Alkoholkonsum in der Luftfahrt.
Die alternativen Kraftstoff hat eine Realität und ein Ziel seit Beginn der Luftfahrt verfolgt worden. Bereits im Jahr 1890 die Französisch Wissenschaftlich-technischen Lexikon Alkohol erscheint bereits als Kraftstoff für Verbrennungsmotoren. Während des Zweiten Weltkrieges finden nun reichlich Literatur über die Verwendung von Alkohol Brennstoff in der militärischen Luftfahrt.
Theresa di Marzo und Anesia Pinheiro Machado waren sicherlich die ersten Pilotinnen in Brasilien.
Anesia auf seinem historischen Flug an die Unabhängigkeit von Brasilien, im Jahre 1922 gehalten zu gedenken, zeigt uns, dass tatsächlich der Luftfahrt seit seiner Gründung verwendet wurde und einige alternative Kraftstoffe erforscht. Anesia mit seinem G 3 verwendet Rizinusöl (aus der Rizinusöl) als Brennstoff in seinen Dieselmotor Zweitakt (einige sagen, es war nur von Rizinusöl, eine Lösung mit Benzin geschmiert, ermöglicht jedoch den Zyklus Dieselmotor seine Verwendung als Brennstoff) radialen Dreh Marke von Französisch Gnome-Rhome Rest des Ersten Weltkrieges (1918).
Rizinusöl in einer alkoholischen Lösung ist weit verbreitet in Modellflugzeugen als Brennstoff für verschiedene Motoren.
Die Verwendung von Alkohol-Kraftstoff (Bio-Kraftstoff) und pflanzliche Öle (Castrol) sind nicht von den letzten Einsatz in der Luftfahrt. In der Tat scheint es, dass die in den Reaktoren (reine Jet-Turbinen) als die aus Erdöl und synthetischen Ölen verwendet.
Englisch Arbeit in Verbrennungskraftmaschinen, 1953, sehen wir, dass vieles in seinem Text vor dem Zweiten Weltkrieg Diesel, Erdgas, Benzin, Alkohole, Kerosin, Stickstoff, Wasserstoff und pflanzliche Öle erfahren, wie Kerosin .
Die Verwendung von Alkohol in der Zivilluftfahrt Flüge scheint darauf hinzudeuten, dass Arktis und Sibirien entwickelte Technologie, würde vor Scham die modernen Autos auf Alkohol, auch mit Turbolader erröten.
Deshalb müssen wir daran erinnern, dass in dem Jahr, Professor Max Shauke, Texas, kündigt seinen ersten Flug von Ethanol Alkohol angetrieben (Alkohol hergestellt aus fermentierten Bio), vergessen, uns zu erinnern, dass diese Praxis im Jahr 1938 begann in dem Bemühen, den Einsatz als Kraftstoff Alkohol aus Zuckerrüben (England) und Kartoffeln (Russland).
Allerdings ist der Kern dieses Artikels, dass der Einsatz von Ethanol und Erdgas (Methan) als Kraftstoff in der Luftfahrt als eine mögliche wirtschaftliche Lösung für kleine Luftfahrt im Amazonasgebiet vorgestellt. Die Braunkohle, kann aus dem riesigen Vorkommen des Amazonas die Lösung für große Flugzeuge, wie sie in einer nordamerikanischen Universität sagen.
In diesem Zusammenhang entstehen Fuel Cell (Cell Energy) ist eine Technologie zur Gewinnung von Wasserstoff als Kraftstoff wirtschaftlich. Seit den 50-Raketen und einige experimentelle Reaktoren nutzen dieses Kraftstoffs ist am häufigsten in der Natur. In Brasilien gehen und neue Technologie auf den Punkt zuzulassen Bürger, ihre eigenen Wasserstoff zu produzieren. (Siehe: celulaacombustivel.com).
Isolierte Gruppen im Land sind dabei, diese Möglichkeiten für die Lösung der Energie des Amazonas, wo Ethanol (aus Waldrestholz gewonnen), Methan, Kraftstoff aus Braunkohle gewonnen, die Solarbatterien, Öl Amazon, Wasserkraft, Kraft-Zellen ( Erzeugung von Wasserstoff und Elektrizität portable) und damit tragbare Wasserstoff und Strom (letzteres durch den Einsatz von Batterien), als Energieträger für Flugzeuge, Schiffe, Generatoren, stationäre Motoren und Energiequellen für Kommunikation kann die Lösung sein für die neue Wirtschaft Energy World.
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sábado, 22 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Talentos
Homenagem que faço às nossas novas seguidora, Ana Paula Voss e Kamila Mangonni. Wallacereq@gmail.com
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Talento não tem limite.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Aviso aos navegantes.
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Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
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O que o Brasile esta perdendo?
A desnacionalização do Território Nacional.
O que o Brasil esta perdendo? Está perdendo a soberania sobre o território nacional.
Prefixo:
Nesse interessante livrinho de 64 paginas lemos coisas curiosas. Por exemplo: “Uma prova disso é o vertiginoso processo de desnacionalização fundiária que esta em curso no Brasil, praticamente sem o controle do Estado Brasileiro. Empresas transnacionais de varias partes do mundo adotaram uma política de comprar enormes extensões de terras em nosso território exclusivamente para a produção de bio-combustíveis. A decisão revela uma estratégia do grande capital internacional face às dificuldades e limitações crescentes na economia petroleira (toda ela nas mãos de quem?), sua instabilidade (geradoras de todas as ultimas guerras no Planeta) sua tendência ao declínio, os conflitos geopolíticos que ela envolve. Mas revela também que estas transnacionais não seguem o seu próprio discurso critico do bio-combustiveis e por meio de ações concretas preparam-se para ter o controle dessa nova matriz energética tal como teve do petróleo por mais de um século” O texto é assinado por Bautista Vidal e compõem o capítulo “Importância estratégica da energia renovável. O papel do Estado e da agricultura familiar na construção de um modelo econômico soberano e libertador”.
Curioso: Quando eu era menino, e muitos curitibanos com mais de sessenta anos haverão de lembrar, de um carroceiro que auto designava-se TURCO, homem fortíssimo, que gostava de exibir sua força e andava em pé sobre uma charrete estalando longo chicote de couro trançado. Transloucado contava história de pouco se acreditar. Dizia ter vendido as terras onde se situa Israel. Era de não se acreditar, embora recebesse de tempos em tempos algum dinheiro, segundo ele, oriundos dessa curiosa venda.
Tempos depois descobri perguntando e lendo, que judeus de todo o mundo mandaram dinheiro para que judeus comprassem dos palestinos suas terras no ainda não existente Estado de Israel. Quando em 1948, da criação do Estado de Israel os palestinos se deram conta que haviam eles mesmos, vendido boa parte do seu território para os israelitas.
Igual estratégia foi usada na Argentina depois de 1890 quando o Barão Mauricio Von Hirsh, comprou em Entre Rios vasta extensão de terras argentinas para a criação de um Estado Independente Israelita na Argentina. Esse movimento ficou conhecido como JIKA ou IKA, e pode ser encontrados em livros sobre a colonização da Argentina por Judeus na sua maioria ucranianos e indianos.
Não estou dizendo que é isso que esta acontecendo no Brasil, mas esses antecedentes históricos permitem compreender no que resulta a indiscriminada venda de terras a grupos estrangeiros, ou ao novo conceito de empresa nacional criado pelo ex. presidente Fernando Henrique Cardoso aquele mesmo que vendeu a Vale do Rio Doce e com ela a imensa maioria de direitos de lavra em território nacional, o que resultou na pratica na venda da soberania do subsolo nacional.
A venda indiscriminada de terras contínuas, ou não, em imensas extensões, coloca em risco e fragiliza diante do arbítrio internacional a soberania nacional sobre o território pátrio. É preciso ler a história da formação de Estados nos cinco continentes após a Segunda Grande Guerra e no período em que se transitou, imaginem vocês, entre as duas Guerras Mundiais.
A lição que tiraremos daí, é que a soberania nacional deve sim ser defendida nos mínimos detalhes e que ela não é resguardada com solidez como imaginam os brasileiros. Leiam, por favor, como a África foi retalhada e dividida, sem ao menos ter participado dos conflitos mundiais. Vejam com que ganância os ditos países desenvolvidos disputaram suas terras, seu espaço vital e seu subsolo.
Dessas lições, que aos meus olhos são claras, o Brasil não poderia estar negligenciando os princípios constitucionais da soberania econômica política e territorial como sistematicamente vem fazendo.
A regulamentação impossibilitando a venda de território pátrio para estrangeiros dissimulados sob quaisquer argumentos haveriam de ser impendidas por um Governo Nacionalista.
Esta é uma das propostas que o Governo PMDB Requião iria defender na sua candidatura. O controle da alimentação e dos bio-combustíveis no mundo não é realizado apenas pelo registro de patentes da vida, da fauna e flora, como vem sendo feito na Amazônia por estrangeiros, ou pela engenharia genética, mas também pela compra de território.
Se você não acredita, meu argumento é vazio. Mas quem avisa amigo é. A liberdade seja ela qual for só se garante pela soberania territorial. Entenda e responda, ate onde tem validade a Constituição Brasileira, nossa lei Magna, reguladora de todas as nossas leis. Ora somente dentro do território nacional. Entendeu, fora de nosso território, ou dentro de um território fragilizado e vendido, tornam-se instáveis os direitos do Brasileiro.
O mesmo se diga sobre os territórios índios. Requião pretendia levar ao congresso uma proposta de declaração da cidadania brasileira aos povos indígenas, dando-lhes os mesmos deveres e direitos de todo cidadão brasileiro, terminando com o fantasma de “nações dentro do território Brasileiro, ainda que respeitadas as suas terras em reservas, e suas tradições originais, e línguas, mas não mais o direito de se ”organizarem motivados por ONGs como nações onde transitam estrangeiros protetores, livremente, e brasileiros, ou o Estado Brasileiro, representado pelo nosso Exercito, se vejam excluído e impedido de transito como já aconteceu em território brasileiro reservados aos indígenas”.
A terceira via, com a candidatura própria do PMDB, propunha então uma solução nacionalista e definitiva para a questão fundiária no Brasil nestes aspectos importantes.
Você não viu nos debates nenhum desses temas importantes serem debatidos, ou viu?
O Brasil deles é uma ilusão publicitária.
wallacereq@gmail.com
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O que o Brasil esta perdendo? Está perdendo a soberania sobre o território nacional.
Prefixo:
Nesse interessante livrinho de 64 paginas lemos coisas curiosas. Por exemplo: “Uma prova disso é o vertiginoso processo de desnacionalização fundiária que esta em curso no Brasil, praticamente sem o controle do Estado Brasileiro. Empresas transnacionais de varias partes do mundo adotaram uma política de comprar enormes extensões de terras em nosso território exclusivamente para a produção de bio-combustíveis. A decisão revela uma estratégia do grande capital internacional face às dificuldades e limitações crescentes na economia petroleira (toda ela nas mãos de quem?), sua instabilidade (geradoras de todas as ultimas guerras no Planeta) sua tendência ao declínio, os conflitos geopolíticos que ela envolve. Mas revela também que estas transnacionais não seguem o seu próprio discurso critico do bio-combustiveis e por meio de ações concretas preparam-se para ter o controle dessa nova matriz energética tal como teve do petróleo por mais de um século” O texto é assinado por Bautista Vidal e compõem o capítulo “Importância estratégica da energia renovável. O papel do Estado e da agricultura familiar na construção de um modelo econômico soberano e libertador”.
Curioso: Quando eu era menino, e muitos curitibanos com mais de sessenta anos haverão de lembrar, de um carroceiro que auto designava-se TURCO, homem fortíssimo, que gostava de exibir sua força e andava em pé sobre uma charrete estalando longo chicote de couro trançado. Transloucado contava história de pouco se acreditar. Dizia ter vendido as terras onde se situa Israel. Era de não se acreditar, embora recebesse de tempos em tempos algum dinheiro, segundo ele, oriundos dessa curiosa venda.
Tempos depois descobri perguntando e lendo, que judeus de todo o mundo mandaram dinheiro para que judeus comprassem dos palestinos suas terras no ainda não existente Estado de Israel. Quando em 1948, da criação do Estado de Israel os palestinos se deram conta que haviam eles mesmos, vendido boa parte do seu território para os israelitas.
Igual estratégia foi usada na Argentina depois de 1890 quando o Barão Mauricio Von Hirsh, comprou em Entre Rios vasta extensão de terras argentinas para a criação de um Estado Independente Israelita na Argentina. Esse movimento ficou conhecido como JIKA ou IKA, e pode ser encontrados em livros sobre a colonização da Argentina por Judeus na sua maioria ucranianos e indianos.
Não estou dizendo que é isso que esta acontecendo no Brasil, mas esses antecedentes históricos permitem compreender no que resulta a indiscriminada venda de terras a grupos estrangeiros, ou ao novo conceito de empresa nacional criado pelo ex. presidente Fernando Henrique Cardoso aquele mesmo que vendeu a Vale do Rio Doce e com ela a imensa maioria de direitos de lavra em território nacional, o que resultou na pratica na venda da soberania do subsolo nacional.
A venda indiscriminada de terras contínuas, ou não, em imensas extensões, coloca em risco e fragiliza diante do arbítrio internacional a soberania nacional sobre o território pátrio. É preciso ler a história da formação de Estados nos cinco continentes após a Segunda Grande Guerra e no período em que se transitou, imaginem vocês, entre as duas Guerras Mundiais.
A lição que tiraremos daí, é que a soberania nacional deve sim ser defendida nos mínimos detalhes e que ela não é resguardada com solidez como imaginam os brasileiros. Leiam, por favor, como a África foi retalhada e dividida, sem ao menos ter participado dos conflitos mundiais. Vejam com que ganância os ditos países desenvolvidos disputaram suas terras, seu espaço vital e seu subsolo.
Dessas lições, que aos meus olhos são claras, o Brasil não poderia estar negligenciando os princípios constitucionais da soberania econômica política e territorial como sistematicamente vem fazendo.
A regulamentação impossibilitando a venda de território pátrio para estrangeiros dissimulados sob quaisquer argumentos haveriam de ser impendidas por um Governo Nacionalista.
Esta é uma das propostas que o Governo PMDB Requião iria defender na sua candidatura. O controle da alimentação e dos bio-combustíveis no mundo não é realizado apenas pelo registro de patentes da vida, da fauna e flora, como vem sendo feito na Amazônia por estrangeiros, ou pela engenharia genética, mas também pela compra de território.
Se você não acredita, meu argumento é vazio. Mas quem avisa amigo é. A liberdade seja ela qual for só se garante pela soberania territorial. Entenda e responda, ate onde tem validade a Constituição Brasileira, nossa lei Magna, reguladora de todas as nossas leis. Ora somente dentro do território nacional. Entendeu, fora de nosso território, ou dentro de um território fragilizado e vendido, tornam-se instáveis os direitos do Brasileiro.
O mesmo se diga sobre os territórios índios. Requião pretendia levar ao congresso uma proposta de declaração da cidadania brasileira aos povos indígenas, dando-lhes os mesmos deveres e direitos de todo cidadão brasileiro, terminando com o fantasma de “nações dentro do território Brasileiro, ainda que respeitadas as suas terras em reservas, e suas tradições originais, e línguas, mas não mais o direito de se ”organizarem motivados por ONGs como nações onde transitam estrangeiros protetores, livremente, e brasileiros, ou o Estado Brasileiro, representado pelo nosso Exercito, se vejam excluído e impedido de transito como já aconteceu em território brasileiro reservados aos indígenas”.
A terceira via, com a candidatura própria do PMDB, propunha então uma solução nacionalista e definitiva para a questão fundiária no Brasil nestes aspectos importantes.
Você não viu nos debates nenhum desses temas importantes serem debatidos, ou viu?
O Brasil deles é uma ilusão publicitária.
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
O Brasil
Sempre que se compara a economia brasileira é preciso lembrar que o Brasil não tem colonias onde se explora todo tipo de riquezas e se avilta a liberdade dos colonizados, nem tem frotas mercantes monstruosas a aumentar a renda dessas economias. O Brasil cresce sozinho embora explorado pelo grande Capital. Na verdade sob diversos aspectos o Brasil continua uma colônia do Capitalismo Internacional. Vejam o típico caso do Pré Sal.
O BRASIL SERÁ O 4º PIB MUNDIAL EM 2050
ESTUDO DA “PRICEWATERHOUSECOOPERS” PREVÊ O BRASIL COMO O 4º PIB MUNDIAL EM 2050
“Antes de 2020, os sete grandes emergentes já terão superado os tradicionais países do G-7 em tamanho do PIB
Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo
“GENEBRA - A economia brasileira vai superar pela primeira vez a da França neste ano e já em 2013 vai ultrapassar a do Reino Unido, atingindo a sétima posição no planeta e se preparando para, em 2050, tornar-se a quarta maior economia do mundo. Mas um brasileiro terá de esperar pelo menos mais 40 anos para ter a renda média de hoje de um alemão.
Os dados fazem parte de um estudo da “PricewaterhouseCoopers”. Segundo o estudo, antes de 2020 as sete grandes economias emergentes já terão superado os tradicionais países do G-7 em tamanho do PIB. A constatação do levantamento é que, em meados do século, o cenário econômico mundial será bem diferente do atual, com China e Índia nos dois primeiros lugares e o atual líder – os Estados Unidos – apenas na terceira posição.
No caso do Brasil, o País subirá várias posições no ranking das maiores economias, incentivado por seu mercado doméstico e pela exportação de recursos naturais num primeiro momento. Se a comparação do PIB do Brasil for calculada em paridade de poder de compra (PPP), o País passaria da atual nona posição entre as maiores economias para a quarta, elevando PIB de US$ 2 trilhões em 2009 para US$ 9,7 trilhões em 2050.
A projeção é de que já este ano o Brasil supere a França em PIB. Em 2010, já havia superado a Espanha. Em 2013, superaria o Reino Unido. Finalmente, em 2025, passaria a Alemanha – o motor da economia europeia. Em 2037, seria a vez de superar a Rússia e, em 2039, o Japão.
Em comparação que leve em conta a taxa de câmbio do mercado, conhecido como PIB nominal, o Brasil também chegaria em 2050 na quarta posição entre as maiores economias, com US$ 9,2 trilhões de PIB. Hoje, o País ocupa a 8ª posição. Por esses cálculos, o Brasil superaria a Itália em 2017, passaria o Reino Unido em 2023 e ultrapassaria a França em 2027. Em 2032, seria a vez de superar a Alemanha e, em 2044, passaria o Japão.
RENDA
O avanço do Brasil pode impressionar. Mas, para o autor do levantamento, ser a quarta maior economia do mundo não significa que a pobreza será automaticamente erradicada. "Isso dependerá de política de Estado para garantir a distribuição da riqueza", afirmou ao Estado o economista John Hawksworth, chefe do grupo que realizou a projeção.
Ele lembra que, hoje, um brasileiro tem em média uma renda equivalente a 22% da renda de um americano. Em 40 anos, ganhará ainda menos da metade do que será a renda de um trabalhador nos Estados Unidos.
No Brasil, a renda passaria dos atuais US$ 10 mil por ano para quase US$ 40 mil em 2050. Na prática, a renda média de um brasileiro levará mais 40 anos para alcançar a de um alemão hoje.
Em termos de expansão do PIB, a consultoria destaca que o Brasil não estará entre os líderes e, mesmo na quarta posição mundial, o País terá em 40 anos um PIB que não difere do tamanho atual da economia chinesa.
A projeção é de crescimento de 4,4% ao ano. Mas abaixo do crescimento de México, Argentina, Indonésia, China e Índia. Ainda assim, duas vezes mais rápido que o dos Estados Unidos e quatro vezes superior ao do Japão. Em renda per capita, a expansão será de 3,3%, abaixo de 4,6% da China, 5,3% da Índia e metade da do Vietnã. "O grande desafio do Brasil será o de manter a estabilidade e investir em infraestrutura para permitir que essa expansão possa de fato ocorrer", avalia Hawksworth .
EMERGENTES
Outra constatação do relatório é a nova posição dos emergentes no cenário internacional. Em 2050, os sete maiores emergentes (China, Índia, Brasil, Rússia, México, Indonésia e Turquia) terão um PIB duas vezes superior ao tradicional G-7, formado por países industrializados. Isso, se ocorrer, será uma transformação importante em comparação com 2007, quando os ricos ainda tinham uma economia três vezes maior que a dos emergentes.
Mas as projeções indicam que, antes de 2020, a China já superará os EUA em paridade de poder de compra. A crise atual já havia possibilitado à China superar o Japão e se tornar a segunda maior economia do planeta. Em PIB nominal, porém, terá de esperar até 2032.
A grande novidade dos próximos 40 anos será a Índia, o país que mais crescerá. Em termos nominais, seu PIB será o terceiro maior do mundo, encostado ao dos Estados Unidos. Em paridade de compra, o PIB será 14% superior ao americano. Os indianos deverão superar o Japão em 2011 e o Brasil em 2014. Juntos, americanos, chineses e indianos terão 50% do PIB mundial."
FONTE: reportagem de Jamil Chade, de “O Estado de S. Paulo”
Wallacereq@gmail.com
O BRASIL SERÁ O 4º PIB MUNDIAL EM 2050
ESTUDO DA “PRICEWATERHOUSECOOPERS” PREVÊ O BRASIL COMO O 4º PIB MUNDIAL EM 2050
“Antes de 2020, os sete grandes emergentes já terão superado os tradicionais países do G-7 em tamanho do PIB
Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo
“GENEBRA - A economia brasileira vai superar pela primeira vez a da França neste ano e já em 2013 vai ultrapassar a do Reino Unido, atingindo a sétima posição no planeta e se preparando para, em 2050, tornar-se a quarta maior economia do mundo. Mas um brasileiro terá de esperar pelo menos mais 40 anos para ter a renda média de hoje de um alemão.
Os dados fazem parte de um estudo da “PricewaterhouseCoopers”. Segundo o estudo, antes de 2020 as sete grandes economias emergentes já terão superado os tradicionais países do G-7 em tamanho do PIB. A constatação do levantamento é que, em meados do século, o cenário econômico mundial será bem diferente do atual, com China e Índia nos dois primeiros lugares e o atual líder – os Estados Unidos – apenas na terceira posição.
No caso do Brasil, o País subirá várias posições no ranking das maiores economias, incentivado por seu mercado doméstico e pela exportação de recursos naturais num primeiro momento. Se a comparação do PIB do Brasil for calculada em paridade de poder de compra (PPP), o País passaria da atual nona posição entre as maiores economias para a quarta, elevando PIB de US$ 2 trilhões em 2009 para US$ 9,7 trilhões em 2050.
A projeção é de que já este ano o Brasil supere a França em PIB. Em 2010, já havia superado a Espanha. Em 2013, superaria o Reino Unido. Finalmente, em 2025, passaria a Alemanha – o motor da economia europeia. Em 2037, seria a vez de superar a Rússia e, em 2039, o Japão.
Em comparação que leve em conta a taxa de câmbio do mercado, conhecido como PIB nominal, o Brasil também chegaria em 2050 na quarta posição entre as maiores economias, com US$ 9,2 trilhões de PIB. Hoje, o País ocupa a 8ª posição. Por esses cálculos, o Brasil superaria a Itália em 2017, passaria o Reino Unido em 2023 e ultrapassaria a França em 2027. Em 2032, seria a vez de superar a Alemanha e, em 2044, passaria o Japão.
RENDA
O avanço do Brasil pode impressionar. Mas, para o autor do levantamento, ser a quarta maior economia do mundo não significa que a pobreza será automaticamente erradicada. "Isso dependerá de política de Estado para garantir a distribuição da riqueza", afirmou ao Estado o economista John Hawksworth, chefe do grupo que realizou a projeção.
Ele lembra que, hoje, um brasileiro tem em média uma renda equivalente a 22% da renda de um americano. Em 40 anos, ganhará ainda menos da metade do que será a renda de um trabalhador nos Estados Unidos.
No Brasil, a renda passaria dos atuais US$ 10 mil por ano para quase US$ 40 mil em 2050. Na prática, a renda média de um brasileiro levará mais 40 anos para alcançar a de um alemão hoje.
Em termos de expansão do PIB, a consultoria destaca que o Brasil não estará entre os líderes e, mesmo na quarta posição mundial, o País terá em 40 anos um PIB que não difere do tamanho atual da economia chinesa.
A projeção é de crescimento de 4,4% ao ano. Mas abaixo do crescimento de México, Argentina, Indonésia, China e Índia. Ainda assim, duas vezes mais rápido que o dos Estados Unidos e quatro vezes superior ao do Japão. Em renda per capita, a expansão será de 3,3%, abaixo de 4,6% da China, 5,3% da Índia e metade da do Vietnã. "O grande desafio do Brasil será o de manter a estabilidade e investir em infraestrutura para permitir que essa expansão possa de fato ocorrer", avalia Hawksworth .
EMERGENTES
Outra constatação do relatório é a nova posição dos emergentes no cenário internacional. Em 2050, os sete maiores emergentes (China, Índia, Brasil, Rússia, México, Indonésia e Turquia) terão um PIB duas vezes superior ao tradicional G-7, formado por países industrializados. Isso, se ocorrer, será uma transformação importante em comparação com 2007, quando os ricos ainda tinham uma economia três vezes maior que a dos emergentes.
Mas as projeções indicam que, antes de 2020, a China já superará os EUA em paridade de poder de compra. A crise atual já havia possibilitado à China superar o Japão e se tornar a segunda maior economia do planeta. Em PIB nominal, porém, terá de esperar até 2032.
A grande novidade dos próximos 40 anos será a Índia, o país que mais crescerá. Em termos nominais, seu PIB será o terceiro maior do mundo, encostado ao dos Estados Unidos. Em paridade de compra, o PIB será 14% superior ao americano. Os indianos deverão superar o Japão em 2011 e o Brasil em 2014. Juntos, americanos, chineses e indianos terão 50% do PIB mundial."
FONTE: reportagem de Jamil Chade, de “O Estado de S. Paulo”
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Estórias para boi dormir.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Dando voz a Dona Marisa Letícia
Foram oito anos de bombardeio intenso, tiroteio de deboches, ofensas de todo jeito, ridicularia, referências mordazes, críticas cruéis, calúnias até. E sem o conforto das contrapartidas. Jamais foi chamada de "a Cara" por ninguém, nem teve a imprensa internacional a lhe tecer elogios, muito menos admiradores políticos e partidários fizeram sua defesa. À "companheira" número 1 da República, muito osso, afagos poucos. Ah, dirão os de sempre, e as mordomias? As facilidades? O vidão? E eu rebaterei: E o fim da privacidade? A imprensa sempre de olho, botando lente de aumento pra encontrar defeito? E as hostilidades públicas? E as desfeitas? E a maneira desrespeitosa com que foi constantemente tratada, sem a menor cerimônia, por grande parte da mídia? Arremedando-a, desfeiteando-a, diminuindo-a? E as frequentes provas de desconfiança, daqui e dali? E - pior de tudo - os boatos infundados e maldosos, com o fim exclusivo e único de desagregar o casal, a família? Ah, meus queridos, Marisa Letícia Lula da Silva precisou ter coragem e estômago para suportar esses oito anos de maledicências e ataques. E ela teve.
Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a "mudez", a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que "eles" queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados. Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom?
Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar "emergentes" metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo "arrodeado" de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio. Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil.
Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante. Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor!
Cobraram de Marisa Letícia um "trabalho social nacional", um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo. Foi amável e cordial com todos que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam.
Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece.
Wallacereq@gmail.com
Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a "mudez", a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que "eles" queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados. Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom?
Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar "emergentes" metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo "arrodeado" de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio. Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil.
Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante. Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor!
Cobraram de Marisa Letícia um "trabalho social nacional", um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo. Foi amável e cordial com todos que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam.
Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece.
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Estic visitant al meu fill. "Tornaré al gener
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
sábado, 23 de outubro de 2010
Estamos fazendo aniversário.
Parabéns para você.
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
अ वोज दो पावो नो दिया दो प्रोफेस्सर.
No dia do Professor, a voz do Povo.
Voz do Povo.
“O verdadeiro professor defende os alunos de sua própria influência”
Amos Alcott.
Quando eu trabalhei na Câmara Federal em Brasília, 15 anos atrás, já se discutia e se votava a questão do Aborto e do Homossensualismo ( homossexualismo não existe)
O que me perturba a alma é a instrumentalização política desse tema em vésperas de eleição. Fazem de conta que um partido apóia um lado e outro não apóia e essa não é a verdade. A verdade é que nem um nem o outro está verdadeiramente preocupado com a saúde moral do povo brasileiro. Se não se preocupam com a saúde física das pessoas, muito menos se preocuparão com a saúde mental e moral do povo. A única preocupação ao se discutir esses temas importantes e decisivos é a descoberta de que eles podem determinar o voto do eleitorado. Porém nestes últimos 15 anos nenhum deputado federal do PSDB, ou senador, ou do PT ou de outro partido dedicou seu mandato para a defesa ou ataque desse tema, verdadeiramente se posicionou moralmente diante desses fatos morais com conseqüências marcantes na história do país e consequencias espirituais irremediáveis. Por trás dessa discutição habita o apego ao poder, ao dinheiro e aos grandes negócios públicos. Nada mais. Não pensem que todo petista é simpatizante do homossensualismo, ou favorável ao aborto, nem que todos os membros do PSDB são conservadores ( Serra ainda ontem se declarou favorável ao hossensualismo na esperança de ganhar os votos dos simpatizantes), muito pelo contrário, como as bases socialistas são as mesmas, os erros morais são os mesmos, todos são via de regra favoráveis ao aborto, ao “casamento” de juntas humanas do mesmo sexo, e ao estado laico e pagão. Não se deixem enganar.
Meus amigos eu já fiz uma escolha e já votei. O candidato escolhido por mim não se elegeu. Assim sendo eu não me sinto obrigado a fazer uma nova escolha, e pior, votar em candidatos que não me representam. Não; moralmente eu já votei, cumpri meu dever de cidadão, não me sinto à vontade diante da obrigação de negar minhas convicções e a minha escolha inicial.
Ou seja, considero que meu voto já foi dado, e como o candidato escolhido por mim já não concorre, não darei outro voto. Sinto-me uma marionete. Não me sinto capaz de liderar opiniões. Portanto deixo ao povo a sua voz. Se o aborto vier, se o homossexualismo dominar, se os pedágios proliferarem pelo Brasil inteiro, se vier o pedágio Urbano (ora o estacionamento pago edm via publica já é uma realidade, nada custa impor a rodagem paga em via pública), se as tarifas públicas explodirem, se os ricos se tornarem ainda mais ricos, se cada dia os homens trabalhadores, simples e humildes forem vilipendiados e os encarcerados a cada dia “ganharem mais e mais direitos” (dizem que receberão dos que trabalham honestamente mais de um salário mínimo por filho menor de idade que tenham) a culpa é única e exclusivamente daqueles que se omitiram diante de tais fatos, fossem de que partido fossem, cegos que estiveram todos pelas obras ($$$$$$) públicas e pela propaganda manipuladora.
Onde estavam os nossos representantes quando esses assuntos vieram a plenário? Pensando em suas reeleições? Obedientes às suas maçonarias? Apegados as cartilhas dos partidos. E o Povo? Dirigido como gado pelas televisões sem reflexão ou critica? Hipnotizados pelo “Grande Irmão”?
Anularei o segundo turno porque já votei no primeiro. Sou homem de uma única escolha. Que cada um, descida segundo as suas convicções. Não acho que Dilma ou Serra mereçam o voto do povo brasileiro. Mas se o povo julga que são merecedores, jamais reclamem diante de Deus. Como dizia meu velho e sábio pai: NA DÚVIDA NÂO ULTRAPASSE! Estamos caminhando na neblina da história brasileira. O Lula fez um acordo com Temer e impediu de termos uma terceira via que era defendida pelo Grupo 23 de Outubro. Despoticamente impôs a sua candidata aos militantes do PT. Todos esqueceram, todavia, que oito anos atrás o Brasil se encaminhava para uma revolta civil sem precedentes causada pela ganância incontida, do PL, PSDB, PFL e hoje, em nome de que, queremos a volta desses tiranos serviçais do capitalismo internacional? Será diferente com a Dilma? Os dois candidatos não têm palavra. Os dois se contradizem em diversos filmes disponíveis na Internet. Nenhum está verdadeiramente preocupado com a saúde mental e moral do povo brasileiro, ou quanto ao seu destino espiritual. Dois dias depois de definidas as eleições já ninguem mais tocará nestes assuntos. Todos se calarão. Para murmurarem baixinho.
Que tal, se pela maioria absoluta de votos nulos nós anulássemos essa eleição? Seria interessante não é mesmo, afinal quem manda o povo, ou...? Eu creio firmemente que é DEUS. Mas não se deixem influenciar cegamente.
Eu não lavo as mãos, apenas já fiz a minha escolha no primeiro voto. Quando o meu partido não me consulta me desobriga de segui-lo cegamente.
wallacereq@gmail.com
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Voz do Povo.
“O verdadeiro professor defende os alunos de sua própria influência”
Amos Alcott.
Quando eu trabalhei na Câmara Federal em Brasília, 15 anos atrás, já se discutia e se votava a questão do Aborto e do Homossensualismo ( homossexualismo não existe)
O que me perturba a alma é a instrumentalização política desse tema em vésperas de eleição. Fazem de conta que um partido apóia um lado e outro não apóia e essa não é a verdade. A verdade é que nem um nem o outro está verdadeiramente preocupado com a saúde moral do povo brasileiro. Se não se preocupam com a saúde física das pessoas, muito menos se preocuparão com a saúde mental e moral do povo. A única preocupação ao se discutir esses temas importantes e decisivos é a descoberta de que eles podem determinar o voto do eleitorado. Porém nestes últimos 15 anos nenhum deputado federal do PSDB, ou senador, ou do PT ou de outro partido dedicou seu mandato para a defesa ou ataque desse tema, verdadeiramente se posicionou moralmente diante desses fatos morais com conseqüências marcantes na história do país e consequencias espirituais irremediáveis. Por trás dessa discutição habita o apego ao poder, ao dinheiro e aos grandes negócios públicos. Nada mais. Não pensem que todo petista é simpatizante do homossensualismo, ou favorável ao aborto, nem que todos os membros do PSDB são conservadores ( Serra ainda ontem se declarou favorável ao hossensualismo na esperança de ganhar os votos dos simpatizantes), muito pelo contrário, como as bases socialistas são as mesmas, os erros morais são os mesmos, todos são via de regra favoráveis ao aborto, ao “casamento” de juntas humanas do mesmo sexo, e ao estado laico e pagão. Não se deixem enganar.
Meus amigos eu já fiz uma escolha e já votei. O candidato escolhido por mim não se elegeu. Assim sendo eu não me sinto obrigado a fazer uma nova escolha, e pior, votar em candidatos que não me representam. Não; moralmente eu já votei, cumpri meu dever de cidadão, não me sinto à vontade diante da obrigação de negar minhas convicções e a minha escolha inicial.
Ou seja, considero que meu voto já foi dado, e como o candidato escolhido por mim já não concorre, não darei outro voto. Sinto-me uma marionete. Não me sinto capaz de liderar opiniões. Portanto deixo ao povo a sua voz. Se o aborto vier, se o homossexualismo dominar, se os pedágios proliferarem pelo Brasil inteiro, se vier o pedágio Urbano (ora o estacionamento pago edm via publica já é uma realidade, nada custa impor a rodagem paga em via pública), se as tarifas públicas explodirem, se os ricos se tornarem ainda mais ricos, se cada dia os homens trabalhadores, simples e humildes forem vilipendiados e os encarcerados a cada dia “ganharem mais e mais direitos” (dizem que receberão dos que trabalham honestamente mais de um salário mínimo por filho menor de idade que tenham) a culpa é única e exclusivamente daqueles que se omitiram diante de tais fatos, fossem de que partido fossem, cegos que estiveram todos pelas obras ($$$$$$) públicas e pela propaganda manipuladora.
Onde estavam os nossos representantes quando esses assuntos vieram a plenário? Pensando em suas reeleições? Obedientes às suas maçonarias? Apegados as cartilhas dos partidos. E o Povo? Dirigido como gado pelas televisões sem reflexão ou critica? Hipnotizados pelo “Grande Irmão”?
Anularei o segundo turno porque já votei no primeiro. Sou homem de uma única escolha. Que cada um, descida segundo as suas convicções. Não acho que Dilma ou Serra mereçam o voto do povo brasileiro. Mas se o povo julga que são merecedores, jamais reclamem diante de Deus. Como dizia meu velho e sábio pai: NA DÚVIDA NÂO ULTRAPASSE! Estamos caminhando na neblina da história brasileira. O Lula fez um acordo com Temer e impediu de termos uma terceira via que era defendida pelo Grupo 23 de Outubro. Despoticamente impôs a sua candidata aos militantes do PT. Todos esqueceram, todavia, que oito anos atrás o Brasil se encaminhava para uma revolta civil sem precedentes causada pela ganância incontida, do PL, PSDB, PFL e hoje, em nome de que, queremos a volta desses tiranos serviçais do capitalismo internacional? Será diferente com a Dilma? Os dois candidatos não têm palavra. Os dois se contradizem em diversos filmes disponíveis na Internet. Nenhum está verdadeiramente preocupado com a saúde mental e moral do povo brasileiro, ou quanto ao seu destino espiritual. Dois dias depois de definidas as eleições já ninguem mais tocará nestes assuntos. Todos se calarão. Para murmurarem baixinho.
Que tal, se pela maioria absoluta de votos nulos nós anulássemos essa eleição? Seria interessante não é mesmo, afinal quem manda o povo, ou...? Eu creio firmemente que é DEUS. Mas não se deixem influenciar cegamente.
Eu não lavo as mãos, apenas já fiz a minha escolha no primeiro voto. Quando o meu partido não me consulta me desobriga de segui-lo cegamente.
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Testemunho pessoal.
Testemunho pessoal.
A vida me separou de meus irmãos.Todavia eu trabalhei com meu irmão Maurício então Deputado Federal enquanto Requião exercia um mandato no Senado Federal (1996).Desse período posso dizer com absoluta segurança que meus irmãos se posicionaram contra a lei do aborto. E que eu fiz um livro em 517 cópias ( 218 páginas) posicionando-me, como Secretário Parlamentar, contra a lei de Marta Suplicy ( PT) que pretendia legalizar o casamento (união civil) entre parelhas de pessoas do mesmo sexo. O projeto de lei acabou não sendo votado. Este livro pode ser consultado na Biblioteca Pública do Paraná, numa edição xerox, capa dura. TÍtulo Homossexualismo. Os demais foram entregues aos deputados federais de então.Conheça o meu Blog: http://g23heterofobicos.blogspot.com.
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A vida me separou de meus irmãos.Todavia eu trabalhei com meu irmão Maurício então Deputado Federal enquanto Requião exercia um mandato no Senado Federal (1996).Desse período posso dizer com absoluta segurança que meus irmãos se posicionaram contra a lei do aborto. E que eu fiz um livro em 517 cópias ( 218 páginas) posicionando-me, como Secretário Parlamentar, contra a lei de Marta Suplicy ( PT) que pretendia legalizar o casamento (união civil) entre parelhas de pessoas do mesmo sexo. O projeto de lei acabou não sendo votado. Este livro pode ser consultado na Biblioteca Pública do Paraná, numa edição xerox, capa dura. TÍtulo Homossexualismo. Os demais foram entregues aos deputados federais de então.Conheça o meu Blog: http://g23heterofobicos.blogspot.com.
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A vida me separou de meus irmãos.Todavia eu trabalhei com meu irmão Maurício então Deputado Federal enquanto Requião exercia um mandato no Senado Federal (1996).Desse período posso dizer com absoluta segurança que meus irmãos se posicionaram contra a lei do aborto. E que eu fiz um livro em 517 cópias ( 218 páginas) posicionando-me, como Secretário Parlamentar, contra a lei de Marta Suplicy ( PT) que pretendia legalizar o casamento (união civil) entre parelhas de pessoas do mesmo sexo. O projeto de lei acabou não sendo votado. Este livro pode ser consultado na Biblioteca Pública do Paraná, numa edição xerox, capa dura. TÍtulo Homossexualismo. Os demais foram entregues aos deputados federais de então.Conheça o meu Blog: http://g23heterofobicos.blogspot.com .
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A vida me separou de meus irmãos.Todavia eu trabalhei com meu irmão Maurício então Deputado Federal enquanto Requião exercia um mandato no Senado Federal (1996).Desse período posso dizer com absoluta segurança que meus irmãos se posicionaram contra a lei do aborto. E que eu fiz um livro em 517 cópias ( 218 páginas) posicionando-me, como Secretário Parlamentar, contra a lei de Marta Suplicy ( PT) que pretendia legalizar o casamento (união civil) entre parelhas de pessoas do mesmo sexo. O projeto de lei acabou não sendo votado. Este livro pode ser consultado na Biblioteca Pública do Paraná, numa edição xerox, capa dura. TÍtulo Homossexualismo. Os demais foram entregues aos deputados federais de então.Conheça o meu Blog: http://g23heterofobicos.blogspot.com .
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Para você pensar.
Quando abrimos os jornais e vemos que Portugal, Uruguai, Canadá, Itália têm programas de incentivo à fertilidade, chegando a pagar um adicional por criança nascida, somos obrigados a reflectir se lá na antiguidade os Espartanos não tinham alguma razão. Os filhos não são apenas filhos das famílias, mas são também filhos do Estado.
Ora, uma mentalidade anti vida enfraquece o país. As pessoas envelhecem, adquirem e cobram direitos de aposentadoria, e os jovens, braços úteis e força de trabalho diminuem vertiginosamente. Querem os "construtores da nova moral" contraditóriamente que os homem soquem nos homens, que as mulheres se acabem na felação, e que os heterosexuais ( nós os normais) abortemos os nosso filhos ou os evitemos de qualquer maneira numa expressão de egoísmo ímpar na história da humanidade. Viver sem deixar viver.
Há um pensador hindu, cujo nome me escapa agora, que diz que nossos filhos são filhos da vida. Ora; bem entendido ele quer dizer que nós somos todos filhos da vida. A fertilidade dos animais, da flora e dos homens é que nos tem mantido vivos no Planeta. A vida tem suas regras e não podemos negá-las.
Sem sermos piegas devemos admitir que o Criador da vida tem suas regras e não podemos negá-las. Foi o desrespeito rancoroso e revolucionário à essas regras que colocou o homem diante de sua soberba e cegueira, matando hoje, nos filhos, o futuro.
Nossos filhos são o futuro. Muito de nós fomos concebidos em tempos de miséria, em tempos de baixa saúde, em tempos difíceis, em tempos de guerra, em tempos de fome. Muitos de nós não fomos desejados, mas aqui estamos. Mas foi a garantia de estarmos vivos que nos fêz superar as agruras superáveis e estarmos todos aqui, vivos e lutando. Não fosse isso o planeta reinaria no silêncio absoluto de uma Lua, de um Vênus, um Marte ou Mercúrio.
Só exerceremos o direito e o dever de votar, porque não fomos abortados.
Pense nisso.
wallacereq@gmail.com
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Ora, uma mentalidade anti vida enfraquece o país. As pessoas envelhecem, adquirem e cobram direitos de aposentadoria, e os jovens, braços úteis e força de trabalho diminuem vertiginosamente. Querem os "construtores da nova moral" contraditóriamente que os homem soquem nos homens, que as mulheres se acabem na felação, e que os heterosexuais ( nós os normais) abortemos os nosso filhos ou os evitemos de qualquer maneira numa expressão de egoísmo ímpar na história da humanidade. Viver sem deixar viver.
Há um pensador hindu, cujo nome me escapa agora, que diz que nossos filhos são filhos da vida. Ora; bem entendido ele quer dizer que nós somos todos filhos da vida. A fertilidade dos animais, da flora e dos homens é que nos tem mantido vivos no Planeta. A vida tem suas regras e não podemos negá-las.
Sem sermos piegas devemos admitir que o Criador da vida tem suas regras e não podemos negá-las. Foi o desrespeito rancoroso e revolucionário à essas regras que colocou o homem diante de sua soberba e cegueira, matando hoje, nos filhos, o futuro.
Nossos filhos são o futuro. Muito de nós fomos concebidos em tempos de miséria, em tempos de baixa saúde, em tempos difíceis, em tempos de guerra, em tempos de fome. Muitos de nós não fomos desejados, mas aqui estamos. Mas foi a garantia de estarmos vivos que nos fêz superar as agruras superáveis e estarmos todos aqui, vivos e lutando. Não fosse isso o planeta reinaria no silêncio absoluto de uma Lua, de um Vênus, um Marte ou Mercúrio.
Só exerceremos o direito e o dever de votar, porque não fomos abortados.
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Quando abrimos os jornais e vemos que Portugal, Uruguai, Canadá, Itália têm programas de incentivo à fertilidade, chegando a pagar um adicional por criança nascida, somos obrigados a reflectir se là na antiguidade os Espartanos não tinham alguma razão. Os filhos não são apenas filhos das famílias, mas são também filhos do Estado.Ora, uma mentalidade anti vida enfraquece o país. As pessoas envelhecem, adquirem e cobram direitos de aposentadoria, e os jovens, braços úteis e força de trabalho diminuem vertiginosamente. Querem os " construtores da nova moral" contraditóriamente que os homem soquem nos homens, que as mulheres se acabem na felação, e que os heterosexuais ( nós os normais) abortemos os nosso filhos ou os evitemos de qualquer maneira numa expressão de egoísmo ímpar na história da humanidade. Viver sem deixar viver.
Há um pensador hindu, cujo nome me escapa agora, que diz que nossos filhos são filhos da vida. Ora; bem entendido ele quer dizer que nós somos todos filhos da vida. A fertilidade dos animais, da flora e dos homens é que nos tem mantido vivos no Planeta. A vida tem suas regras e não podemos negá-las.
Sem sermos piegas devemos admitir que o Criador da vida tem suas regras e não podemos negá-las. Foi o desrespeito rancoroso e revolucionário à essas regras que colocou o homem diante de sua soberba e cegueira, matando hoje, nos filhos, o futuro.
Nosso filhos são o futuro. Muito de nós fomos concebidos em tempos de miséria, em tempos de baixa saúde, em tempos difíceis, em tempos de guerra, em tempos de fome. Muitos de nós não fomos desejados, mas aqui estamos. Mas foi a garantia de estarmos vivos que nos fêz superar as agruras superáveis e estarmos todos aqui, vivos e lutando. Não fosse isso o planeta reinaria no silêncio absoluto de uma Lua, de um Vênus, um Marte ou Mercúrio.Só exerceremos o direito e o dever de votar, porque não fomos abortados.
Pense nisso.
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Há um pensador hindu, cujo nome me escapa agora, que diz que nossos filhos são filhos da vida. Ora; bem entendido ele quer dizer que nós somos todos filhos da vida. A fertilidade dos animais, da flora e dos homens é que nos tem mantido vivos no Planeta. A vida tem suas regras e não podemos negá-las.
Sem sermos piegas devemos admitir que o Criador da vida tem suas regras e não podemos negá-las. Foi o desrespeito rancoroso e revolucionário à essas regras que colocou o homem diante de sua soberba e cegueira, matando hoje, nos filhos, o futuro.
Nosso filhos são o futuro. Muito de nós fomos concebidos em tempos de miséria, em tempos de baixa saúde, em tempos difíceis, em tempos de guerra, em tempos de fome. Muitos de nós não fomos desejados, mas aqui estamos. Mas foi a garantia de estarmos vivos que nos fêz superar as agruras superáveis e estarmos todos aqui, vivos e lutando. Não fosse isso o planeta reinaria no silêncio absoluto de uma Lua, de um Vênus, um Marte ou Mercúrio.Só exerceremos o direito e o dever de votar, porque não fomos abortados.
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wallacereq@gmail.com
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Você vai votar? Que bom.
Você vai votar? Que bom.
O Voto é um direito e um dever. Só pode votar que está vivo. Lembre-se disso, o direito à VIDA é o mais fundamental dos direitos, quem viola esse direito violará todos os outros direitos.
Nos só vamos exercer o direito e o dever do voto porque não fomos abortados, Alguém nos assumiu, alguém assumiu o grave dever de nos trazer à vida, e é porque estamos vivos que vamos votar. Lembrem-se disso, nós só vamos votar porque não fomos abortados.
Aqueles irmãos que serão abortados não terão mais quem os defenda, quando a lei ímpia aprovar o aborto. Eles não poderão exercer o direito e o dever de votar contra os criminosos que os mataram.
Se você se omitir diante disso, esteja certo que outros direitos te serão violados.
Nós não podemos odiar e condenar inocentes frutos da vida. Todos nós estivemos nessa situação de inocentes frutos da vida, todavia não fomos abortados. Se nos calarmos, amanhã bem cedo nos mesmos seremos violados na nossa vida. Que tipo de valores queremos criar quando dizemos aos nossos filhos nascidos: “esse seu irmãozinho não merece nascer”. Dizemos a eles: suas vidas não valem nada meus filhos, se eu quisesse; eu também poderia ter tirado as vossas.
Depois esperamos deles respeito.
Depois esperamos deles que não se tornem violentos.
Que valorizem a vida humana.
Matamos os seus irmãos e esperamos deles compreensão.
Negamos a vida de inocentes irmãos e esperamos deles, dos nascidos, à garantia da nossa.
Não votem em quem aprova o aborto.
Não votem em quem viola o mais fundamental dos direitos. A Vida.
Pois esse os violará sem dúvida, como conseqüência da primeira e mais fundamental violação, os outros direitos fundamentais da pessoa humana.
wallacereq@gmail.com
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O Voto é um direito e um dever. Só pode votar que está vivo. Lembre-se disso, o direito à VIDA é o mais fundamental dos direitos, quem viola esse direito violará todos os outros direitos.
Nos só vamos exercer o direito e o dever do voto porque não fomos abortados, Alguém nos assumiu, alguém assumiu o grave dever de nos trazer à vida, e é porque estamos vivos que vamos votar. Lembrem-se disso, nós só vamos votar porque não fomos abortados.
Aqueles irmãos que serão abortados não terão mais quem os defenda, quando a lei ímpia aprovar o aborto. Eles não poderão exercer o direito e o dever de votar contra os criminosos que os mataram.
Se você se omitir diante disso, esteja certo que outros direitos te serão violados.
Nós não podemos odiar e condenar inocentes frutos da vida. Todos nós estivemos nessa situação de inocentes frutos da vida, todavia não fomos abortados. Se nos calarmos, amanhã bem cedo nos mesmos seremos violados na nossa vida. Que tipo de valores queremos criar quando dizemos aos nossos filhos nascidos: “esse seu irmãozinho não merece nascer”. Dizemos a eles: suas vidas não valem nada meus filhos, se eu quisesse; eu também poderia ter tirado as vossas.
Depois esperamos deles respeito.
Depois esperamos deles que não se tornem violentos.
Que valorizem a vida humana.
Matamos os seus irmãos e esperamos deles compreensão.
Negamos a vida de inocentes irmãos e esperamos deles, dos nascidos, à garantia da nossa.
Não votem em quem aprova o aborto.
Não votem em quem viola o mais fundamental dos direitos. A Vida.
Pois esse os violará sem dúvida, como conseqüência da primeira e mais fundamental violação, os outros direitos fundamentais da pessoa humana.
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Para reflexão de todos.
Você vai votar? Que bom.
Você vai votar? Que bom.
O Voto é um direito e um dever. Só pode votar que está vivo. Lembre-se disso, o direito á VIDA é o mais fundamental dos direitos. Quem viola esse direito violará todos os outros direitos.
Nos só vamos exercer o direito e o dever do voto porque não fomos abortados. Alguém nos assumiu, alguém assumiu o grave dever de nos trazer à vida, e é porque estamos vivos que vamos votar. Lembrem-se disso, nós só vamos votar porque não fomos abortados.
Aqueles irmãos que serão abortados não terão mais quem os defenda, quando a lei ímpia aprovar o aborto. Eles não poderão exercer o direito e o dever de votar contra os criminosos que os mataram.
Se você se omitir diante disso, esteja certo que outros direitos te serão violados.
Nós não podemos odiar e condenar inocentes frutos da vida. Todos nós estivemos nessa situação de inocentes frutos da vida, todavia não fomos abortados. Se nos calarmos, amanhã bem cedo nos mesmos seremos violados na nossa vida. Que tipo de valores queremos criar quando dizemos aos nossos filhos nascidos: “esse seu irmãozinho não merece nascer”. Dizemos a eles: suas vidas não valem nada meus filhos, se eu quisesse; eu também poderia ter tirado as vossas.
Depois esperamos deles respeito.
Depois esperamos deles que não se tornem violentos.
Que valorizem a vida humana.
Matamos os seus irmãos e esperamos deles compreensão.
Negamos a vida de inocentes irmãos e esperamos deles dos nascidos à garantia da nossa.
Não votem em quem aprova o aborto.
Não votem em quem viola o mais fundamental dos direitos.
Pois esse os violará sem dúvida, como conseqüência da primeira e mais fundamental violação, os outros direitos fundamentais da pessoa humana.
wallacereq@gmail.com
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O Voto é um direito e um dever. Só pode votar que está vivo. Lembre-se disso, o direito á VIDA é o mais fundamental dos direitos. Quem viola esse direito violará todos os outros direitos.
Nos só vamos exercer o direito e o dever do voto porque não fomos abortados. Alguém nos assumiu, alguém assumiu o grave dever de nos trazer à vida, e é porque estamos vivos que vamos votar. Lembrem-se disso, nós só vamos votar porque não fomos abortados.
Aqueles irmãos que serão abortados não terão mais quem os defenda, quando a lei ímpia aprovar o aborto. Eles não poderão exercer o direito e o dever de votar contra os criminosos que os mataram.
Se você se omitir diante disso, esteja certo que outros direitos te serão violados.
Nós não podemos odiar e condenar inocentes frutos da vida. Todos nós estivemos nessa situação de inocentes frutos da vida, todavia não fomos abortados. Se nos calarmos, amanhã bem cedo nos mesmos seremos violados na nossa vida. Que tipo de valores queremos criar quando dizemos aos nossos filhos nascidos: “esse seu irmãozinho não merece nascer”. Dizemos a eles: suas vidas não valem nada meus filhos, se eu quisesse; eu também poderia ter tirado as vossas.
Depois esperamos deles respeito.
Depois esperamos deles que não se tornem violentos.
Que valorizem a vida humana.
Matamos os seus irmãos e esperamos deles compreensão.
Negamos a vida de inocentes irmãos e esperamos deles dos nascidos à garantia da nossa.
Não votem em quem aprova o aborto.
Não votem em quem viola o mais fundamental dos direitos.
Pois esse os violará sem dúvida, como conseqüência da primeira e mais fundamental violação, os outros direitos fundamentais da pessoa humana.
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sábado, 11 de setembro de 2010
O vendedor.
Vendedor de aspirador de pó
Uma dona de casa, num vilarejo, ao atender as palmas em sua porta...
- Ó de casa, tô entrando!
Ela se depara com um homem que vai entrando em sua casa e joga esterco de cavalo em seu tapete da sala. A mulher apavorada pergunta:
- O senhor está maluco? O que pensa que está fazendo em meu tapete?
O vendedor, sem deixar a mulher falar, responde:
- Boa tarde! Eu estou oferecendo ao vivo, o meu produto, e eu provo pra senhora que os nossos aspiradores são os melhores e mais eficientes do mercado, tanto que vou fazer um desafio: se eu não limpar este esterco em seu tapete, eu prometo que irei comê-lo!
A mulher se retirou para a cozinha sem falar nada.
O vendedor curioso, perguntou:
- A senhora vai aonde? Não vai ver a eficiência do meu produto?
A mulher responde: - Vou pegar uma colher, sal e pimenta e um guardanapo de papel. Também uma cachaça para te abrir o apetite, pois aqui em casa não tem energia elétrica! Moral da história:
Conheça o seu cliente antes de oferecer qualquer coisa...
Wallacereq@gmail.com
Uma dona de casa, num vilarejo, ao atender as palmas em sua porta...
- Ó de casa, tô entrando!
Ela se depara com um homem que vai entrando em sua casa e joga esterco de cavalo em seu tapete da sala. A mulher apavorada pergunta:
- O senhor está maluco? O que pensa que está fazendo em meu tapete?
O vendedor, sem deixar a mulher falar, responde:
- Boa tarde! Eu estou oferecendo ao vivo, o meu produto, e eu provo pra senhora que os nossos aspiradores são os melhores e mais eficientes do mercado, tanto que vou fazer um desafio: se eu não limpar este esterco em seu tapete, eu prometo que irei comê-lo!
A mulher se retirou para a cozinha sem falar nada.
O vendedor curioso, perguntou:
- A senhora vai aonde? Não vai ver a eficiência do meu produto?
A mulher responde: - Vou pegar uma colher, sal e pimenta e um guardanapo de papel. Também uma cachaça para te abrir o apetite, pois aqui em casa não tem energia elétrica! Moral da história:
Conheça o seu cliente antes de oferecer qualquer coisa...
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Aprendendo a vender.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Pense nisso.
Outro dia, entrei num supermercado para comprar orégano e adquiri uma embalagem (saquinho) do produto, contendo 3 g, ao preço de R$ 1,99. Normalmente esse tipo de produto é vendido nos supermercados em embalagens que variam de 3 g a 10 g . Cheguei em casa e resolvi fazer os cálculos e constatei que estava pagando R$ 663,33 pelo kg do produto. Será que uma especiaria vale tudo isso? Agora, com mais esse exemplo abaixo de produtos vendidos em pequenas porções, fico com a sensação que as indústrias se utilizam "espertamente" desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percepção real do valor que está pagando pelos produtos. Acho que todos os fabricantes e comerciantes, deveriam ser obrigados por lei (mais uma?) a estampar em locais visíveis, os valores, em kg, em metro, em litro etc., de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores aos seus padrões de referências. Todo consumidor deve ter o sagrado direito de ter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos. VEJAM O ABSURDO: Você sabe o que que custa quase R$ 13.575,00 o litro? Resposta: TINTA DE IMPRESSORA! VOCÊ JÁ TINHA FEITO O CÁLCULO? Veja o que estão fazendo conosco. Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais. Há não muito tempo atrás, as impressoras eram caras e barulhentas. Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e facilidade das novas impressoras. Aí, veio a "Grande Sacada" dos fabricantes: oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos cada vez mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora. Olhe só o cúmulo: pode acontecer de compensar mais trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos. VEJA ESTE EXEMPLO: Uma HP DJ3845 é vendida, nas principais lojas, por R$ 170,00, aproximadamente. A reposição dos dois cartuchos (10 ml o preto e 8 ml o colorido), fica em torno de R$ 130,00. Daí, você vende a sua impressora semi-nova, sem os cartuchos, por uns R$ 90,00 (para vender rápido). Junta mais R$ 80,00, e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de fábrica. Os fabricantes fingem que nem é com eles; dizem que é caro por ser "tecnologia de ponta". Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço). Um cartucho HP, com míseros 10 ml de tinta, custa R$ 55,99. Isso dá R$ 5,59 por mililitro. Só para comparação, a Espumante Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29. Só acrescentando: as impressoras HP 1410, HP J3680 e HP3920, que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5 ml de tinta! A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$75,00. Fazendo as contas: R$ 75,00/5.5ml = R$ 13,63 o ml. > R$ 13,63 x 1000ml = R$ 13.636,00 Veja só: R$ 13.636,00 , por um litro de tinta colorida. Com este valor, podemos comprar, aproximadamente: - 300 gr de OURO; - - 3 TVs de Plasma de 42'; - - 1 UNO Mille 2003; - - 45 impressoras que utilizam este cartucho; - - 4 notebooks; - - 8 Micros Intel com 256 MB. Ou seja, um assalto ! Está indignado? Então, repasse adiante. Os fabricantes alegam que o povo não reclama de nada.
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terça-feira, 13 de julho de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Segurança Social ( programa real de altos resultados)
SEGURANÇA SOCIAL
Dentre todas as fragilidades apresentadas pela sociedade brasileira a segurança tem sido a que causa maiores queixas pela população. A história nacional demonstra que o Estado responde a estas queixas com muitas formas de trabalho a fim de combater a criminalidade e violência visando proporcionar a segurança. Entretanto o clamor da sociedade traz a seguinte reflexão: os instrumentos utilizados até o presente, de fato, conseguem conter, minimizar ou eliminar os fatores geradores desta sensação de não segurança?
Analisando-se a criminalidade observa-se que ela é decorrente de um conjunto de fatores sociais, econômicos e culturais que quando desestabilizados provocam insegurança em outras áreas, inclusive as vitais, como alimentação, saúde e educação. Em função desta complexidade, segurança pública deixa de ser um problema exclusivo das polícias, exigindo uma participação mais ampla de outros componentes para que tratem de todo o espectro de segurança, tais como alimentar, educacional, geração de renda, além da segurança pública melhorando a qualidade de vida na região.
Diante do exposto surge o conceito de Segurança Social propondo uma corrente de esforços entre os integrantes do Estado, em especial a Polícia Militar, a sociedade civil organizada e os voluntários para transformar comunidades que de alguma forma estejam mais sujeitas às influências da criminalidade em comunidades fortalecidas que tenham seu desenvolvimento independente das influências do crime, onde a Policia Militar do Paraná propõe a construção da segurança pública fundamentada na prevenção, capacitação, interação e participação da comunidade .
Idealizado pelo Cel Anselmo José de Oliveira e pela Major Karin Denise Krasinski, este conceito foi testado inicialmente na Vila Zumbi dos Palmares, com excelentes resultados para a região. No entanto, a implantação monitorada por parâmetros científicos foi feita na Vila Osternack, em novembro de 2008, quando escolheu-se a região devido ao alto índice de homicídios constatado pelo Sistema de Geoprocessamento da Secretaria de Segurança Publica, onde havia o pico de até 14 homicidios num único final de semana, sendo assim considerada a região mais violenta de Curitiba .
Lançado oficialmente em 22 de novembro de 2008, pelo sr. Governador , Roberto Requião, e pelo então Comandante Geral, Cel Anselmo José de Oliveira, o projeto piloto foi implantado, acompanhado e mensurado desde então, na Vila Osternack, em três comunidades.
Pela sistemática do trabalho, os parceiros são fundamentais, hoje em torno de sessenta instituições que se organizam em câmaras de trabalho produzindo resultados nas áreas de educação, geração de renda, desenvolvimento urbano, segurança pública, segurança alimentar, saúde, religiosa, cidadania.
As pesquisas mostraram que o maior interesse inicial daquela população era a ocupação dos jovens que fora da ociosidade, também ficariam longe dos delitos e do uso de drogas. Hoje, diversas atividades são desenvolvidas tendo como base a Associação XXIII de Agosto, Associação Madre Tereza, Clube de Mães XXIII de Agosto, Igreja Católica, Igreja Evangélica Assembléia de Deus, Igreja Cristã Água Viva e no Colégio Estadual Iara Bergmann obtendo-se como resultado , uma população que aos poucos se fortalece e confia em si mesma, buscando a geração de rendas, a saúde e principalmente qualidade de vida. E o mais surpreendente é que a taxa de homicídios caiu para uma média de 01 homicidio por mês, restando para ser trabalhado pelas câmaras da saúde de de segurança pública, os delitos originados pela violência doméstica em maior numero contra mulheres e crianças.
Nas palavras do Cel Anselmo, o Segurança Social é o futuro da segurança pública, onde esta é construída com a técnica policial em conjunto com a população articulada.
Forma aprimorada de se construir a segurança com a sociedade organizada através da sinergia de iniciativas na busca de dotar as comunidades de alternativas salutares de sobrevivência e melhoria de suas condições individuais e grupais levando-as a uma prática cidadã e preventiva.
Sua logomarca é composta pelo brasão da PMPR, pelo centro da Bandeira do Paraná e pelo símbolo da segurança social. O conjunto destes elementos estiliza um olho, que ludicamente representa um olhar do Estado, da PMPR e da sociedade organizada sobre a comunidade onde se está desenvolvendo o projeto.
A sua logo demonstra o eixo principal do Segurança Social: a construção em ¨3D¨da segurança pública, onde a união de todos os segmentos sociais e a comunidade, sem qualquer distinção, em bases sólidas, oportuniza transformações profundas no local trabalhado, que por fim otimiza os recursos policiais existentes, aplicando com maior eficácia e eficiência um menor número de policiais e de viaturas, obtendo-se resultados muito maiores.
O Projeto já foi exposto a diversas instituições dos municípios de Curitiba, Almirante Tamandaré, Cascavel e agora prepara-se para expor em Maringá.
**************
EQUIPES QUE GERENCIARAM O SEGURANÇA SOCIAL:
Telefones para contato:
SEGURANÇA SOCIAL - PMPR Av. Mal Floriano Peixoto, 1401- Rebouças- Curitiba-Pr Fone: (041) 33044725 ou 33044700 (Coordenação: Capitão Ronaldo de Abreu e Margarete Maria Lemes )
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Dentre todas as fragilidades apresentadas pela sociedade brasileira a segurança tem sido a que causa maiores queixas pela população. A história nacional demonstra que o Estado responde a estas queixas com muitas formas de trabalho a fim de combater a criminalidade e violência visando proporcionar a segurança. Entretanto o clamor da sociedade traz a seguinte reflexão: os instrumentos utilizados até o presente, de fato, conseguem conter, minimizar ou eliminar os fatores geradores desta sensação de não segurança?
Analisando-se a criminalidade observa-se que ela é decorrente de um conjunto de fatores sociais, econômicos e culturais que quando desestabilizados provocam insegurança em outras áreas, inclusive as vitais, como alimentação, saúde e educação. Em função desta complexidade, segurança pública deixa de ser um problema exclusivo das polícias, exigindo uma participação mais ampla de outros componentes para que tratem de todo o espectro de segurança, tais como alimentar, educacional, geração de renda, além da segurança pública melhorando a qualidade de vida na região.
Diante do exposto surge o conceito de Segurança Social propondo uma corrente de esforços entre os integrantes do Estado, em especial a Polícia Militar, a sociedade civil organizada e os voluntários para transformar comunidades que de alguma forma estejam mais sujeitas às influências da criminalidade em comunidades fortalecidas que tenham seu desenvolvimento independente das influências do crime, onde a Policia Militar do Paraná propõe a construção da segurança pública fundamentada na prevenção, capacitação, interação e participação da comunidade .
Idealizado pelo Cel Anselmo José de Oliveira e pela Major Karin Denise Krasinski, este conceito foi testado inicialmente na Vila Zumbi dos Palmares, com excelentes resultados para a região. No entanto, a implantação monitorada por parâmetros científicos foi feita na Vila Osternack, em novembro de 2008, quando escolheu-se a região devido ao alto índice de homicídios constatado pelo Sistema de Geoprocessamento da Secretaria de Segurança Publica, onde havia o pico de até 14 homicidios num único final de semana, sendo assim considerada a região mais violenta de Curitiba .
Lançado oficialmente em 22 de novembro de 2008, pelo sr. Governador , Roberto Requião, e pelo então Comandante Geral, Cel Anselmo José de Oliveira, o projeto piloto foi implantado, acompanhado e mensurado desde então, na Vila Osternack, em três comunidades.
Pela sistemática do trabalho, os parceiros são fundamentais, hoje em torno de sessenta instituições que se organizam em câmaras de trabalho produzindo resultados nas áreas de educação, geração de renda, desenvolvimento urbano, segurança pública, segurança alimentar, saúde, religiosa, cidadania.
As pesquisas mostraram que o maior interesse inicial daquela população era a ocupação dos jovens que fora da ociosidade, também ficariam longe dos delitos e do uso de drogas. Hoje, diversas atividades são desenvolvidas tendo como base a Associação XXIII de Agosto, Associação Madre Tereza, Clube de Mães XXIII de Agosto, Igreja Católica, Igreja Evangélica Assembléia de Deus, Igreja Cristã Água Viva e no Colégio Estadual Iara Bergmann obtendo-se como resultado , uma população que aos poucos se fortalece e confia em si mesma, buscando a geração de rendas, a saúde e principalmente qualidade de vida. E o mais surpreendente é que a taxa de homicídios caiu para uma média de 01 homicidio por mês, restando para ser trabalhado pelas câmaras da saúde de de segurança pública, os delitos originados pela violência doméstica em maior numero contra mulheres e crianças.
Nas palavras do Cel Anselmo, o Segurança Social é o futuro da segurança pública, onde esta é construída com a técnica policial em conjunto com a população articulada.
Forma aprimorada de se construir a segurança com a sociedade organizada através da sinergia de iniciativas na busca de dotar as comunidades de alternativas salutares de sobrevivência e melhoria de suas condições individuais e grupais levando-as a uma prática cidadã e preventiva.
Sua logomarca é composta pelo brasão da PMPR, pelo centro da Bandeira do Paraná e pelo símbolo da segurança social. O conjunto destes elementos estiliza um olho, que ludicamente representa um olhar do Estado, da PMPR e da sociedade organizada sobre a comunidade onde se está desenvolvendo o projeto.
A sua logo demonstra o eixo principal do Segurança Social: a construção em ¨3D¨da segurança pública, onde a união de todos os segmentos sociais e a comunidade, sem qualquer distinção, em bases sólidas, oportuniza transformações profundas no local trabalhado, que por fim otimiza os recursos policiais existentes, aplicando com maior eficácia e eficiência um menor número de policiais e de viaturas, obtendo-se resultados muito maiores.
O Projeto já foi exposto a diversas instituições dos municípios de Curitiba, Almirante Tamandaré, Cascavel e agora prepara-se para expor em Maringá.
**************
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Para pensar.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Entrevista Bruta
Voce não está vendo a entrevista com Roberto Requião, policiamento ideologico do Google.
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sábado, 8 de maio de 2010
Confissões do Tio Wallace Req
Não se trata das Confissões de Santo Agostinho. Se trata das confissões do Tio Wallace. Eu jantava com os Bispos do Paraná que foram à casa do governador Requião em um jantar de despedida do governo, quando contei ao novo Bispo que eu fora seminarista. Ele sorriu incrédu-lo. Digamos que eu não faço o tipo.
Conversa vai, conversa vem e eu com aquela má impressão de que o Bispo havia me tomado por mentiroso. Mas como jogo só se perde depois do apito do juiz, quando levantamos da mesa para as despedidas, vieram em minha direção o Padre Kleina ( Paróquia Santa Rita de Cassia) e o Padre Reginaldo Manzotti ( Paróquia Nossa Senhora do Guadalupe), os padres mais pop da capital, e unissonos disseram na frente do Bispo: " você foi nosso colega de seminário". Rimos muito, e eu fui salvo como se diz: pelo "Gongo". Agora descobri que o padre Aparecido, capelão do Palácio do Governo também foi meu colega. Eu entrei na Instituto Teológico dos padres Claretianos tardiamente, e já era, portanto, bem mais velho que eles.
Wallacereq@gmail.com
Conversa vai, conversa vem e eu com aquela má impressão de que o Bispo havia me tomado por mentiroso. Mas como jogo só se perde depois do apito do juiz, quando levantamos da mesa para as despedidas, vieram em minha direção o Padre Kleina ( Paróquia Santa Rita de Cassia) e o Padre Reginaldo Manzotti ( Paróquia Nossa Senhora do Guadalupe), os padres mais pop da capital, e unissonos disseram na frente do Bispo: " você foi nosso colega de seminário". Rimos muito, e eu fui salvo como se diz: pelo "Gongo". Agora descobri que o padre Aparecido, capelão do Palácio do Governo também foi meu colega. Eu entrei na Instituto Teológico dos padres Claretianos tardiamente, e já era, portanto, bem mais velho que eles.
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Curiosidades.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Uma tese para a teologia do amor fecundo.
Uma Teologia do Amor Fecundo;
Uma Teologia do amor fecundo, ou uma teologia da sexualidade?
O texto que esboço aqui tem por base o livro do padre Léo CSJ, já falecido, titulado “Sede Fecundos”. Não concordo inteiramente com o seu texto (nem ele queria, esperava, ou pedia isso), mas, não podemos negar que seu livro é fecundo em idéias. Cumpria ele assim a primeira e mais essencial de suas premissas; a de seu amor missionário fecundo.
O nome “Teologia” não se aplica em todo o seu sentido “pleno” nesse texto. Téo, Deus em grego, mais Logos, estudo, palavra, nos falam de um estudo aprofundado de Deus. No caso cristão, é a ciência que deduz, da palavra revelada aos hagiógrafos, uma natureza íntima de Deus, sua vontade, inteligência e ensinamentos. Posto assim, neste texto, nós queremos ver o que Deus nos fala, através das Sagradas Escrituras sobre a sexualidade.
A fecundidade é o norte da vida. É a direção para onde aponta o ponteiro de orientação da bússola da vida. A Vida é fecunda. A Morte é infecunda.
Bem, vamos por parte. Se eu te apresento um pedaço de chocolate, você experimenta e diz: É bom! Então eu te apresento um perfume, você inala e diz: É bom! Eu te faço um cafuné no couro cabeludo, e você diz: É bom. Ora, o que você esta dizendo?
Você está dizendo que sente prazer nas coisas boas, você esta dizendo que sente prazer.
Em Genesis leremos que Deus viu que todas as coisas criadas eram Boas, tudo era bom, portanto sem muita presunção podemos supor que Deus sentiu prazer pelo que criou. Deus sentiu prazer na sua fecundidade. Não nos parece temerário assim afirmar, pois Deus disse que o homem é sua imagem e semelhança, portanto, muito do que sentimos são imagem e semelhança de Deus.
Ora, mas Deus criou o homem, ápice de sua criação, e a mulher, viu que o homem era bom e que precisava de uma auxiliar, e criou a mulher diferente do homem como sua companheira, macho e fêmea os criou. E viu que era bom. Portanto foi Deus que criou o sexo.
Ora, o sexo aqui, nesse texto, é tomado na sua mais clássica definição. Conformação macro e micro anatômica que diferenciam o macho da fêmea, diferenças essas que se repercutem nos hormônios, nas glândulas, e nos cromossomos sexuais (XX para a mulher) e (XY para os homens). Portanto os seres humanos são sexuados, em cada uma de suas células, diferente dos seres vivos assexuados.
Vendo Deus que tudo era bom (sentindo prazer na sua fecundidade criadora) mandou que os humanos crescessem e se multiplicassem, ou seja, como imagem e semelhança de Deus Uno e Trino, os fez fecundos, orientando-os ao norte da vida, à fecundidade. Não fossem fecundos os nossos primeiros pais, não estaríamos escrevendo esse texto. Podemos fazê-lo, porque foram fecundos os nossos pais.
Homem e mulher, Deus os criou. Temos aqui a pedra fundamental da sexualidade, porque o que diferencia o homem da mulher é o sexo. Não há, como esta posto, uma terceira via.
Mas se Deus criou os genitais humanos, e todas as diferenças macro e micro anatômicas e funcionais, Deus também criou a mão humana. Ora, a mão, no ser humano, é do seu corpo, entre as suas partes, das mais multifuncionais. A mão escreve, toca instrumentos, cozinha, constrói , modela, desenha, acaricia, erotiza, planta, colhe, mas também mata, mente, falsifica, destrói, violenta. Ora, disso, com simplicidade, percebemos que a mão tem atos morais, sociais, e atos imorais e anti-sociais. Se assim é para a mão humana, o leitor logo concluirá sem dificuldade que assim é, também para o corpo, e para os demais órgãos humanos, incluindo os genitais, o sexo, donde se conclui que todo ato humano é moral, e o moral é fértil, fecundo, vivo. Ou seja, para Deus constatar que era bom, é porque a obra criada não era má, estéril, desagradável, infecunda e imoral. O pecado original foi à desobediência ao limite moral, ou seja, a desobediência ao limite pedido, solicitado, estabelecido por Deus. A quebra desse limite tiraria o homem da inocência, ou seja, da vivência moral perfeita, e o retiraria do paraíso, ou seja, dessa vivência perfeita e harmonia cósmica. Sendo que isso, como relata o Gênesis, nada tinha com a sexualidade, mas tinha com a desobediência ao limite moral entre o que era BOM e o que era MAL. Assim os homens souberam a diferença entre o bom e o mau, nos diz o Gênesis, e viram que estavam nus (despidos da harmonia cósmica, da inocência original pela obediência fecunda) e se cobriram com folhas. Limitaram e esconderam seus sexos, com culpa moral desobediente. Quiseram com isso escapar aos olhos fecundos de Deus. Furtar-se à VIDA. Ou seja, o humano desejou então possuir o conhecimento. Pois comeu do fruto do conhecimento pela transgreção, e desejou reter a vida pessoal, controlá-la egoisticamente, ser confundido com ela, tal qual Deus o criador, (Eu sou a Vida) e ao invés de Ser inocente, obediente e fecundo, limitados tal qual homem e mulher foram criados, instrumentos obedientes da VIDA cósmica, OBRA DE DEUS e não os senhores dela, tornaram-se desobedientes a Deus, na perseguição teimosa do grito cósmico de Satanás: “Eu sou tal qual Deus”. Hoje os homens avançam em direção à Árvore da VIDA, aquela que segundo o Genesis, esta protegida por uma espada de fogo. A primeira nos expulsou do paraíso da inocência, a segunda nos expulsará da existência temporal para a condenação eterna.
Assim, diz o padre Léo em seu livro: “A intimidade sexual é sagrada! A atração mutua entre o homem e a mulher é mais do que um impulso natural, é a realização da fecundidade de Deus, é sacramento, é Dom e desejo de Deus. O Prazer sexual é igualmente Dom e presente de Deus. Ele criou o ser humano sexuado. Deus criou o homem e viu que era Bom.” E o criou para a Fecundidade Moral. Sede portanto Fecundos: no Amor.
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Uma Teologia do amor fecundo, ou uma teologia da sexualidade?
O texto que esboço aqui tem por base o livro do padre Léo CSJ, já falecido, titulado “Sede Fecundos”. Não concordo inteiramente com o seu texto (nem ele queria, esperava, ou pedia isso), mas, não podemos negar que seu livro é fecundo em idéias. Cumpria ele assim a primeira e mais essencial de suas premissas; a de seu amor missionário fecundo.
O nome “Teologia” não se aplica em todo o seu sentido “pleno” nesse texto. Téo, Deus em grego, mais Logos, estudo, palavra, nos falam de um estudo aprofundado de Deus. No caso cristão, é a ciência que deduz, da palavra revelada aos hagiógrafos, uma natureza íntima de Deus, sua vontade, inteligência e ensinamentos. Posto assim, neste texto, nós queremos ver o que Deus nos fala, através das Sagradas Escrituras sobre a sexualidade.
A fecundidade é o norte da vida. É a direção para onde aponta o ponteiro de orientação da bússola da vida. A Vida é fecunda. A Morte é infecunda.
Bem, vamos por parte. Se eu te apresento um pedaço de chocolate, você experimenta e diz: É bom! Então eu te apresento um perfume, você inala e diz: É bom! Eu te faço um cafuné no couro cabeludo, e você diz: É bom. Ora, o que você esta dizendo?
Você está dizendo que sente prazer nas coisas boas, você esta dizendo que sente prazer.
Em Genesis leremos que Deus viu que todas as coisas criadas eram Boas, tudo era bom, portanto sem muita presunção podemos supor que Deus sentiu prazer pelo que criou. Deus sentiu prazer na sua fecundidade. Não nos parece temerário assim afirmar, pois Deus disse que o homem é sua imagem e semelhança, portanto, muito do que sentimos são imagem e semelhança de Deus.
Ora, mas Deus criou o homem, ápice de sua criação, e a mulher, viu que o homem era bom e que precisava de uma auxiliar, e criou a mulher diferente do homem como sua companheira, macho e fêmea os criou. E viu que era bom. Portanto foi Deus que criou o sexo.
Ora, o sexo aqui, nesse texto, é tomado na sua mais clássica definição. Conformação macro e micro anatômica que diferenciam o macho da fêmea, diferenças essas que se repercutem nos hormônios, nas glândulas, e nos cromossomos sexuais (XX para a mulher) e (XY para os homens). Portanto os seres humanos são sexuados, em cada uma de suas células, diferente dos seres vivos assexuados.
Vendo Deus que tudo era bom (sentindo prazer na sua fecundidade criadora) mandou que os humanos crescessem e se multiplicassem, ou seja, como imagem e semelhança de Deus Uno e Trino, os fez fecundos, orientando-os ao norte da vida, à fecundidade. Não fossem fecundos os nossos primeiros pais, não estaríamos escrevendo esse texto. Podemos fazê-lo, porque foram fecundos os nossos pais.
Homem e mulher, Deus os criou. Temos aqui a pedra fundamental da sexualidade, porque o que diferencia o homem da mulher é o sexo. Não há, como esta posto, uma terceira via.
Mas se Deus criou os genitais humanos, e todas as diferenças macro e micro anatômicas e funcionais, Deus também criou a mão humana. Ora, a mão, no ser humano, é do seu corpo, entre as suas partes, das mais multifuncionais. A mão escreve, toca instrumentos, cozinha, constrói , modela, desenha, acaricia, erotiza, planta, colhe, mas também mata, mente, falsifica, destrói, violenta. Ora, disso, com simplicidade, percebemos que a mão tem atos morais, sociais, e atos imorais e anti-sociais. Se assim é para a mão humana, o leitor logo concluirá sem dificuldade que assim é, também para o corpo, e para os demais órgãos humanos, incluindo os genitais, o sexo, donde se conclui que todo ato humano é moral, e o moral é fértil, fecundo, vivo. Ou seja, para Deus constatar que era bom, é porque a obra criada não era má, estéril, desagradável, infecunda e imoral. O pecado original foi à desobediência ao limite moral, ou seja, a desobediência ao limite pedido, solicitado, estabelecido por Deus. A quebra desse limite tiraria o homem da inocência, ou seja, da vivência moral perfeita, e o retiraria do paraíso, ou seja, dessa vivência perfeita e harmonia cósmica. Sendo que isso, como relata o Gênesis, nada tinha com a sexualidade, mas tinha com a desobediência ao limite moral entre o que era BOM e o que era MAL. Assim os homens souberam a diferença entre o bom e o mau, nos diz o Gênesis, e viram que estavam nus (despidos da harmonia cósmica, da inocência original pela obediência fecunda) e se cobriram com folhas. Limitaram e esconderam seus sexos, com culpa moral desobediente. Quiseram com isso escapar aos olhos fecundos de Deus. Furtar-se à VIDA. Ou seja, o humano desejou então possuir o conhecimento. Pois comeu do fruto do conhecimento pela transgreção, e desejou reter a vida pessoal, controlá-la egoisticamente, ser confundido com ela, tal qual Deus o criador, (Eu sou a Vida) e ao invés de Ser inocente, obediente e fecundo, limitados tal qual homem e mulher foram criados, instrumentos obedientes da VIDA cósmica, OBRA DE DEUS e não os senhores dela, tornaram-se desobedientes a Deus, na perseguição teimosa do grito cósmico de Satanás: “Eu sou tal qual Deus”. Hoje os homens avançam em direção à Árvore da VIDA, aquela que segundo o Genesis, esta protegida por uma espada de fogo. A primeira nos expulsou do paraíso da inocência, a segunda nos expulsará da existência temporal para a condenação eterna.
Assim, diz o padre Léo em seu livro: “A intimidade sexual é sagrada! A atração mutua entre o homem e a mulher é mais do que um impulso natural, é a realização da fecundidade de Deus, é sacramento, é Dom e desejo de Deus. O Prazer sexual é igualmente Dom e presente de Deus. Ele criou o ser humano sexuado. Deus criou o homem e viu que era Bom.” E o criou para a Fecundidade Moral. Sede portanto Fecundos: no Amor.
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
CINE TV PR. Uma árvore que esta dando e dará muitos frutos para o Brasil.
O que você vai ver, é a Escola Superior de Cinema e TV do Governo do Paraná. Uma escola que já formou três turmas, e promoveu diversos festivais nacionais. Uma obra que está dando frutos para o cinema e televisão paranaense e brasileiro. Uma obra pública, única em termos nacionais, exclusiva do governo Requião, uma obra ousada. Um curso público, sujeito a exame vestibular, para jovens sonhadores e criativos.
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Ver para crer.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Transgenia é isso.
Fazer artificialmente o cruzamento de espécies diferentes. Entanda isso, entenda de uma vez por todas, e pare de ser laranja. Isso não é melhoramento genético, é a quebra dos códicos genéticos que garantem a vida das espécies em equilibrio harmônico. ( G .W. Darth)

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Para a reflexão de todos.
E eles tem aversão pelas pessoas normais.
Heterofóbicos; eles têm aversão pelos próprios pais.
( republicado)
Esse texto é bem simples porque a realidade que ele denuncia também é muito simples.Os heterofóbicos são pessoas que tem aversão por pessoas de sexo diferente. Na verdade eles têm aversão aos homens que desejam mulheres, e as mulheres que desejam homens. Essa é à base de seu desvio sexual. Assim essas pessoas, que são todas, filhos ou filhas de um casal, homem e mulher, pai e mãe, que os geraram, e que, portanto foram, ou são heterossexuais, ou seja, são normais, e por isso, por serem normais, são rejeitados pelos heterofóbicos.Não é preciso complicar com chavões psicanalíticos para se perceber que na base da Heterofobia, ou está à rejeição dos pais, ( e da união fertil) como seres em relação, ou do pai em particular, ou da mãe também em particular. Também, sem complicação, pode-se perceber que a Heterofobia é uma reação a um desejo incontido, desajustado, ou pela mãe, ou pelo pai, cujo mecanismo de defesa do ego transformou em rejeição.
Há cura? Sim há cura. Mas só há cura, se o doente se reconhece na doença e no desvio. Caso contrário, não há cura, há o acobertamento da doença emocional, desvio instintivo, que passa a ser acobertado por “Novos Conceitos”, ou seja, justificados pelo mecanismo da racionalização.
A doença, nunca foi detentora de direitos, muito menos os vícios. Em toda a história da humanidade, o direito se fundamenta, em primeiro lugar na vida, só o ser vivo tem direitos, e na saúde, na norma, no normal. Assim erra gravemente quem diz que: Os heterofóbicos têm direitos porque são trabalhadores, cidadãos, eleitores. Ora os homicidas também são eleitores, cidadão, e muitas vezes trabalhadores. Assim também são os pedófilos, os estupradores, os psicopatas, as prostitutas, os traficantes, todos são cidadãos e eleitores. Sim; todos eles têm direitos da pessoa humana, mas é justamente a imoralidade de seu comportamento que faz com que a sociedade reaja coibindo-lhes ou cerceando-lhes, por medida de segurança, certos direitos lhe são diminuídos, cerceados.
O heterofóbico é um psicopata, quando não um psicótico (caso do travesti).Se o governo quer ajudar os heterofóbicos ( homossexuais) ofereça-lhes tratamento, mas não queira justificá-los, pois erra gravemente, induzindo ao erro milhares ou milhões de pessoas, o que resultará em desordem incontrolável da sociedade. A base desse desajuste social, esta claramente manifesto na aversão aos pais, ou seja, na aversão incontrolável à autoridade,( por isso se usa desses indivíduos para a revolução dos costumes) daí a desordem social irremediável.
Simbolicamente, o heterofóbico tem aversão ao Pai (Deus) e a Terra (mãe). Assim, nesse jogo de aversão eles querem desobedecer voluntariamente às leis de Deus, e as leis da Natureza (Terra), ou seja, não se aceitam como nasceram,( porque não há hermafrodita humano) e querem obrigar que todos os aceitem. Melhor, querem obrigar que sua doença sexual, seu desvio, se torne regra de direito, pior, querem que sua doença tenha privilégios e foros privilegiados no seio da sociedade.
Assim, chamá-los de homo-afetivos, de homossexuais (conceito absolutamente errado) ou homossensuais, não ajuda, nem na solução do problema, nem na ordem social.
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Wallacereq@gmail.com é psicólogo clínico em Altamira do Araguaia, na tribo dos Xeré Xerê.
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( republicado)
Esse texto é bem simples porque a realidade que ele denuncia também é muito simples.Os heterofóbicos são pessoas que tem aversão por pessoas de sexo diferente. Na verdade eles têm aversão aos homens que desejam mulheres, e as mulheres que desejam homens. Essa é à base de seu desvio sexual. Assim essas pessoas, que são todas, filhos ou filhas de um casal, homem e mulher, pai e mãe, que os geraram, e que, portanto foram, ou são heterossexuais, ou seja, são normais, e por isso, por serem normais, são rejeitados pelos heterofóbicos.Não é preciso complicar com chavões psicanalíticos para se perceber que na base da Heterofobia, ou está à rejeição dos pais, ( e da união fertil) como seres em relação, ou do pai em particular, ou da mãe também em particular. Também, sem complicação, pode-se perceber que a Heterofobia é uma reação a um desejo incontido, desajustado, ou pela mãe, ou pelo pai, cujo mecanismo de defesa do ego transformou em rejeição.
Há cura? Sim há cura. Mas só há cura, se o doente se reconhece na doença e no desvio. Caso contrário, não há cura, há o acobertamento da doença emocional, desvio instintivo, que passa a ser acobertado por “Novos Conceitos”, ou seja, justificados pelo mecanismo da racionalização.
A doença, nunca foi detentora de direitos, muito menos os vícios. Em toda a história da humanidade, o direito se fundamenta, em primeiro lugar na vida, só o ser vivo tem direitos, e na saúde, na norma, no normal. Assim erra gravemente quem diz que: Os heterofóbicos têm direitos porque são trabalhadores, cidadãos, eleitores. Ora os homicidas também são eleitores, cidadão, e muitas vezes trabalhadores. Assim também são os pedófilos, os estupradores, os psicopatas, as prostitutas, os traficantes, todos são cidadãos e eleitores. Sim; todos eles têm direitos da pessoa humana, mas é justamente a imoralidade de seu comportamento que faz com que a sociedade reaja coibindo-lhes ou cerceando-lhes, por medida de segurança, certos direitos lhe são diminuídos, cerceados.
O heterofóbico é um psicopata, quando não um psicótico (caso do travesti).Se o governo quer ajudar os heterofóbicos ( homossexuais) ofereça-lhes tratamento, mas não queira justificá-los, pois erra gravemente, induzindo ao erro milhares ou milhões de pessoas, o que resultará em desordem incontrolável da sociedade. A base desse desajuste social, esta claramente manifesto na aversão aos pais, ou seja, na aversão incontrolável à autoridade,( por isso se usa desses indivíduos para a revolução dos costumes) daí a desordem social irremediável.
Simbolicamente, o heterofóbico tem aversão ao Pai (Deus) e a Terra (mãe). Assim, nesse jogo de aversão eles querem desobedecer voluntariamente às leis de Deus, e as leis da Natureza (Terra), ou seja, não se aceitam como nasceram,( porque não há hermafrodita humano) e querem obrigar que todos os aceitem. Melhor, querem obrigar que sua doença sexual, seu desvio, se torne regra de direito, pior, querem que sua doença tenha privilégios e foros privilegiados no seio da sociedade.
Assim, chamá-los de homo-afetivos, de homossexuais (conceito absolutamente errado) ou homossensuais, não ajuda, nem na solução do problema, nem na ordem social.
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domingo, 4 de abril de 2010
Seguir Requião
twitter@requiaopmdb,
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Observatório da Imprensa, por Luiz Antônio Magalhães
A oposição de esquerda ao governo Lula se organizou, em 2006, em torno da ex-senadora Heloísa Helena (PSOL-AL), uma dissidente do partido do presidente que foi expulsa do PT depois de desobedecer sistematicamente às determinações da direção da agremiação em diversas votações no Congresso, especialmente a da reforma da Previdência.
Heloísa Helena provavelmente será candidata de novo em 2010 e uma parte substancial da esquerda vai marchar ao lado dela, apesar das contradições que marcam a personalidade da ex-senadora, uma liderança capaz de desafiar o seu próprio partido e defender posições próprias, ainda que contrariando decisões tomadas por seus correligionários, como se viu recentemente na questão do aborto. Também é quase certo que uma segunda candidatura presidencial de Helena não apresente o mesmo encanto da primeira, quando a aguerrida alagoana foi a grande novidade da disputa.
Para quem pensa a política estrategicamente, do ponto de vista da esquerda, há um outro nome disponível na praça, em torno do qual seria possível construir uma candidatura presidencial forte e com chances talvez não de vencer o pleito, mas de levar ao público uma mensagem política de inconformidade com os rumos do país, especialmente no que diz respeito à condução da política econômica. Muita gente torce o nariz para ele, mas a verdade é que o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), é hoje o único contraponto ao modo de governar petista e tucano em atividade no Brasil.
Evidentemente, Roberto Requião não é nem de longe um socialista. Dentro das limitações de um governo estadual, no entanto, ele tem conseguido polarizar com as forças conservadoras em questões importantes. Com uma postura corajosa, Requião tem enfrentado alguns tabus neoliberais e de certa forma está se saindo muito bem. Comprou briga com os produtores de transgênicos, com os concessionários de pedágio e até com o poderoso banco Itaú. Não é pouca coisa.
E para quem acha que brigar é fácil, difícil é construir, vale lembrar que Requião tem sido um interlocutor freqüente do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com quem já fechou algumas parcerias, inclusive em torno da TV do Mercosul. Pergunte a qualquer liderança do MST sobre o tratamento que o governador do Paraná dispensa aos sem-terra e a resposta será outro alento: melhor do que em todos os demais estados do país.
A postura de Requião já começou a incomodar o establishment, tanto é que uma absurda decisão judicial proibiu o governador de apresentar seus pontos de vista na TV Educativa (e na rádio) do Paraná, reeditando no país a censura prévia.
Tudo somado, Requião tem muito mais a apresentar do que a senadora Heloísa Helena e poderia perfeitamente, neste cenário, ser o candidato das esquerdas, dentro de uma concepção de política que privilegiasse não a plataforma socialista (o que, é bom que se diga, Helena também não consegue sustentar), mas avanços no sentido de um governo mais autônomo e arrojado, talvez semelhante ao antigo nacional-desenvolvimentismo, que evidentemente não pode ser transplantado para a realidade atual.
É evidente, porém, que as alas mais conservadoras do PMDB não aceitariam com facilidade uma candidatura de Roberto Requião. Para que ele se viabilize, é preciso apoio fora do PMDB, de maneira que o próprio governador sinta confiança para colocar seu bloco na rua. Uma pré-candidatura de Requião talvez já seja suficiente para quebrar o falso debate que a campanha de 2006 no fundo apresentou, quando Alckmin dizia ser melhor gerente do que Lula e Heloísa afirmava ser a única virgem no bordel. Requião não está neste jogo, tem uma história de 8 anos à frente do governo do Paraná para apresentar aos brasileiros e provar que é, sim, possível governar de um jeito um pouco diferente. Se no final ele conseguir a legenda para disputar o pleito, melhor ainda, o debate se prolonga e fica mais animado.
A direita já tem o seu candidato: o governador José Serra (PSDB), que faz um governo sofrível e sem nenhuma novidade em São Paulo. Pelo que contam fontes tucanas, o Palácio do Bandeirantes se tornou um bunker da candidatura presidencial do governador paulista, que só pensa naquilo – a cadeira de Lula, bem entendido.
O consórcio petista não sabe ainda com quem concorrerá na eleição e provavelmente terá mais de um cavalo na disputa, se Lula não puder mesmo tentar o terceiro mandato – talvez Dilma Rousseff e Ciro Gomes, por exemplo. De toda maneira, serão cavalos que contarão com apoio a máquina governamental e, certamente, rios de dinheiro privado.
Assim, se a esquerda quiser ter alguma relevância na eleição de 2010, deve considerar a partir de agora se não valeria a pena fomentar a candidatura de Roberto Requião à presidência da República. Concorrer apenas com Heloísa Helena pode significar um repeteco do discurso de caráter udenista da eleição de 2006, que se revelou, ao fim e ao cabo, um grande fiasco.
Luiz Antônio Magalhães é editor de política do DCI e editor-assistente do Observatório da Imprensa (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/).
Comentário do G 23: Está claro que o articulista desconhece em profundidade Requião, desconhece também suas obras em três mandatos, embora seu texto seja bem escrito, interessante e útil. Todavia, com retidão de intenção quero lembrar um texto "Biblico" muito importante: Pedro e André haviam pescado a noite inteira sem sucesso, mas eis que o Senhor os manda lançarem as redes à DIREITA do barco, e ocorreu a pesca milagrosa, as redes se rompiam de tantos peixes. Quem têm inteligência para entender, entenda. A maioria elege, não a minoria. E a maioria é destra, embora inconformada com as injustiças sociais.
wallacereq@gmail.com
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Heloísa Helena provavelmente será candidata de novo em 2010 e uma parte substancial da esquerda vai marchar ao lado dela, apesar das contradições que marcam a personalidade da ex-senadora, uma liderança capaz de desafiar o seu próprio partido e defender posições próprias, ainda que contrariando decisões tomadas por seus correligionários, como se viu recentemente na questão do aborto. Também é quase certo que uma segunda candidatura presidencial de Helena não apresente o mesmo encanto da primeira, quando a aguerrida alagoana foi a grande novidade da disputa.
Para quem pensa a política estrategicamente, do ponto de vista da esquerda, há um outro nome disponível na praça, em torno do qual seria possível construir uma candidatura presidencial forte e com chances talvez não de vencer o pleito, mas de levar ao público uma mensagem política de inconformidade com os rumos do país, especialmente no que diz respeito à condução da política econômica. Muita gente torce o nariz para ele, mas a verdade é que o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), é hoje o único contraponto ao modo de governar petista e tucano em atividade no Brasil.
Evidentemente, Roberto Requião não é nem de longe um socialista. Dentro das limitações de um governo estadual, no entanto, ele tem conseguido polarizar com as forças conservadoras em questões importantes. Com uma postura corajosa, Requião tem enfrentado alguns tabus neoliberais e de certa forma está se saindo muito bem. Comprou briga com os produtores de transgênicos, com os concessionários de pedágio e até com o poderoso banco Itaú. Não é pouca coisa.
E para quem acha que brigar é fácil, difícil é construir, vale lembrar que Requião tem sido um interlocutor freqüente do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com quem já fechou algumas parcerias, inclusive em torno da TV do Mercosul. Pergunte a qualquer liderança do MST sobre o tratamento que o governador do Paraná dispensa aos sem-terra e a resposta será outro alento: melhor do que em todos os demais estados do país.
A postura de Requião já começou a incomodar o establishment, tanto é que uma absurda decisão judicial proibiu o governador de apresentar seus pontos de vista na TV Educativa (e na rádio) do Paraná, reeditando no país a censura prévia.
Tudo somado, Requião tem muito mais a apresentar do que a senadora Heloísa Helena e poderia perfeitamente, neste cenário, ser o candidato das esquerdas, dentro de uma concepção de política que privilegiasse não a plataforma socialista (o que, é bom que se diga, Helena também não consegue sustentar), mas avanços no sentido de um governo mais autônomo e arrojado, talvez semelhante ao antigo nacional-desenvolvimentismo, que evidentemente não pode ser transplantado para a realidade atual.
É evidente, porém, que as alas mais conservadoras do PMDB não aceitariam com facilidade uma candidatura de Roberto Requião. Para que ele se viabilize, é preciso apoio fora do PMDB, de maneira que o próprio governador sinta confiança para colocar seu bloco na rua. Uma pré-candidatura de Requião talvez já seja suficiente para quebrar o falso debate que a campanha de 2006 no fundo apresentou, quando Alckmin dizia ser melhor gerente do que Lula e Heloísa afirmava ser a única virgem no bordel. Requião não está neste jogo, tem uma história de 8 anos à frente do governo do Paraná para apresentar aos brasileiros e provar que é, sim, possível governar de um jeito um pouco diferente. Se no final ele conseguir a legenda para disputar o pleito, melhor ainda, o debate se prolonga e fica mais animado.
A direita já tem o seu candidato: o governador José Serra (PSDB), que faz um governo sofrível e sem nenhuma novidade em São Paulo. Pelo que contam fontes tucanas, o Palácio do Bandeirantes se tornou um bunker da candidatura presidencial do governador paulista, que só pensa naquilo – a cadeira de Lula, bem entendido.
O consórcio petista não sabe ainda com quem concorrerá na eleição e provavelmente terá mais de um cavalo na disputa, se Lula não puder mesmo tentar o terceiro mandato – talvez Dilma Rousseff e Ciro Gomes, por exemplo. De toda maneira, serão cavalos que contarão com apoio a máquina governamental e, certamente, rios de dinheiro privado.
Assim, se a esquerda quiser ter alguma relevância na eleição de 2010, deve considerar a partir de agora se não valeria a pena fomentar a candidatura de Roberto Requião à presidência da República. Concorrer apenas com Heloísa Helena pode significar um repeteco do discurso de caráter udenista da eleição de 2006, que se revelou, ao fim e ao cabo, um grande fiasco.
Luiz Antônio Magalhães é editor de política do DCI e editor-assistente do Observatório da Imprensa (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/).
Comentário do G 23: Está claro que o articulista desconhece em profundidade Requião, desconhece também suas obras em três mandatos, embora seu texto seja bem escrito, interessante e útil. Todavia, com retidão de intenção quero lembrar um texto "Biblico" muito importante: Pedro e André haviam pescado a noite inteira sem sucesso, mas eis que o Senhor os manda lançarem as redes à DIREITA do barco, e ocorreu a pesca milagrosa, as redes se rompiam de tantos peixes. Quem têm inteligência para entender, entenda. A maioria elege, não a minoria. E a maioria é destra, embora inconformada com as injustiças sociais.
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FELIZ PASCOA
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sábado, 3 de abril de 2010
Fixando a ideologia.
Fixando a Ideologia.
Ao ouvir a entrevista do prefeito de Santo Inácio, João Venceslau, pude perceber que o governo de Requião conseguiu fixar nos municípios paranaenses a consciência de fixação das populações urbanas e rurais das pequenas cidades. Aquele prefeito assimilou bem a importância de valorização das pequenas cidades, para diminuir a criminalidade, garantir saúde, educação e mais qualidade de vida para a população brasileira.
Uma cidade de pouco mais de 6000 habitantes, possui três escolas públicas ( que devem atender por volta 1000 alunos), uma indústria que emprega mil e quinhentas pessoas, cinco ônibus escolares, quatro oriundo do governo do estado, dois por doação e dois financiados, e um do governo federal. Certamente teve seu Plano Diretor realizado, o que facilitará o crescimento ordenado do município. Receberá em breve uma biblioteca e um centro gratuito de acesso a Internet, e um Centro de Saúde da Criança e da Mulher.
Não é pouco, pois isso, somado às obras da própria prefeitura, nos permitirá contemplar o avanço da pequena cidade na melhoria de seu nivel cultural e qualidade de vida para os próximos dez anos.
Essa é a receita para o Brasil.
Wallacereq@gmail.com
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Ao ouvir a entrevista do prefeito de Santo Inácio, João Venceslau, pude perceber que o governo de Requião conseguiu fixar nos municípios paranaenses a consciência de fixação das populações urbanas e rurais das pequenas cidades. Aquele prefeito assimilou bem a importância de valorização das pequenas cidades, para diminuir a criminalidade, garantir saúde, educação e mais qualidade de vida para a população brasileira.
Uma cidade de pouco mais de 6000 habitantes, possui três escolas públicas ( que devem atender por volta 1000 alunos), uma indústria que emprega mil e quinhentas pessoas, cinco ônibus escolares, quatro oriundo do governo do estado, dois por doação e dois financiados, e um do governo federal. Certamente teve seu Plano Diretor realizado, o que facilitará o crescimento ordenado do município. Receberá em breve uma biblioteca e um centro gratuito de acesso a Internet, e um Centro de Saúde da Criança e da Mulher.
Não é pouco, pois isso, somado às obras da própria prefeitura, nos permitirá contemplar o avanço da pequena cidade na melhoria de seu nivel cultural e qualidade de vida para os próximos dez anos.
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Para pensar.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
O que a Imprensa não mostrou.
Hospital Geral Universitário de Ponta Grossa, obra do Governo Requião.
Fotos Agência de Notícias do Governo do Estado do Paraná ( exelente fotografo).
35 milhôes de Reais e a viabilização definitiva do Curso de Medicina da Universidade de Ponta Grossa. Inaugurado em 31 de Março, o mega hospital não foi notícia na Imprensa Paranaense. Então eu me pergunto, vocês compram jornal para que? Para saber, que mais um jovem morreu vítima do tráfico de drogas? Ou que um rapaz morreu em acidente de transito? Eu quero ler o que presta.
O Novo Hospítal homenageia o pai de Requião, Dr Wallace Thadeu de Mello e Silva, médico, ex. vereador, ex. prefeito de Curitiba, ex. chefe do serviço médico penitenciário do Presídio Central do Estado, ex. médico do IBC, ex. médico de Saúde Pública, ex médico e inspetor sanitário das Minas de Carvão do Paraná e Santa Catarina, formado em Belo Horizonte ( MG) em 1934, falecido em Curitiba em 1980.
Exerceu a medicina em Belo Horizonte, em Vitória ( ES), em Colatina (ES) em Judiai ( SP) em São Paulo ( capital), em Antonina ( PR) em Ipanema ( MG) em Joinville ( SC) e em Curitiba ( PR).



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Fotos Agência de Notícias do Governo do Estado do Paraná ( exelente fotografo).
35 milhôes de Reais e a viabilização definitiva do Curso de Medicina da Universidade de Ponta Grossa. Inaugurado em 31 de Março, o mega hospital não foi notícia na Imprensa Paranaense. Então eu me pergunto, vocês compram jornal para que? Para saber, que mais um jovem morreu vítima do tráfico de drogas? Ou que um rapaz morreu em acidente de transito? Eu quero ler o que presta.
O Novo Hospítal homenageia o pai de Requião, Dr Wallace Thadeu de Mello e Silva, médico, ex. vereador, ex. prefeito de Curitiba, ex. chefe do serviço médico penitenciário do Presídio Central do Estado, ex. médico do IBC, ex. médico de Saúde Pública, ex médico e inspetor sanitário das Minas de Carvão do Paraná e Santa Catarina, formado em Belo Horizonte ( MG) em 1934, falecido em Curitiba em 1980.
Exerceu a medicina em Belo Horizonte, em Vitória ( ES), em Colatina (ES) em Judiai ( SP) em São Paulo ( capital), em Antonina ( PR) em Ipanema ( MG) em Joinville ( SC) e em Curitiba ( PR).



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Ver para crer.
O mega hospital regional universitário de Ponta Grossa foi inaugurado. Você não verá nenhuma linha na imprensa.. A obra fala mais que o meu texto.
Governo Roberto Requião, 35 milhôes de Reais e a viabilização do Curso de Medicina dos Campos Gerais.

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1 de Abril, Req Req recebe o trator número 5000 em Londrina.
Este é o tractor numero 5000 entregue a um agricultor paranaense. Wallace Req, o velho, fez questão de tirar uma foto, para mostrar o verdadeiro tamanho do equipamento, que a imprensa chama de "tratorzinhos do Requião". O equipamento, traçado( 4x4) reúne o que há de melhor e moderno para os tratores dessa categoria. A foto foi tirada na exposição de Londrina em 1 de Abril de 2010.
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segunda-feira, 29 de março de 2010
Hospital de Guaraqueçaba.
Estive na tarde do dia 28 de março em Guaraqueçaba, a única cidade isolada do Paraná. Acompanhei a visita técnica. E participei da festa da Cumieira.
Antigo porto paranaense de presitígio, foi suporte para uma numerosa comunidade semita, árabe e hebreia, suíços, franceses, italianos e alemães. Cercada de minérios raros, incluindo o ouro e ferro, entre outros radioativos, dona de fontes de água de ótima qualidade, Quaraqueçaba, mais antiga do que Curitiba, ao meu ver, resite à história.
O Governo do Paraná, na gestão Requião, investe em um Hospital, que dará suporte as populações isoladas das diversas ilhas e às populações indígenas do litoral, assim como à população da cidade.
Ouvi que o Hospital dará suporte num futuro ainda distante ao Turismo de Saúde, algo inédito para mim. ( dizem que foi assim, com suas areias monaziticas que Guarapari, ES, surgiu para o turismo brasileiro).
A cidade se prepara para o Turismo Médico Gariatrico. Seu Centro Histórico e praça central foram revitalizados.
A obra física do hospital estará entregue, como me disse o empreiteiro, em 60 dias, e a instalação dos equipamento em mais 30 dias, completando noventa dias para sua entrega. Em andamento o processo de contratação e treinamento de 128 funcionários, quase todos moradores do Município. A inauguração ficará portanto para o governo de Orlando Pessuti.
O Hospital não só dará suporte a turistas da Ilha do Mel e Superagui, e outras comunidades isoladas, mas terá algumas especialidades que fomentará o Turismo de Saúde em Gereatria ( Terceira Idade) aproveitando-se do baixo custo de vida no município e suas novas condições de salubridade e a total ausência de poluição no ar. ( O Governo Requião investiu no tratamento de esgoto e no abastecimento de água na antiga cidade) A cidade tem baixos indices de violência, permanecendo como um lugar ideal para idosos, seja por estar ao nível do mar, seja pelo clima, seja pela segurança. Uma cidade com poucos veículos e um nascer e por do sol lindos.
Suas ruas começam a ser calçadas com pequenos blocos de concreto o que lhe dará um aspecto melhor, ecologicamente correto, e mais seguro para os transeuntes idosos.
Tivemos o prazer de aterrizar no amplo e seguro heliponto do novo hospital
Espera-se a sua inauguração para 100 dias.
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quinta-feira, 25 de março de 2010
A Fé.
Para reflexão de todos.
Alguém me perguntou se há problemas insolúveis para Deus.
Não; não há problemas insolúveis para Deus. Na verdade para Deus não há problemas, não há uma situação de difícil solução. O próprio conceito revelado de Deus, onipotente, onisciente e onipresente, nos diz que não há problemas para Deus. Mesmo o livre arbítrio dado aos homens, não é um problema para Deus, é pelo contrario, um problema para os homens.
Se somos a imagem e semelhança de Deus, Trino e UNO, então porque temos problemas? O livre arbítrio na última analise nos remete a uma questão direta: servir ou não servir a Deus. Temos problemas porque não aderimos a Deus que é a solução. Não aderimos a vontade de Deus. Fazer sua vontade é participar da solução, ou seja, é participar da divindade para a qual não há problemas.
Criamos problemas ao resistir a Deus, e querendo lhe ensinar sabedoria, pressupomos saber o que é melhor para nós. Donde nos parecerá que ter fé é um ato de entrega a Deus, mais do acreditar em algo. Todavia, eu me pergunto, essa entrega é livre como querem muitos? Ou tem regras, e a ela esta submetido o querer divino?
É o Deus Encarnado, que nos responde: Ama-me aquele que cumpre os Mandamentos. Ora, então a base do querer de Deus é o conteúdo dos Mandamentos de Deus. Afora essa adesão aos mandamentos de Deus, há problemas para o homem, e por vezes problemas insolúveis para nós. Mas mesmo assim, quando resistimos, não há problemas para Deus, cuja vontade impera absoluta, a conduzir e reconduzir à obediência e à desobediência para a realização da sua onipotência. Deus impera.
Ah! Sei...; você não acredita em Deus, e, portanto, não há certo ou errado, é tocar a vida, não há um querer de Deus, e um não querer de Deus. Então porque você só tem problemas?
Porque você tem medo de viver e medo de morrer? Porque você tem medo do castigo?
Por que o homem sem Deus é um verme!
Wallacereq@gmail.com.
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Alguém me perguntou se há problemas insolúveis para Deus.
Não; não há problemas insolúveis para Deus. Na verdade para Deus não há problemas, não há uma situação de difícil solução. O próprio conceito revelado de Deus, onipotente, onisciente e onipresente, nos diz que não há problemas para Deus. Mesmo o livre arbítrio dado aos homens, não é um problema para Deus, é pelo contrario, um problema para os homens.
Se somos a imagem e semelhança de Deus, Trino e UNO, então porque temos problemas? O livre arbítrio na última analise nos remete a uma questão direta: servir ou não servir a Deus. Temos problemas porque não aderimos a Deus que é a solução. Não aderimos a vontade de Deus. Fazer sua vontade é participar da solução, ou seja, é participar da divindade para a qual não há problemas.
Criamos problemas ao resistir a Deus, e querendo lhe ensinar sabedoria, pressupomos saber o que é melhor para nós. Donde nos parecerá que ter fé é um ato de entrega a Deus, mais do acreditar em algo. Todavia, eu me pergunto, essa entrega é livre como querem muitos? Ou tem regras, e a ela esta submetido o querer divino?
É o Deus Encarnado, que nos responde: Ama-me aquele que cumpre os Mandamentos. Ora, então a base do querer de Deus é o conteúdo dos Mandamentos de Deus. Afora essa adesão aos mandamentos de Deus, há problemas para o homem, e por vezes problemas insolúveis para nós. Mas mesmo assim, quando resistimos, não há problemas para Deus, cuja vontade impera absoluta, a conduzir e reconduzir à obediência e à desobediência para a realização da sua onipotência. Deus impera.
Ah! Sei...; você não acredita em Deus, e, portanto, não há certo ou errado, é tocar a vida, não há um querer de Deus, e um não querer de Deus. Então porque você só tem problemas?
Porque você tem medo de viver e medo de morrer? Porque você tem medo do castigo?
Por que o homem sem Deus é um verme!
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Falecimento.
Prezados Amigos
Cumpro o doloroso dever de informar que o Pe. Paul Max, OSB, fundador da Human Life International (HLI) faleceu ontem às 8,10h (hora de Miami)
Pe. Max o apóstolo da vida esteve varias vezes no Brasil. Eu o conheci em Miami em 1987 em um congresso da HLI em Miami. Inteiramente dedicado à causa da vida, viajou 3,5 milhões de quilômetros por todo o mundo criando movimentos em defesa da vida. A PROVIDAFAMÍLIA muito deve ao Pe. Max não só pela ajuda financeira como pelos ensinamentos recebidos. Participei de vários congressos internacionais patrocinados pelo Pe. Max que reunia app. 4.000 pessoas de todo o mundo. Nesses congressos conheci Dr, Jérôme Lejeune de quem fiquei amigo, o Dr. Bernard Nathanson e dezenas de dirigentes pró-vida do mundo todo, particularmente da América Latina.
Certa vez o Papa João Paulo II disse a Pe. Max: “você está realizando o mais importante trabalho do mundo.
Pe. Max completaria 90 anos em junho
Que sua alma descanse em paz.
Humberto L. Vieira
Presidente da PROVIDAFAMÍLIA
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Pe. Max o apóstolo da vida esteve varias vezes no Brasil. Eu o conheci em Miami em 1987 em um congresso da HLI em Miami. Inteiramente dedicado à causa da vida, viajou 3,5 milhões de quilômetros por todo o mundo criando movimentos em defesa da vida. A PROVIDAFAMÍLIA muito deve ao Pe. Max não só pela ajuda financeira como pelos ensinamentos recebidos. Participei de vários congressos internacionais patrocinados pelo Pe. Max que reunia app. 4.000 pessoas de todo o mundo. Nesses congressos conheci Dr, Jérôme Lejeune de quem fiquei amigo, o Dr. Bernard Nathanson e dezenas de dirigentes pró-vida do mundo todo, particularmente da América Latina.
Certa vez o Papa João Paulo II disse a Pe. Max: “você está realizando o mais importante trabalho do mundo.
Pe. Max completaria 90 anos em junho
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