exercer o direito e o dever do voto porque não fomos abortados, Alguém nos assumiu, alguém assumiu o grave dever de nos trazer à vida, e é porque estamos vivos que vamos votar. Lembrem-se disso, nós só vamos votar porque não fomos abortados.
Aqueles irmãos que serão abortados não terão mais quem os defenda, quando a lei ímpia aprovar o aborto. Eles não poderão exercer o direito e o dever de votar contra os criminosos que os mataram.
Se você se omitir diante disso, esteja certo que outros direitos te serão violados.
Nós não podemos odiar e condenar inocentes frutos da vida. Todos nós estivemos nessa situação de inocentes frutos da vida, todavia não fomos abortados. Se nos calarmos, amanhã bem cedo nos mesmos seremos violados na nossa vida. Que tipo de valores queremos criar quando dizemos aos nossos filhos nascidos: “esse seu irmãozinho não merece nascer”. Dizemos a eles: suas vidas não valem nada meus filhos, se eu quisesse; eu também poderia ter tirado as vossas.
Depois esperamos deles respeito.
Depois esperamos deles que não se tornem violentos.
Que valorizem a vida humana.
Matamos os seus irmãos e esperamos deles compreensão.
Negamos a vida de inocentes irmãos e esperamos deles, dos nascidos, à garantia da nossa.
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Pois esse os violará sem dúvida, como conseqüência da primeira e mais fundamental violação, os outros direitos fundamentais da pessoa humana.
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Você vai votar? Que bom.
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O Voto é um direito e um dever. Só pode votar que está vivo. Lembre-se disso, o direito á VIDA é o mais fundamental dos direitos. Quem viola esse direito violará todos os outros direitos.
Nos só vamos exercer o direito e o dever do voto porque não fomos abortados. Alguém nos assumiu, alguém assumiu o grave dever de nos trazer à vida, e é porque estamos vivos que vamos votar. Lembrem-se disso, nós só vamos votar porque não fomos abortados.
Aqueles irmãos que serão abortados não terão mais quem os defenda, quando a lei ímpia aprovar o aborto. Eles não poderão exercer o direito e o dever de votar contra os criminosos que os mataram.
Se você se omitir diante disso, esteja certo que outros direitos te serão violados.
Nós não podemos odiar e condenar inocentes frutos da vida. Todos nós estivemos nessa situação de inocentes frutos da vida, todavia não fomos abortados. Se nos calarmos, amanhã bem cedo nos mesmos seremos violados na nossa vida. Que tipo de valores queremos criar quando dizemos aos nossos filhos nascidos: “esse seu irmãozinho não merece nascer”. Dizemos a eles: suas vidas não valem nada meus filhos, se eu quisesse; eu também poderia ter tirado as vossas.
Depois esperamos deles respeito.
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Que valorizem a vida humana.
Matamos os seus irmãos e esperamos deles compreensão.
Negamos a vida de inocentes irmãos e esperamos deles dos nascidos à garantia da nossa.
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Aqueles irmãos que serão abortados não terão mais quem os defenda, quando a lei ímpia aprovar o aborto. Eles não poderão exercer o direito e o dever de votar contra os criminosos que os mataram.
Se você se omitir diante disso, esteja certo que outros direitos te serão violados.
Nós não podemos odiar e condenar inocentes frutos da vida. Todos nós estivemos nessa situação de inocentes frutos da vida, todavia não fomos abortados. Se nos calarmos, amanhã bem cedo nos mesmos seremos violados na nossa vida. Que tipo de valores queremos criar quando dizemos aos nossos filhos nascidos: “esse seu irmãozinho não merece nascer”. Dizemos a eles: suas vidas não valem nada meus filhos, se eu quisesse; eu também poderia ter tirado as vossas.
Depois esperamos deles respeito.
Depois esperamos deles que não se tornem violentos.
Que valorizem a vida humana.
Matamos os seus irmãos e esperamos deles compreensão.
Negamos a vida de inocentes irmãos e esperamos deles dos nascidos à garantia da nossa.
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sábado, 11 de setembro de 2010
O vendedor.
Vendedor de aspirador de pó
Uma dona de casa, num vilarejo, ao atender as palmas em sua porta...
- Ó de casa, tô entrando!
Ela se depara com um homem que vai entrando em sua casa e joga esterco de cavalo em seu tapete da sala. A mulher apavorada pergunta:
- O senhor está maluco? O que pensa que está fazendo em meu tapete?
O vendedor, sem deixar a mulher falar, responde:
- Boa tarde! Eu estou oferecendo ao vivo, o meu produto, e eu provo pra senhora que os nossos aspiradores são os melhores e mais eficientes do mercado, tanto que vou fazer um desafio: se eu não limpar este esterco em seu tapete, eu prometo que irei comê-lo!
A mulher se retirou para a cozinha sem falar nada.
O vendedor curioso, perguntou:
- A senhora vai aonde? Não vai ver a eficiência do meu produto?
A mulher responde: - Vou pegar uma colher, sal e pimenta e um guardanapo de papel. Também uma cachaça para te abrir o apetite, pois aqui em casa não tem energia elétrica! Moral da história:
Conheça o seu cliente antes de oferecer qualquer coisa...
Wallacereq@gmail.com
Uma dona de casa, num vilarejo, ao atender as palmas em sua porta...
- Ó de casa, tô entrando!
Ela se depara com um homem que vai entrando em sua casa e joga esterco de cavalo em seu tapete da sala. A mulher apavorada pergunta:
- O senhor está maluco? O que pensa que está fazendo em meu tapete?
O vendedor, sem deixar a mulher falar, responde:
- Boa tarde! Eu estou oferecendo ao vivo, o meu produto, e eu provo pra senhora que os nossos aspiradores são os melhores e mais eficientes do mercado, tanto que vou fazer um desafio: se eu não limpar este esterco em seu tapete, eu prometo que irei comê-lo!
A mulher se retirou para a cozinha sem falar nada.
O vendedor curioso, perguntou:
- A senhora vai aonde? Não vai ver a eficiência do meu produto?
A mulher responde: - Vou pegar uma colher, sal e pimenta e um guardanapo de papel. Também uma cachaça para te abrir o apetite, pois aqui em casa não tem energia elétrica! Moral da história:
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Aprendendo a vender.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Pense nisso.
Outro dia, entrei num supermercado para comprar orégano e adquiri uma embalagem (saquinho) do produto, contendo 3 g, ao preço de R$ 1,99. Normalmente esse tipo de produto é vendido nos supermercados em embalagens que variam de 3 g a 10 g . Cheguei em casa e resolvi fazer os cálculos e constatei que estava pagando R$ 663,33 pelo kg do produto. Será que uma especiaria vale tudo isso? Agora, com mais esse exemplo abaixo de produtos vendidos em pequenas porções, fico com a sensação que as indústrias se utilizam "espertamente" desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percepção real do valor que está pagando pelos produtos. Acho que todos os fabricantes e comerciantes, deveriam ser obrigados por lei (mais uma?) a estampar em locais visíveis, os valores, em kg, em metro, em litro etc., de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores aos seus padrões de referências. Todo consumidor deve ter o sagrado direito de ter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos. VEJAM O ABSURDO: Você sabe o que que custa quase R$ 13.575,00 o litro? Resposta: TINTA DE IMPRESSORA! VOCÊ JÁ TINHA FEITO O CÁLCULO? Veja o que estão fazendo conosco. Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais. Há não muito tempo atrás, as impressoras eram caras e barulhentas. Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e facilidade das novas impressoras. Aí, veio a "Grande Sacada" dos fabricantes: oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos cada vez mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora. Olhe só o cúmulo: pode acontecer de compensar mais trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos. VEJA ESTE EXEMPLO: Uma HP DJ3845 é vendida, nas principais lojas, por R$ 170,00, aproximadamente. A reposição dos dois cartuchos (10 ml o preto e 8 ml o colorido), fica em torno de R$ 130,00. Daí, você vende a sua impressora semi-nova, sem os cartuchos, por uns R$ 90,00 (para vender rápido). Junta mais R$ 80,00, e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de fábrica. Os fabricantes fingem que nem é com eles; dizem que é caro por ser "tecnologia de ponta". Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço). Um cartucho HP, com míseros 10 ml de tinta, custa R$ 55,99. Isso dá R$ 5,59 por mililitro. Só para comparação, a Espumante Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29. Só acrescentando: as impressoras HP 1410, HP J3680 e HP3920, que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5 ml de tinta! A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$75,00. Fazendo as contas: R$ 75,00/5.5ml = R$ 13,63 o ml. > R$ 13,63 x 1000ml = R$ 13.636,00 Veja só: R$ 13.636,00 , por um litro de tinta colorida. Com este valor, podemos comprar, aproximadamente: - 300 gr de OURO; - - 3 TVs de Plasma de 42'; - - 1 UNO Mille 2003; - - 45 impressoras que utilizam este cartucho; - - 4 notebooks; - - 8 Micros Intel com 256 MB. Ou seja, um assalto ! Está indignado? Então, repasse adiante. Os fabricantes alegam que o povo não reclama de nada.
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terça-feira, 13 de julho de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Segurança Social ( programa real de altos resultados)
SEGURANÇA SOCIAL
Dentre todas as fragilidades apresentadas pela sociedade brasileira a segurança tem sido a que causa maiores queixas pela população. A história nacional demonstra que o Estado responde a estas queixas com muitas formas de trabalho a fim de combater a criminalidade e violência visando proporcionar a segurança. Entretanto o clamor da sociedade traz a seguinte reflexão: os instrumentos utilizados até o presente, de fato, conseguem conter, minimizar ou eliminar os fatores geradores desta sensação de não segurança?
Analisando-se a criminalidade observa-se que ela é decorrente de um conjunto de fatores sociais, econômicos e culturais que quando desestabilizados provocam insegurança em outras áreas, inclusive as vitais, como alimentação, saúde e educação. Em função desta complexidade, segurança pública deixa de ser um problema exclusivo das polícias, exigindo uma participação mais ampla de outros componentes para que tratem de todo o espectro de segurança, tais como alimentar, educacional, geração de renda, além da segurança pública melhorando a qualidade de vida na região.
Diante do exposto surge o conceito de Segurança Social propondo uma corrente de esforços entre os integrantes do Estado, em especial a Polícia Militar, a sociedade civil organizada e os voluntários para transformar comunidades que de alguma forma estejam mais sujeitas às influências da criminalidade em comunidades fortalecidas que tenham seu desenvolvimento independente das influências do crime, onde a Policia Militar do Paraná propõe a construção da segurança pública fundamentada na prevenção, capacitação, interação e participação da comunidade .
Idealizado pelo Cel Anselmo José de Oliveira e pela Major Karin Denise Krasinski, este conceito foi testado inicialmente na Vila Zumbi dos Palmares, com excelentes resultados para a região. No entanto, a implantação monitorada por parâmetros científicos foi feita na Vila Osternack, em novembro de 2008, quando escolheu-se a região devido ao alto índice de homicídios constatado pelo Sistema de Geoprocessamento da Secretaria de Segurança Publica, onde havia o pico de até 14 homicidios num único final de semana, sendo assim considerada a região mais violenta de Curitiba .
Lançado oficialmente em 22 de novembro de 2008, pelo sr. Governador , Roberto Requião, e pelo então Comandante Geral, Cel Anselmo José de Oliveira, o projeto piloto foi implantado, acompanhado e mensurado desde então, na Vila Osternack, em três comunidades.
Pela sistemática do trabalho, os parceiros são fundamentais, hoje em torno de sessenta instituições que se organizam em câmaras de trabalho produzindo resultados nas áreas de educação, geração de renda, desenvolvimento urbano, segurança pública, segurança alimentar, saúde, religiosa, cidadania.
As pesquisas mostraram que o maior interesse inicial daquela população era a ocupação dos jovens que fora da ociosidade, também ficariam longe dos delitos e do uso de drogas. Hoje, diversas atividades são desenvolvidas tendo como base a Associação XXIII de Agosto, Associação Madre Tereza, Clube de Mães XXIII de Agosto, Igreja Católica, Igreja Evangélica Assembléia de Deus, Igreja Cristã Água Viva e no Colégio Estadual Iara Bergmann obtendo-se como resultado , uma população que aos poucos se fortalece e confia em si mesma, buscando a geração de rendas, a saúde e principalmente qualidade de vida. E o mais surpreendente é que a taxa de homicídios caiu para uma média de 01 homicidio por mês, restando para ser trabalhado pelas câmaras da saúde de de segurança pública, os delitos originados pela violência doméstica em maior numero contra mulheres e crianças.
Nas palavras do Cel Anselmo, o Segurança Social é o futuro da segurança pública, onde esta é construída com a técnica policial em conjunto com a população articulada.
Forma aprimorada de se construir a segurança com a sociedade organizada através da sinergia de iniciativas na busca de dotar as comunidades de alternativas salutares de sobrevivência e melhoria de suas condições individuais e grupais levando-as a uma prática cidadã e preventiva.
Sua logomarca é composta pelo brasão da PMPR, pelo centro da Bandeira do Paraná e pelo símbolo da segurança social. O conjunto destes elementos estiliza um olho, que ludicamente representa um olhar do Estado, da PMPR e da sociedade organizada sobre a comunidade onde se está desenvolvendo o projeto.
A sua logo demonstra o eixo principal do Segurança Social: a construção em ¨3D¨da segurança pública, onde a união de todos os segmentos sociais e a comunidade, sem qualquer distinção, em bases sólidas, oportuniza transformações profundas no local trabalhado, que por fim otimiza os recursos policiais existentes, aplicando com maior eficácia e eficiência um menor número de policiais e de viaturas, obtendo-se resultados muito maiores.
O Projeto já foi exposto a diversas instituições dos municípios de Curitiba, Almirante Tamandaré, Cascavel e agora prepara-se para expor em Maringá.
**************
EQUIPES QUE GERENCIARAM O SEGURANÇA SOCIAL:
Telefones para contato:
SEGURANÇA SOCIAL - PMPR Av. Mal Floriano Peixoto, 1401- Rebouças- Curitiba-Pr Fone: (041) 33044725 ou 33044700 (Coordenação: Capitão Ronaldo de Abreu e Margarete Maria Lemes )
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Dentre todas as fragilidades apresentadas pela sociedade brasileira a segurança tem sido a que causa maiores queixas pela população. A história nacional demonstra que o Estado responde a estas queixas com muitas formas de trabalho a fim de combater a criminalidade e violência visando proporcionar a segurança. Entretanto o clamor da sociedade traz a seguinte reflexão: os instrumentos utilizados até o presente, de fato, conseguem conter, minimizar ou eliminar os fatores geradores desta sensação de não segurança?
Analisando-se a criminalidade observa-se que ela é decorrente de um conjunto de fatores sociais, econômicos e culturais que quando desestabilizados provocam insegurança em outras áreas, inclusive as vitais, como alimentação, saúde e educação. Em função desta complexidade, segurança pública deixa de ser um problema exclusivo das polícias, exigindo uma participação mais ampla de outros componentes para que tratem de todo o espectro de segurança, tais como alimentar, educacional, geração de renda, além da segurança pública melhorando a qualidade de vida na região.
Diante do exposto surge o conceito de Segurança Social propondo uma corrente de esforços entre os integrantes do Estado, em especial a Polícia Militar, a sociedade civil organizada e os voluntários para transformar comunidades que de alguma forma estejam mais sujeitas às influências da criminalidade em comunidades fortalecidas que tenham seu desenvolvimento independente das influências do crime, onde a Policia Militar do Paraná propõe a construção da segurança pública fundamentada na prevenção, capacitação, interação e participação da comunidade .
Idealizado pelo Cel Anselmo José de Oliveira e pela Major Karin Denise Krasinski, este conceito foi testado inicialmente na Vila Zumbi dos Palmares, com excelentes resultados para a região. No entanto, a implantação monitorada por parâmetros científicos foi feita na Vila Osternack, em novembro de 2008, quando escolheu-se a região devido ao alto índice de homicídios constatado pelo Sistema de Geoprocessamento da Secretaria de Segurança Publica, onde havia o pico de até 14 homicidios num único final de semana, sendo assim considerada a região mais violenta de Curitiba .
Lançado oficialmente em 22 de novembro de 2008, pelo sr. Governador , Roberto Requião, e pelo então Comandante Geral, Cel Anselmo José de Oliveira, o projeto piloto foi implantado, acompanhado e mensurado desde então, na Vila Osternack, em três comunidades.
Pela sistemática do trabalho, os parceiros são fundamentais, hoje em torno de sessenta instituições que se organizam em câmaras de trabalho produzindo resultados nas áreas de educação, geração de renda, desenvolvimento urbano, segurança pública, segurança alimentar, saúde, religiosa, cidadania.
As pesquisas mostraram que o maior interesse inicial daquela população era a ocupação dos jovens que fora da ociosidade, também ficariam longe dos delitos e do uso de drogas. Hoje, diversas atividades são desenvolvidas tendo como base a Associação XXIII de Agosto, Associação Madre Tereza, Clube de Mães XXIII de Agosto, Igreja Católica, Igreja Evangélica Assembléia de Deus, Igreja Cristã Água Viva e no Colégio Estadual Iara Bergmann obtendo-se como resultado , uma população que aos poucos se fortalece e confia em si mesma, buscando a geração de rendas, a saúde e principalmente qualidade de vida. E o mais surpreendente é que a taxa de homicídios caiu para uma média de 01 homicidio por mês, restando para ser trabalhado pelas câmaras da saúde de de segurança pública, os delitos originados pela violência doméstica em maior numero contra mulheres e crianças.
Nas palavras do Cel Anselmo, o Segurança Social é o futuro da segurança pública, onde esta é construída com a técnica policial em conjunto com a população articulada.
Forma aprimorada de se construir a segurança com a sociedade organizada através da sinergia de iniciativas na busca de dotar as comunidades de alternativas salutares de sobrevivência e melhoria de suas condições individuais e grupais levando-as a uma prática cidadã e preventiva.
Sua logomarca é composta pelo brasão da PMPR, pelo centro da Bandeira do Paraná e pelo símbolo da segurança social. O conjunto destes elementos estiliza um olho, que ludicamente representa um olhar do Estado, da PMPR e da sociedade organizada sobre a comunidade onde se está desenvolvendo o projeto.
A sua logo demonstra o eixo principal do Segurança Social: a construção em ¨3D¨da segurança pública, onde a união de todos os segmentos sociais e a comunidade, sem qualquer distinção, em bases sólidas, oportuniza transformações profundas no local trabalhado, que por fim otimiza os recursos policiais existentes, aplicando com maior eficácia e eficiência um menor número de policiais e de viaturas, obtendo-se resultados muito maiores.
O Projeto já foi exposto a diversas instituições dos municípios de Curitiba, Almirante Tamandaré, Cascavel e agora prepara-se para expor em Maringá.
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EQUIPES QUE GERENCIARAM O SEGURANÇA SOCIAL:
Telefones para contato:
SEGURANÇA SOCIAL - PMPR Av. Mal Floriano Peixoto, 1401- Rebouças- Curitiba-Pr Fone: (041) 33044725 ou 33044700 (Coordenação: Capitão Ronaldo de Abreu e Margarete Maria Lemes )
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
Entrevista Bruta
Voce não está vendo a entrevista com Roberto Requião, policiamento ideologico do Google.
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sábado, 8 de maio de 2010
Confissões do Tio Wallace Req
Não se trata das Confissões de Santo Agostinho. Se trata das confissões do Tio Wallace. Eu jantava com os Bispos do Paraná que foram à casa do governador Requião em um jantar de despedida do governo, quando contei ao novo Bispo que eu fora seminarista. Ele sorriu incrédu-lo. Digamos que eu não faço o tipo.
Conversa vai, conversa vem e eu com aquela má impressão de que o Bispo havia me tomado por mentiroso. Mas como jogo só se perde depois do apito do juiz, quando levantamos da mesa para as despedidas, vieram em minha direção o Padre Kleina ( Paróquia Santa Rita de Cassia) e o Padre Reginaldo Manzotti ( Paróquia Nossa Senhora do Guadalupe), os padres mais pop da capital, e unissonos disseram na frente do Bispo: " você foi nosso colega de seminário". Rimos muito, e eu fui salvo como se diz: pelo "Gongo". Agora descobri que o padre Aparecido, capelão do Palácio do Governo também foi meu colega. Eu entrei na Instituto Teológico dos padres Claretianos tardiamente, e já era, portanto, bem mais velho que eles.
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Conversa vai, conversa vem e eu com aquela má impressão de que o Bispo havia me tomado por mentiroso. Mas como jogo só se perde depois do apito do juiz, quando levantamos da mesa para as despedidas, vieram em minha direção o Padre Kleina ( Paróquia Santa Rita de Cassia) e o Padre Reginaldo Manzotti ( Paróquia Nossa Senhora do Guadalupe), os padres mais pop da capital, e unissonos disseram na frente do Bispo: " você foi nosso colega de seminário". Rimos muito, e eu fui salvo como se diz: pelo "Gongo". Agora descobri que o padre Aparecido, capelão do Palácio do Governo também foi meu colega. Eu entrei na Instituto Teológico dos padres Claretianos tardiamente, e já era, portanto, bem mais velho que eles.
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