sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Colégio Professora Julia Wanderley, Prado Ferreira, Paraná
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Obras do Governo Requião Pessuti ( PMDB)
Colégio Estadual IPE, São José dos Pinhais, Paraná
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Obras do Governo Requião Pessuti ( PMDB)
Colégio Estadual de Educação Especial Lucy Requião, Santa Felicidade, Curitiba.
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Este colégio foi construido sobre ruínas. O G 23 teve o privilégio de visitá-las antes de começarem as obras. Ficou muito bonito, esse colégio estadual que você não viu em nenhum órgão de imprensa. è mole ou quer mais. Tem mais, eu postarei nos proximos dias. Obrigado a todos que colaboram para que o G 23 conseguisse as imagens. Essa escola também já esta inaugurada e em funcionamento.

Este colégio foi construido sobre ruínas. O G 23 teve o privilégio de visitá-las antes de começarem as obras. Ficou muito bonito, esse colégio estadual que você não viu em nenhum órgão de imprensa. è mole ou quer mais. Tem mais, eu postarei nos proximos dias. Obrigado a todos que colaboram para que o G 23 conseguisse as imagens. Essa escola também já esta inaugurada e em funcionamento.
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Obras do Governo Requião
Colégio Estadual Antônio Três Reis de Oliveira, Apucarana
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Obras do Governo Requião
Colégio Estadual Alberto Ribeiro, Bocaiúva do Sul
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Obras do Governo Requião
Colégio Cataratas em Cascavel
Nova sede do Cataratas. O que você vê dentro da cerca é a casa do zelador, programa de moradias destinado preferencialmente a familias de policiais militares.
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Obras do Governo Requião
Escolas do Governo Requião.


Escola Pilar Maturana.
São muitas novas escolas construidas pelo Governo Requião e Pessuti, algumas ampliações, e colégios como o da foto, esse o segundo maior Colégio do Estado do Paraná, fica no Bairro Alto em Curitiba. Aguardem vou procurar publicar fotos de todas que encontrar, dizendo se possivel, onde ficam. Vocês irão concordar comigo que é fantástico o que se fez e se fará com Pessuti em termos de Educação Pública no Paraná. O G 23 foi conferir. Você já viu uma linha sobre isso em algum jornal?
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Obras do Governo Requião
Quem disse que o Lula não é doutor?
Brincadeira entre Lula e Requião durante inauguração de Centro Publico Odontológico no Paraná.Dr. Lula, cirurgião dentista arranca os caninos de Requião. É ver para crer.
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Curiosidades
Um palácio erguido sobre ruínas.
Uma palácio levantado sobre as ruínas. Mais uma obra do Governo Requião.
Por pouco mais de 20 anos essa ruina destinada a ser o Forum, ficou abandonada em pleno Centro Cívico, como um testemunho de incuria. Requião construiu aí o Palácio das Araucarias, cujas imagens internas você vê.


Por pouco mais de 20 anos essa ruina destinada a ser o Forum, ficou abandonada em pleno Centro Cívico, como um testemunho de incuria. Requião construiu aí o Palácio das Araucarias, cujas imagens internas você vê.
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Obras do Governo Requião.
O caso Lula. Negligência ou crime?
Na primeira foto vemos a negligência com a segurança, a falta da trava onde esta assinalado em amarelo, e a instabilidade da base sobre recortes de madeira.
Nesse caso mostramos a ausência das duas traves. Dentro do círculo vermelho vemos o encaixe da trave, sem a mesma.
Prestem atenção no estado de total insegurança nesse encaixe de trava.
Olhem o estado do material, e o arame que o segura, tinha que cair.
O tapete foi colocado para aumentar o contraste, veja bem ao centro o encaixe da trave que ali não estava, provocando a totção da Viga, e o tombo das pessoas.
Reparem que do outro lado, na coluna, também falta a trava de dentro, que deveria estar bem acima da fita amarela. Isto tudo é obvio.
Um advogado criminalista em Curitiba tirou essas fotos do incidente ocorrido no comicio de Lula em Curitiba. Aqui, o palco sem duas travas, destinava-se a imprensa. Todavia, um grupo de rapazes da juventude do PT subiu no palco reservado à imprensa, e ele ruiu antes que algum fotografo ou camêra tivesse subido nele. Assim , providencialmente, o acidente não ocorreu. As fotos foram tiradas para mostrar inúmeas negligências com a segurança. Vejam com atenção as fotos mostradas acima.
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Negfligência ou crime?
Palco seguro
Obeservem na parte inferior do palco. Quantas colunas de suporte e quantas travas. Veja quantos apoios por metro quadrado.Se você "recortar" uma área correspondente ao palco do acidente do governador, você verá insofismavelmente o vazio de estruturas de segurança naquele palco, incluindo a ausência de suporte central. Governador, pode mandar fazer uma perícia naquela estrutura, no meu entender houve má fé na montagem do palco.No caso do acidente com o governador do Paraná ainda houve um agravante, a estrutura metálica despencou sobre aparelhos e cabos de alta tensão, o que poderia ter matado todos eletrecutados. Esse caso não pode ficar restrito a um simples pedido de desculpas.
Se eu morasse na China resolveria o caso de maneira bem simples, o dono da empresa e seus funcionarios deveriam ficar sentado debaixo do palco durante o evento. Caiu, caiu na cabeça deles, e a justiça já estaria feita.
Aguardem tenho fotos do caso LULA.
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Crime ou acidente?
Nos respondam, por favor!!!
Trava é o ferro transversal que segura o esquadro. Marcada em vermelho, obeserve que num vão de dois metros há duas travas em X, portanto em um vão de seis metros deveriam haver dois ou três conjuntos de travas. Dois ou três X. Nas fotos frontais do palco, percebe-se não há as travas, mostrando a fragilidade da estrutura. ( compare com a foto da materia acima: Palco seguro. Veja o vazio da parte inferior do palco comparado com o palco seguro. Como na hora do discurso todos vêm para a frente, há uma sobrecarga, e o acidente será irreversivel. Qualquer perito em estruturas, poderá observar e confirmar ou não, o que digo aqui. Porém é obvio o que estamos mostrando. Se houve intenção, e se as televisões que nunca acompanham o governador lá estavam, no meu entender, poderão sim serem todas interpeladas criminalmente. Não se pode ter certeza, mas faltam os apoios centrais nas viga do cento do palco. Uma coluna que suporta o centro da estrutura.
Obeservem nessa foto a ausência das travas, desenhadas em amarelo. Na foto de baixo, assinalada em vermelho você verá as travas laterais, formando um X, com mais de dois metros cada em vão bem menor, na visão frontal, dado ao tamanho do vão, não as vemos, deveriam ser em número de quatro; dois X
Veja a trava, assinalada por um fino traço vermelho, assim nessa posição elas deveriam estar no vão maior. Alem, não posso comprovar pelas fotos que tenho, faltam os suportes do meio do palco, ou seja, a estrutura não iria suportar o peso, das pessoas e equipamentos. Falha também da segurança do governador, que deixou passar um estrutura com essa fragilidade.
As perguntas que não podem calar.
Todas as televisões publicaram imagens do acidente ocorrido com o governador.
Então nós do G23 perguntamos: Se as televisões estão presentes, nas inaugurações do governo Requião porque não publicam as noticias boas?
Se não estavam presentes, como é costume, quem da Equipe da Secretaria de Comunicação divulgou as imagens?
Se como é comum, nunca as televisões comerciais acompanham esse tipo de evento, como eu em diversas oportunidades pude testemunhar, e no caso do acidente estavam presentes, contra as regras e o esperável, estiveram presentes no acidente, eu pergunto: o acidente foi provocado? Como aquele ocorrido com o Lula em São Paulo, e com o Lula em Curitiba?
Quem são os proprietarios da empresa que montou o palco? Quem os contratou? Tem vínculo com a empresa que montou o palco do Lula em Curitiba?
Essa empresa vai continuar sendo contratada por orgãos publicos?
Nas fotos não se vê as travas. No caso do Lula, as travas não haviam sido colocadas.
Travas são travessas transversais que reforçam os grandes vãos.
Elas não são vistas nas fotos
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Comunicação.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
A Dialética " Escondida".
A dialética “escondida”.
Existe uma realidade tão obvia que se nos escapa, muitas vezes, à consciência. A morte é para todos, todos os que nascem morrerão. Assim a vida tem uma dinâmica, aqui entendida como dialética, que nos diz que a morte faz parte da dinâmica da vida, portanto essa dialética é necessária e natural. Digo necessária porque a vida se renova na morte.
E como nós os homens realizamos essa dialética? Como ela se concretiza? Nós os homens morremos, ou vencido pela idade, ou pelas enfermidades, ou pelos acidentes, ou pela violência, ou pela luta em viver, defender a própria vida, valores, instituições, direitos e liberdade. Mas se na vida a morte é natural e inevitável, e muito da angustia, cobiça e violência tem justamente, como causa a sobrevivência a qualquer custo, isto nos cria uma seqüência infinda de ilusões, apegos, e escravidão. Esse ponto é que nos rouba a consciência da morte, num mecanismo de negação.
Todavia, a aceitação da morte, pura e simplesmente, altera em muito todos os valores vividos e defendidos. Alguns começam a acreditar que a vida, uma vez que é finita, deverá ser vivida com intensidade irresponsável, posto que morreremos, quer queiramos, quer não. A satisfação passa a ser então a linha mestra do viver humano, e a frustração o inimigo da vida intensa, o que sem nos determos muito, podemos compreender que como conseqüências têm violências, pois o outro nem sempre busca a satisfação que procuramos o que gera o conflito, pois um frustra o querer do outro. Se todos nós morreremos quer queiramos quer não, e a contemplação da vida, nos tem demonstrado que os que vivem, tiranizam os que viverão, ou outros viventes que os frustrarão, e que, como conseqüência, os homens vêm criando formas variadas de matar uns aos outros (Guerras, abortos, doenças criadas em laboratório, transito, drogas, etc.) nossa noção de crime, e responsabilidade diante da vida, vai se relativizando, numa dialética de valores que justificam o matar ou matar-se. Já aceitamos matar no ventre materno, e pela eutanásia os velhos, porque vemos a vida como economia, numa dialética de valores tiranizantes.
Quando observamos os animais, todos eles, vemos que vivem e morrem sem choradeiras dramas, ou aparente perda emocional com relação à morte.Isso nos mostra uma flagrante diferença entre esses seres, e nós os homens. Essa diferença tem uma ligação indissolúvel com a consciência e a razão. Houve já, quem propunha em cima disto que a razão é uma ilusão, uma emoção inútil, embora outros afirmem que a razão é a mãe de nossa existência.
A Razão nos leva a duas posições antagônicas, a existência de Deus ou sua negação. É a tal dialética. Os que negam a Deus caem em dois vértices bem claros, o materialismo capitalista e o materialismo socialista. O primeiro diante da relatividade dos valores morais, e da urgência da vida individual, acredita que tudo depende, em ordem da satisfação, do acumulo de capital e do lucro, e que esse objetivo deve imperar acima e soberano ao interesses dos próximos. O socialismo materialista, diante da relatividade dos valores morais, que seriam apenas acordos momentâneos, acha que todos os homens têm a mesma dignidade, e, portanto devem desfrutar na vida das mesmas satisfações, e para consegui-las, os homens devem garanti-los por quaisquer meios. Portanto o capitalismo e o socialismo geram violência, o que para eles é um valor menor uma vez que a morte é um valor natural.
Os que crêem em Deus, se apegam na permanência da vida espiritual, embora também se dividam em dois grupos, os que crêem que Deus tem valores, e os que crêem que os homens fazem os valores para Deus. Os primeiros acreditam na revelação, ou seja, que Deus não pode ser encontrado pelos homens, mas que esse pode revelar-se aos homens. Os segundos imaginam Deus inacessível, ininvestigável, irrevelável, portanto os valores morais são obras humanas e nada tem a ver coma sobrevida espiritual da alma humana. Assim temos as noções de destino, carma, reencarnação, onde o vivido, bem ou mal, evolui para algo maior, mais perfeito. Os primeiros se dividem em dois grupos, Deus tem valores, diz o primeiro, mas se revela aos poucos aos homens, segundo os desígnios dos homens, essa revelação se faz por meio dos homens, qualquer homem escolhido por Deus. Ora não é difícil perceber certa fragilidade nisso, pois difere em muito pouco do materialismo, o homem constrói os valores.
O segundo grupo, percebeu que Deus se Revela ao Homem, mas que a Vontade e Inteligência de Deus ( O Verbo) poderia se encarnar acabando de vez coma a relatividade dos valores, então Deus se tornaria investigável, visível, audível, tocável, aos mesmo tempo que nos fala da sobrevida espiritual do homem também nos fala de um tipo de vida desejável, e uma conseqüência espiritual futura, a presença de Deus, ou sua ausência, dependendo da escolha do homem. Ou seja, o homem viveria um materialismo espiritual (uma vida eterna sem Deus), ou o homem viveria um espiritualismo espiritual (uma vida eterna com Deus.). Ou seja, para quem crê e ou conheceu ao Verbo Encarnado, em Jesus Cristo, percebeu, na sua morte e ressurreição, que Deus é Deus dos Vivos e dos mortos, ou seja, abre-se a possibilidade que os valores morais sejam para essa e outra vida, ou seja, seja eterno como Deus é Eterno.
Desse modo leremos em Romanos 14,7s: Nenhum de nós vive para si e ninguém morre para si. Se vivemos, vivemos para o Senhor; se morremos, morremos para o Senhor. Quer vivamos quer morramos pertencemos ao Senhor. Para isso é que morreu Cristo e retomou a vida, pra ser Senhor tanto de mortos como de vivos (...). Todos temos que comparecer diante do tribunal de Deus. Porque está escrito. Diante de mim se dobrará todo joelho e toda língua dará Gloria a Deus (Isaias).
Ora diante da morte, dessa aterrorizante realidade, não seremos como os animais, inocentes. Seremos colocados diante das evidências da vida espiritual, e o desejo ou não de Deus.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Existe uma realidade tão obvia que se nos escapa, muitas vezes, à consciência. A morte é para todos, todos os que nascem morrerão. Assim a vida tem uma dinâmica, aqui entendida como dialética, que nos diz que a morte faz parte da dinâmica da vida, portanto essa dialética é necessária e natural. Digo necessária porque a vida se renova na morte.
E como nós os homens realizamos essa dialética? Como ela se concretiza? Nós os homens morremos, ou vencido pela idade, ou pelas enfermidades, ou pelos acidentes, ou pela violência, ou pela luta em viver, defender a própria vida, valores, instituições, direitos e liberdade. Mas se na vida a morte é natural e inevitável, e muito da angustia, cobiça e violência tem justamente, como causa a sobrevivência a qualquer custo, isto nos cria uma seqüência infinda de ilusões, apegos, e escravidão. Esse ponto é que nos rouba a consciência da morte, num mecanismo de negação.
Todavia, a aceitação da morte, pura e simplesmente, altera em muito todos os valores vividos e defendidos. Alguns começam a acreditar que a vida, uma vez que é finita, deverá ser vivida com intensidade irresponsável, posto que morreremos, quer queiramos, quer não. A satisfação passa a ser então a linha mestra do viver humano, e a frustração o inimigo da vida intensa, o que sem nos determos muito, podemos compreender que como conseqüências têm violências, pois o outro nem sempre busca a satisfação que procuramos o que gera o conflito, pois um frustra o querer do outro. Se todos nós morreremos quer queiramos quer não, e a contemplação da vida, nos tem demonstrado que os que vivem, tiranizam os que viverão, ou outros viventes que os frustrarão, e que, como conseqüência, os homens vêm criando formas variadas de matar uns aos outros (Guerras, abortos, doenças criadas em laboratório, transito, drogas, etc.) nossa noção de crime, e responsabilidade diante da vida, vai se relativizando, numa dialética de valores que justificam o matar ou matar-se. Já aceitamos matar no ventre materno, e pela eutanásia os velhos, porque vemos a vida como economia, numa dialética de valores tiranizantes.
Quando observamos os animais, todos eles, vemos que vivem e morrem sem choradeiras dramas, ou aparente perda emocional com relação à morte.Isso nos mostra uma flagrante diferença entre esses seres, e nós os homens. Essa diferença tem uma ligação indissolúvel com a consciência e a razão. Houve já, quem propunha em cima disto que a razão é uma ilusão, uma emoção inútil, embora outros afirmem que a razão é a mãe de nossa existência.
A Razão nos leva a duas posições antagônicas, a existência de Deus ou sua negação. É a tal dialética. Os que negam a Deus caem em dois vértices bem claros, o materialismo capitalista e o materialismo socialista. O primeiro diante da relatividade dos valores morais, e da urgência da vida individual, acredita que tudo depende, em ordem da satisfação, do acumulo de capital e do lucro, e que esse objetivo deve imperar acima e soberano ao interesses dos próximos. O socialismo materialista, diante da relatividade dos valores morais, que seriam apenas acordos momentâneos, acha que todos os homens têm a mesma dignidade, e, portanto devem desfrutar na vida das mesmas satisfações, e para consegui-las, os homens devem garanti-los por quaisquer meios. Portanto o capitalismo e o socialismo geram violência, o que para eles é um valor menor uma vez que a morte é um valor natural.
Os que crêem em Deus, se apegam na permanência da vida espiritual, embora também se dividam em dois grupos, os que crêem que Deus tem valores, e os que crêem que os homens fazem os valores para Deus. Os primeiros acreditam na revelação, ou seja, que Deus não pode ser encontrado pelos homens, mas que esse pode revelar-se aos homens. Os segundos imaginam Deus inacessível, ininvestigável, irrevelável, portanto os valores morais são obras humanas e nada tem a ver coma sobrevida espiritual da alma humana. Assim temos as noções de destino, carma, reencarnação, onde o vivido, bem ou mal, evolui para algo maior, mais perfeito. Os primeiros se dividem em dois grupos, Deus tem valores, diz o primeiro, mas se revela aos poucos aos homens, segundo os desígnios dos homens, essa revelação se faz por meio dos homens, qualquer homem escolhido por Deus. Ora não é difícil perceber certa fragilidade nisso, pois difere em muito pouco do materialismo, o homem constrói os valores.
O segundo grupo, percebeu que Deus se Revela ao Homem, mas que a Vontade e Inteligência de Deus ( O Verbo) poderia se encarnar acabando de vez coma a relatividade dos valores, então Deus se tornaria investigável, visível, audível, tocável, aos mesmo tempo que nos fala da sobrevida espiritual do homem também nos fala de um tipo de vida desejável, e uma conseqüência espiritual futura, a presença de Deus, ou sua ausência, dependendo da escolha do homem. Ou seja, o homem viveria um materialismo espiritual (uma vida eterna sem Deus), ou o homem viveria um espiritualismo espiritual (uma vida eterna com Deus.). Ou seja, para quem crê e ou conheceu ao Verbo Encarnado, em Jesus Cristo, percebeu, na sua morte e ressurreição, que Deus é Deus dos Vivos e dos mortos, ou seja, abre-se a possibilidade que os valores morais sejam para essa e outra vida, ou seja, seja eterno como Deus é Eterno.
Desse modo leremos em Romanos 14,7s: Nenhum de nós vive para si e ninguém morre para si. Se vivemos, vivemos para o Senhor; se morremos, morremos para o Senhor. Quer vivamos quer morramos pertencemos ao Senhor. Para isso é que morreu Cristo e retomou a vida, pra ser Senhor tanto de mortos como de vivos (...). Todos temos que comparecer diante do tribunal de Deus. Porque está escrito. Diante de mim se dobrará todo joelho e toda língua dará Gloria a Deus (Isaias).
Ora diante da morte, dessa aterrorizante realidade, não seremos como os animais, inocentes. Seremos colocados diante das evidências da vida espiritual, e o desejo ou não de Deus.
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Moral
domingo, 1 de novembro de 2009
Enquanto nós brasileiros abandonamos nossas ferrovias, outros....
Economizam milhões com elas.
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Transportes ferroviários.
Alta densidade demografica coordenada pela natureza.
Vejam nesse video que não é preciso ter muitos neurônios para se conviver em harmonia, dividir o espaço, o alimento e o vôo. Regras naturais e instintivas, colocam esses "pinks" ( rosas) em pacífica convivência.
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Ecologia.
Capacidade de carga, para derrubar a Amazonia inteira.
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Economia e exportação.
Trens na estrada; Austrália.
Um comboio como esse tira mais de trezentos caminhões da estrada,
Carregando combustivel com segurança.
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Economia
Desmatamento?
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Meio Ambiente e Economia.
No dia de finados, uma homenagem aos meus pais.
Eu sou um idiota. E daí?
Alguém me chamou de idiota. Nenhuma ofensa nisso. Poucas vezes vi alguém tão sensível, sábio, exato em sua definição e verdadeiro na sua conclusão como esse amigo anônimo. Eu também acho isso. O Google Analytcs também acha. Um cara que depois de três anos de trabalho, mais de mil e trezentos textos em nove blogs, conseguiu cair de 82% de taxa de rejeição para 71%, só pode ser um idiota. Um homem que trabalha duro, e estuda, para fazer de graça um Blog que é lido por muito poucos que o rejeitam é sem duvida um idiota. Que tem oportunidade de ganhar dinheiro com o Blog e a despreza, é um idiota. Um homem que persevera por uma mulher 30 anos, e no fim descobre que ele não enxergar um palmo diante do nariz, só pode ser um idiota. Mas não é isso que importa, isso é opinião alheia, o que importa é a minha opinião sobre mim, e a minha opinião é: Eu sou um Idiota, e daí?
O Idiota se sente inferiorizado, como se fora um vermezinho no comando de um grande robô, com aparência humana, pelo qual ele tem domínio imperfeito. Um boneco vazio de alma, de vida, de vitalidade, comandado por um pilotinho humilhado, que não sabe fazer com seu corpo, nem tem do espaço exterior uma interpretação correta, portanto está inabilitado para a solução de seus problemas, e às vezes não percebe os problemas, o que o torna dependente das circunstâncias. Esse vermezinho é um ator, ele imita os gestos humanos, os sentimentos humanos, mas sente o vazio de seu boneco, a distância entre ele e seu corpo. Por isso ele é chamado de ide+ota, ou seja, uma idéia, um esboço mínimo, uma mente ínfima. Perdido num corpanzil enorme e aparentemente humano.
Porém quando ele se compara ele se agiganta. É melhor que um passarinho, mais sábio que um macaco, mais forte que um elefante, mais importante que as baleias. Disse importante, pois, por nenhum desses bichinhos Jesus deu seu sangue redentor, e por esses vermezinhos prisioneiros de seus robôs, sim, seja pela aparência humana, seja em respeito ao verme que sobrevive neles, somos e fomos dignos da redenção. Isso nos agiganta.
Pense comigo, sujeito lúcido e super dotado, e acompanhe meu raciocínio idiota. Se não conseguiu vê-lo, use uma lupa, algo que torne a minha pequenez visível e minha voz audível.
Suponha que eu seja inglês. Desembarco em uma ilha habitada por gente estranha com uma língua nunca ouvida por mim. Derrepente ouço um som familiar, a língua inglesa. Isso, para mim, é como uma luz que se ascende na caverna escura de minha alma. Percebo de imediato se é um escocês ou britânico, canadense, ou estadunidense, variações sobre o mesmo tema, pois o que importa é a esperança de ser entendido, ouvido, aceito. Agora suponha que você é um idiota (Deus o livre disso) e desembarca em uma ilha de pessoas estranhas. Se houver um único idiota nela, você o reconhecerá a distância, ele brilhara diante de seus olhos, você o reconhecerá. Mas, meu amigo as línguas todas tem uma fonte comum, e em todas elas há semelhanças sonoras e escritas, portanto para um idiota, como eu, se tornara clara todas às idiotices ditas, sentidas, agidas nesse mundo dos que se consideram não idiotas. Compreende isso?
Eu gostaria de ser diferente, mas não posso livra-me de minha condição. Dos idiotas deve se esperar bem pouco, pois somos treináveis, não educáveis. Somos muitas vezes vazios de serviços afetivos para afago do ego alheio. Representamos o que podemos, sinto muito.
Você já pensou na idiotice que foi a condenação de Cristo. Crucifica-o, crucifica-o. Crime induzido, arquitetado, planejado e executado pelas mãos alheias, terceirizadas, numa sempre muito característica transferência de culpa. Não sabiam eles que o Próprio Deus vingaria seu FILHO? Que em igual medida, faria justiça pelas mãos alheias? Será que esses doutos homens, não foram capazes de perceber que o crime cometido conta Deus era infinitamente maior do que toda a perseguição sofrida desde a saída de Ur ate o "cativeiro" e o êxodo, passando pelo Holocausto, ou qualquer outro ato de justiça? Não; não é assim? Então me diga, porque tantos reveses através dos milênios, quanta dispersão de energias, quanta sede de domínio inútil.
Não seria mais “idiota” aceitar a autoria intelectual daquele crime, fazer a Mea Culpa, e reconhecer a quem e contra quem impuseram em seu orgulho de presunção? Não acabaria a maldição? Não se tornariam cristãos? Não aceitariam o fardo leve do Filho, ao invés do fardo pesado quase insuportável que impõe aos Góis? Não é esse fardo que esta despertando no mundo a revolta?
Porém, eu sei que não serei ouvido na minha pequenez. Não serei lido na minha estupidez, apenas como ator que sou, imito o gesto, cumpro o papel, sorrio o sorriso vazio e inoperante do escravo prisioneiro de si mesmo.
E se por um acaso, outro idiota, me reconheceu nestas linhas, por favor, vá ao espelho e diga: Eis ai minha natureza, a mais profunda, sou um idiota... O que fazer? Sou um idiota, e daí? A vida continua, e nós os dependentes de tudo, estendemos a mão para o Pai... Segura na Mão de Deus e vai, pois ela, ela te sustentará... Diz a canção. Não temas, segue adiante... Então: o Ancião perguntou: Quem são aqueles vestidos de Branco? Respondi, não sei, tu sabes Senhor. Ele então disse: são os que vêm da grande tribulação, lavaram suas almas no Sangue do Cordeiro.
Nós os escravos atores do corpanzil inútil, deixaremos essa prisão na terra, e possivelmente na ressurreição, preencheremos nosso Robô por inteiro, num corpo que será glorioso, vivo, ardente de amor pelo senhor Deus Visível. Já não seremos humilhados, pois na justiça ninguém haverá de querer ser mais ou menos que outro, pois seremos todos apenas e tão somente o que somos, sem cobiça ou inveja, num grande e eterno ato de louvou. E a terra será restaurada.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Alguém me chamou de idiota. Nenhuma ofensa nisso. Poucas vezes vi alguém tão sensível, sábio, exato em sua definição e verdadeiro na sua conclusão como esse amigo anônimo. Eu também acho isso. O Google Analytcs também acha. Um cara que depois de três anos de trabalho, mais de mil e trezentos textos em nove blogs, conseguiu cair de 82% de taxa de rejeição para 71%, só pode ser um idiota. Um homem que trabalha duro, e estuda, para fazer de graça um Blog que é lido por muito poucos que o rejeitam é sem duvida um idiota. Que tem oportunidade de ganhar dinheiro com o Blog e a despreza, é um idiota. Um homem que persevera por uma mulher 30 anos, e no fim descobre que ele não enxergar um palmo diante do nariz, só pode ser um idiota. Mas não é isso que importa, isso é opinião alheia, o que importa é a minha opinião sobre mim, e a minha opinião é: Eu sou um Idiota, e daí?
O Idiota se sente inferiorizado, como se fora um vermezinho no comando de um grande robô, com aparência humana, pelo qual ele tem domínio imperfeito. Um boneco vazio de alma, de vida, de vitalidade, comandado por um pilotinho humilhado, que não sabe fazer com seu corpo, nem tem do espaço exterior uma interpretação correta, portanto está inabilitado para a solução de seus problemas, e às vezes não percebe os problemas, o que o torna dependente das circunstâncias. Esse vermezinho é um ator, ele imita os gestos humanos, os sentimentos humanos, mas sente o vazio de seu boneco, a distância entre ele e seu corpo. Por isso ele é chamado de ide+ota, ou seja, uma idéia, um esboço mínimo, uma mente ínfima. Perdido num corpanzil enorme e aparentemente humano.
Porém quando ele se compara ele se agiganta. É melhor que um passarinho, mais sábio que um macaco, mais forte que um elefante, mais importante que as baleias. Disse importante, pois, por nenhum desses bichinhos Jesus deu seu sangue redentor, e por esses vermezinhos prisioneiros de seus robôs, sim, seja pela aparência humana, seja em respeito ao verme que sobrevive neles, somos e fomos dignos da redenção. Isso nos agiganta.
Pense comigo, sujeito lúcido e super dotado, e acompanhe meu raciocínio idiota. Se não conseguiu vê-lo, use uma lupa, algo que torne a minha pequenez visível e minha voz audível.
Suponha que eu seja inglês. Desembarco em uma ilha habitada por gente estranha com uma língua nunca ouvida por mim. Derrepente ouço um som familiar, a língua inglesa. Isso, para mim, é como uma luz que se ascende na caverna escura de minha alma. Percebo de imediato se é um escocês ou britânico, canadense, ou estadunidense, variações sobre o mesmo tema, pois o que importa é a esperança de ser entendido, ouvido, aceito. Agora suponha que você é um idiota (Deus o livre disso) e desembarca em uma ilha de pessoas estranhas. Se houver um único idiota nela, você o reconhecerá a distância, ele brilhara diante de seus olhos, você o reconhecerá. Mas, meu amigo as línguas todas tem uma fonte comum, e em todas elas há semelhanças sonoras e escritas, portanto para um idiota, como eu, se tornara clara todas às idiotices ditas, sentidas, agidas nesse mundo dos que se consideram não idiotas. Compreende isso?
Eu gostaria de ser diferente, mas não posso livra-me de minha condição. Dos idiotas deve se esperar bem pouco, pois somos treináveis, não educáveis. Somos muitas vezes vazios de serviços afetivos para afago do ego alheio. Representamos o que podemos, sinto muito.
Você já pensou na idiotice que foi a condenação de Cristo. Crucifica-o, crucifica-o. Crime induzido, arquitetado, planejado e executado pelas mãos alheias, terceirizadas, numa sempre muito característica transferência de culpa. Não sabiam eles que o Próprio Deus vingaria seu FILHO? Que em igual medida, faria justiça pelas mãos alheias? Será que esses doutos homens, não foram capazes de perceber que o crime cometido conta Deus era infinitamente maior do que toda a perseguição sofrida desde a saída de Ur ate o "cativeiro" e o êxodo, passando pelo Holocausto, ou qualquer outro ato de justiça? Não; não é assim? Então me diga, porque tantos reveses através dos milênios, quanta dispersão de energias, quanta sede de domínio inútil.
Não seria mais “idiota” aceitar a autoria intelectual daquele crime, fazer a Mea Culpa, e reconhecer a quem e contra quem impuseram em seu orgulho de presunção? Não acabaria a maldição? Não se tornariam cristãos? Não aceitariam o fardo leve do Filho, ao invés do fardo pesado quase insuportável que impõe aos Góis? Não é esse fardo que esta despertando no mundo a revolta?
Porém, eu sei que não serei ouvido na minha pequenez. Não serei lido na minha estupidez, apenas como ator que sou, imito o gesto, cumpro o papel, sorrio o sorriso vazio e inoperante do escravo prisioneiro de si mesmo.
E se por um acaso, outro idiota, me reconheceu nestas linhas, por favor, vá ao espelho e diga: Eis ai minha natureza, a mais profunda, sou um idiota... O que fazer? Sou um idiota, e daí? A vida continua, e nós os dependentes de tudo, estendemos a mão para o Pai... Segura na Mão de Deus e vai, pois ela, ela te sustentará... Diz a canção. Não temas, segue adiante... Então: o Ancião perguntou: Quem são aqueles vestidos de Branco? Respondi, não sei, tu sabes Senhor. Ele então disse: são os que vêm da grande tribulação, lavaram suas almas no Sangue do Cordeiro.
Nós os escravos atores do corpanzil inútil, deixaremos essa prisão na terra, e possivelmente na ressurreição, preencheremos nosso Robô por inteiro, num corpo que será glorioso, vivo, ardente de amor pelo senhor Deus Visível. Já não seremos humilhados, pois na justiça ninguém haverá de querer ser mais ou menos que outro, pois seremos todos apenas e tão somente o que somos, sem cobiça ou inveja, num grande e eterno ato de louvou. E a terra será restaurada.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
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Homenagem a minha natureza herdada de Herã.
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